Sempre me masturbei pensando na minha mãe!

Eu tinha 19 anos e o pau já latejava só de lembrar. Desde pequeno, quando ficava sozinho em casa, eu invadia o quarto dela correndo. Pegava aquele vibrador rosa grosso que ela escondia na gaveta de calcinhas, enrolava a mão em volta e ligava no máximo sentindo a vibração subir pela cabeça da minha pica até eu gozar tremendo inteiro. Ou então escolhia uma calcinha dela, daquelas pretas rendadas, enrolava bem apertado no meu pauzinho e batia punheta até jorrar tudo dentro do tecido molhado. Sempre pensando nela, na minha mãe, naquela bundona que balançava quando ela andava pela casa de shortinho. Hoje o tesão voltou mais forte que nunca.
Ela tinha entrado na casa das amigas rapidinho e esquecido o celular no banco do carro. Eu estava ali esperando, o sol batendo no para-brisa, e o tédio virou curiosidade. Abri o Snap dela sem pensar duas vezes. Caralho, que puta tesão. Foto atrás de foto dela de biquíni na praia, decote explodindo, aqueles peitos grandes quase saltando para fora, mamilos marcando o tecido fino. Em uma ela estava de lado, bunda empinada, sorrindo com cara de vadia safada, língua entre os dentes. Em outra, molhada saindo do mar, o biquíni colado na buceta mostrando o formato do grelinho inchado. Eu senti o pau endurecer na hora dentro da calça jeans. Já sabia que ia bater uma punheta daquelas longas quando chegasse em casa.
Mas aí o destino resolveu brincar. Eu estava com o celular na mão esquerda, a direita já dentro da cueca apertando a pica latejante, quando ouvi a porta do carro abrir de repente. Era ela. Minha mãe. Voltando mais cedo porque a amiga tinha esquecido a chave. Ela olhou para mim, viu o celular dela na minha mão e o volume óbvio na minha calça. Em vez de gritar ou ficar puta, ela parou, os olhos desceram devagar e um sorrisinho safado surgiu nos lábios carnudos.
- Então é assim que meu filhote passa o tempo... mexendo no celular da mamãe e ficando com esse pau duro só de ver as fotos dela?
A voz dela saiu rouca, baixa, como se já soubesse de tudo. Meu coração disparou. Eu tentei esconder o celular mas ela já tinha visto as próprias fotos abertas. Ela entrou no carro, fechou a porta, e o cheiro do perfume dela misturado com protetor solar invadiu tudo. Os peitos grandes subiam e desciam com a respiração acelerada. Eu não conseguia falar. Ela esticou a mão e tocou minha coxa.
- Desde pequeno você já era assim né... eu achava que era coisa da idade mas agora... agora eu vejo que você sempre quis a buceta da sua mãe.
Ela mordeu o lábio inferior e eu perdi o controle. Meu pau latejava tanto que doía. Ela percebeu e abriu o zíper da minha calça devagar, puxando a pica grossa para fora. A cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Ela lambeu os lábios.
- Olha só que pica linda que meu filho tem... grossa, cheia de veias, bem maior que o vibrador que você roubava de mim quando era criança. Eu sabia, sabia que você gozava nas minhas calcinhas e depois lavava escondido. Agora... agora a mamãe vai te dar o que você sempre quis.
Ela se inclinou e enfiou a boca quente na minha pica sem aviso. A língua girando no grelinho, chupando forte, sugando o pré-gozo enquanto a mão massageava as bolas. Eu gemi alto, segurando a cabeça dela.
- Caralho mãe... que boca gostosa... chupa mais fundo sua vadia...
Ela tirou a boca só pra responder, saliva escorrendo pelo queixo.
- A mamãe ta mamando direitinho, filhão... quer que eu engula até o fundo... isso, assim... assim?...
Eu empurrei a cabeça dela e ela engoliu tudo, garganta apertando, engasgando mas sem parar. O carro começou a embaçar. Ela subiu no banco do passageiro, tirou o shortinho jeans e a calcinha molhada de uma vez. A buceta dela estava inchada, lábios grossos brilhando de tesão, grelinho vermelho e duro pedindo boca. O cheiro de buceta molhada encheu o ar. Eu me joguei entre as coxas dela e enfiei a língua direto no grelo, chupando forte enquanto dois dedos entravam na buceta quente e apertada.
- Aiiiiiiiiiii filho da puta... chupa o grelinho da mamãe assim... mais forte... caralho que língua gostosa... você é um puto safado mesmo...
Ela gritava escandaloso, a voz ecoando no carro parado na rua. Os quadris dela rebolavam na minha cara, molhando meu nariz inteiro de porra. Eu lambia tudo, enfiava a língua fundo na buceta, subia pro cu piscando e lambia também, sentindo o gosto salgado do cuzinho apertado. Ela tremia.
- Me come agora... me arromba com essa pica grossa... eu quero sentir meu filho me fodendo bem fundo...
Eu subi, posicionei a cabeça da pica na entrada da buceta dela e meti tudo de uma vez. A buceta quente engoliu minha pica inteira, apertando como se nunca tivesse sido comida. Ela gritou alto.
- Aaaaaaaaahhhhhhhhh me fode filho... me arromba essa buceta gulosa... mais forte... assim... assim porra...
Eu comecei a meter forte, o banco rangendo, o carro balançando. Cada estocada fazia os peitos dela pularem para fora da blusa. Eu puxei a blusa pra cima e chupei os mamilos duros enquanto metia sem parar. O barulho molhado da pica entrando e saindo da buceta enchia tudo. Ela arranhava minhas costas.
