. 10. Paciente Bruna: Símbolo de posse: 6529

Paciente Bruna: Símbolo de posse: 6529
Data e local de nascimento: 02/01/92 - São Jerônimo/RS
Altura: 1,65m
Cintura: 58cm
Busto: 94 cm
Pés: 34
Já era fim de tarde quando Dante encerrou os últimos compromissos.
A entrevista das dezoito horas exigia discrição absoluta.
Não constava em agenda alguma.
Não deveria existir fora daquela sala.
Era um senador.
Apesar de ter pedido sigilo, chegou acompanhado de dois seguranças.
Homens grandes, atentos, olhos treinados para o ambiente.
— Não renuncio aos meus seguranças — disse o senador, como quem estabelece limites antes mesmo de sentar.
Dante sorriu levemente.
— Fique à vontade.
Autorizou a entrada sem hesitação.
Os dois se posicionaram próximos à porta, imóveis, atentos, mas inúteis — e Dante sabia disso.
O senador sentou-se no sofá principal.
Dante aproximou-se e sentou-se à sua frente, sem cumprimentos, sem apresentação.
Ali, nomes não eram necessários.
Por alguns segundos, ninguém falou.
O silêncio não era constrangedor — era avaliativo.
— Eu não costumo vir pessoalmente — começou o senador, ajustando o paletó. —
Mas disseram que certas coisas só se resolvem aqui.
Dante manteve o olhar firme.
— Certas coisas não querem ser resolvidas — respondeu. —
Querem ser contidas.
O senador franziu o cenho.
— Estou sendo pressionado.
— Não — corrigiu Dante. — Está sendo exposto.
A palavra caiu pesada.
— Um assessor seu decidiu vender informações achando que tinha proteção suficiente — continuou Dante. —
Não tinha.
E agora você está aqui porque o problema não é mais jurídico.
É narrativo.
O senador respirou fundo.
— O que você quer?
Dante inclinou-se ligeiramente para frente.
— Primeiro, que pare de pensar que seus seguranças significam alguma coisa neste momento.
Segundo, que entenda que ninguém aqui quer seu cargo.
Querem previsibilidade.
— Isso é chantagem?
— Chantagem pede pressa — respondeu Dante. —
Eu trabalho com tempo.
O senador permaneceu em silêncio.
Os seguranças trocaram um olhar rápido, quase imperceptível.
— Você tem duas opções — disse Dante. —
Resolver isso agora, de forma limpa,
ou passar o resto do mandato apagando incêndios pequenos, diários, impossíveis de rastrear.
— E o preço?
Dante não respondeu de imediato.
Levantou-se, foi até a mesa, pegou um envelope fino e voltou.
Colocou-o sobre a mesa, sem empurrar em direção ao senador.
— Leia quando estiver sozinho.
Se aceitar, não volte aqui.
Se recusar, esta conversa nunca aconteceu.
O senador não tocou no envelope.
Não precisava.
Naquele momento, ele compreendeu algo que nenhum cargo público ensina:
há lugares onde a autoridade entra —
e lugares onde ela se senta e escuta.
Dante voltou a se recostar na poltrona.
— Agora — disse — me diga se prefere sair pela porta da frente
ou continuar fingindo que ainda controla a própria história.
O silêncio que se seguiu foi a resposta mais honesta da noite.
- Não irei tomar muito seu tempo. Aqui estou para tentar um empréstimo. Tenho informações seguras que realiza empréstimos e tem boa condição para isso. Depois sou um homem importante socialmente e posso lhe ajudar em muitas coisas. Posso ser um bom amigo, e um péssimo inimigo.
Dante se levanta do seu sofá e começa a sorrir. Anda até a borda de sua mesa e se encosta, cruza os braços e diz:
- Tem coragem de vir até aqui me fazer ameaças?
- Não precisa entender dessa forma.
- Além de burro é prepotente...
- Está falando com um senador. Cuidado com o que fala.
Nesse momento os seguranças se aproximam.
