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Oi, minha querida,
Tô lá no mar pegando onda… só sai pela porta dos fundos.
Beijo,
Pai
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Peguei uma coxinha que tinha sobrado na geladeira, engoli rápido e saí pro mar. Meu pai me ensinou a surfar quando a gente vinha pro litoral de Pernambuco visitar o avô, Voltamos mais umas duas vezes antes do vô falecer, quando eu tinha dezesseis. Surf era minha atividade favorita com ele e também a coisa que eu mais gostava de fazer sozinha. Na água era só você e as ondas; na primeira vez que surfei eu até fiz xixi de nervoso, mas depois virou a coisa mais relaxante do mundo. Minha cabeça desligava completamente… chegava numa paz que eu nunca sentia em casa. Sem estresse com nota, com o que os outros pensavam de mim ou com qual vestibular eu ia prestar. Eu só existia ali, e isso bastava.
Peguei uma prancha e olhei pro mar. Tinha uns doze surfistas curtindo as ondas, e de longe era impossível saber qual era o pai. Entrei na água morna - sempre me impressionava como o mar aqui era quentinho - e fui nadando pra onde a água ficava mais funda.
Uns minutos depois, enquanto eu esperava uma boa onda, minha cabeça voltou pra noite passada e pro sonho que pareceu real demais. Não acreditava no quanto eu tinha ficado excitada e nas sacanagens que joguei pro pai ontem à noite. Agora, sem tesão nenhum, tanto a conversa quanto o sonho pareciam uma loucura completa. Eu não queria meu pai de verdade; era só uma fase maluca da minha descoberta sexual nos últimos meses, misturada com a saudade enorme dele e, claro, ter visto ele na maior putaria não ajudou em nada.
Quando o tesão batia forte, meu QI evaporava e eu virava outra pessoa, comandada pela buceta. Não tinha orgulho dessa fome de sexo nem desses meus complexos, mas por mais que eu tentasse me controlar, acabava repetindo o mesmo ciclo de submissão sexual sem parar.
E pensando nas minhas transas anteriores, de repente ficou óbvio: eu tava tentando compensar a saída do paipai de casa procurando homem mais velho que me desse a atenção que eu não recebia mais - com ele longe e a mãe virando só uma sombra de mãe.
Concluí, bem na hora que uma onda bonita se aproximava, que a noite passada tinha sido uma exceção louca e que eu ia fingir que nunca aconteceu.
Me preparei pra onda e simplesmente me soltei. Deixei o corpo ir, a prancha cortar a água, a mente vazia. Só eu, o mar e o movimento.
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Uma hora depois, eu já tava de volta na areia e vi o pai na varanda da casa me olhando. Meu corpo deu um arrepio só de imaginar ele me encarando de biquíni, não como filha, mas como mulher. Suspirei pra mim mesma, irritada com esses pensamentos idiotas que não saíam da cabeça por mais que eu tentasse negar.
- “Gostou das ondas?” ele perguntou, mesmo sabendo a resposta.
- “Senti muita falta delas,” admiti.
- “Eu também senti muita falta de você,” ele sorriu.
- “Eu também, pai,” falei, indo pra cima dele pra um abraço.
Ele me puxou forte contra o peito e apertou, dizendo: - "Tô tão feliz que você veio passar as férias aqui.”
- “Eu também,” respondi. - “Bom demais fugir do estresse da escola e da mãe que vive no mundo da lua.”
- “Ela ainda trabalha demais?” ele perguntou, me soltando devagar.
- “Pagar aluguel é jogar dinheiro fora,” soltei a ironia de sempre.
- “Vejo que você não perdeu essa língua afiada,” ele riu.
- “E eu vejo que você tá com tanquinho desde a última vez que te vi,” brinquei, botando as mãos nos músculos da barriga dele. - ‘Porra, tô fazendo de novo’, pensei na hora.
Ele caiu na gargalhada:
- “Ele sempre esteve aí, só que eu não andava sem camisa o tempo todo.”
