Fumei uma no trabalho e em seguida me acabei na siririca!
Ela tinha 26 anos e o escritório era aquele tipo de lugar cinza onde o tempo se arrastava feito chiclete mascado. Cubículo, papelada, triturador de documentos. Três horas no máximo pra acabar com o serviço do dia e o resto era fingir que tava ocupada, sorrindo pra qualquer um que parasse pra jogar conversa fora. Todo mundo no prédio era assim, falante pra caralho. Olhou pra bolsa pra parecer que tava fazendo alguma coisa. Esqueceu completamente das gominhas. Ficou três minutos pesando os prós e contras. Tolerância baixa. Comeu uma. 33mg. Cinquenta minutos depois foi almoçar e já tava ferrada. Olhos vermelhos, boca seca, a cabeça flutuando. Escapou das pessoas o mais rápido que pôde e voltou pro cubículo. O papel de parede do celular era o namorado sem camisa, peito definido, aquele sorriso safado. A maconha bateu forte e a buceta latejou de uma vez. Abriu a galeria sem conseguir se segurar. Os vídeos que eles tinham gravado. Ela de quatro, ele enfiando a pica grossa nela até o fundo. O som da pele batendo. A voz dela gemendo alto. O close na buceta engolindo aquele pau. A calcinha já tava encharcada. O grelinho latejando contra o tecido. Levantou, pernas bambas, e foi direto pro banheiro que trancava. Coração batendo na boca. Trancou a porta, apoiou as costas nela e soltou um gemido baixo só de sentir o ar-condicionado gelado na pele quente. Puxou a saia pra cima, desceu a calcinha até os joelhos e sentou no vaso com as pernas abertas. Os dedos desceram direto pro meio das pernas. A buceta tava escorrendo, molhada pra caralho. Passou dois dedos pelos lábios inchados e abriu, sentindo o ar frio no clitóris inchado. — Porra… que delícia… Começou a esfregar o grelinho em círculos lentos, lembrando do vídeo. O namorado segurando a cabeça dela enquanto enfiava a pica na boca dela. Ela engasgando, baba escorrendo pelo queixo, olhos lacrimejando de prazer. Os dedos dela agora entravam com facilidade. Um, depois dois. A buceta apertou em volta deles com vontade. Gemeu mais alto, sem conseguir segurar. — Ahh… caralho… assim… Os dedos foderam mais rápido. O polegar esmagava o grelinho enquanto os outros dois entravam e saíam, fazendo barulho molhado. O som da buceta sendo arrombada pelos próprios dedos ecoava no banheiro pequeno. Ela abriu mais as pernas, empurrando a bunda pra frente, enfiando os dedos até a base. Lembrou de outra cena. Ela por cima, rebolando gostoso na pica dele. O pau grosso sumindo inteiro dentro dela. Ele segurando a cintura dela e enfiando com força pra cima. O som molhado. Os gemidos dela desesperados. — Isso… fode essa buceta… ahh porra… Os dedos agora eram três. Esticando. A mão esquerda subiu por baixo da blusa e apertou o peito, beliscando o mamilo duro. A boca abriu num gemido longo e rouco. A maconha fazia tudo ficar mais intenso. Cada toque no grelinho mandava um choque direto pro útero. A buceta contraía sem parar, molhando a mão inteira. Ela tirou os dedos, olhou pra eles brilhando de porra dela, e chupou. O gosto azedo e gostoso. Enfiou de novo, mais fundo, curvando os dedos pra achar aquele ponto. Quando acertou, a perna tremeu. — Ahhh caralhooooo… Começou a foder a própria buceta com força. A mão batendo na pele molhada. O grelinho inchado sendo esfregado sem piedade. Os olhos semicerrados, a boca aberta, babando um pouco. Via o namorado na cabeça. Ele chupando a buceta dela com vontade, língua larga passando no clitóris enquanto dois dedos entravam. Ele olhando pra ela e falando: — Goza pra mim, putinha. Quero ver essa buceta esguichando. Ela gemeu alto, a voz quebrando. — Vou