Ela era o centro das atenções sem esforço. O vestido era vermelho, justo, decotado até o umbigo, com as costas completamente abertas até a base da coluna. Sem sutiã, os seios enormes subiam e desciam a cada passo, os bicos duros pressionando o tecido fino. A cintura fina desaparecia sob o tecido que marcava cada curva, e a bunda grande era tão perfeita que parecia esculpida. As coxas grossas, a pele negra brilhando sob as luzes, o cabelo cacheado caindo em ondas pelo ombro nu.
Todos olhavam.
Seu marido, o corno, estava ao lado dela, de terno preto, o cinto de castidade escondido sob a calça, o pau preso, duro, inchado de desejo e humilhação. Ele segurava uma taça de champanhe, os olhos fixos na mulher dele.
— Você está linda, Perfeita.
Ela sorriu, mordendo o lábio inferior.
— Cala a boca, seu corno.
No canto inferior do Salão Dandara viu de longe.
Negro, forte, alto, com braços grossos que mal cabiam na camisa preta de manga curta. A calça justa marcava o membro enorme dele, um triângulo inconfundível. Ele carregava uma bandeja de champanhe, servindo os convidados com um sorriso discreto, os olhos passando por cima da multidão.
Dandara tinha água na boca. Literalmente. Ela passou a língua nos lábios, devagar, sabendo que ele estava vendo.
— Quer ir buscar mais champanhe? — ela perguntou ao marido, a voz suave.
— Ok.
Ele foi caminhando em direção ao bar. Dandara ficou parada, os olhos fixos no garçom, que agora estava parado, a bandeja vazia na mão, os olhos presos nela.
Ela caminhou até ele, devagar, o vestido balançando, as costas nuas à mostra.
— Posso te ajudar? — ele perguntou, a voz grave, rouca.
— Acho que Sim — ela disse, sorrindo. — Eu quero ir ao meu carro. Mas não quero ir sozinha.
Ele entendeu. Sorriu. E a levou.
No Carro a porta bateu e o mundo lá fora desapareceu. O carro estava estacionado num canto escuro do estacionamento, longe dos olhares. Dandara sentou no banco traseiro, o vestido subindo, revelando as coxas grossas, a calcinha preta fina.
O garçom entrou, fechando a porta. Os dois estavam sozinhos.
— Senta aqui — ela mandou, apontando pro banco ao lado.
Ele obedeceu, os joelhos quase tocando os dela. O pau dele estava duro, marcando a calça, pulsando contra a coxa dela.
— Tira a camisa — ela disse.
Ele tirou. Os braços grossos, o peito largo, a pele negra brilhando. Ela passou a mão pelo peito dele, descendo pela barriga, até a calça.
— Tira a calça — ela mandou.
Ele tirou. O pau enorme, negro, grosso, pulsante, saltou para fora, duro, inchado, com uma gota de pré-gozo na ponta.
Dandara prontamente caiu de boca naquele pau maravilhoso, sugava e babava com maestria, ele somente gemia a chamando de vagabunda, gostosa, piranha, puta, e Dandara gostava mais ainda. Lambeu, devagar, do topo à base, sentindo o gosto salgado, quente.
— Ah, é... — ele gemeu, a cabeça caindo para trás. — Gostosa.
— Come aqui — ela mandou, empurrando o pau pra dentro da boca. — Goza na minha boca.
Ele gozou. Jatos fortes, quentes, pesados, enchendo a boca dela. Ela engoliu tudo, limpou a boca com as costas da mão, e sorriu. e seu membro continuava duro feito pedra.
— Agora me fode — ela disse, puxando o vestido para cima. — Me fode gostoso.
Ele a fodeu. Forte, profundo, rápido. O pau enorme enfiando na buceta apertada dela, o corpo dela arqueando, os seios enormes balançando, os bicos duros pressionando o tecido.
— Ah, é! — ela gemia. — Mais forte! Mais fundo!
Ele a fodeu mais forte, mais fundo, o corpo dele batendo no dela, o som da pele contra pele ecoando no carro.
— Enche caralho! — ela mandou, os olhos fechados, os dedos agarrando o cabelo dele. — Enche essa bucetinha gulosa de porra! Quero todo o leitinho no meu útero caralho! Preto gostoso filho da puta.
Ele a fodeu mais rápido, mais forte, e gozou. Jatos fortes, quentes, pesados, enchendo a buceta dela, transbordando, escorrendo pelas coxas, pingando no banco.
Ela gozou junto. O corpo dela tremeu, os seios subiram, a buceta apertou o pau dele, sugando o gozo, bebendo cada gota.
— Ah, é... — ela gemia, a voz falhando. — Mais! Mais! Goza tudo!
Ele gozou tudo.
Quando terminou, ela arrumou a calcinha, puxou o vestido para baixo, alisou o cabelo, e sorriu.
— Obrigado, gostosa — ele disse, vestindo-se.
