O terreiro



O terreiro estava quase vazio naquela madrugada. Só restavam as velas acesas no peji, o cheiro forte de defumação e o som baixo do atabaque que ainda ecoava no salão. Minha mãe estava sentada no chão, o corpo balançando de um lado para o outro. Os olhos brancos, a boca entreaberta, a voz que saía dela não era mais a dela.
— Quem está aí? — perguntou o pai de santo, João, um homem alto, pele escura, braços grossos e uma força que todos no terreiro respeitavam.
A entidade respondeu com um sorriso torto, a voz grave e rouca:
— Eu. E eu quero.
João não hesitou. Ele sabia. Já tinha visto aquilo antes. Quando certas entidades baixavam na minha mãe, o corpo dela virava outra coisa. Mais quente. Mais entregue. Mais faminto.
Ele se aproximou, agarrou o cabelo dela com força e puxou a cabeça para trás. A boca da entidade abriu num gemido. João desceu a mão aberta com violência no rosto dela. O tapa ecoou no salão. A cabeça dela girou para o lado, um fio de saliva escorreu pelo queixo. Ele bateu de novo. E de novo. No rosto, nas bochechas, na boca. Os lábios dela inchavam rápido, ficando vermelhos e brilhantes.
— Isso… — a entidade gemia, quase rindo. — Mais forte.
João rasgou a saia branca dela com as duas mãos. O tecido cedeu fácil. Por baixo, nada. A buceta já estava molhada, escorrendo pelas coxas. Ele segurou os seios dela com força, apertando até as unhas entrarem na carne. Depois começou a bater. Palmadas secas, pesadas, bem no meio dos seios. Os mamilos endureceram imediatamente. Ele bateu de novo, mais forte, fazendo os seios tremerem e ficarem vermelhos. Minha mãe — ou o que estava dentro dela — arqueou as costas e gritou.
— Porra… assim… nos seios…
João empurrou ela de bruços no chão. A bunda dela ficou para cima, redonda, firme. Ele deu a primeira palmada com a mão aberta, estalando alto. A pele marcou logo. Depois veio outra. E outra. Cada vez mais forte. Ele alternava: uma na bunda direita, outra na esquerda, depois as duas ao mesmo tempo. A bunda dela ficava cada vez mais vermelha, quente, inchada. Ele não parava. Batia até a mão doer. Até a entidade gemer alto, a voz embargada:
— Continua… bate nessa bunda… me fode enquanto bate…
João abriu a calça. O pau já estava duro, grosso, veias saltadas. Ele cuspiu na mão, passou na cabeça e enfiou de uma vez só. O gemido que saiu da boca dela foi quase um uivo. Ele enterrou até o fundo, segurou a cintura dela com as duas mãos e começou a meter com força. Cada estocada fazia a bunda dela tremer. E enquanto metia, continuava batendo. Palmadas pesadas na bunda, nos seios que balançavam para os lados, no rosto quando ela virava a cabeça para o lado.
— Olha pra mim — ele mandou.
Ela obedeceu. Os olhos brancos, a boca aberta, baba escorrendo. João deu um tapa seco no rosto dela, depois outro. Metendo fundo o tempo todo. O som era sujo: o bater da pele, o barulho molhado da buceta engolindo o pau, os gemidos roucos da entidade.
Ele puxou o cabelo dela com força, obrigando-a a ficar de quatro de verdade. Aumentou o ritmo. As bolas batiam na buceta dela a cada estocada. A bunda já estava marcada de vermelho, alguns lugares quase roxos. Ele deu mais uma sequência de palmadas fortes, fazendo ela gritar. Depois desceu a mão e bateu nos seios novamente, apertando e esmagando enquanto fodia.
— Essa buceta é minha enquanto você estiver aí — ele rosnou.
A entidade riu, a voz distorcida:
— Então usa. Usa até eu sair.
João virou ela de costas, abriu as pernas dela com os joelhos e enfiou de novo. Agora de frente. Metia fundo, seco, sem dó. Cada vez que entrava até o fundo, batia no rosto dela. Ou nos seios. Ou nas coxas. A boca dela já estava inchada, o rosto marcado. Os seios vermelhos e doloridos. A bunda queimando.
Ele tirou o pau, subiu no peito dela e enfiou na boca. Ela engoliu tudo, sem resistência. Ele fodeu a garganta dela com força, segurando a cabeça com as duas mãos. Quando tirou, um fio grosso de saliva e porra ligava a boca dela à cabeça do pau. Ele bateu o pau no rosto dela algumas vezes, depois desceu de novo e voltou a foder a buceta.
O ritmo ficou brutal. João metia como se quisesse quebrar alguma coisa. A cada estocada profunda, dava um tapa. No seio. Na cara. Na bunda. Minha mãe — a entidade — gemia sem parar, as unhas arranhando o chão de cimento do terreiro. O corpo dela tremia. A buceta apertava o pau dele em espasmos.
— Vou gozar dentro — ele avisou.
— Goza — a voz respondeu. — Enche.
João enterrou até o fundo e gozou. Jatos quentes e grossos enchendo a buceta dela. Ele continuou metendo enquanto gozava, espalhando a porra para dentro e para fora. Quando finalmente parou, tirou o pau e olhou o estrago: a buceta aberta, escorrendo branco, a bunda vermelha e marcada, os seios inchados e roxos em alguns pontos, o rosto batido, a boca inchada e suja de saliva.
A entidade ainda estava lá. Respirou fundo algumas vezes, depois sorriu de novo.
— Mais uma vez — pediu, a voz rouca. — Antes de eu ir.
João não precisou ser pedido duas vezes. O pau ainda estava semi-duro. Ele enfiou de novo, agora mais devagar, mas ainda fundo. Continuou batendo. Menos forte, mas constante. Nos seios. Na bunda. No rosto. Fodendo enquanto a porra anterior escorria e misturava com a nova lubrificação.
Quando finalmente a entidade começou a sair, o corpo da minha mãe tremeu violentamente. Os olhos voltaram ao normal. Ela piscou, confusa, ofegante, o corpo todo dolorido e marcado. João ainda estava dentro dela.
Ela olhou para ele, a voz agora fraca, humana:
— …o que… aconteceu?
Ele não respondeu. Apenas tirou o pau devagar, se levantou e começou a se vestir. Minha mãe ficou deitada no chão do terreiro, as pernas abertas, a buceta ainda latejando e escorrendo, a pele queimando em vários lugares. Os seios doíam. A bunda doía. O rosto latejava.
Lá fora, o galo já cantava. Dentro do terreiro, só restava o cheiro de sexo, suor e defumação misturados.
E o corpo dela, ainda tremendo, marcando cada tapa, cada estocada, cada gemido que a entidade tinha pedido.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico alemaofofoqueiro

Nome do conto:
O terreiro

Codigo do conto:
276642

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
07/11/2026

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