Vi meu pai comendo minha irmã mais velha!



Eu tava no meu quarto, deitado na cama, tentando estudar pra prova da faculdade, mas a cabeça não parava quieta. Fazia dois meses que eu sabia. Dois meses que eu tinha visto meu pai e a minha irmã mais velha se pegando de um jeito que nenhum filho deveria ver. E desde então, eu não conseguia mais olhar pra eles do mesmo jeito. Tudo que antes parecia carinho normal agora tinha um peso diferente. Aqueles abraços demorados quando ele chegava do escritório, aquele beijo na testa que ele dava nela toda manhã antes de levar ela pra faculdade… agora eu sabia o que tinha por trás.
Minha mãe tava morando na vila com a avó, que tava doente. A casa ficou só nós três. E eles não se aguentavam mais.
Naquela noite, eu ouvi de novo. O gemido dela. Aquele gemido fino, desesperado, que vinha do quarto do fundo. Eu levantei devagar, o pau já começando a endurecer só de imaginar. A porta tava trancada, como sempre. Mas as janelas… eles tinham parado de fechar as cortinas. Talvez porque achassem que eu dormia cedo. Ou talvez porque já não se importassem mais.
Eu desci as escadas descalço, o coração batendo forte pra caralho. Fui até a lateral da casa, onde a janela do quarto dela dava pro jardim. A luz tava acesa. Eu me agachei e olhei.
E lá estavam eles.
Minha irmã tava de quatro na cama, o cu virado pra ele, as mãos agarrando o lençol com força. Meu pai tava atrás dela, a pica grossa e veiaada enfiada até o fundo no cu apertado dela. Ele segurava a cintura dela com as duas mãos e metia com força, cada estocada fazendo a bunda dela bater na barriga dele com um barulho molhado e obsceno.
— Porra… que cu gostoso… — ele rosnou, a voz grossa, ofegante. — Tua mãe nunca me deu o cu assim… só tu, filha… só essa bucetinha e esse cuzinho apertado…
Ela gemia alto, a cara enterrada no travesseiro, mas o som ainda escapava.
— Aiiii… papai… mais fundo… mete mais fundo no meu cu… — ela pediu, a voz embargada de prazer. — Eu adoro quando tu arromba meu cuzinho… aih caralho…
Ele deu uma palmada forte na bunda dela. O estalo ecoou. A marca da mão apareceu vermelha na pele clara.
— Quero ouvir tu gemendo pra mim… grita que nem putinha… — ele mandou, e meteu ainda mais fundo, a pica sumindo inteira dentro do cu dela.
Ela gritou. Um grito agudo, desesperado, que fez meu pau latejar dentro da calça.
— Ahhhh porraaa!!! Papai tá arrombando meu cu!!! Tá metendo tão fundo… eu vou gozar… eu vou gozar só no cu…
Ele puxou o cabelo dela pra trás, obrigando ela a levantar o tronco. A boca dela ficou aberta, a língua pra fora, os olhos revirados de prazer. Ele continuou metendo sem dó, o pau grosso abrindo o cu apertado dela a cada estocada.
— Olha só pra mim enquanto eu te fodo… — ele disse, a voz rouca. — Diz que ama a pica do papai…
— Eu amo… eu amo a pica do papai… — ela gemeu, a saliva escorrendo pelo queixo. — Adoro quando tu enfia essa pica grossa no meu cu… adoro quando tu me trata que nem puta… aih caralho…
Eu tava com a mão dentro da calça, apertando o pau duro pra caralho. O prepuço já tava molhado de porra. Eu masturbava devagar, sem tirar os olhos da cena.
Meu pai tirou a pica do cu dela de uma vez. O buraco ficou aberto, pulsando, uma string de porra e saliva escorrendo. Ele virou ela de barriga pra cima, abriu as pernas dela com força e enfiou a língua direto na buceta molhada. O grelinho tava inchado, vermelho, latejando. Ele chupou com força, sugando aquele botãozinho enquanto enfiava dois dedos no cu dela ao mesmo tempo.
Ela gritou de novo, as pernas tremendo.
— Aiiii papai… chupa meu grelinho… chupa forte… eu tô gozando… tô gozando na tua boca…
Ele não parou. Continuou lambendo e chupando, o queixo todo molhado dos sucos dela. O barulho molhado da língua dele na buceta dela era o som mais safado que eu já tinha ouvido.
— Que buceta gostosa… — ele murmurou entre as lambidas. — Tua mãe nunca gozou assim pra mim… só tu… só essa putinha do papai…
Ele subiu no corpo dela, enfiou a pica na buceta de uma vez e começou a meter com força. Cada estocada fazia a cama bater na parede. Ela enrolou as pernas na cintura dele e puxou ele pra mais perto.
— Mete… mete fundo na minha buceta… enche ela de porra… — ela pediu, a voz quebrada. — Quero sentir tua porra escorrendo depois…
Ele meteu mais rápido, o pau saindo e entrando coberto de porra e gozo dela. O barulho era molhado, obsceno, delicioso.
— Toma… toma essa pica… — ele rosnou. — Tua buceta é minha… teu cu é meu… tu é a putinha do papai…
Ela gozou gritando. O corpo inteiro tremeu, a buceta apertando a pica dele em espasmos. Ele não parou. Continuou metendo enquanto ela gozava, forçando mais orgasmos dela.
— Ahhhh porraaa!!! Tô gozando de novo!!! Papai tá me fodendo tão gostoso… aiiii caralho…
Quando ela ainda tava tremendo, ele tirou a pica da buceta e enfiou de volta no cu. Ela gritou ainda mais alto. Ele meteu com força, as bolas batendo na bunda dela, até que o corpo dele engessou.
— Vou gozar no teu cu… — ele avisou, a voz rouca. — Vou encher esse cuzinho de porra…
Ele enterrou a pica até o fundo e gozou. Eu vi o corpo dele tremer, as veias do pescoço saltarem. Ele ficou bombeando porra dentro do cu dela por vários segundos, gemendo baixo.
Quando tirou, um fio grosso de porra escorreu do cu aberto dela e caiu no lençol. Ele se abaixou e lambeu. Passou a língua no cu dela, limpando a própria porra, enquanto ela ainda gemia fraca.
— Bom… — ele murmurou. — Amanhã a gente continua. Quero te foder de novo antes de te levar pra faculdade.
Ela sorriu, ofegante, a cara vermelha, o cabelo grudado na testa.
— Pode foder quando quiser, papai… eu sou tua…
Eu corri de volta pro meu quarto com o pau latejando. Tranquei a porta, tirei a calça e comecei a bater uma com força. A imagem deles não saía da minha cabeça. A pica grossa do meu pai sumindo no cu da minha irmã. O grelinho dela sendo chupado. Os gemidos desesperados dela pedindo mais.
Gozei forte, a porra jorrando no meu peito, enquanto imaginava o que seria se um dia eu entrasse naquele quarto e me juntasse a eles.
Porque agora eu sabia.
Eles não iam parar.
E eu não ia conseguir parar de olhar.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Vi meu pai comendo minha irmã mais velha!

Codigo do conto:
269909

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
15/08/2026

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