— Obrigada você, meu pauzudo gostoso. deixa seu contato que eu vou querer minha buceta sempre cheia do seu leite gostoso.
Ela saiu do carro, caminhou de volta para a festa, as curvas à mostra, o sorriso nos lábios.
De Volta à Festa ela encontrou o marido perto do bar, segurando uma taça de champanhe vazia. Ele a viu chegar, e sorriu.
Ela se aproximou, inclinou-se, e sussurrou no ouvido dele:
— Quer comer a sua sobremesa favorita?
Ele sorriu, e sussurrou de volta:
— Você é uma vagabunda safada. E eu vou amar comer a minha sobremesa de corno.
Ela riu baixinho, e o puxou pelo braço.
No Quarto a porta se fechou e o mundo lá fora desapareceu. Dandara jogou-se na cama, as pernas abertas, o vestido subindo, a calcinha molhada, pesada, cheia.
O corno se aproximou, devagar, e se ajoelhou diante dela.
— Olha pra mim, seu corno — ela disse, a voz rouca. — Olha essa buceta que um macho negro gostoso deixou cheia pra você limpar.
Ele se aproximou, encostou a boca na entrada dela, cheirou e lambeu. O gosto era maravilhoso, salgado, doce, pesado. Leite de macho. do jeito que todo corno manso gosta de lamber.
— Ah, é... — ela gemeu, arqueando o quadril. — Gosta, né? Gosta de lamber minha buceta gozada? Gosta de sentir o leite de outro homem na sua língua?
— Amo, meu amor — ele sussurrou, lambendo mais fundo.
— Não me chama de amor quando tá lambendo, seu manso. Chama de "minha dona". E fala que é seu prazer.
— É meu prazer, minha dona— ele disse, e lambeu mais fundo, limpando o leite que escorria pelo clitóris inchado.
Ela gozou novamente.
O corpo dela tremeu, os seios subiram, molhando o rosto dele. Ele abriu a boca, só engoliu, deixando o líquido escorrer para dentro de sua boca. aquele néctar maravilhoso, porra de macho com o orgasmo de sua amada Dandara.
— ISSO, CORNINHO! — ela gritou, a voz alta. — GOZA GOSTOSO LIMPANDO A BUCETINHA DA SUA DONAAAAA, SEU CORNINHO GOSTOSO, FROXO, DELICIOSO! LIMPA TUDINHO, LIMPA! LIMPA QUE EU TÔ GOZANDO TAMBÉM, CARALHOOOOOOOOOO! QUE GOSTOSO, SEU FILHO DA PUTA!
Ele tremia, o cinto apertando o pau duro que não podia sair, mais impossível de segurar.
— Fala que ama — ela mandou. — Fala que ama gozar enquanto eu gozo na sua cara seu filho da puta.
— Eu amor! — ele gritou, o rosto suado. — Eu amor ser seu corno!!
— Então goza. Goza limpando minha buceta seu corno gostoso.
Ele gozou.
O jato saiu preso no cinto, quente, espesso, escorrendo pela coxa, pingando no chão. E ela continuou gozando tambem, rindo, sentindo o corpo dele tremer debaixo dela.
— Ah, olha isso! Olha essa porra que saiu do seu pausinho preso de corno! gozou gosto né meu corninho.
Ela se levantou, virando-se pra ele, e pegou com a mão. Com os dedos, ela pegou todo o gozo que tinha escorrido pelo cinto tirou seus seios para fora e esfregou nos seios enormes dela, espalhando o líquido branco sobre a pele negra.
— Agora limpa — ela mandou, apontando pra si mesma. — Limpa a porra do seu pau nos meus seios. Limpa a minha buceta. Limpa tudo. Porque você é meu corno, meu manso, meu limpador de porra. E você gosta disso. Gosta de porra de macho, gosta de buceta gozada, gosta de leite na boca. gosta de ser humilhado igual um cachorro, seu corno filho da puta.
Ele lambeu os seios dela, sorrindo, limpando o gozo, o leite, e depois voltou pra buceta dela, lambendo o que restava, limpando cada gota, cada fio.
— Bom menino — ela disse, dando tapas na cara dele. — Meu corno perfeito. Meu limpador de porra favorito.
E ele sorriu, com a boca cheia de leite, o cinto ainda apertado no pau, e soube que era exatamente onde queria estar: de quatro, limpando, humilhado, satisfeito. Feliz.
De Volta à Festa eles saíram do quarto, arrumaram as roupas, e voltaram para a festa. Dandara caminhava na frente, as curvas à mostra, o sorriso nos lábios. O corno ia atrás, o terno impecável, o sorriso no rosto, o cinto de castidade escondido sob a calça.
Ninguém percebeu nada. Ninguém precisava perceber.
Eles dançaram, beberam, sorriram. E quando a festa acabou, voltaram para casa felizes, sorrindo, sabendo exatamente o que tinham vivido.
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