gozar… porra… vou gozar gostoso… Os dedos entravam e saíam numa velocidade desesperada. O polegar esmagava o grelinho em círculos apertados. A buceta fazia barulho obsceno, molhada demais. As paredes internas apertavam, sugavam os dedos. O orgasmo vinha subindo pelas pernas, pesado, inevitável. Ela enfiou os dedos até o fundo e seguiu esfregando o clitóris com força. A outra mão desceu e abriu os lábios, deixando tudo exposto. O ar gelado no grelinho sensível fez ela tremer inteira. — Ahh… ahh… ahhhh caralho… O primeiro orgasmo veio forte. A buceta se fechou nos dedos com força, pulsando sem parar. Ela mordeu o lábio pra não gritar, mas um gemido longo e agudo escapou mesmo assim. O corpo inteiro tremeu. A bunda saiu do vaso um pouco, as pernas abertas tremendo. Porra escorrendo pelos dedos, molhando o assento. Mas não parou. Continuou enfiando. A maconha não deixava a vontade passar. Queria mais. Queria se foder até não aguentar mais. Lembrou do vídeo em que ele colocou ela de quatro no sofá e comeu o cu dela pela primeira vez. A pica grossa entrando devagar no buraquinho apertado enquanto dois dedos fodiam a buceta. Ela gemendo alto, pedindo mais. A mão livre desceu e passou o dedo no cu. Estava molhado da porra que escorria. Empurrou a ponta do dedo e sentiu o anel apertar. Enfiou até a primeira junta enquanto os outros três dedos continuavam arrombando a buceta. — Porra… meu cu… ahh que delícia… Começou a foder os dois buracos ao mesmo tempo. O dedo no cu entrando e saindo no mesmo ritmo. A sensação era demais. O grelinho latejando, a buceta escorrendo, o cu se abrindo pro dedo. Os gemidos agora eram contínuos, desesperados, baixos mas cheios de putaria. — Me fode… me fode inteira… ahh caralho… assim… O segundo orgasmo veio mais rápido e mais forte. A buceta e o cu se contraindo juntos, apertando os dedos com força. Ela engasgou no gemido, a cabeça jogada pra trás, olhos revirados. O corpo inteiro sacudiu. Porra jorrou pelos dedos, escorrendo pela mão e pingando no chão do banheiro. Ainda assim não parou. Continuou esfregando o grelinho inchado e sensível, quase doendo de tão bom. Os dedos lentos agora, profundos, sentindo cada contração. A boca aberta, respirando pesado, gemendo baixinho a cada movimento. — Ainda tô gozando… porra… ainda tô… Ficou ali, sentada, fodendo a própria buceta e o cu sem pressa, perdida no efeito da maconha. O tempo não existia. Cada toque no clitóris era uma explosão. Cada dedada funda fazia a buceta babar mais. Ela chupava os dedos de vez em quando, gemendo com o gosto da própria porra. Quando o terceiro orgasmo veio, foi quase silencioso. Só um gemido longo, quebrado, enquanto o corpo inteiro travava. A buceta pulsava forte ao redor dos dedos. O cu apertava o dedo que ainda estava lá dentro. As pernas tremeram tanto que ela quase caiu do vaso. Ficou parada um tempo, dedos ainda dentro, respirando pesado. A calcinha molhada no chão. A saia amarrotada na cintura. A blusa suada. O cheiro de sexo no ar pequeno do banheiro. Quando finalmente tirou os dedos, a mão estava encharcada. Limpou como pôde com o papel higiênico, mas a buceta continuava latejando, molhada, aberta. Vestiu a calcinha suja, ajeitou a saia e saiu. As pernas ainda bambas. No cubículo, olhou o relógio e tomou um susto. Trinta minutos. Tinha certeza que tinha ficado só dez. Só horas depois, em casa, que a real bateu. O arrependimento veio junto com a memória nítida de tudo. A buceta ainda sensível. O gosto da própria porra ainda na memória. E a certeza de que, naquele momento, não tinha conseguido se controlar nem um pouco.
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