Eu tava na cozinha lavando a louça depois do almoço, o sol batendo na janela e deixando tudo quente, quando meu irmão apareceu do nada para pegar uns lanchinhos. Ele abriu a geladeira, pegou um iogurte e um pedaço de bolo, comeu ali mesmo em pé, lambendo os dedos e me olhando de canto de olho. Depois largou o prato sujo na pia bem do meu lado, deu um tapa forte na minha bunda por cima do shortinho fino e saiu rindo. O tapa ardeu gostoso, a palma da mão dele ficou marcada na minha pele por uns segundos e eu senti um calor subir direto para o meio das pernas. - Volta aqui agora e lava essa louça seu preguiçoso. Eu falei virando o rosto, mas já com um sorrisinho safado no canto da boca. Ele parou no meio do caminho, virou devagar e voltou com aquele olhar de quem já tava pensando em coisa errada. Me abraçou por trás bem apertado, o corpo dele colado no meu, e eu senti na hora a pica dele já dura, grossa, pulsando contra a minha bunda por cima da roupa. As mãos grandes dele subiram rapidinho e agarraram meus peitos por baixo da blusinha, apertando os bicos com força, girando devagar enquanto a respiração quente batia no meu pescoço. - Irmã, lava pra mim por favor, eu tô cansado pra caralho hoje. Ele implorou com a voz rouca, já roçando a ereção mais forte. Eu senti a buceta ficar molhada na hora, o shortinho colando na pele, mas ainda fingi que tava brava. - Tá bom seu puto, eu lavo, mas para de me apertar assim que a gente tá na cozinha aberta. Ele riu baixinho e começou a chupar e beijar meu pescoço com vontade, a língua quente deslizando, sugando a pele até deixar marcas vermelhas. Eu tentei empurrar ele, mas o tesão já tava subindo. - Para irmão, isso não pode, alguém pode aparecer. Eu disse tentando soar firme, porém meu corpo traía e empinava a bunda contra ele. Ele não parou, só apertou mais os peitos e continuou chupando, mordendo de leve. Eu gostei pra caralho, as pernas fraquejaram e ele percebeu na hora. Segurou minha cabeça com uma mão firme, virou meu rosto e me puxou para um beijo molhado, língua entrando fundo, chupando a minha como se quisesse me devorar. A gente começou a se pegar ali mesmo, as mãos dele correndo por todo meu corpo, apertando a bunda, enfiando por baixo do short para sentir a buceta já encharcada. - Porra irmã, sua buceta tá pingando pra mim. Ele murmurou entre beijos, os dedos roçando meu grelinho inchado por cima da calcinha. Eu gemi baixo no começo, mas o tesão tava forte demais. - Aaaahhh irmão, que delícia, não para. Eu respondi já sem controle nenhum. Ele me levantou fácil na bancada da cozinha, o mármore frio contrastando com o calor da minha pele, e arrancou meu short e a calcinha de uma vez só. Minha buceta ficou exposta, molhada brilhando, os lábios inchados e o grelinho aparecendo pedindo atenção. Ele se ajoelhou rapidinho, abriu minhas pernas com força e enfiou a cara ali, a língua lambendo toda a extensão da minha buceta, chupando o grelinho com vontade, sugando o mel que escorria. - Aiiiiiiii me chupa irmão, chupa essa bucetinha sedenta, vaaaaai. Eu gritei já sem controle, as mãos segurando a cabeça dele, empurrando contra mim. Ele chupava fazendo barulho molhado, a língua girando no grelinho, dois dedos entrando fundo na buceta apertada, mexendo rápido enquanto ele gemia contra minha carne. - Que buceta gostosa irmã, tão molhada e apertada. Ele disse lambendo os lábios, o rosto todo melado do meu suco. Eu tava tremendo, o orgasmo vindo rápido. - Aaaaahhh porra, eu vou gozar, não para seu tesão, chupa mais forte. Eu berrei, o corpo inteiro tremendo. Ele acelerou, os dedos fodendo minha buceta com força, a boca sugando o grelinho sem parar e eu gozei escandalosa, o corpo convulsionando na bancada, gritando alto. - Aiiiiiiiiiiii gozei irmão, gozei na sua boca seu puto gostoso. Ele levantou, abriu a calça e tirou aquela pica grossa, vermelha, veia pulsando, cabeça brilhando de pré-gozo. Eu desci da bancada, me ajoelhei na frente dele e engoli tudo de uma vez, a boca esticada ao máximo, chupando com vontade, a língua rodeando a cabeça enquanto minhas mãos massageavam as bolas pesadas. - Chupa