Acontece que, depois de uns três anos de namoro, a rotina estava enorme. Após um início cheio de sexo e de muita intensidade ao ponto de rolar transa praticamente todo o dia (primeiro ano), a coisa foi esfriando e talvez pela inexperiência dos dois, principalmente a minha, a coisa foi baixando o nível. Se antes rolavam posições mais sacanas, agora a gente transava sempre em posições que davam prazer pra ela, que no caso era com ela cavalgando sobre mim. Não me chupava, não porque não gostava, mas porque o sexo ficou mais mecânico, ela mandava eu chupar sua buceta e depois cavalgava até gozar e pronto.
No terceiro ano, o mais complicado, ela chegava a cavalgar, gozava e se eu não tivesse gozado ela simplesmente saía de cima, deitava do meu lado e se eu insistisse um pouco ganhava uma punhetinha pra gozar. Ah, sempre transávamos de camisinha. E como falei antes, essas coisas me viciavam, ela sob domínio completo e tal.
A coisa ficou mais complicada quando nem isso passou a rolar. Se rolava uma transa dessa uma vez por semana - que era a rotina aproximada - agora rolava com um mês ou até dois de distância. E eu, frouxo, nem procurava também e nem estava preocupado com aquilo, embora sentisse falta e saudades. Foi nessa época que descobri que ela andava me colocando galha. E não era pouca.
A primeira reação foi querer terminar. Onde já se viu uma coisa dessa? Eu fazia tudo por ela, levava ela pra todo lugar, era seu faz-tudo e ganhei com tudo aquilo um par de chifres? Não aceitei e ela não ligou. Mas o tempo passou e eu fui correndo atrás dela pra voltar, porque eu era bem capacho mesmo. E ela, esperta, me condicionou a volta se permitisse que ela também trepasse com outros, o que aceitei e passei a ter minha primeira experiência como corno.
Foi um processo longo e difícil, com muitos conflitos pessoais, na relação e etc. Mas, indo direto ao assunto, foi nesse contexto que ela conheceu um rapaz que chamarei de Eduardo. Ele era mais novo que eu, tinha 18 anos e era mais magrelinho. Ela tinha conhecido ele pela internet e chegou a mostrar uma foto do cara, eu achei uma afronta porque ele parecia até ter menos que aquela idade. Mas como era ela quem mandava, fiquei na minha.
Imaginei que ele iria busca-la pra dar uma volta, mas ele era quebrado e então ela sugeriu o que até então nunca tinha rolado. O cara iria pra nossa casa e acabou que no meio da conversa que ela ia tendo com o Eduardo, ele tava afim naquele instante e ela, tarada por ele, chamou. Só que eu não estava sabendo, só fui saber uns cinco minutos antes do cara chegar.
Ela tinha feito de propósito, para que não pudesse rejeitar a chegada dele e, pior, não conseguisse sair da casa. A pilantra tava afim de dar comigo por perto, até então não tinha rolado nada disso. Então, safada como era, mandou que ficasse num depósito ao lado do quarto e não saísse de lá enquanto o macho novinho dela estivesse na área. Foi entrar e o rapaz tocou o interfone.
Minha namorada então foi recebê-lo e fiquei um tempo sem ouvir muita coisa. De repente ouço eles rindo, especialmente ela, e uns beijos. Deviam estar nos amassos. Ouvir aquilo não foi bom, mas meu pau estava duraço e a situação me deixou mais excitado que nervoso ou que enciumado. Ouvi eles dois abrirem a porta do quarto e ela seguia cochichando algo que não dava pra ouvir direito. Mas uns estalos de beijo eram possíveis de ouvir.
Então ouço tapas, provavelmente na raba dela. Ouço ela pedir pra ele tirar a roupa e então o barulho parecido com o de alguém se deitando na cama. Era nossa cama, que safada! De repente deu uma vontade louca de assistir, mas tinha prometido que não sairia de lá. Então deu pra notar que eles ficaram no amasso por um tempo provavelmente nus ou com pouca roupa. Os cochichos seguiam.
Ela então fala pra ele que iria dar um trato no seu garoto, o que indicava que iria chupá-lo. Só que na hora do vamos ver ela parece se decepcionar um pouco, porque fala pra ele relaxar, parece trabalhar um pouco nisso por vários minutos até que ele arruma uma desculpa falando que tinha que fazer algo e ela ainda tenta segurar o moço, mas nada feito. Ele sai como quem foge do capeta e ela fica pra trás, sem graça. Eu não entendia nada.
Passado um instante, ela abre a porta do depósito só de calcinha fio-dental, estava um tesão. Ela diz que já que ele não deu conta, que eu teria que dar um jeito nela. A gente sai de lá grudado, ainda sinto que ela realmente andou chupando o rapaz, porque a boca e o bafo não disfarçavam em nada. Mas a gente transa do jeitinho carinhoso de sempre. Primeiro eu chupando sua buceta e depois ela quicando sobre meu pau cavalgando. Pela situação toda, ela deixou que eu gozasse nela - usando camisinha, claro.
Depois de tudo quis saber o que rolou e ela foi curta e direta. Disse que o amante dela tinha brochado depois dela contar a ela que o namorado corno dela tava no quartinho ao lado. Desde que revelou isso de surpresa pra ele, o garoto não conseguiu mais se concentrar nela e provavelmente ficou com medo de algo. Mesmo ela tentando mamar, ele não ressuscitou. Claro que rimos daquilo, mas eu sabia que ela iria dar uma chance pra ele depois.
O novinho dela até tentou dar um perdido, mas depois que ela sugeriu de buscar ele pro motel, aí não tem caboco que resista. Ainda mais que ela seguia dizendo que eu era um corno manso e que jamais faria algo de ruim com ele. Depois da primeira no motel, que deixou ela arrombadinha, o safadinho passou a ir na nossa casa novamente, inclusive comigo por perto ouvindo eles atuarem no quarto sem poder ver.
Só depois de umas três vezes é que ela deixou que eu conhecesse ele e então pude assistí-los transar no nosso quarto. O moleque ainda conseguia ser todo marrento, o que só aumentava minha humilhação... e excitação. Os dois treparam por uns três meses e ela era tão piranha que chegou a ter outros casos preservando seu novinho que lhe dava muito leitinho, algo que realmente era espantoso... e gostoso, já que às vezes bebia por tabela ao chupar a bucetinha dela depois das transas - sem ele presente.