Raquel chegou ao apartamento de luxo do Dr. Paulo já com o corpo a arder. O elevador particular abriu directamente para o hall de mármore branco e madeira escura, o cheiro a perfume caro e a cera de móveis antigos a receberem-na. Ele esperava-a de pé junto à janela panorâmica, de camisa branca ainda abotoada até meio, o cabelo grisalho perfeitamente penteado, o relógio de ouro a brilhar no pulso. — Chegaste tarde, putéfia — disse ele com a voz baixa e controlada, sem levantar o tom. — A vaca leiteira já vem a pingar só de pensar no que lhe vou fazer. Ela fechou a porta atrás de si e deixou cair o casaco de cashmere no chão. Por baixo só tinha um vestido de seda preta curto, sem sutiã, os seios pesados a marcarem o tecido, e por baixo disso absolutamente nada. — Desculpe, Doutor… a puta atrasou-se — murmurou ela, a voz já rouca. — Mas veio preparada. A vaca leiteira está cheia e pronta para ser ordenhada. Paulo aproximou-se devagar, os sapatos a baterem suavemente no mármore. Parou à sua frente, passou o polegar pelos lábios dela e depois enfiou-o na boca, forçando-a a chupar. — Boa puta. Assim. Chupa como se fosse o meu pau. Olha-me nos olhos enquanto fazes isso. Ela obedeceu, a língua a envolver o dedo, a saliva a escorrer pelo canto da boca. Ele retirou o polegar, passou-o pelos seios por cima da seda e apertou um mamilo com força. — Tira o vestido. Quero ver a vaca leiteira nua no meio desta sala. Raquel puxou o vestido para cima e deixou-o cair. Ficou completamente nua, os seios pesados, a cona já brilhante, as coxas a tremerem ligeiramente. Paulo andou à volta dela como se a avaliasse, a mão a deslizar pela curva das nádegas, a apertar, a marcar. — Linda putéfia. Cara de menina bem educada e corpo de vaca leiteira pronta a ser usada. Deita-te no sofá. Abre as pernas. Ela obedeceu, deitou-se no sofá de veludo verde-escuro, as pernas abertas, os pés assentes nas almofadas de seda. Paulo ajoelhou-se entre as coxas dela, abriu-lhe os lábios da cona com os polegares e lambeu de baixo até cima, devagar, a saborear. — Já estás a pingar, vaca. A puta já vem molhada só de ouvir os nomes que eu te dou. Diz o que és. — Sou a sua puta… a sua putéfia… a sua vaca leiteira… — gemeu ela, a arquear as costas. — Use-me, Doutor. Ordene-me. Foda-me até eu não conseguir pensar. Ele levantou-se, desapertou o cinto com calma e tirou o pau já duro. Era grosso, pesado, veias marcadas. Passou a cabeça pela entrada da cona dela, molhou-se no líquido e empurrou de uma só vez até ao fundo. Raquel soltou um gemido longo, as unhas a cravarem-se no veludo. — Assim… fundo… a vaca leiteira precisa de ser bem fodida… Paulo agarrou-lhe as ancas e começou a estocar com ritmo preciso, profundo, sem pressa, cada movimento calculado. O som molhado da cona a engolir o pau misturava-se com o silêncio luxuoso do apartamento. — Olha para mim enquanto te fodo, putéfia. Quero ver a cara da puta a receber o pau do médico. Diz o que queres. — Quero que me foda mais forte… quero sentir o pau a bater-me no fundo… quero que a vaca leiteira fique cheia do seu leite… trate-me como a puta cara que sou… Ele acelerou um pouco, as estocadas mais secas, as nádegas dela a baterem contra as coxas dele. Uma mão desceu e esfregou o clitóris com o polegar enquanto a fodia. — Boa vaca. Continua a pingar. Quero ouvir-te a pedir para ser ordenhada. — Ordenhe-me, Doutor… encha a putéfia… encha a vaca leiteira… quero o seu leite dentro de mim… quero sentir a sair-me depois… Paulo tirou o pau, virou-a de quatro no sofá, as nádegas empinadas, a cara pousada nas almofadas de seda. Enterrou-se outra vez de uma só vez e fodeu com mais força, uma mão a puxar-lhe o cabelo, a outra a marcar a anca. — Puta. Putéfia. Vaca leiteira. Olha como a cona engole tudo. Diz outra vez. — Sou a sua puta… a sua putéfia… a sua vaca leiteira pronta a ser ordenhada… foda-me até eu não aguentar… encha-me… Ele veio primeiro dentro dela, fundo, o corpo a tremer ligeiramente, os jactos quentes a encherem-lhe a cona. Mal acabou, continuou a mexer-se, o pau ainda a latejar, o leite a fazer barulho a cada estocada. — Ainda não chega. A vaca leiteira vai levar mais. Tirou o pau, deitou-a de costas outra vez, abriu-lhe as pernas e voltou a entrar. Fodeu mais devagar desta vez, profundo, olhando-a nos olhos, a chamar-lhe os nomes entre estocadas. — Puta cara. Putéfia de luxo. Vaca leiteira que gosta de ser usada em sofás de veludo. Diz o que és enquanto te encho outra vez. — Sou a sua puta… a sua putéfia… a sua vaca leiteira… use-me… ordenhe-me… encha-me outra vez… O segundo orgasmo dele veio mais forte. Enterrou-se até ao fundo e esporrou-se dentro dela outra vez, o leite a juntar-se ao primeiro, a escorrer-lhe já pelas nádegas. Raquel gozou no mesmo instante, a cona a apertar o pau em espasmos longos, o corpo a tremer no sofá de luxo. Paulo retirou-se devagar, o pau ainda a pingar, e passou a cabeça pelos lábios dela. — Limpa, putéfia. Chupa o que sobrou da vaca leiteira. Ela abriu a boca e chupou, a língua a limpar o pau, a engolir o que restava, os olhos levantados para ele. Ele passou a mão pelo cabelo dela, quase carinhoso. — Boa puta. Assim. A vaca leiteira sabe servir. Quando ela acabou, ele puxou-a para cima, sentou-se no sofá e colocou-a ao colo, de frente, o pau ainda semi-duro a entrar-lhe outra vez na cona cheia. Ela rebolou devagar, os seios a balançarem à frente da cara dele. Paulo chupou um mamilo, depois o outro, enquanto as mãos lhe apertavam as nádegas. — Continua a mexer, vaca. Quero ver a putéfia a trabalhar para o terceiro. Ela obedeceu, a subir e a descer, a cona a engolir o pau até às bolas, o leite anterior a escorrer pelas coxas dele. Os gemidos dela enchiam a sala luxuosa, misturados com o som molhado. — Fode-me… use a sua puta… ordene a vaca leiteira… encha-me outra vez… Paulo agarrou-lhe as ancas e começou a empurrar para cima com força, o ritmo a aumentar. O terceiro orgasmo dele veio com um gemido baixo e controlado, o corpo a contrair-se, o leite a jorrar mais uma vez dentro dela até transbordar. Raquel desabou contra o peito dele, ofegante, a cona a latejar, o leite a escorrer-lhe pelas coxas até ao veludo verde-escuro. Paulo passou a mão pelas costas suadas dela e beijou-lhe o ombro. — Boa putéfia. A vaca leiteira foi bem ordenhada hoje. Da próxima vez quero-te de joelho no meio desta sala, a pedir para ser usada outra vez. Ela sorriu contra o pescoço dele, ainda a tremer. — A sua puta vai pedir. A putéfia e a vaca leiteira estão sempre disponíveis para o Doutor
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.