A casa está aberta. Parte 3: meu primo e minha mãe novamente!



Depois da noite com o Rafael e o Thiago, a casa ficou estranhamente quieta por quatro dias. Minha mãe voltou à rotina como se nada tivesse acontecido: acordava cedo, fazia café, saía para o trabalho, voltava, jantava e subia para o quarto. Eu observava cada gesto. O jeito que ela sentava, a forma como cruzava as pernas, o sorriso distraído demais. Eu sabia o que aqueles homens tinham feito com ela. Sabia que o cu e a buceta dela ainda carregavam a memória das estocadas.
Na segunda-feira à noite o padrão mudou.
Eram 00:18 quando ouvi o portão. Passos leves na calçada. A chave girando na fechadura da frente com cuidado. Eu já estava acordado, deitado no escuro, esperando. Reconheci a forma de andar mesmo antes de ouvir a voz.
Pedro.
Meu primo entrou sem acender a luz da sala. Subiu as escadas devagar. Pareceu hesitar um segundo no corredor e depois parou em frente ao quarto da minha mãe. A porta abriu e fechou com um clique suave.
Eu esperei trinta segundos. Levantei, abri a porta do meu quarto sem fazer barulho e me arrastei descalço até a porta do quarto dela. Colei o ouvido na madeira.
No começo só ouvi beijos molhados e o barulho de roupa sendo puxada. Depois a voz baixa da minha mãe:
— Você demorou…
— Tive que esperar o seu filho dormir, tia.
— Ele dorme pesado. Pode falar mais alto.
O som de um corpo caindo na cama. Depois o gemido dela, longo, quando algo — a boca ou os dedos — encontrou a buceta.
— Ainda está inchada da outra noite — murmurou Pedro. — Os seus amigos te usaram bem.
— Usaram. Me deixaram aberta. Ainda sinto.
Eu fechei os olhos e imaginei a cena. Minha mãe deitada, as pernas abertas, o primo mais novo entre elas. O barulho de chupada ficou mais claro, ritmado, molhado. Ela gemia sem se preocupar em abafar. As mãos dele faziam barulho na carne dela — tapas leves, apertos, o som característico de saliva sendo espalhada.
— Abre mais — ordenou Pedro.
Ouvi o movimento dos lençóis. Depois o gemido mais agudo dela quando ele enfiou os dedos. O barulho era obsceno: o vaivém úmido, o barulho de pele, a respiração dela ficando pesada.
— Três dedos… porra, Pedro…
— Cabe mais. Os seus amigos abriram bem esse buraco.
Ela riu baixo, um som sujo.
— Enfia o pau de uma vez. Para de brincar.
O barulho mudou. O peso da cama se deslocou. Depois o gemido longo e rouco da minha mãe quando ele penetrou. Eu conhecia aquele som agora. Era o mesmo que ela tinha feito com o Rafael e o Thiago. A diferença era que agora eu estava a poucos centímetros, só separados por uma porta de madeira.
Pedro começou a meter. O ritmo era constante, fundo, sem pressa no começo. A cama batia levemente na parede. Minha mãe gemia a cada estocada, às vezes soltando palavras soltas:
— Isso… mais fundo… me usa…
Eu estava duro pra caralho. O short marcado, o pau latejando, mas eu não toquei. Só fiquei ali, ouvindo. Cada gemido dela, cada batida de pele, cada vez que ele falava baixo:
— Sua buceta está mais frouxa. Os seus amigos te arrebentaram direito.
— Então arrebenta mais — ela respondeu, a voz já embargada. — Me fode como eles foderam.
O ritmo acelerou. A cama passou a bater com mais força. O barulho molhado ficou mais alto. Eu ouvi o momento em que ele tirou o pau, o som úmido da saída, e depois o gemido dela quando ele enfiou de novo, dessa vez provavelmente no cu. O som foi diferente: mais apertado, o gemido dela mais agudo, quase um grito abafado.
— Porra… no cu… devagar…
— Não vai ser devagar, tia.
