Relação amistosa com minha irmã. Parte 4!

Depois de meses com Ana responder as mensagens, sem visita, pois Renato tentou ir inúmeras vezes na casa dela e achava trancada, sem nada, Renato abriu o WhatsApp e quando viu que ela estava online o coração no mesmo instante acelerou:
- Boa noite irmã.
- Quanto tempo hein?
Ana respondeu rápido, o emoji de surpresa na tela.
- Oii. Caraca, muito tempo.
- Que saudades, maninha. Sumiu por que?
- Complicou pra mim kkkk.
- Kkkk por causa do maridinho, foi?
- Foi, ele teve que viajar pra passar um tempo fora a trabalho e resolveu me levar junto, não tive nem tempo de avisar a você, papai ou mamãe.
- Kkkkk mas enfim. Ele está por aí agora?
- Não não.
- Sabe dizer que horas ele chega?
- Entre 20 e 21 horas.
- Então seu irmãozinho pode passar aí pra te ver?
- Claro.
Renato guardou o celular, acelerou a moto e chegou em quinze minutos. Bateu devagar na porta, o peito apertado de ansiedade. Ana veio da cozinha, só de roupão felpudo branco amarrado frouxo no corpo, o cabelo solto e ainda úmido do banho. Abriu a porta e parou, os olhos arregalados.
- Oi, você aqui? Se perdeu foi?
- Foiiii.
- Kkkkk, quanto tempo, entra.
- Kkkkkkk oh mana. Você sumiu. Foi embora, não avisou nada a ninguém.
- Eu sumi, mais minha casa não.
- Mas eu sempre vinha aqui e você não estava, mandava mensagem e não respondia.
- É, precisei sumir um pouquinho vai.
Renato puxou ela num abraço forte, grudando o corpo inteiro no dela, o pau já começando a inchar dentro da bermuda só de sentir o cheiro doce da pele.
- Você sabe que eu não vivo sem você, você é a mulher da minha vida.
- Para de graça Renatinho.
Ana abraçou forte de volta, o roupão abrindo um pouco no decote.
- Mas se é verdade, eu não gosto tanto de outra mulher, quanto eu gosto de ti.
Ele cheirou e beijou devagar o pescoço dela, a língua traçando a pele quente.
- Que saudades de seu cheiro, de seu sabor.
- Veio dormir aqui foi?
- Você quer que eu durma aqui hoje?
- Eu não – respondeu ela brincando.
- Por que hein?
- Você é chato demais.
Renato puxou ela dando selinhos na boca, os lábios roçando leves.
- Quem manda eu ter uma irmã gostosa dessas?
Ana sorriu, abraçando devagar agora, rosto bem próximo, bocas quase coladas.
- Brincadeira, é pq vc não vai poder dormir comigo.
- Hum verdade né, porque seu maridinho vai estar por aqui. Não tem a possibilidade de um dia ele trabalhar fora da cidade não?
- Nada que eu não dou um pulo no seu quarto. Kkkkkkk, bem difícil. Que consideração que tem com seu cunhado.
- É perigoso maninha, mas a gente já aprontou tanto kkk.
- Nada, sabe que ele tem um sono profundo, pesado.
- Muita consideração, ele sabe que pode contar comigo se um dia ele for trabalhar fora. Humm então hoje vou dormir aqui.
- Vai né interesseiro.
- Quero ver como vou ser acordado no meio da noite. Meu interesse é você. Kkkkkk.
- Pode dormir, ele não liga, confia em vc.
- Eu sei disso, nos demos super bem. Kkkk. Coitado por que?
Ana começou a beijar ele, mordendo os lábios devagar.
- Se ele soubesse desse cunhado dele, não confiava tanto.
Renato enfiou a língua gostoso na boquinha dela, roçando devagar.
- O que ele tem que saber é apenas que o cunhado dele só cuida bem da irma.
- Cuida né?
- Demais.
- Ah cara nem fica amarela.
Ele desamarrou o roupão devagar, as mãos tremendo de tesão acumulado.
- Deixa eu ver o que tem por baixo desse roupao, deixa.
Ana segurou o roupão, amarrando de novo, rindo.
- E os povo de lá, estão bem?
- Mãe e pai estão sim, sempre pergunta por você.
