A casa está aberta. Parte 2: meus melhores amigos comeram minha mãe!



Depois daquela sexta-feira com o Pedro, eu passei a prestar atenção em tudo. Cada mensagem, cada horário, cada vez que a porta da frente abria depois das onze da noite. Minha mãe continuava normal durante o dia: café da manhã, trabalho, o mesmo sorriso calmo. Mas eu já sabia o que existia por baixo.
Na quarta-feira seguinte ela mandou mensagem no grupo da família dizendo que ia dormir cedo porque estava cansada. Eu respondi com um “bom descanso” e tranquei a porta do meu quarto, mas não dormi. Fiquei no escuro, esperando.
Às 23:47 ouvi o portão. Dois carros. Vozes masculinas baixas. Reconheci na hora: Rafael e Thiago. Meus melhores amigos desde o ensino médio. Rafael, vinte e cinco, alto, pau grosso que eu já tinha visto no vestiário. Thiago, vinte e quatro, mais magro, mas com fama de comer qualquer uma.
Eles não bateram. A porta da frente abriu e fechou rápido. Passos no corredor. A voz da minha mãe, já rouca:
— Vocês vieram mesmo…
— A gente não ia perder, dona Helena — respondeu Rafael, rindo baixo.
Eu abri a porta do meu quarto milimetricamente e me arrastei até a porta da sala. Dessa vez ela estava semi-aberta. A luz da sala estava baixa, só o abajur. O suficiente para eu ver tudo.
Minha mãe estava de pé no meio da sala, já sem a blusa. O sutiã preto ainda preso. Rafael estava atrás dela, as mãos cobrindo os seios por cima do tecido, apertando. Thiago na frente, ajoelhado, puxando a calça dela para baixo junto com a calcinha. Quando o tecido desceu, a bunda e a buceta ficaram expostas. Ela não tinha depilado direito. Os pelos escuros formavam um desenho natural.
Thiago abriu as nádegas dela com as mãos e passou a língua de baixo para cima, bem devagar. Minha mãe soltou um gemido alto demais para quem queria discrição.
— Porra… isso…
Rafael tirou o sutiã de uma vez. Os seios pesados caíram livres. Ele segurou os dois, amassou, puxou os mamilos e depois ofereceu um deles para a boca de Thiago, que chupou enquanto continuava lambendo a buceta. Eu estava duro pra caralho, o short já marcado, mas não toquei. Só observei.
Eles a levaram para o sofá. Minha mãe ficou de quatro. Rafael se posicionou na frente e enfiou o pau na boca dela sem pedir. O pau dele era realmente grosso. Ela engasgou na primeira tentativa, saliva escorrendo pelo queixo, mas abriu a garganta e deixou ele meter. Thiago, atrás, não teve paciência. Cuspiu na boceta, abriu com dois dedos e enfiou de uma vez.
O gemido que minha mãe soltou ficou abafado pelo pau na boca. Os dois começaram a usar ela em ritmo. Rafael segurando a cabeça dela e fodendo a garganta. Thiago segurando a cintura e metendo fundo, as bolas batendo. O barulho era obsceno: molhado, ritmado, misturado com o som engasgado dela.
— Relaxa a garganta, puta — falou Rafael. — Sua boca foi feita pra isso.
Minha mãe só gemia em resposta, os olhos marejados, o rímel já começando a escorrer. Thiago acelerou. A bunda dela vermelha de tanto tapa. Ele tirou o pau, abriu as nádegas e cuspiu no cu dela. O dedo entrou fácil. Depois dois. Minha mãe rebolou para trás, pedindo.
— Enfia no cu também… porra…
Thiago não precisou de mais convite. Ajustou a ponta e foi empurrando devagar. Eu vi o buraco abrindo, engolindo o pau centímetro por centímetro. Quando ele enfiou até o fim, minha mãe gritou ao redor do pau de Rafael. Os dois riram.
