Minha mãe só queria levar o neto ao circo. O espetáculo tinha acabado, as luzes do picadeiro já estavam fracas e a maioria das pessoas tinha ido embora. Ela foi atrás do camarim dos artistas para agradecer. Foi aí que encontrou o Palhaço Arranca-Prega. Ele ainda estava com a maquiagem branca no rosto, o nariz vermelho de lado, a peruca colorida jogada numa cadeira. Alto, corpo forte de quem carrega poste e faz acrobacia. Quando viu minha mãe sozinha no corredor, sorriu aquele sorriso torto de palhaço que não tem nada de engraçado. — Ficou pra trás, dona? Então vai ter show particular. Ele puxou minha mãe para dentro do camarim e trancou a porta. Sem pedir licença, virou ela de frente para a parede, ergueu a saia e puxou a calcinha para o lado. A primeira tapa veio seca e forte na bunda. O estalo ecoou no barracão. A segunda foi ainda mais pesada. Arranca-Prega não tinha delicadeza de palhaço. Tinha mão pesada de homem de circo. Ele desceu a mão nos seios, ainda por cima da blusa, e bateu com força. Depois rasgou a blusa, puxou o sutiã e continuou: tapa nos peitos, tapa nos mamilos, tapa de novo na bunda. Minha mãe gritava, tentava se soltar, mas ele era mais forte. — Abre as pernas, puta do circo. Ela obedeceu. Arranca-Prega deu três tapas secas e diretas na buceta. O som foi molhado e obsceno. Minha mãe gritou mais alto. Ele deu mais duas, bem no meio, fazendo a xota latejar. Só então ele baixou as calças de palhaço. O pau estava duro e grosso. Cuspiu no cu de minha mãe e enfiou de uma vez. A estocada foi funda e violenta. Ele meteu com força, uma mão no cabelo, a outra batendo. Tapa na bunda enquanto fodia o cu. Tapa nos seios quando virava ela de lado. De vez em quando descia a mão e batia de novo na buceta, bem enquanto o pau entrava e saía. Depois tirou do cu, enfiou na buceta molhada e continuou o ritmo bruto. Alternava. Cu, buceta, cu de novo. Sempre batendo. O rosto de minha mãe já estava vermelho de tapas. Os seios marcados. A bunda roxa. A buceta latejando. — Olha pra mim enquanto apanha e leva pau de palhaço — ele mandou, puxando o cabelo dela. Minha mãe olhou. Os olhos marejados, a boca aberta. Arranca-Prega meteu ainda mais fundo no cu e desceu uma sequência de tapas fortes no rosto e nos seios. Ela gozou gritando, as pernas falhando. Ele não parou. Continuou fodendo e batendo até gozar dentro do cu dela, gemendo, ainda dando leves tapas na bunda enquanto descarregava. Quando terminou, tirou o pau, deu mais três tapas pesadas na buceta já vermelha e soltou minha mãe. Ela ficou encostada na parede do camarim, a saia erguida, o corpo marcado, o cu e a buceta escorrendo, a maquiagem do palhaço borrada no pescoço e nos seios onde ele tinha encostado o rosto. Arranca-Prega ajeitou a calça, pegou o nariz vermelho e sorriu. — Próximo show é grátis pra você, dona. Mas vai apanhar de novo. Ele saiu do camarim rindo aquele riso agudo de palhaço. Eu estava escondido atrás das cortinas do corredor. Olhando o corpo destruído da minha mãe tremer contra a parede.
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