Não resisti e respondi, traçando os gominhos com os dedos de um jeito nada filial:
- “Não, esses aqui tão bem mais definidos agora.”
Ele riu de novo:
- “Obrigado por notar.”
- “De nada,” dei de ombros, tirando a mão com relutância daquele abdômen perfeito.
- “Quer dar uma volta?” ele perguntou.
- “Quero sim, mas posso tomar um banho antes?”
- “Ah, claro, vai nessa,” ele zoou, como sempre fazia. Era óbvio que eu tinha puxado esse sarcasmo dele.
Me inclinei, dei um beijo na bochecha dele e falei:
- “Tô muito ansiosa pra gente se reconectar de verdade, pai.”
- “Faz só uns meses,” ele disse.
- “Pra mim foi uma vida inteira, e muita coisa mudou desde então,” completei, sem conseguir parar de flertar com meu próprio pai, por mais que eu jurasse pra mim mesma que ia parar com isso.
- “Mal posso esperar pra ouvir tudo,” ele respondeu.
Saí deixando ele com a frase que nenhum pai quer ouvir:
- “Ah, acho que você não quer saber de tudo mesmo.”
Sorri sozinha enquanto entrava em casa e ia pro banho, as emoções me bagunçando de novo. Uma parte de mim via ele como o pai doce e carinhoso de sempre, enquanto outra via um homem mais velho gostoso pra caralho, capaz de me tratar como a vadia submissa que eu era. Eu achava que controlava meus desejos, mas parecia que eles é que tavam no comando.
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O rolê pela praia foi incrível. Era pura tranquilidade, parecia o último lugar esquecido do mundo. Tinha turista sim, mas quase tudo gente nova. Os moradores eram todos simpáticos pra caralho, e eu me apaixonei na hora por aquele cantinho recluso. Era uma libertação total comparado com a correria pesada da minha vida normal.
Às três da tarde, o pai me deixou em casa e falou:
- “Desculpa, minha querida, mas você chegou um dia antes e eu tirei os próximos dias de folga, só que hoje à noite eu tenho que trabalhar.”
Quase soltei um “Eu cheguei cedo mesmo, e gozei cedo também”, mas me segurei e respondi:
- “Tranquilo, pai. Vou achar alguma coisa pra passar o tempo.”
- “Vão me pedir RG se eu aparecer no seu barzinho charmoso pra tomar um drink?” perguntei.
- “Primeiro, é o maior bar daqui,” ele corrigiu.
- “Não é o único bar aqui?” rebati.
- “Isso não vem ao caso, continua sendo o maior,” ele falou, rindo.
- “Você sempre foi do tipo copo meio cheio,” comentei.
- “Segundo: desde quando você toma drink?” ele perguntou, erguendo a sobrancelha.
- “Quarenta e cinco minutos depois que você me deixou com a workaholic,” respondi, ainda sorrindo.
- “Ai,” ele fez drama, levando a mão pro peito.
- “Sinto falta disso,” ri. “Só nós dois.”
* “Eu também, minha querida, eu também,” ele sorriu com carinho.
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Depois que ele saiu, fui tirar um cochilo ainda meio morta do cansaço de ter chegado de madrugada ontem. Quando acordei, tomei um banho rápido, vesti uma saia xadrez curtinha, sutiã de renda e uma camiseta laranja bem chamativa que ia fazer eu me destacar na multidão. Fiquei zapeando na TV até umas onze e depois fui pro bar do meu pai.
Chegando lá, vi ele atrás do balcão conversando com uma morena linda, peituda pra caralho, quase pelada num vestidinho que mal cobria a bunda. Ela tava claramente caidinha por ele, a mão roçando no braço do pai o tempo todo. Ele não parecia nem um pouco incomodado com a atenção de uma mina nova o suficiente pra ser filha dele.
Fiquei olhando de longe uns cinco minutos, surpresa com a onda de ciúme que me deu. Enquanto via ele flertando, já não enxergava mais meu pai - via um macho maduro gostoso pra porra que eu queria foder sem a menor dúvida.
