Acho que sou uma pervertida!



Eu já sabia que tinha algo errado comigo. Ou certo, dependendo de como a gente olha. Mas naquele dia eu confirmei de uma vez por todas que sou uma pervertida do caralho.
Trabalho num spa que tem sauna seca. Meu serviço é simples: limpar, trocar toalha, deixar tudo pronto pro próximo cliente. Nada demais. Até que chegou aquele casal. Ele alto, ombros largos, peito peludo que dava pra ver pelo decote da roupa, braços grossos, cheiro de homem que já começava a vazar mesmo antes de entrar. Ela magrinha, cabelo preso, sorrisinho educado. Eu fiz o check-in, expliquei o tempo, deixei as toalhas dobradinhas em cima do banco de madeira e fechei a porta.
Trinta e cinco minutos depois eles saíram. Ele estava encharcado. Suor escorrendo pelo pescoço, pela barba, molhando a camiseta clara. Ela também suada, mas nada comparado a ele. Quando eu perguntei se tinha gostado, o cara olhou pra mim com aquele sorrisinho meio constrangido e falou:
- Desculpa, fiquei muito suado lá dentro.
Eu respondi que estava tudo bem, que era normal. Mas por dentro meu cu apertou e minha buceta latejou tão forte que quase gemí na frente deles. A imagem do corpo dele suando, daquela pica grossa provavelmente molhada de porra e suor, da bunda dele esfregando nas toalhas… eu quase gozei ali mesmo.
Eles foram embora. Eu trancuei a porta da sauna, olhei em volta pra ter certeza que ninguém vinha e entrei.
O cheiro bateu na minha cara como um soco. Suor masculino forte, ácido, quente. Misturado com um cheiro mais doce de buceta molhada e aquele ranço gostoso de gozo seco. As toalhas estavam todas jogadas no banco. Uma delas estava tão encharcada que pingava quando eu levantei. Eu levei ela até o nariz e cheirei fundo.
- Porra… que delícia nojenta…
Minha mão já estava dentro da calça. Apertando o grelinho inchado. Eu tirei a blusa, o sutiã, a calça e a calcinha em menos de dez segundos. Fiquei pelada no meio da sauna ainda quente. Peguei a toalha mais molhada e esfreguei na cara. O gosto de suor e de porra me invadiu a boca. Eu chupei o pano como se fosse a pica dele. Lambi, suguei, engoli o líquido quente e salgado que escorria.
- Que porra gostosa… que merda deliciosa…
Enrolei a toalha no pescoço e desci ela pelos peitos. Os mamilos já estavam duros pra caralho. Esfreguei o tecido encharcado neles, sentindo o líquido frio e viscoso escorrer pela barriga. A outra toalha eu enfiei entre as pernas. Apressionei forte contra a buceta. O cheiro de cu suado dele subia direto pro meu nariz enquanto eu me esfregava.
Comecei a gemer baixinho.
- Ahhh… porra… sua pica fedida… sua bunda suada…
Eu me deitei no banco quente. Abri as pernas o máximo que consegui. Peguei a toalha mais suja e enfiei ela inteira na boca enquanto a outra mão abria os lábios da buceta e esfregava o grelinho com força. Os dedos entravam e saíam molhados de porra deles e da minha própria baba. Eu imaginava o cara por cima de mim, a pica grossa e suada entrando de uma vez, a barba dele roçando no meu pescoço, o cheiro de axila e de cu invadindo tudo.
- Me come… me fode com essa pica fedorenta… enfia no meu cu também… ahhh porra…
Os gemidos estavam saindo cada vez mais altos. Eu não conseguia controlar. A mão ia e vinha rápido, o polegar esmagando o grelinho enquanto três dedos entravam e saíam da buceta fazendo barulho molhado. A toalha na boca estava encharcada de saliva e de suor. Eu chupava como uma vadia faminta.
Imaginei ele gozando dentro da sauna. A porra quente escorrendo pela pica, pingando no banco, sendo limpa na toalha. Imaginei ele limpando a bunda suada nela depois de comer a namorada. O cu dele aberto, suado, fedido, esfregando no tecido. Eu gemi mais alto só de pensar.
- Seu cu nojento… quero lamber… quero cheirar… quero enfiar a língua até o fundo…
Virei de quatro no banco. Peguei a toalha mais fedida e esfreguei no meu próprio cu. O tecido áspero e molhado entrava um pouco, arrastando o cheiro dele pra dentro de mim. Eu enfiei dois dedos no cu ao mesmo tempo que masturbava a buceta com a outra mão. O gemido saiu quase como um grito.
- Ahhhhh porraaaa… que delícia suja… que merda gostosa…
Eu estava completamente perdida. O suor escorria pelo meu corpo misturado com o deles. O cheiro estava tão forte que eu quase enjoava, mas ao mesmo tempo isso me deixava ainda mais molhada. Minha buceta fazia barulho a cada dedada. O grelinho estava tão inchado que doía de tão sensível.
Comecei a falar sozinha, como se ele estivesse ali:
- Enfia essa pica fedida na minha boca… quero engolir teu gozo quente… me usa como toalha… limpa tua bunda suada na minha cara…
Os gemidos estavam desesperados. Eu não conseguia mais falar direito. Só soltava sons altos, quebrados, enquanto os dedos martelavam a buceta e o cu ao mesmo tempo. A toalha estava amassada no meu rosto. Eu cheirava fundo, lambia, chupava, engolia tudo.
Quando gozei, foi violento. A buceta apertou os dedos com força, o cu latejou, as pernas tremeram. Eu gritei com a toalha na boca:
- Ahhhhhhh porraaaa… tô gozando… tô gozando na porra de vocês… ahhhhh que nojo gostoso…
O líquido escorreu pela minha mão, pingou no banco, se misturou com o que já estava lá. Eu continuei esfregando, sem parar, até o orgasmo virar dor. Mesmo assim não parei. Continuei masturbando o grelinho inchado, gemendo baixo, quase chorando de prazer.
Quando finalmente consegui parar, eu estava destruída. Suada, fedida, com a cara molhada de saliva e de suor alheio. Olhei pro espelho embaçado e ri. Uma risada baixa, suja.
- Que vadia nojenta… que puta degenerada…
Limpei tudo. Lavei as toalhas, passei o pano no banco, deixei a sauna cheirosa de novo. Fechei o dia como se nada tivesse acontecido. Fui pra casa, tomei banho quente, lavei o cabelo duas vezes. Mas o cheiro ainda estava na minha cabeça. O gosto ainda estava na língua.
Agora estou deitada na cama, de pernas abertas de novo, com os dedos dentro da buceta, lembrando do cheiro daquela toalha. E gozando de novo só de pensar no que eu fiz.
Porque eu sou isso. Uma pervertida. Uma nojenta. E eu adoro.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Acho que sou uma pervertida!

Codigo do conto:
269935

Categoria:
Masturbação

Data da Publicação:
15/08/2026

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