O filme tinha acabado fazia uns minutos e a gente ainda tava abraçado no sofá, meio preguiçoso. Eu com a mão na cintura dela, ela com a cabeça apoiada no meu peito. A sala tava meio escura, só a luz da tv piscando. Eu tava brincalhão pra caralho, aquele tipo de vontade de encher o saco só pra ver ela reagir. Comecei a fazer cócegas na lateral dela, bem de leve no começo. Ela se contorceu na hora, soltou uma risada abafada e tentou se afastar. — Para, caralho… para com isso… Mas eu não parei. Apertava mais, subia a mão pra baixo da costela, descia pro quadril. Ela se debatia, rindo alto agora, tentando me empurrar. No meio da luta ela acabou por cima de mim, pernas abertas encaixadas nos meus quadris, peito colado no meu. Eu continuei, dedos cutucando as laterais, a cintura, quase chegando na bunda. Ela ria tanto que quase não conseguia respirar. — Para… porra… eu… eu não consigo… A voz dela saía entrecortada, risada misturada com algo mais urgente. Eu não prestei atenção. Continuei cutucando, sentindo o corpo dela se mexer em cima do meu. O pau já tava duro pra caralho, preso na bermuda, sentindo o calor da buceta dela através da calça de moletom fina que ela usava. Cada vez que ela se revirava pra escapar, a bunda dela esfregava bem no meio da minha pica. De repente o riso dela mudou. Ficou mais agudo, quase um gemido desesperado. — Porra… para… eu vou… eu não consigo segurar… Eu ainda tava rindo quando senti. Quente. Molhado. Um jato forte escorrendo pela calça dela e molhando a minha bermuda inteira. O xixi quente dela encharcou tudo, escorreu pelas minhas coxas, molhou a pica, escorreu pro sofá. O cheiro forte subiu na hora. Eu congelei. Ela também. Os dois parados, respirando pesado, o xixi ainda pingando devagar entre a gente. Eu olhei pra baixo. A mancha escura se espalhando. A calça dela colada na buceta, o tecido transparente de tanto molhado. Minha pica latejou forte, quase doendo de tão dura. O coração batendo na porra da garganta. Eu tinha acabado de descobrir que gosto de xixi. Gosto pra caralho. Ela ficou parada em cima de mim, peito subindo e descendo rápido, rosto vermelho. — Porra… desculpa… eu avisei… Eu não respondi com palavras. Apertei as mãos na cintura dela e puxei pra baixo, fazendo a buceta molhada dela esfregar direto na minha pica encharcada. O tecido molhado raspava, quente, escorregadio. Ela soltou um gemido baixo, quase um soluço. — Continua… porra… esfrega mais… Comecei a fazer cócegas de novo, agora de propósito. Dedos nas laterais, subindo pro peito, apertando de leve os peitos dela por cima da camiseta. Ela se contorcia, rindo e gemendo ao mesmo tempo, a bunda rebolando em cima da minha pica. Cada movimento fazia o xixi que ainda tava quente escorrer mais, molhando tudo de novo. O tecido da bermuda tava encharcado, a pica latejando dentro, a cabeça do pau esfregando na fenda dela a cada rebolada. — Porra… isso… continua… eu tô gozando só de sentir… A voz dela saía baixa, rouca. Eu cutucava mais forte, ela se debatia, a buceta dela esfregando com força na minha pica. O cheiro de xixi misturado com o cheiro dela tava me deixando maluco. Eu levantei a camiseta dela, coloquei a boca num peito, chupei o mamilo enquanto continuava fazendo cócegas na outra lateral. Ela gritou baixo, a voz tremendo. — Porra… meu irmão… sua pica tá tão dura… continua… eu não consigo parar de rebolar… Eu empurrei o quadril pra cima, encontrando o movimento dela. A pica escorregava no tecido molhado, a cabeça entrando e saindo um pouco da fenda dela mesmo com a calça no caminho. Cada vez que ela descia, eu sentia o grelinho inchado raspando. Ela tava gozando devagar, o corpo tremendo, gemidos saindo desesperados. — Ahh… porra… eu tô gozando… continua cutucando… não para… Eu não parei. Cócegas mais fortes, boca no outro peito, mordendo de leve. Ela se contorceu tanto que a calça dela desceu um pouco na frente. Eu aproveitei, puxei o tecido pro lado e enfiei dois dedos direto na buceta encharcada de xixi. Quente, escorregadia, apertada. Os dedos entraram fáceis, o polegar esfregando o grelinho inchado. Ela gritou, a voz alta agora. — Porra… isso… enfia mais… fode minha buceta com os dedos… eu quero gozar de novo… Eu meti os dedos fundo, curvando, procurando o ponto. Ao mesmo tempo continuei cutucando a lateral dela com a outra mão. Ela rebolava como uma puta desesperada, gemendo alto, a buceta apertando meus dedos a cada movimento. O xixi ainda escorria um pouco, misturando com o mel dela. Eu tirei os dedos, levei à boca