Ele falou alguma coisa pro outro atendente, que riu e balançou a cabeça. Pai pulou o balcão, passou o braço pela cintura da vadia e levou ela pros fundos, pela cozinha. Fiquei imaginando pra onde aquilo ia dar. Era óbvio que ele ia comer ela ali mesmo, já que não podia mais levar puta pra casa comigo por perto.
Desesperada pra impedir que ele metesse nessa vadia, peguei o celular e mandei mensagem:
Papai, Sua menininha acabou de chegar no bar e não te vejo em lugar nenhum. Tá aí?
Rezei pra ele ler antes de começar a socar a loira burra.
Um minuto depois, veio a resposta:
Nos fundos. Saio em uns minutinhos.
Fiquei de olho na porta esperando ele aparecer, mas depois de uns minutos encarando o nada, percebi que ele ia terminar o rapidinho primeiro. Fiquei imaginando se a puta tava chupando ou já levando rola - os dois cenários me davam inveja. Foi ali que decidi de vez: ia fazer o pai me foder.
Uma morena bonita, uns trinta, me distraiu: “Você deve ser a filha do James.”
- “Devo ser mesmo,” sorri de volta.
- “Você puxou muito ele,” ela sorriu calorosa.
- “É deve ser,” respondi, olhando de novo pra porta.
Ela seguiu meu olhar e disse: - “Deve ter acabado alguma coisa no bar.”
- “Acho que ele tá enchendo alguma coisa,” respondi sarcástica, antes de sacar o que tinha falado.
Ela riu, entendendo na hora a sacanagem: “Ele é bem popular por aqui.”
- “Tô descobrindo agora,” falei.
- “Posso sentar com você?” perguntou.
- “Claro,” dei de ombros, embora preferisse ficar sozinha. Tinha alguma coisa nela que me intrigava.
Ela se jogou no banco do lado e perguntou: “Quanto tempo você ficar?”
- “Seis semanas,” respondi.
- “Que delícia,” ela assentiu.
O tom dela era estranho, mas não consegui identificar. “E você faz o quê nessa metrópole toda?” perguntei, tentando ser educada.
Ela riu: “Sou a patroa do seu pai.”
“Você é dona daqui?” perguntei surpresa.
“Sou sim,” sorriu.
“Legal,” falei, imaginando como seria morar ali full-time.
“É, bem mais tranquilo que meu último emprego,” ela disse, me puxando pro papo.
Curiosa, perguntei: “Qual era o último?”
“Advogada em São Paulo,” revelou.
“Nossa, mudança radical,” falei, sem conseguir imaginar sair da correria da capital pra ser dona de bar na praia. “O que te fez mudar tão drasticamente?”
“Era estressante pra caralho, ritmo louco. Aqui é de boa, relax total,” respondeu, e a mão dela caiu na minha coxa, dando um apertinho.
Antes que eu pudesse pensar se era cantada ou só simpatia, ela falou: “Ah, olha seu pai aí.”
Deu mais um apertão na minha perna - o significado não ficou claro, mas o toque mandou um choque direto pra minha buceta - e tirou a mão.
“Oi, minha querida,” o pai disse. “Vejo que já conheceu a chefe.”
“Conheci… sim,” gaguejei, sentindo como se ele tivesse me pego no flagra, mesmo sem ter feito nada.
Ela colocou a mão de volta na minha perna, dessa vez a intenção bem mais clara: “Sim, ela é uma moça linda.”
“É mesmo,” o pai concordou, sem sacar que a patroa tava dando em cima da filha dele.
A mão dela foi subindo devagar pra minha buceta já úmido enquanto dizia, com duplo sentido óbvio pra mim mas não pra ele: “Ela é absolutamente adorável… uma delícia.”
Ele riu, concordando com outra coisa: “É sim.”
Meu rosto pegou fogo com a sacanagem e com a mão dela rastejando devagarinho pra minha buceta.
O pai falou: “Tá estranhamente quieta.”
Dei de ombros, tentando me fazer de descolada, mas flertando de volta com a mulher gostosa: “Tô só curtindo o clima.”