- Diga a seus vassalos que se não voltarem para a porta, todos serão postos para fora. Tanto os vassalos quanto ao senador que roubou doze milhões da prefeitura de Sorriso. Ao ouvir isso o Paulo fica rosado e estende o braço mandando que os seguranças voltassem para onde estavam.
- Eu não roubei...
- Claro que roubou, desviou o dinheiro pensando que o prefeito acreditasse, que na verdade o governo federal não havia liberado. Porém toda a prefeitura sabe que a verba foi liberada. E renunciou a trinta por cento para que um lobista desviasse o dinheiro para fora. E agora o desespero de não saber como resolver o problema. E acho bom resolver tudo o quanto antes, pois se eu consigo saber, todo o governo, principalmente os opositores descobrirão.
- Pode me ajudar?
- Posso resolver seu problema.
- Então irá me fazer o empréstimo.
- Não irei lhe emprestar o dinheiro, irei resolver junto a prefeitura de Sorriso liberando você da merda que fez.
- Pessa qualquer favor, atenderei cegamente.
- Não é um favor que quero... quero a sua esposa.
- O que disse?
- Quero que a entregue hoje as 22 horas nesse endereço. A leve de vestido e sem calcinha e sem soutien. Que ela retire qualquer esmalte ou maquiagem. Que vá naturalmente. Eu bem sei quem é sua esposa, não tente me enganar. Se fizer isto, hoje mesmo jogo todas as informações nas redes sociais. E quero que seja você que a leve e me entregue. Só mais um detalhe: continuará casado com ela por todo o mandato, oito anos. Se houver separação nosso negócio estará desfeito.
- Você é louco!
- Muito mais do que imagina. Saiam de minha sala, se não a me entregar hoje, sabe o que ocorrerá. Se concordar, nosso negócio estará feito e amanhã estará sem problemas com a prefeitura de Sorriso.
***
As 21:45 minutos no endereço marcado Paulo entrega sua esposa a Dante. Que de imediato, antes de deixar entrar, olha suas mãos e seus pés, levanta seu vestido e abaixa seu decote. Ao confirmar suas exigências, coloca Bruna para dentro e se despede de Paulo marcando para a pegar as 11 horas do dia seguinte.
Ao fechar a porta, Bruna começa a chorar intensamente. Dante a segura pela mão e delicadamente a leva para a sala de estar. Lhe dá um copo d’agua e fica em pé a sua frente lhe observando. Bruna um pouco mais calma diz:
- Por favor, farei o que você quiser só não me machuque.
- Não pretendo lhe machucar...
- O que quer?
- Quer mesmo saber???
- Por favor...
- Você é uma mulher linda, inteligente, de origem humilde. Está casada com um homem sem o menor pudor ou respeito, em relação a você, a coisa fica ainda pior. A trata como um troféu, mostra para todos como a mulher a quem come e que o serve. Por outro lado, tem assessoras a quem explora como subalternas. Por saber que precisam do emprego, abusa o quanto quer e as usam como putas para descobrirem segredos dos opositores. Esse é seu marido. Quem a entrega a mim, sem ao menos perguntar o que eu farei, com o objetivo apenas de encobrir seu roubo.
- O que fará comigo???
- Nada que você não queira.
- Não irá me estuprar?
- Não, não é meu estilo.
- Não irá abusar de mim? Meu marido deve achar que ficará me comendo a noite inteira.
- É uma grande tentação!
- Meu marido não me toca a mais de 3 meses.
- E você como vive? Amantes?
- Tem um segurança me vigiando 24 horas.
- Então resolve sozinha...???
- Todos os dias.
Dante a ficou olhando e em seguido se aproxima e a beija. Beijo correspondido. Com a mão direita Dante solta seu vestido e observa seu corpo perfeito. Um pouco corada e tremula, Bruna começa a retirar a blusa e a calça de Dante. Parou e ficou observando o volume que havia no interior da cueca. Com sua mão toca lentamente por fora da cueca e pergunta:
- É você mesmo? Nossa, isso não irá caber em mim não...
Dante dá um sorriso, retira sua própria roupa. Bruna se ajoelha e o coloca na boca. Para aumentar o tesão Bruna estava sem sutiã, e sem calcinha, Dante olhou para ela bem excitado, e ela sorriu ainda olhando para baixo e disse que só usava lingerie para sair, em casa não, aí sugeriu para que ela baixasse e o choupasse novamente e ela negou, vindo a lhe abraçar e se esfregar em seu corpo, Dante a virou de costas e começou beijando sua nuca, as costas, enquanto esfregava seu pênis em sua bundinha lentamente, e pelas costas foi alternando entre beijos e lambidas foi abaixando atrás dela, apoiou as mãos dela na mesa, colocou uma de suas pernas em cima de uma cadeira, e começou a chupá-la, bem gostoso, chupando, mordiscando, conforme ela foi molhando, Dante deslizava um dedo pela bundinha brincando na entradinha de trás e Bruna gemia, quando percebeu que estava bem molhada, a sentou na cadeira, e sem questioná-la enfiou seu pênis em sua boca, não demonstrou recusa e passou a chupa-lo bem gostoso, acariciando seu saco de leve, e lhe chupando bem carinhosa, boquinha macia, Dante segurou sua cabeça por trás e aumentou a velocidade, tipo bombando e ela continuou chupando, quando ela engasgou, Dante para, a vira de costas novamente, e foi colando seu pau em sua bucetinha, a invadindo, segurando-a pela anca, logo com tudo introduzido, Bruna amolece, aí começou a bombear, ela gemia demonstrando satisfação, ficaram assim por uns 15 minutos, aí Dante sentou-se na cadeira e Bruna logo o montou, percebendo que a cadeira não aguentaria, Dante a puxou pela mão e a levou ao quarto, Bruna deitou e o puxou por cima, entrou tudo novamente, ela gemeu alto e Dante começou a estocar forte, enquanto apertava os seus seios, após um tempo assim, a colocou de quatro e voltou a estocar forte, e com o dedão ia brincando na entradinha de sua bundinha, ficou se movendo por um bom tempo até que Bruna foi se deitando e começou a se retorcer deliciosamente, gozando muito, e sem parar de bombar foi vendo Bruna toda suada, mas com uma face satisfeita, feliz, e ela começo a jogar a bunda para trás deixando as estocadas ainda mais gostosas, e pediu que Dante gozasse pra ela, e Dante no auge do tesão disse que queria gozar em seu rosto, ela disse que era só avisar a hora, nessa mesma hora não aguentou, a empurrou para frente, Bruna se virou segurando os cabelos para trás e ficou esperando a ejaculação, soltou umas 5 esguichadas fortes, pelo rosto todo, Bruna enfiou seu pau na boca e foi chupando bem gostoso, enquanto a porra ia descendo pelo pescoço, ela deixou seu pau limpinho, sorriu, e disse, vamos tomar um café?
Voltaram a se deitar. Continuaram a conversar sobre a vida e as posturas necessárias para sobreviverem a ela, adormeceram e acordaram pela manhã por volta das oito horas. Dante lhe pergunta:
- Acho melhor tomar logo seu banho, seu marido deve chegar cedo.
- Não irei tomar banho.
Bruna se veste toda esporrada, e mesmo sem lavar o rosto, recebe seu marido, beija seu rosto e saem juntos. A questão quanto a cidade de Sorriso foi resolvida e Bruna percebeu sua tatuagem na virilha direita ao tomar banho.
***
CONTINUA....

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Ficha do conto

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Nome do conto:
. 10. Paciente Bruna: Símbolo de posse: 6529

Codigo do conto:
251423

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
08/01/2026

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