- O que tá escondendo de seu irmão hein?
- Preciso ir lá, mais tá tão corrido.
- Deixa eu ver esse lindo corpo, deixa. Vamos amanhã?
- Não tem nada aqui pra vc aqui.
Renato beijou mais a boca dela, fundo e molhado.
- Tem certeza que não?
- Vamos, pode ser, melhor que te levo.
A mão dele entrou por baixo do roupão, apalpando o seio macio, o bico já duro.
- Vamos sim, me leve de carro viu. Kkk.
- De carro?
- Hum, tem certeza que não tem nada pra mim?
- Por acaso você veio com o que mesmo?
- Vim com minha moto kk.
- Pra vc não voltar aqui, vai com sua moto.
- E você vai comigo? Kk. Nela!?
- Eu morro de medo, tá doido.
- Então vamos no seu carro, depois venho buscar minha moto.
- Tá bom, tá bom.
Ana beijou devagar, soltando ele aos poucos.
Renato mordeu os lábios dela bem devagar.
- Sabia que sou louco por ti?
- Sabia, já nem disfarça mais.
Ele desamarrou o roupão de novo, dessa vez conseguindo abrir tudo, deixando Ana totalmente nuazinha na sala, os peitos firmes, a buceta raspadinha brilhando de leve.
- Você gosta né?
- Que delícia de mulher. Não sei por que eu ainda fico surpreso.
- Já que você quer ver, pois veja, porra.
- Deixou a bucetinha raspadinha hein? Dá uma voltinha, dá.
Ana tirou o roupão de vez, jogou no sofá e ficou nua, girando devagar, a bunda grande balançando.
- Que tesão.
Renato tirou a camisa e a bermuda rapidinho, deixando só a cueca marcada com o pau duro.
- A cueca eu deixo pra você tirar.
Ana sorriu e foi andando pra cozinha, rebolando de propósito.
- Você quer algo pra beber, comer?
Renato foi atrás, os olhos grudados naquele rabo enorme e gostoso.
- Pega uma garrafa de vinho, a gente bebe após eu te comer. Pode ser?
- Caraca, que direto.
- Você sabe que com seu irmão não tem enrolação.
- Kkkk, podemos beber agora.
- Podemos sim, mas quero ficar nu também. Tira minha cueca, tira.
- Aliás, temos bastante tempo ainda.
- Temos sim.
- Ah, quer me acompanhar é?
- Claro, seria injusto você toda nuazinha e eu aqui com essa cueca.
Ana chegou perto, passou a mão no corpo dele, alisando devagar o peito, descendo pro abdômen definido.
- Que corpo gostoso, que isso, pra que tudo isso só pra voce, hein rapaz.
- Esse corpo é todo seu, pra você usar e abusar como quiser.
- Nossa, que delícia.
Ela alisou o abdômen, inclinou o corpo e passou a língua com vontade, lambendo lento, deixando molhado.
- Hum que delícia minha irmã.
Renato sentiu o pau reagir, crescendo mais dentro da cueca.
- Tá de parabéns.
O pau escapou da cueca quando ela puxou, latejando duro, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo.
- Por que estou de parabéns? Kkk.
Ana passou as unhas devagar no abdômen.
- Aiiii aninha. Que maldade é essa com seu irmão hein?
- Você que faz maldade comigo.
- Que maldade é que eu faço contigo, hein?
- É dificil ver tudo isso na minha frente.
- Você sabe muito bem que é tudo seu. Olha só como eu fico diante de ti.
- Tá uma delícia.
Ana olhou o pau inteiro, mordendo os lábios devagar.
- Delícia é você, sua gostosa.
Renato pegou ela pela mão, olhando todo o corpo nu.
Ana sorriu, foi até a geladeira, inclinou pra pegar o vinho. Ele deu um tapa forte na bunda, fazendo a carne tremer.
- Gostosa, que saudades de você.
- Também estava, muito.
- Nem fala, não imagina o tamanho da minha felicidade agora.
- É grande?
- Por estar com você, matando a saudade. É enorme, tão enorme quanto meu pau aqui desse jeito. Kkkkk.
- Kkkkkk, ia falar isso.
- Kkkkkk. Somos feitos um pro outro.
- Vamos subir.
- Vamos, meu amor.