“Você e suas palavras difíceis,” ele zoou.
“Você e sua personalidade fácil de impressionar,” devolvi na brincadeira, enquanto os dedos dela entravam debaixo da saia, ainda longe demais da minha buceta pegando fogo.
“Vocês dois são hilários,” Tia disse, os dedos chegando mais perto, mas ainda torturando de tão devagar.
“Quer um tour pelo estabelecimento?” o pai perguntou.
“Você e suas palavras difíííceis,” brinquei, e um dedo roçou meus lábios da buceta. Xinguei mentalmente por ter colocado calcinha.
Ele riu: “Acho que você tá me influenciando.”
A mão dela me tirou do modo “menininha boazinha” e me jogou no modo “vadia promíscua”. Respondi: “Eu gosto mesmo de influenciar as pessoas.” Meu corpo tremeu na última palavra quando os dedos dela passaram por baixo da calcinha e tocaram direto na minha buceta molhada e quente.
“Tá esticando a última palavra da frase agora?” ele perguntou, confuso.
“Pelo visto seeeem,” respondi, o dedo dela na entrada do meu prazer.
“Tour?” ele insistiu.
Tão rápido quanto o dedo apareceu, sumiu, deixando um vazio e uma fome louca.
Ela se levantou banco e falou: “Vou cobrir o bar, parece que tô sem um atendente.”
“Desculpa, volto em quinze,” o pai se desculpou.
“Tranquilo,” ela disse. “Dá um tour com ela e depois eu mostro a praia.”
Minha buceta formigou só de imaginar continuar de onde ela parou. “Tô ansiosa pra isso.”
“Eu também,” ela respondeu com um sorriso inocente demais.
Enquanto o pai me dava um tour rápido, começando pela área externa, ele avisou: “Cuidado com ela, ela é predadora.”
“Como assim?” fingi não entender.
Ele parou e explicou: “Ela gosta de pegar meninas novas.”
“Pegar meninas novas?” repeti.
Ele continuou: “Ela é sapatão.”
“Aaaaah,” falei, balançando a cabeça, antes de completar: “Isso explica a mão na minha coxa.”
“Já?” ele perguntou surpreso.
“No começo nem notei,” falei, antes de seguir meu plano repentino de seduzir o pai: “mas aí a mão dela entrou debaixo da minha saia.”
“Não acredito,” ele disse, mais divertido que irritado.
“O quê?”
“Só achei que ela ia saber que você era proibida,” explicou.
“Então o dedo dela não devia ter ficado roçando minha buceta enquanto falava com você?”
“Meu Deus do céu,” ele arfou, claramente desconfortável com o rumo da conversa.
“Na real, ela me deixou com um tesão danado,” continuei, porque era verdade.
Segui o pai enquanto ele terminava o tour rápido na mesma salinha que eu tinha visto ele entrar com a vadia mais cedo.
Ele não falava nada, visivelmente sem graça com a informação. Notei uma calcinha azul em cima da mesa e me perguntei se era da mina que ele tinha acabado de comer.
Peguei a calcinha, sentindo que ainda tava úmida: “É normal ter calcinha molhada jogada por aí?”
O rosto dele ficou vermelho enquanto tentava inventar desculpa.
Deixei ele sofrer um pouco antes de piorar: “Imagino que seja da gata que você trouxe aqui há pouco.”
Já vermelho, ficou mais ainda quando sacou que eu sabia o que ele tinha feito. “Filha, não é o que você tá pensando.”
“Você não pegou uma novinha e comeu ela aqui atrás?” perguntei, levando a calcinha pro nariz. “Hmmm, ela já tava pronta antes.”
Ele arfou de novo. “O que deu em você?”
“Ta falando do dedo da sua chefe, ou ta falando de você que mete nessa vadia,” falei, adorando apertar meu pai enquanto continuava o ataque total pra seduzir ele.
“Eu posso explicar,” ele gaguejou.
Votado e esperando a continuação- que não seja curta… odeio contos curtos kkkkk Faltou umas fotos….
Cada vez fica melhor. Aguardando...