Eles trocaram de posição várias vezes. Em um momento minha mãe estava deitada de costas no sofá, as pernas abertas no máximo, Rafael metendo na buceta com força enquanto Thiago chupava os seios e cuspia na boca dela. Em outro, ela cavalgava o Thiago enquanto Rafael metia no cu ao mesmo tempo. O corpo dela balançava entre os dois, os seios quicando, a boca aberta num gemido constante.
Eu vi quando ela gozou a primeira vez. O corpo inteiro tremeu, a buceta apertou, um jato molhou a barriga do Thiago. Eles não pararam. Continuaram usando. Rafael tirou o pau da buceta, se ajoelhou na altura do rosto dela e gozou. Jatos grossos cobriram a língua, o queixo, os seios. Minha mãe engoliu o que conseguiu e espalhou o resto com os dedos.
Thiago gozou dentro do cu. Quando saiu, o buraco ficou aberto, vermelho, vazando porra branca que escorria para a buceta. Rafael enfiou os dedos ali, misturou tudo e fez ela chupar.
Eles ainda não tinham terminado.
Rafael deitou no sofá e puxou minha mãe para cima. Ela sentou no pau dele de costas, rebolando devagar, a porra do cu ainda escorrendo. Thiago se ajoelhou na frente e começou a chupar o clitóris enquanto o amigo metia. Minha mãe segurava a cabeça do Thiago e gozava de novo, mais forte, o corpo todo contraindo.
Eu perdi a conta de quantas vezes ela gozou. Perdi a conta de quantas vezes eles trocaram de buraco. Vi minha mãe de joelhos no chão, os dois paus na cara dela, levando porra dos dois ao mesmo tempo. Vi ela rindo depois, ofegante, a cara suja, perguntando se eles aguentavam mais uma rodada.
Aguentaram.
Quando finalmente pararam, eram quase três da manhã. Minha mãe estava caída no sofá, as pernas abertas, a buceta e o cu destruídos, melados, latejando. Rafael e Thiago se vestiam devagar, ainda rindo baixo. Rafael passou a mão no seio dela, apertou e falou:
— Semana que vem a gente volta. E traz mais um.
Minha mãe só sorriu, cansada, e respondeu:
— Tragam. Essa casa aguenta.
Eles saíram. Eu continuei atrás da porta até ouvir os carros se afastarem. Depois entrei na sala. O cheiro de sexo era pesado. O sofá estava manchado. No chão, gotas de porra secando. Minha mãe tinha ido para o quarto sem limpar direito. A porta do quarto dela ficou entreaberta. Eu me aproximei e vi: ela dormia nua, de bruços, as nádegas ainda sujas, um fio branco escorrendo pela coxa.
Voltei para o meu quarto. Bati uma pela segunda vez naquela noite, lembrando de cada estocada, de cada gemido, do jeito que meus melhores amigos tinham transformado minha mãe numa puta compartilhada. Gozei quieto, o lençol ainda mais sujo que da vez anterior.
Na manhã seguinte ela estava na cozinha de novo. Café, torrada, o mesmo sorriso. Rafael e Thiago mandaram figurinha no grupo dos amigos. Eu não respondi.
Mas eu já sabia que aquilo não ia parar.
E que eu ia continuar escutando cada segundo.

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Comentários


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sátiro Comentou em 15/08/2026

Votado. Sei bem como é isso. Meu padrasto também fez minha mãe de puta junto com amigos e suas esposas e depois fez o mesmo com minha irmã quando ela voltou da faculdade. Assim como já tinha feito comigo quando descobriu que meus amigos me comiam. E como eu não fodo elas, ele me deixar armar pros meus amigos foderem elas, sem elas saberem de mim. E, eles arregaçam elas sem dó é um tesão e quanto mais dor e humilhação mais tesão eu sinto, até gozo sem tocar no meu pau. É uma delícia. Nada melhor.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
A casa está aberta. Parte 2: meus melhores amigos comeram minha mãe!

Codigo do conto:
269911

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
15/08/2026

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