Ele meteu. Eu ouvi as estocadas curtas e profundas, o barulho característico de quem está arrombando. Minha mãe gemia sem parar, às vezes pedindo para parar, às vezes pedindo para continuar. As duas coisas misturadas. Pedro falava putaria sem filtro:
— Esse cu foi feito pra ser usado. Seus amigos abriram, agora eu vou terminar o serviço.
O barulho durou longos minutos. Eu ouvi ela gozar uma vez, o corpo dela batendo na cama, o gemido longo e tremido. Ele não parou. Continuou metendo no cu até gozar. O gemido dele foi baixo, gutural. Depois o som úmido de quando ele tirou o pau. Eu imaginei a porra escorrendo.
Mas não acabou.
Ouvi o movimento de corpos de novo. Minha mãe falando, ofegante:
— Enfia na buceta de novo. Quero ficar melada dos dois buracos.
Pedro obedeceu. O ritmo voltou, mais rápido, mais violento. A cama batia na parede de forma constante. Eu ouvia o barulho da porra dele sendo empurrada para dentro e para fora, o som molhado e sujo. Minha mãe pedia para gozar dentro, para encher, para deixar escorrendo.
Ele gozou pela segunda vez. Dessa vez o gemido foi mais alto. Depois o silêncio relativo, só as respirações pesadas e o barulho ocasional de beijo.
Fiquei colado na porta por mais alguns minutos. Ouvi eles conversando baixo:
— Semana que vem os seus amigos voltam? — perguntou Pedro.
— Voltam. E talvez tragam mais um.
— Me avisa. Quero ver.
— Quer ver ou quer participar?
— Os dois.
Minha mãe riu aquele riso rouco que eu já conhecia.
— Então avisa o seu primo que a casa está aberta.
Meu coração disparou. Ela estava falando de mim? Ou de outra pessoa? Não consegui ter certeza. O silêncio que se seguiu foi preenchido por mais beijos e pelo som de alguém se ajeitando na cama.
Pedro não foi embora imediatamente. Ficaram ali. Eu ouvi mais uma rodada, mais curta, mais preguiçosa. O som de chupada, depois o gemido dela quando ele meteu de novo, dessa vez mais devagar. Quando finalmente a porta do quarto abriu, eu já tinha voltado para o meu quarto e deixado a porta entreaberta só o suficiente para ver a silhueta dele passando no corredor.
Ele desceu as escadas e saiu. O portão fez o barulho característico.
Esperei cinco minutos. Depois saí do quarto e me aproximei da porta dela. Estava entreaberta. A luz do corredor era fraca, mas suficiente. Minha mãe dormia de bruços, nua, o lençol só até a metade das coxas. As nádegas estavam marcadas de vermelho. Entre elas, um brilho úmido. Um fio esbranquiçado escorria pela parte interna da coxa e manchava o lençol.
Fechei a porta com cuidado e voltei para a cama.
Bati uma pela terceira noite seguida, o rosto enterrado no travesseiro para não fazer barulho. Gozei lembrando do som da cama batendo, do gemido dela pedindo para ser usada, da forma como o primo tinha falado do cu e da buceta dela como se já fossem propriedade comum.
Na manhã seguinte ela estava na cozinha de novo. O mesmo café, a mesma torrada, o mesmo sorriso. Só que dessa vez, quando ela se inclinava para pegar algo na geladeira, eu notava um leve desconforto no jeito de andar. Um detalhe mínimo. Mas eu sabia exatamente o motivo.
Pedro mandou mensagem no grupo da família à tarde:
“Almoço de domingo aí em casa? Estou com saudade.”
Minha mãe respondeu rápido:
“Claro. A casa está aberta.”
Eu li a mensagem três vezes.
A casa está aberta.
E eu, mais uma vez, só ia escutar.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A casa está aberta. Parte 3: meu primo e minha mãe novamente!

Codigo do conto:
269928

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
15/08/2026

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