Data de nascimento: 21/09/1994 Onde nasceu: Santo Antônio do Sudoeste - SC Altura: 1,61 Quadril: 95 Cintura: 65 Busto: 93 Pés: 35 Eram 14 horas quando Dante ouviu as batidas na porta. Sua cliente 4521 havia chegado. Ao abrir, encontrou Gabriela. Os olhos baixos, num gesto que misturava respeito e medo; os lábios, levemente trêmulos, denunciavam a expectativa. Ela não estava sozinha — uma amiga a acompanhava. Dante avaliou a cena por um instante e disse, com voz neutra: — Você pode permanecer na sala. Mas não diga uma palavra. O assunto é restrito a mim e a Gabriela. Gabriela vestia-se com simplicidade: um vestido justo, discreto demais para esconder o que já se revelava nos gestos. Lingerie, pensou ele. Não como desejo imediato, mas como constatação de controle. Aquele corpo já acredita que me pertence. O perfume doce se espalhou pelo ambiente, misturando-se à eletricidade silenciosa que parecia ocupar cada espaço vazio da sala. Gabriela entrou e fechou a porta atrás de si. Quando seus olhares finalmente se cruzaram, Dante soube: o jogo havia começado. — Conheço o seu problema — disse ele, sem rodeios. — Você perdeu R$ 62.864,23 em uma mesa de cartas. Não sabe como pagar. E sabe exatamente o que acontecerá se não pagar. Ela respirou fundo antes de responder: — O senhor pode me ajudar? Meu marido não sabe. Minha família não sabe. Se souberem, serei vista como uma viciada… como uma louca. Ele jamais aceitaria pagar essa dívida. Fez uma pausa curta, dolorosa. — Estou desesperada. Eu faria qualquer coisa. Naquele instante, deixou de ser apenas um acordo comercial. Tornara-se real. Tangível. E ela já se colocava à disposição das regras, mesmo sem conhecê-las. — Levante-se — ordenou Dante. Sem hesitar, Gabriela obedeceu. A submissão não estava no gesto, mas na ausência de questionamento. E Dante reconheceu aquilo imediatamente: não era medo apenas — era entrega. Ela permaneceu de pé, silenciosa, diante dele. — O que me oferece — perguntou Dante, olhando-a fixamente — para me convencer a quitar sua dívida? — Qualquer coisa — respondeu, quase num sussurro. — Qualquer coisa mesmo. Preciso de ajuda. Dante pegou o telefone, discou um número e manteve os olhos nela. Gabriela, nervosa, perguntou se podia se sentar. Ele respondeu apenas com um movimento negativo de cabeça. Ela olhou rapidamente para a amiga, que permanecia imóvel, muda, e voltou a encarar o chão. — Carlos? — disse Dante ao telefone. — Estou ligando para tratar da dívida de Gabriela. Ouviu por alguns segundos. — Entendo. Verifique o valor. Retorno em meia hora. Desligou. O silêncio que se seguiu era mais pesado que qualquer palavra. Dante se levantou devagar, caminhou até ficar a poucos passos dela e disse, em tom calmo, quase clínico: — Em trinta minutos, posso resolver seu problema. Fez uma pausa deliberada. — Mas ajuda nunca é gratuita. E antes de qualquer decisão, preciso saber uma coisa. Ele ergueu levemente o queixo dela com dois dedos, apenas o suficiente para que seus olhos se encontrassem. — Você está aqui por necessidade… aproximou-se um pouco mais, baixando a voz — …ou porque já sabe exatamente o que veio oferecer? Gabriela engoliu em seco. Não respondeu de imediato. Mas seu silêncio já era, por si só, uma resposta. - Vamos ver se precisa mesmo de ajuda... retire seu vestido. Sua amiga diz que irá esperar lá fora. Dante a proíbe de sair e de falar. Afirma, se entraram juntas sairão juntas. A amiga fica muda e permanece no sofá. Nisso Gabriela já havia tirado o vestido e começa a lacrimejar. – Agora tire os sapatos e a calcinha. Gabriela faz sem qualquer obstrução. Dante se aproxima, porem não a toca, pega uma almofada e a joga no chão, a frente de onde estava. Nisso abaixa sua calça, exibindo seu pênis já em plena ereção. Senta-se e chama Gabriela para se aproximar, ela percebendo suas intenções se ajoelha e começa um sexo oral. Lhe chupando e tentando colocar em sua boca o máximo possível. Assim permanece por cerca de 10 minutos, ele delicadamente a afasta e manda que se sente em seu colo colocando o pênis em seu interior. Gabriela estava com a vulva totalmente