- Gostosa pra caralho... sua buceta aperta minha pica tão bom... você é uma puta vadia mesmo... desde criança eu sonhava em te comer assim...
Ela ria entre gemidos, rebolando o quadril pra encontrar cada estocada.
- Sim... eu sou sua puta... sua vadia particular... me enche de porra filhão... goza dentro da buceta da mamãe...
Eu metia mais rápido, sentindo as bolas batendo no cu dela. O suor escorria pelos nossos corpos. De repente ela me empurrou, virou de quatro no banco de trás, empinou aquela bunda grande e abriu o cu com as duas mãos.
- Agora no cu... me arromba o cuzinho apertado... eu quero sentir sua pica rasgando meu cu...
Eu cuspi na cabeça da pica e empurrei devagar. O cu dela era virgem pra mim, apertado pra caralho, mas ela empurrou pra trás e engoliu tudo gemendo alto.
- Aiiiiiiiiiiiiiiii caralhooooooo... que pica grossa... me rasga o cu seu puto gostoso... mete tudo... mais fundo... assim... assim...
Eu segurei na cintura dela e comecei a socar o cu sem piedade. O barulho de pele batendo era obsceno. Ela gritava sem parar, voz rouca de tanto gemer.
- Me fode o cu... me arromba seu vagabundo... eu sou sua maezinha puta... goza no meu cu... enche de porra quente...
Eu metia sem parar, sentindo o cu apertar minha pica como um punho. O grelinho dela balançava e eu esticava a mão pra beliscar enquanto socava. Ela gozou primeiro, buceta esguichando no banco, corpo tremendo inteiro.
- Aaaaaaaaahhhhhhhhhh tô gozando filho... gozando no cu... não para... continua metendo...
Eu não parei. Meti mais fundo até sentir as bolas contraírem. Gozei jorrando dentro do cu dela, porra quente enchendo tudo, escorrendo pelas coxas quando eu tirei a pica. Ela virou, pegou minha pica ainda dura e limpou com a boca, chupando o resto de porra e o gosto do próprio cu.
- Delícia... o gosto da nossa sacanagem... agora vamos pra casa que a mamãe ainda quer mais... quero que você me foda a noite inteira... buceta, cu, boca... tudo seu.
Chegamos em casa e mal fechamos a porta. Ela tirou toda a roupa no corredor, ficou só de salto, peitos balançando, buceta pingando minha porra misturada com o gozo dela. Eu a joguei no sofá e enfiei a pica de novo na buceta molhada. Metemos mais duas vezes ali mesmo, ela gritando cada vez mais alto.
- Me fode mais... me arromba sua gostosa... enche a mamãe de porra de novo... eu sou sua vadia particular... desde pequeno você já era meu putinho... agora é pra valer...
Eu virei ela de lado, levantei uma perna e meti fundo, sentindo o grelinho roçar na minha pica a cada estocada. Ela gozou de novo, unhas cravadas no meu braço.
- Aiiiiiiiiiiiii caralhooooo... gozei de novo... você me fode tão bom... melhor que qualquer macho...
Depois fomos pro quarto dela, o mesmo quarto onde eu roubava o vibrador. Agora era eu que mandava. Coloquei ela de quatro na cama, enfiei na buceta enquanto enfiava dois dedos no cu. Ela rebolava desesperada.
- Dois buracos ao mesmo tempo... que puto safado... me enche os dois... goza de novo...
Eu meti até cansar. Gozei na buceta dessa vez, enchendo tanto que escorria pela coxa. Ela virou, abriu as pernas e me mostrou a buceta cheia de porra.
- Olha o que meu filho fez... agora lambe tudo... limpa a buceta da mamãe com a língua...
Eu obedeci, lambendo minha própria porra misturada com o mel dela, chupando o grelinho inchado até ela gozar na minha boca mais uma vez. A noite foi longa. Transamos no banheiro, debaixo do chuveiro, água quente escorrendo enquanto eu socava o cu dela contra a parede. Depois na cozinha, ela sentada na mesa, pernas abertas, eu de joelhos chupando e depois metendo de pé. Ela não parava de gemer.
- Me fode na mesa... arromba essa buceta vadia... eu quero ser sua puta todo dia... todo dia você vai me comer quando quiser...
No final, exaustos, deitamos na cama dela. Meu pau ainda semi-duro dentro da buceta dela, porra escorrendo devagar. Ela acariciava meu cabelo e sussurrava.
- Desde criança você sonhava com isso... agora é real... a mamãe é toda sua... buceta, cu, boca... tudo pra você usar quando quiser.
Eu sorri, sentindo o calor da buceta apertada em volta da pica. O dia que começou com umas fotos no Snap virou a foda mais intensa da minha vida. E eu sabia que ia repetir amanhã, depois de amanhã, sempre. Porque agora ela era minha vadia particular, minha gostosa, minha mãe puta que eu arrombava sem dó.

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Comentários


foto perfil usuario ricardosafado-

ricardosafado- Comentou em 16/03/2026

Que delícia filho sortudo

foto perfil usuario casualsomente

casualsomente Comentou em 16/03/2026

Impossível não ler 2 vzs q mãe maravilhosa

foto perfil usuario marcelo49

marcelo49 Comentou em 15/03/2026

Filho sortudo

foto perfil usuario casadinhobsb

casadinhobsb Comentou em 15/03/2026

Caralho q tesão de mãe. To com tesão nessa vadia




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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Sempre me masturbei pensando na minha mãe!

Codigo do conto:
256957

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
15/03/2026

Quant.de Votos:
6

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