essa pica irmã, engole até o fundo sua vagabunda. Ele gemeu segurando meu cabelo, fodendo minha boca devagar. Eu babava toda, o som de glub glub ecoando na cozinha, a saliva escorrendo pelo queixo. - Hmmmmmm que pica deliciosa, eu amo chupar e você tem uma pica deliciosa pra mamar. Eu disse tirando só para falar, depois voltando a engolir fundo até sentir a cabeça batendo na garganta. Ele me puxou para cima de novo, me virou de costas contra a bancada, abriu minha bunda com as duas mãos e cuspiu direto no cu. - Agora eu vou comer esse cu apertado e depois essa buceta. Ele avisou, a pica roçando na entrada. Eu empinei a bunda louca de tesão. - Aaaaaah me arromba irmão, enfia essa pica no meu cu primeiro. Eu implorei já empinando mais. Ele empurrou devagar, a cabeça grossa abrindo meu cu centímetro por centímetro até enterrar tudo. A dor misturada com prazer me fez gritar. - Aiiiiiiiiiiii que pica grande, me arromba seu puto, fode meu cuzinho sem pena, vaaaai. Eu berrei, as mãos agarrando a bancada. Ele começou a meter forte, as bolas batendo na minha buceta molhada, o som de tapa tapa tapa enchendo a cozinha, meu cu apertando a pica dele como um anel. - Que cu gostoso irmã, tão apertado. Ele rosnava, uma mão descendo para esfregar meu grelinho enquanto metia sem parar. Eu tava gritando sem parar. - Aaaaaahhh me fode, me arromba mais forte seu tesudo, eu sou sua vadia, fode o cu da sua irmã. Eu gritava cada vez mais alto, o corpo suado. Ele meteu uns minutos assim, depois tirou do cu e enfiou direto na buceta, fundo de uma vez só. - Agora toma na buceta sua gostosa. Ele disse, as mãos apertando meus peitos por trás. A buceta engoliu a pica toda, molhada escorrendo pelas coxas, o barulho molhado de cada estocada ecoando. - Aiiiiiiiiiiii que delícia, fode minha buceta irmão, rasga ela com essa pica grossa. Eu gritava, o corpo todo balançando. Ele acelerou, metendo como um animal, a bancada rangendo, meus peitos balançando, o grelinho sendo esfregado pela mão dele. - Goza pra mim irmã, goza na pica do seu irmão. Ele mandou rouco. Eu gozei de novo forte pra caralho, a buceta apertando a pica dele, jorrando suco. - Aaaaaaaaahhhhhhhhh gozei de novo, me inunda de porra irmão, enche minha buceta de mulher vadia. Eu berrei alto. Ele não aguentou, rosnou e gozou dentro, jatos quentes enchendo tudo, escorrendo misturado com meu mel quando ele tirou a pica. A gente parou só uns segundos para respirar, suados, melados, mas o tesão não baixou. Ele me carregou para o sofá da sala, me jogou de quatro e voltou a comer minha buceta por trás, depois o cu de novo, alternando os buracos enquanto eu gritava sem parar. - Aiiiiiiii me fode nos dois buracos seu puto, eu sou sua putinha safada, fode a buceta e o cu da sua irmã vagabunda. Eu implorava empinando mais. Ele me virou de frente, colocou minhas pernas no ombro e meteu fundo na buceta, olhando nos meus olhos. - Olha pra mim enquanto eu como você sua gostosa. Ele disse, a pica entrando e saindo rápido. Eu gemia entre gritos. - Aaaahhh irmão, eu te amo e te odeio por me fazer sentir isso, mas não para nunca. A gente fodeu por mais de uma hora ali, trocando de posição, eu cavalgando nele no sofá, sentindo a pica bater no fundo da buceta, depois ele me comendo de lado, dedos no cu enquanto a pica fodia a buceta, depois eu chupando de novo, engolindo a porra misturada com meu gosto até ele gozar na minha boca pela segunda vez. - Engole tudo sua vadia, engole a porra do seu irmão. Ele ordenou enquanto eu engolia gulosa. No final a gente tava exausto, corpos colados, suor e porra e mel por toda parte, mas ainda trocando beijos molhados e promessas safadas para o próximo dia. - Amanhã eu quero te foder no quarto dos nossos pais enquanto eles não estão. Ele sussurrou ainda dentro de mim. Eu ri, a buceta ainda latejando. - Pode vir seu cachorro, eu vou deixar os buracos prontos pra você. E assim foi a nossa primeira vez completa na cozinha, mas com certeza não a última. O tesão entre irmãos é assim, proibido pra caralho, mas impossível de parar.
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