Raquel chegou a casa com a pele ainda quente do sol e o cheiro a areia e a sal depois de ter passado a tarde na praia de nudismo deitada nua com as pernas abertas e os dedos a entrarem devagar na cona enquanto pensava nele, no Ricardo, no pau grosso e na forma como a fodia até a deixar a tremer. Tinha gozado várias vezes só com a memória, o líquido a escorrer-lhe pelas nádegas até à toalha, e agora estava sozinha porque o António só voltava à noite. Ficou apenas com o fato de banho preto, o de cima a apertar os seios e o de baixo a marcar a racha, e ligou-lhe com a voz baixa. — Boa tarde. Sou a Raquel, daquela casa onde veio há uns dias. Pode passar cá? Acho que há um problema com a botija e a pressão do gás. Queria que verificasse. Ele chegou depressa. Quando ela abriu a porta o fato de banho já estava um pouco torto e os mamilos bem marcados no tecido. Ricardo entrou, fechou a porta e olhou-a de cima a baixo. — Problema com a botija e a pressão, é? Ou é outra coisa que está a precisar de atenção? Ela fechou a porta atrás dele e ficou a olhá-lo antes de responder. — Pode verificar a botija, claro… mas depois quero que me foda. Quero esse pau outra vez. Hoje estou sozinha e pode demorar o tempo que quiser. Ricardo aproximou-se, agarrou-lhe a cintura e puxou-a contra o corpo, a mão a descer e a apertar-lhe a nádega por cima do fato de banho. — Então diga-me exactamente o que quer. — Quero que me foda como se eu fosse uma puta. Quero que me use e que me encha. Pode começar quando quiser. Ele tirou-lhe o sutiã de um puxão, os seios saltaram livres, e chupou um mamilo com força enquanto a outra mão puxava o fato de banho de baixo para o lado e metia dois dedos na cona. — Está encharcada. Já se tocou a pensar em mim, não foi? Conte. — Toquei. Na praia, deitada nua, com a mão na cona a imaginar o pau de você a entrar-me até ao fundo. Gozei a pensar em você a chamar-me puta e agora quero que me foda. Ricardo virou-a contra a bancada, puxou o fato de banho de baixo até aos joelhos e enterrou o pau de uma só vez. A cona engoliu-o inteiro e ela gemeu alto. — Assim… mais fundo… fode-me a cona até eu não conseguir fechar as pernas. Use-me. Ele agarrou-lhe as ancas e começou a estocar com força, o som molhado a encher a cozinha, as nádegas dela a baterem contra ele a cada embate. — Olhe para si. De fato de banho a meio das coxas, a cona aberta a engolir o meu pau. É uma puta esfomeada. Diga. — Sou uma puta. A sua puta. Fode-me mais forte. Quero sentir o pau a bater-me no fundo e quero que me use até eu não aguentar. Ricardo acelerou, as estocadas ficaram profundas e secas. Raquel gozou primeiro, o corpo a tremer, a cona a apertar o pau em espasmos, mas ele não parou e continuou a foder enquanto ela ainda se contraía, o líquido a escorrer-lhe pelas coxas. Quando veio pela primeira vez foi fundo, os jactos quentes a encherem-lhe a cona até transbordar, e mal acabou de esporrar continuou a mexer-se, o pau ainda a latejar dentro dela. — Ainda não sai. Vou continuar a foder com o meu leite dentro. Quero ouvir a cona a fazer barulho. Fodeu mais devagar no início, sentindo o líquido a escorrer a cada movimento, depois mais depressa outra vez, e ela gemia sem parar. — Encha-me outra vez… quero mais… quero sentir você a gozar outra vez dentro de mim… Ele tirou o pau, virou-a de costas, puxou as nádegas e esfregou a cabeça do pau na entrada do cu, que já estava molhado do leite e do líquido dela. Empurrou devagar e ela gemeu longo. — Mais… meta tudo… quero sentir o pau a abrir-me o cu… Ricardo enterrou-se até ao fundo, ficou quieto um segundo e depois começou a mexer-se, as estocadas longas e profundas, uma mão a descer à frente a esfregar-lhe a cona enquanto a fodia por trás. — Diga o que quer. — Quero que me foda o cu como se eu fosse a puta mais barata da rua. Quero que me encha o cu de leite e quero sentir você a gozar lá dentro e a continuar a foder mesmo depois de ter vindo. Ele obedeceu e fodeu o cu com força crescente. Quando veio pela segunda vez foi com o corpo a tremer, o leite a jorrar fundo no cu dela, e de novo não parou, continuou a empurrar, o pau a deslizar no líquido quente, até a cona e o cu estarem ambos a verter. Raquel estava ofegante, as pernas a tremerem. Ele tirou o pau, virou-a de frente, empurrou-a de joelhos no chão da cozinha e agarrou-lhe o cabelo. — Abra a boca. Quero ver a puta a receber o meu leite na cara e na boca. Ela obedeceu, boca aberta, língua de fora. Ricardo masturbou-se rápido e o terceiro orgasmo veio forte, os jactos a encherem-lhe a boca, a baterem-lhe na língua, no queixo e nas bochechas. Continuou a esfregar o pau nos lábios dela até o último fio cair, deixando-a com a boca cheia de leite. — Engula. Mas deixe um pouco na língua para eu ver. Raquel engoliu parte e ficou com a boca aberta, o leite a escorrer-lhe pelos cantos dos lábios, pelo queixo e pelo pescoço até aos seios. Ricardo olhou para ela, o peito a subir e a descer, enquanto ela ainda estava de joelhos com a cara suja e a boca cheia. — Se sentir falta de pressão outra vez, ligue. Pode ligar sempre que quiser. Enquanto o seu marido não estiver em casa, esta cona e este cu são meus para usar. Ela sorriu ofegante, ainda com o leite na boca, e passou a língua pelos lábios. — Vou ligar. Sempre que sentir falta de pressão. E deixo a porta aberta.
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