O moleque parou na porta, olhou para trás e sorriu. As cinco funcionárias ainda estavam rindo, mostrando os vídeos umas para as outras, quando ele falou alto: — Vocês cinco também. Agora. O riso morreu na hora. Ele trancou a porta de novo, virou a plaquinha e caminhou até elas. A primeira tentou recuar. Ele a puxou pelo braço e deu um tapa seco no rosto. A segunda levou outro. Em menos de um minuto as cinco estavam alinhadas contra o balcão, o medo no olho. — Tira tudo. Agora. Ou apanha vestida e depois nua. Elas obedeceram. Blusas, sutiãs, calças, calcinhas. Em poucos segundos as cinco funcionárias estavam nuas no meio da farmácia, ao lado de minha mãe que ainda tremia no chão. O moleque andou em frente a elas, o cinto já na mão (tinha pegado de uma bolsa atrás do balcão). Começou pela mais velha. Agarrou o cabelo e desceu o cinto na bunda com força. O estalo ecoou. Depois nas tetas. Depois direto na buceta. Ela gritou. As outras quatro assistiram em silêncio enquanto ele repetia o mesmo com cada uma: cinta na bunda, cinta nos seios, cinta na xota, tapa no rosto. Uma por uma as cinco foram ficando vermelhas e marcadas. Quando todas já estavam com o corpo ardendo, ele abriu o short. Fodeu a primeira de quatro no chão, metendo no cu com violência enquanto batia na bunda e nos seios. Depois passou para a segunda, enfiou na buceta e continuou a surra. A terceira levou no cu. A quarta na boca e depois na buceta. A quinta ele fodeu nos dois buracos, alternando, sempre batendo. Minha mãe foi obrigada a ficar de joelhos olhando. O moleque não tinha pressa. Usava uma, batia na outra, voltava, trocava. Gozo ia escorrendo de bocas, rostos, tetas e coxas. As cinco funcionárias que minutos antes riam e debochavam agora gritavam, soluçavam e levavam tapa e pau sem conseguir se defender. O chão da farmácia ficou molhado. O cheiro de sexo e couro misturou com o de remédio. Ele só parou quando as cinco estavam tão destruídas quanto minha mãe: nuas, marcadas de cinto e de mão, rostos inchados, corpos tremendo, gozo escorrendo por todo lado. O moleque ajeitou a bermuda, olhou o estrago e riu baixo. — Agora ninguém ri mais de ninguém. Ele abriu a porta e saiu. As cinco funcionárias e minha mãe ficaram no meio da farmácia, todas nuas, todas marcadas, todas ofegantes, nenhuma conseguindo se levantar direito. Eu continuei do lado de fora, atrás do vidro. Vendo as seis mulheres destruídas no chão. E o silêncio que tinha substituído as risadas.
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