Subiram de mãos dadas até o quarto, o vinho nas taças. Ana fechou a porta.
- Sério, uma pena ser sua irmã.
- Caso contrário, eu iria me casar com você.
- É, mas você vai casar já já, e vai esquecer de mim.
- Oh mana, eu não quero casar, não quero ninguém, eu só quero você.
- Tá doido, um relacionamento apenas, isso não interfere em nada na nossa convivência.
- Eu sei que o que estamos vivendo é algo complicado e se você quiser vamos ter que se amar sempre assim. Você jura que não vai ficar brava?
- Juro.
- Te amo.
- O que houve?
- Eu vou me casar entao, pra manter as aparências, mas saiba que eu sou todo seu de verdade.
- Eu também, você sabe. Talvez não mude em nada, eu sou casada e olha estou, com o meu irmão na minha casa, na minha cama.
- Verdade, eu não tinha pensado por esse lado. E tenho certeza que não vai mudar, até porque passa o tempo que for, a única mulher que eu consigo sentir desejo e prazer de verdade é com você.
- Acho que não mudará em nada, a não ser que você c queira ser fiel a ela não vou te obrigar.
- Mana, sentindo o que sinto por você, a única pessoa que eu seria fiel é você. O restante, infelizmente vão ter que levar gaia.
- Kkkkkkkkk, que carinhoso. Mais é uma gaia diferente.
- Pois, não todo mundo que tem a sorte de ter uma irmã gostosa, e ainda ter o privilégio de fazer sexo com ela. É sim, de fato é.
Renato pegou a garrafa, abriu e serviu as taças, oferecendo uma pra ela.
- Vamos beber, vamos, amor?
- Vamos, irmãozinho.
Tomaram um gole, o vinho descendo quente.
- Que vinho gostoso é esse hein, irmã?
- Não é você já está alterado, tá dizendo até que me ama.
- Mas se eu te amo kkk. E você sabe muito bem o que tá alterado aqui.
- Kkkkkk, tá difícil de esconder.
- Verdade kkk.
Ana foi pra cama. Renato bebeu olhando ela se deitar.
- Vamos assistir algo?
- Vamos sim, mas primeiro… não estou aguentando mais, irmã.
- O que?
Ele segurou ela e fez ficar de quatro na cama.
- Empina, empina bem gostoso vai.
- Nossaa, que isso.
Ana ajoelhou, empinando a bunda alta, a buceta e o cu expostos.
Renato deu um tapa forte na bunda, o estalo ecoando.
- Isso responde sua pergunta!?
Ana empinou mais, soltando gemido baixo.
- Que visão maravilhosa.
Ele se afastou um pouco pra apreciar.
- Fala o que você quer, fala.
- Quero você todo.
Renato segurou a bunda, baixou e deu uma línguada longa na buceta por trás, da entrada até o grelinho.
- Aiiii, caralho.
A língua passou na entrada, fingiu entrar e subiu pro grelinho, rodando devagar.
Ana rebolou leve, gemendo baixo.
Ele enfiou a ponta da língua na bucetinha e mexeu lá dentro.
Ana empinou mais, mordendo os lábios.
Renato deu uma mordidinha nos lábios da buceta e caiu de boca, chupando devagar, sugando o mel.
- Caralho que boca mais gostosa é essa.
- É toda sua.
- Que delícia de chupada, meu Deus. Tá acabando com minha buceta.
Ele chupou gostoso, língua entrando e saindo freneticamente da buceta.
- Issooo, continua.
Beijou a buceta como se fosse boca, língua trabalhando rápido no grelinho, depois enfiando fundo.
- Assim assim assim.
Ana gemeu mais alto, rebolando devagar.
- Nossaaa, assim.
- Fala o que você é minha, fala.
- Sua puta, sua toda.
Renato chupou mais forte, língua entrando e saindo enquanto apertava a bunda e dava tapas.
- Isso, isso cachorra. Toma toma toma.
- Quer que eu goze so nessa chupada gostosa né?
Ele mordeu devagar a bucetinha, sugou o grelinho com força e deu um tapa por cima.
- Isso responde sua pergunta!?
- Aiiiiiii, assim eu não aguento.
- Entao goza, goza sua puta goza, goza na boca do seu irmão.
Deu outro tapa forte no grelinho, língua mexendo lá dentro.
