Eu nunca fui de dormir cedo. Sempre tive o sono leve, especialmente depois que meu pai morreu e a casa ficou só comigo, minha mãe e, de vez em quando, a minha irmã mais velha. Naquela sexta-feira eu estava no meu quarto, deitado na cama com o fone no pescoço e o celular na mão, quando ouvi a porta da frente abrir. Era quase meia-noite. Passos. Risadas baixas. A voz da minha mãe, Helena, de quarenta e três anos, aquele tom rouco que ela só usava quando bebia. E outra voz masculina, mais jovem, familiar. — Calma, tia… ninguém vai ouvir. Era o Pedro. Meu primo. Vinte e um anos, filho da irmã mais nova da minha mãe. Sempre andou aqui em casa como se fosse irmão. Eu tinha vinte e quatro. Sempre achei ele moleque demais. Até aquela noite. Eu me levantei sem fazer barulho e abri a porta do meu quarto só uma fresta. O corredor estava escuro. A luz da sala vazava por baixo da porta. Os sons vinham de lá: o riso dela, o barulho de copo batendo na mesa, depois um silêncio carregado. Arrastei os pés até a porta da sala e colei o ouvido. — Você sempre me olhou desse jeito — a voz da minha mãe estava embargada. — Desde os dezessete. — E você sempre fingiu que não via, tia. O som de beijo molhado. Depois o ruído de roupa sendo puxada. Eu senti o estômago revirar e o pau endurecer ao mesmo tempo. Empurrei a porta com extremo cuidado. Abriu dois centímetros. O suficiente. A minha mãe estava sentada no sofá, a blusa já aberta, o sutiã preto empurrado para baixo. Os seios pesados, caídos pelo peso da idade, os mamilos escuros e duros. Pedro ajoelhado entre as pernas dela, a cabeça se movendo. O barulho molhado de chupada era claro. A mão dela segurava o cabelo dele com força. — Isso… chupa a tia direito, porra. Eu nunca tinha ouvido minha mãe falar daquele jeito. A voz dela saía grossa, suja, sem nenhum pudor. Pedro levantou o rosto, a boca brilhando, e puxou a calça para baixo. O pau dele era grosso, mais grosso do que eu imaginava. Ele se ajeitou no sofá, puxou ela para cima e a fez sentar no colo dele de frente. A saia dela subiu. Não usava calcinha. Vi o momento exato em que ela desceu. O pau dele sumiu dentro dela devagar. A minha mãe arqueou as costas e soltou um gemido longo, arrastado. — Caralho, Pedro… que pau grosso. Ela começou a rebolar. Lento no início, depois mais rápido. Os seios balançavam na cara dele. Pedro agarrou as nádegas dela com as duas mãos e começou a empurrar para cima, metendo fundo. O barulho de pele batendo em pele encheu a sala. Eu estava duro pra caralho, o pau latejando dentro do short, mas não tirei. Só assisti. Minha mãe cavalgava o primo como se não tivesse feito outra coisa a vida inteira. Gemia sem segurar, pedia mais fundo, mais forte. Pedro segurou os seios dela, apertou, chupou os mamilos com barulho. Ela jogou a cabeça para trás e gozou primeiro, o corpo inteiro tremendo, a buceta fazendo barulho molhado cada vez que ele entrava. — Me enche — ela pediu, a voz quebrada. — Goza dentro da tia. Pedro segurou a cintura dela e meteu rápido, curto e fundo. Gemeu baixo e descarregou. Eu vi o corpo dele travar, as mãos apertando as nádegas dela com força. Quando ela levantou o quadril, um fio branco escorreu do pau dele e desceu pela coxa da minha mãe. Eles não pararam. Minha mãe desceu do sofá, ajoelhou no chão e chupou o pau dele ainda sujo da porra e do gozo dela. Limpou tudo com a língua, engoliu o que sobrou e depois se virou de quatro no tapete. Pedro pegou de trás sem cerimônia. Meteu de uma vez e começou a foder com força. A cada estocada a bunda dela ondulava. Ele cuspia na boceta, abria com os dedos, metia de novo. Minha mãe pedia para arrombar, para usar, para não ter pena. Eu fiquei ali por mais de quarenta minutos. Vi ele gozar pela segunda vez, dessa vez nos seios dela. Vi ela espalhar a porra com os dedos e chupar. Vi os dois rirem baixinho depois, cansados, suados, como se tivessem acabado de fazer a coisa mais natural do mundo. Quando Pedro foi embora, quase três da manhã, minha mãe ficou sentada no sofá nua, as pernas abertas, a buceta vermelha e melada. Ela passou a mão ali, recolheu um pouco da porra que ainda escorria e levou à boca, distraída. Depois se levantou e foi em direção ao quarto, passando pelo corredor sem perceber que a porta do meu quarto estava entreaberta. Eu voltei para a cama com o pau doendo. Bati uma olhando para o teto, lembrando de cada detalhe: o jeito que ela rebolava, o som que a buceta fazia, a forma como pediu para ser enchida. Gozei quieto, o lençol manchado, o coração ainda disparado. Na manhã seguinte ela estava na cozinha como se nada tivesse acontecido. Café, torrada, o sorriso de sempre. Pedro mandou mensagem no grupo da família dizendo que tinha dormido na casa de um amigo. Eu não falei nada. Mas naquela noite eu já sabia que ia continuar escutando. E que o ciúme e o tesão iam só piorar. Porque a minha mãe tinha se transformado na minha frente. E o primo mais novo tinha comido ela primeiro.
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