Minha mãe só queria comprar peixe fresco. Chegou na banca do peixeiro no final da feira, olhou o preço na placa e fez a cara que sempre fazia quando achava caro. — Tá muito alto esse quilo, né, senhor Antônio? Semana passada tava mais barato. Antônio, o peixeiro, 48 anos, braços grossos, avental sujo de escamas e sangue de peixe, parou de limpar a tábua e olhou para ela. O sorriso que veio não tinha nada de simpático. — Reclamou do preço, dona? Então vai pagar de outro jeito. Ele trancou a portinhola da banca, puxou minha mãe pelo braço para o fundo do box, onde as caixas de isopor e o cheiro forte de peixe escondiam tudo. Sem pedir licença, virou ela de frente para a parede, ergueu a saia e puxou a calcinha para o lado. O primeiro tapa não foi com a mão. Foi com um peixe inteiro, frio e úmido, bem no meio da bunda. O estalo molhado ecoou. A carne tremeu. Minha mãe gritou de surpresa. Antônio deu outro, mais forte, no mesmo lugar. Depois no outro lado. O peixe batia com um som pesado e úmido, deixando a pele vermelha e com cheiro de mar. — Reclamou do preço… agora apanha de peixe. Ele virou ela de frente e desceu o peixe nos seios. Uma tacada de baixo para cima, fazendo os peitos saltarem. Outra no outro seio. Minha mãe tentou se proteger, mas ele segurou os pulsos e continuou. O peixe frio batendo nos mamilos fazia ela se contorcer. Depois ele abaixou a mira e deu três golpes secos direto na buceta. O som foi molhado e obsceno. Minha mãe gritou mais alto. Antônio não parou no peixe. Jogou o animal de lado, abriu a calça e empurrou minha mãe de quatro em cima de uma caixa de isopor. Cuspiu no cu dela e enfiou o pau de uma vez. A estocada foi funda e seca. Ele meteu com força, uma mão no cabelo, a outra batendo na bunda já marcada pelo peixe. Depois tirou, enfiou na buceta molhada, deu várias estocadas profundas e voltou para o cu. Alternava sem dó. Enquanto fodia, pegava o peixe de novo e batia. Na bunda, nos seios que balançavam, de vez em quando no rosto. Minha mãe levava peixe na cara, no peito, na bunda e na xota enquanto o pau grosso do peixeiro entrava e saía do cu e da buceta. — Fala que o preço tava caro de novo, puta. Minha mãe soluçava, o corpo inteiro tremendo. — Tava… tava caro… Antônio riu baixo e meteu mais fundo no cu, ao mesmo tempo em que descia o peixe com força na buceta. Ela gozou gritando, as pernas falhando. Ele não parou. Continuou fodendo e batendo até gozar dentro do cu dela, gemendo, ainda dando leves tacadas de peixe na bunda enquanto descarregava. Quando terminou, tirou o pau, limpou nele o peixe sujo e jogou o animal de volta na caixa. — Próxima vez que reclamar do preço, trago um peixe maior. Minha mãe ficou debruçada na caixa de isopor, a saia erguida, a bunda e os seios marcados, o cu e a buceta escorrendo, o cheiro de peixe impregnado na pele. Eu estava escondido atrás das caixas do outro lado da feira. Olhando tudo. E o cheiro de peixe e sexo misturado no ar.
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