Ana gozou na hora, mel jorrando na boca dele, corpo tremendo.
- Isso, muito bem, olha só como essa putinha sabe gozar gostoso hein.
- Não aguento com você, não dá mesmo.
- Por que não aguenta comigo? Kkk.
- Nossa, o que essa boca, essa língua tem?
- Eu nem sei mana, acho que fui agraciado kkk. Você gostou?
- Porra, amei.
- Não, pensando bem, não case pois não aceito outra ter esse prazer todo.
- Eu amei o sabor do seu gozo na minha boca. Então relaxa, que todo esse prazer vai ser privilégio seu. Gostosa.
- Só se fazer de qualquer jeito com elas kkkk.
- Com você, eu faço completo e bem especial kkkkk
- Agora deita e abre bem as pernas vai.
- Que boca, meu deus.
- Qualquer dia desses, vou chupar sua buceta o dia todo.
Ana deitou, virou na cama e abriu as pernas bem arreganhadas.
- Haja gozada nessa boca então.
- Isso, arreganha bem. Vou fazer você secar de tanto gozar.
Ela foi pra ponta da cama, pernas bem abertas.
- Se for pra essa boca, seco com vontade.
Renato encostou a cabeça da pica na portinha da bucetinha e esfregou devagar, circulando.
- Pode deixar, que vou vim passar o dia contigo e te deixar desidratada kkk.
- Nossa, pode vim mesmo, nem que eu mande seu cunhado sumir daqui.
- Haha vou ver um dia que ele tiver trabalhando, daí pego uma folga no trabalho e venho te chupar e comer o dia todo.
Começou a encaixar a cabeça da pica, dando socadinhas só com ela, o barulho molhado enchendo o quarto.
Ana mordeu os lábios, alisou o peito dele, subiu a mão no pescoço e puxou pra beijar.
Renato beijou a boca dela com o gosto da buceta ainda na língua, enquanto a pica encaixava pela metade, saía e dava outras socadinhas só na cabecinha.
Ana delirou na cama com os barulhos molhados.
Ele não aguentou, socou a pica toda até o talo, enterrando fundo na buceta gostosa.
- Caralhooo.
Tirou e socou de novo, assim assim, beijando gostoso a boca dela.
- Toma toma toma maninha.
Começou a meter forte, rápido, sem parar, o pau entrando e saindo fazendo barulho de mel.
Ana gemeu mais, levou a mão até a cintura dele e apertou, incentivando.
- Isso vai, soca nessa buceta.
- Toma toma toma maninha.
Renato meteu forte sem parar, parou com o pau todo socado e começou a remexer ele inteiro lá dentro, girando, roçando nas paredes da buceta, fazendo ela sentir cada veia latejando.
- Aaaahhh porra… que pica grossa… tá me rasgando por dentro… remexe mais, irmão… assim… ai caralho!
Ele acelerou o remexo, depois voltou a socar bruto, as bolas batendo na bunda, uma mão no grelinho esfregando rápido, a outra apertando o peito.
- Essa buceta é minha, Ana… mesmo depois de meses sem comer, continua apertadinha pra mim… vou encher ela de porra quente agora… quer?
- Quero, Renato… goza dentro… me enche toda enquanto o corno tá chegando… aiiiii tô gozando de novo!
Ana gozou apertando a pica, mel jorrando. Renato jorrou forte, jatos grossos enchendo o útero, transbordando pelas coxas.
Mas não parou. Virou ela de lado, levantou uma perna e meteu de novo no cu, cuspiu pra lubrificar e entrou fundo.
- Agora esse cu vai levar também… toma minha porra no cu, maninha… enquanto o marido ronca lá embaixo depois.
Eles continuaram até o vinho acabar e o suor molhar os lençóis, gemendo baixo pra não acordar ninguém, a saudade virando vício de novo. O marido chegou próximo as 21, mas eles já tinham trocado os lençóis e fingido que nada rolou e os detalhes desse quase flagra, vai ser relatado em outro conto, é claro, após o corno sentir o cheiro leve de sexo no ar que Ana disse que era “perfume novo” e que estava se acabando na siririca pensando nele.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Relação amistosa com minha irmã. Parte 4!

Codigo do conto:
256904

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
15/03/2026

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