A putinha do papai - Parte 5

“Não precisa explicar, papai. Você tem suas necessidades, né? E eu aposto que a mãe nunca foi muito de satisfazer elas direito. Imagino que você tá só vivendo agora aquela fase louca de sexo sem compromisso que nunca pôde ter por causa da mãe e de mim,” falei, chegando mais perto dele, tentando botar um olhar safado.

“Nunca foi por sua causa, minha querida,” ele disse, parecendo nem notar minha aproximação de predadora.

“E agora é por minha causa, papai?” perguntei, já colada nele, minha mão indo direto pro volume da rola dele por cima do short.

“Princesa!” ele arfou, mas não tirou minha mão.

“Nossa! É tão grande quanto parecia ontem à noite quando você tava socando o cu daquela vadia,” sorri com malícia, jogando na cara dele que eu sabia de tudo, enquanto apertava firme a rola grossa através do tecido.

“Eu tô tão s-s-sorr… desculpa,” ele gaguejou de novo.

“Quer se redimir comigo, papai?” perguntei. “Aquela sapatão da sua patroa me deixou com um tesão do caralho.”

“ você é minha filha,” ele lembrou.

“E você é meu papai,” respondi, caindo de joelhos na frente dele. Olhei pra cima e falei: “Dizem que incesto é o melhor. Tá na hora de descobrir se é verdade mesmo.”

Antes que ele pudesse reagir, pesquei a rola pra fora do short e engoli de uma vez.

Ele gemeu, a resistência fraquinha: “Princesa, a gente não devia tá fazendo isso.”

Tirei a rola da boca e fiz biquinho, fingindo insegurança: “Eu não sou boa o suficiente pra te satisfazer, papai?”

“Não é isso, minha querida,” ele começou, mas eu cortei.

“Me chama de vadia, papai. Quero ser sua vadia igual todas essas outras putas,” falei antes de engolir a rola inteira de novo, desesperada pra mostrar como eu podia ser uma puta boa pra caralho.

Senti que o pai tava numa briga interna entre as duas cabeças: uma falando que isso era errado pra porra, a outra dizendo que era gostoso demais. Pra mim só valia a segunda; eu queria provar a porra dele, sentir ele jorrando na minha boca, ser chamada de vadia dele.

Depois de uns minutos em silêncio, eu chupando a rola dura, ele finalmente abriu a boca: “Mais rápido, minha vadia.”

Obedeci na hora, trocando o tease lento por uma chupada rápida e funda.

“Gosta da rola do papai?” perguntou enquanto metia tudo na minha boca.

Gemi com a rola dentro, sem acreditar que tinha seduzido meu próprio pai.

“Responde com palavras, vadia,” ele mandou, no mesmo tom autoritário de ontem à noite.

Tirei a rola da boca, olhei pra cima da posição submissa e respondi: “Eu amo a rola do papai. É tão comprida e grossa… embora tenha gosto de buceta suja.”

Ele riu: “Desculpa, ela não aceitou não como resposta.”

“Eu também nunca digo não,” sorri antes de engolir de novo.

“Minha filha cresceu mesmo desde que eu fui embora,” ele disse, tirando a rola da minha boca, me puxando pra cima e ordenando: “Tira essa calcinha, vadias não usam calcinha.”

“Siiiiim, papai,” respondi ansiosa, a buceta já pingando de tesão pela foda que eu achava que ia rolar.

Assim que tirei a calcinha, ele mandou: “Se debruça na mesa.”

Obedeci de novo. Ele levantou minha saia xadrez e elogiou: “Puta merda, que cu gostoso.”

“Você que fez,” brinquei, o tesão do tabu do incesto me deixando louca.

“É verdade,” ele riu, se posicionando atrás de mim.

“Vai foder sua filha vadia?” perguntei, querendo ouvir ele falar as palavras.

“Acho que minha filha precisa antes de tudo de uma surra por ter virado uma puta safada desde que eu saí de casa,” ele disse, me surpreendendo quando a mão caiu forte na nádega esquerda.

“Quêêê?” comecei a perguntar, mas virou grito quando o tapa veio na bunda nua.

“Você claramente precisa de disciplina, coisa que faltou em casa com aquela sua mãe ,” ele falou, dando outro tapa na outra nádega.

“Siiiiim, papaaaaai,” respondi, a dor ardendo linda, uma mistura louca que eu nem entendia.

“Vai ser uma boa menina pro papai?” perguntou, o terceiro tapa queimando minha pele.

“Sim, vou ser uma filha bem obediente,” respondi.

“Ótimo. Agora vai pra casa e espera eu terminar seu castigo,” ordenou, dando um último tapa forte na bunda já vermelha.

“Sim, papai,” falei, decepcionada pra caralho porque a foda que eu achava que ia rolar tinha sido adiada… tomara que só por pouco tempo.

Ele apertou minha bunda e falou, o tom voltando ao normal: “Que bom ter você aqui, filhinha.”

“Que bom estar aqui,” respondi, confusa com a mudança repentina.

“Te vejo depois do expediente,” disse, me deixando ainda debruçada na mesa.

Fiquei parada um instante tentando entender o que tinha acabado de rolar. Seduzi meu pai, chupei a rola dele, obedeci as ordens, me curvei pra levar rola, levei tapa na bunda em vez de foda e agora tava ali com um tesão do inferno.

Levantei, sentindo a ardência gostosa na bunda, peguei minha calcinha e juntei com a outra que tava ali. Voltei pro salão e vi o pai já conversando com duas gatinhas novas. Ele já tinha fama mesmo. O ciúme queimou forte enquanto eu olhava pras duas.

“Ele é um cara disputado.” - Disse a chefe dele ao ficar do meu lado

“Pelo visto,” concordei, virando pra ela.

“Quer o resto do tour?” perguntou com voz convidativa.

“Claro,” aceitei. Minha buceta ainda pegava fogo e, se o pai não ia usar a mangueira dele pra apagar, eu ia ter que dar um jeito. Além disso, queria que ele sentisse ciúme igual eu tava sentindo. Gritei pro pai: “Vou sair com a tua chefe!” e virei antes de ver a cara dele.

Eu nem sabia direito no que tava me metendo indo sair com uma mulher que claramente era sapatão e que tinha me na mira, mas a ideia de ser desejada sempre me deixava molhada e eu tava pronta pra uma aventura - e, quem sabe, pra uma gozada que aliviasse essa buceta necessitada.


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Ficha do conto

Foto Perfil tabooalex
tabooalex

Nome do conto:
A putinha do papai - Parte 5

Codigo do conto:
254981

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
18/02/2026

Quant.de Votos:
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