e chupei. O gosto salgado do xixi misturado com o gosto dela. Ela olhou e gemeu mais alto. — Porra… sua irmã tá te dando o xixi pra você chupar… continua… chupa minha buceta… Eu puxei ela pra cima, tirei a calça dela de uma vez. A buceta apareceu inchada, molhada, o grelinho latejando. Eu puxei a cabeça dela pra baixo e ao mesmo tempo levantei o quadril. Ela entendeu. Desceu a boca na minha pica encharcada de xixi, chupou a cabeça com vontade, língua rodando. Eu enfiei a cara na buceta dela, chupando o grelinho com força, lambendo a fenda inteira, bebendo o que ainda escorria. O cheiro forte, o gosto salgado, a pica dela na minha boca enquanto ela engolia minha pica. Ela chupava como se estivesse faminta, engasgando, saliva misturando com o xixi que ainda tava no pau. Eu chupava o grelinho dela sem parar, dois dedos entrando e saindo da buceta, outro dedo pressionando o cu. Ela gemeu com a boca cheia da minha pica. — Porra… chupa mais fundo… eu quero gozar na sua cara… Eu enfiei a língua no cu dela enquanto os dedos fodiam a buceta. Ela rebolou com força, gozando de novo, o corpo inteiro tremendo, xixi saindo mais um pouco enquanto ela gozava. O jato fraco molhou minha cara. Eu bebi tudo, chupando com vontade. Ela gritou, a voz rouca. — Porra… eu mijei de novo… bebe tudo… sua puta de irmão… Eu virei ela de quatro no sofá, a bunda empinada, a buceta pingando. Acalmei a pica na entrada e enfiei de uma vez. Ela gritou alto, a buceta apertando minha pica inteira. Eu meti fundo, rápido, a porra do pau entrando e saindo com o barulho molhado do xixi e do mel dela. Cada estocada fazia a bunda dela bater na minha barriga. Eu segurei o cabelo dela e puxei, metendo mais forte. — Fala… fala o que você quer… Ela gemeu, a voz quebrada. — Quero sua pica fundo na minha buceta… mete mais forte… eu quero gozar de novo enquanto você me fode… Eu meti com tudo, a pica sumindo inteira, as bolas batendo no grelinho dela. A mão livre desceu e cutucou de novo a lateral dela. Ela se contorceu, rindo e gemendo ao mesmo tempo, a buceta apertando minha pica como se quisesse arrancar o gozo. Eu senti ela gozar de novo, o corpo tremer, a buceta pulsando. O xixi saiu mais uma vez, fraco, escorrendo pela minha pica enquanto eu metia. — Porra… eu tô mijando enquanto você me fode… continua… não para… Eu tirei a pica, virei ela de frente, coloquei as pernas dela nos meus ombros e enfiei de novo. Agora eu via a cara dela, os olhos semicerrados, a boca aberta, gemendo desesperada. Cada estocada fazia os peitos dela balançarem. Eu baixei a cabeça e chupei um mamilo enquanto metia fundo. Ela agarrou meu cabelo e puxou. — Goza dentro… porra… enche a buceta da sua irmã… eu quero sentir seu porra escorrendo junto com meu xixi… Eu meti mais rápido, sentindo o gozo subindo. A pica latejando, a buceta dela apertando. No último segundo eu puxei a pica pra fora, apontei pro rosto dela e gozei. Jatos fortes batendo na boca, no queixo, escorrendo pro peito. Ela abriu a boca e engoliu o que conseguiu, a língua pra fora, gemendo enquanto eu terminava de gozar na cara dela. Mas eu ainda tava duro. Empurrei a pica de novo pra dentro da buceta dela e continuei metendo, mais devagar agora, sentindo o gozo misturado com o xixi. Ela gemeu baixo, cansada, mas ainda rebolando. — Porra… você ainda tá duro… continua… fode minha buceta até eu não aguentar mais… Eu meti mais um pouco, depois tirei e enfiei no cu dela de uma vez. Ela gritou, a voz alta, o cu apertando minha pica. Eu meti fundo, devagar no começo, depois mais rápido. A mão desceu e esfregou o grelinho dela com força. Ela gozou de novo, o corpo inteiro tremendo, gemidos desesperados saindo sem parar. — Porra… meu cu… sua pica no meu cu… continua… eu tô gozando de novo… Eu meti até gozar de novo, dessa vez dentro do cu dela. O porra escorrendo enquanto eu ainda metia. Quando parei, os dois tavam suados, ofegantes, o sofá encharcado, o cheiro de xixi e sexo forte na sala. Ela se levantou devagar, as pernas tremendo, o xixi e o gozo escorrendo pelas coxas. — Preciso limpar isso… e você precisa tomar um banho… Eu fiquei sentado no chuveiro depois, a água quente caindo no corpo, a pica ainda latejando. O gosto do xixi dela ainda na boca. O cheiro ainda na memória. Eu sabia que aquilo não ia parar ali. A gente tinha acabado de descobrir algo que nenhum dos dois ia conseguir fingir que não aconteceu. E eu já tava pensando na próxima vez que ia fazer cócegas nela de propósito.
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