encharcada de secreção, porém teve grande dificuldade pelo volume do pênis. O introduziu e em poucos minutos começou a fazer os movimentos necessários. E os foi aumentando e acelerando. Em poucos minutos Gabriela entrou num grande orgasmo. Com contrações, espasmos e quase perdendo a consciência. Ficou debruçada sobre o peito de Dante, recuperando a postura em algum tempo. Dante a tira do colo e a acomoda no sofá em que estavam. Pega novamente o telefone e liga para o tal Carlos. Este diz que o valor está em 70.000,00 reais. Devido ao atraso do pagamento. Dante pede mais 10 minutos e realizara o pagamento. Vem em direção ao sofá, pega Gabriela que já se recompôs e a leva a sua mesa, a coloca deitada sobre o ventre, afasta suas pernas e a penetra a nível anal. Gabriela quase dá um grito, demonstra dor, a introdução e aos movimentos, porém Dante lentifica os movimentos, e logo ela movimenta seu quadril lateralmente procurando adormecer os impactos. Assim sua dor vai se tornando em prazer e alcança novo orgasmo, relaxando o corpo sobre a mesa. Dante tira lentamente seu pênis e pega seu telefone e faz a ligação pedindo a chave do pix para realizar o pagamento. Dante não disse mais nada. Sentou-se novamente à mesa, abriu o notebook e efetuou o pagamento com a mesma precisão com que tomara todas as decisões até ali. Nenhum gesto apressado, nenhuma hesitação. O valor desapareceu da tela como se nunca tivesse existido — para ele, ao menos. Imprimiu o comprovante, dobrou-o com cuidado e estendeu o papel a Gabriela. — Guarde — disse apenas. — Isto é a sua prova. Ela recebeu o documento com as duas mãos, como quem recebe algo que vale mais do que dinheiro. As pernas cederam no instante seguinte. A amiga avançou, segurando-a antes que caísse. — Está tudo bem — murmurou, conduzindo-a até o banheiro da sala. A porta se fechou. Dante permaneceu onde estava, imóvel, ouvindo o som distante da água correndo, o arrastar discreto de passos, o tempo retomando sua cadência normal. Aquela parte do acordo — qualquer que fosse sua forma — já não lhe dizia respeito. Minutos depois, as duas retornaram. Gabriela estava pálida, recomposta apenas o suficiente para se manter em pé. Evitava olhar diretamente para ele. Aproximou-se da porta, segurando o comprovante contra o corpo como um escudo. Antes de sair, voltou-se apenas uma vez e disse, com a voz baixa, quase sem ar: — Obrigado. A porta se fechou atrás delas. Dante permaneceu sozinho na sala, em silêncio absoluto. O jogo havia terminado. Ou, talvez, apenas começado. Ao sair da sala, Gabriela e a amiga não celebraram. O problema estava resolvido no plano prático, mas o corpo ainda carregava o peso do que fora vivido. Gabriela caminhava devagar, com os ombros levemente curvados, como quem protege algo frágil dentro de si. Mantinha o comprovante dobrado junto ao corpo — não como troféu, mas como âncora. O rosto estava pálido, a respiração curta, e os olhos evitavam qualquer contato direto. Não havia alívio pleno; havia estabilização. O tipo de calma que vem depois do pânico, quando o perigo passa, mas o coração ainda não acredita. O “obrigado” que pronunciou não foi cordialidade. Foi descarga. Uma palavra mínima para encerrar um estado emocional intenso, dita sem força, quase como um reflexo. A amiga, por sua vez, assumiu o papel silencioso de sustentação. Não fez perguntas, não comentou nada. Ajustou o passo ao de Gabriela, manteve-se meio passo à frente ao atravessar corredores, segurou-lhe o braço com firmeza discreta. Seu comportamento era o de quem entende que o silêncio é cuidado. Ela sabia que qualquer palavra poderia romper o frágil equilíbrio recém-conquistado. Entre as duas havia um acordo tácito: — Agora não se fala sobre isso. Somente depois, longe dali, quando o corpo de Gabriela voltasse a reconhecer segurança, talvez viessem as perguntas, o choro ou a tentativa de dar sentido ao ocorrido. Naquele momento, ao sair da sala, não eram duas mulheres aliviadas. Eram duas mulheres inteiras o suficiente para seguir andando. *** CONTINUA...
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