Relação amistosa com minha irmã. Parte 5!



A manhã de domingo entrava leve pela janela do quarto, o sol batendo fraco nos lençóis bagunçados. Renato acordou cedo, o pau ainda meio duro só de lembrar da noite anterior, quando quase foram pegos no flagra pelo marido da irmã. Ele ouviu o carro saindo da garagem – o cunhado cantando baixo, roupa de futebol, chave balançando. Sorriu sozinho. Mandou uma mensagem rápida, Ana não respondeu e ele resolveu subir as escadas na ponta dos pés, o coração acelerado de tesão acumulado.
- Bom dia - disse ele ao chegar na porta e bater de leve.
Ana, ainda deitada de lado na cama, respondeu preguiçosa, pensando que era o marido voltando por algo esquecido.
-Bom dia.
Renato bateu devagar na porta, empurrou e entrou. Ana estava de costa, a camisola fina subindo na bunda, sem calcinha, a buceta raspadinha entreaberta de leve no colchão.
- Pode entrar amor.
Ele se aproximou silencioso, abraçou por trás forte, o corpo quente colando nas costas dela, o pau já inchando contra a bunda macia.
- Cadê que você não foi me acordar pela madrugada?
Ana levou um susto pequeno, deu uma risada baixa, virando o rosto.
- Que isso, não foi embora ainda?
- Você pediu pra eu dormir aqui ontem, queria que eu fosse embora na madrugada é?
- Kkkkk, óbvio que não, pois se fosse por mim, você nem iria.
Renato beijou o pescoço dela, cheirando fundo aquele perfume de sono misturado com o resto de porra seca da noite.
- Vi meu cunhadinho saindo com o carro, tava com roupa de jogar bola. Ele me disse pra eu cuidar bem de você enquanto ele não tiver em casa. Então, vim cuidar.
Ana riu mais, o corpo relaxando no abraço.
- Voces se encontraram?
- Sim sim, eu tava saindo do quarto enquanto ele passou cantarolando balançando a chave do carro, tava bem humorado aquele sacana.
- Kkkkkkkk, sacana por que?
- Ele tava feliz daquele jeito, deve ter comido minha irmãzinha antes de sair né?
- Não amado, é porque deixei ele ir jogar bola mesmo.
- Ah então a sacana é você.
- Kkkkkkk, só porque não fui te acordar?
Renato suspendeu a camisola devagar, as mãos quentes subindo pelas coxas, revelando que ela estava sem calcinha, a buceta inchada e ainda melada de leve da noite anterior.
- Também.
- É que não deu viu.
- Tudo bem amor, tem problema não.
Ele tirou a camisola de uma vez, deixando Ana toda peladinha na cama, os peitos firmes balançando, a bunda redonda exposta. Deu um tapa forte na nádega, o estalo ecoando no quarto quieto.
- Que isso Renato, já chega invadindo meu quarto. Fazendo isso.
Renato colou a boca no ouvido dela, voz rouca e baixa.
- Minha vontade é invadir você, daquele jeitinho.
Ana riu devagar, virou rápido e deu um susto nele, fingindo ouvir algo.
- Escutou esse barulho?
- Vish, será que o corninho voltou?
- Sai daqui, corre.
Renato saiu correndo pro corredor, o pau duro balançando dentro da cueca, coração na boca de verdade por um segundo. Voltou rindo, fechando a porta.
- Ele deixou o cachorro dentro de casa, aninha. Era só isso mesmo.
- AFFF, nem se assustou.
- Você que acha. Eu correndo de pau duro, se fosse ele, como eu ia explicar isso?
- Boa sorte pra arrumar uma desculpa boa.
- Pode deixar.
Ele pegou ela no colo sem esforço, jogou na cama de novo, o corpo nu dela quicando no colchão.
- Vai maninha, fica de 4 pro seu irmão, fica.
- Nada disso, não é festa aqui.
- Você vai me deixar nessa situação mesmo, olha como ta.
Renato tirou o pau pra fora da cueca, a pica grossa e longa latejando, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Enfiou um dedo grosso na buceta dela, mexendo devagar, sentindo o mel quente escorrer.
- Ninguém mandou e ainda vem me dar bom dia de cueca.
- Mas você tá molhada, mana. Você tá querendo. É que me empolguei.
- Saiiii, a gente precisa ir, tenho que te levar. Esqueceu?
- Vamos dá uma rapidinha antes de ir. Vamos? Prometo que te faço gozar logo e gozo logo também.
Deu selinhos na boca dela, a língua roçando leve enquanto falava.
- Re, para de ser provocador.
Renato socou o dedo mais fundo na buceta, mexendo rápido, enquanto mordia devagar a boquinha carnuda.
Ana caiu na provocação, o corpo traindo, a mão descendo e alisando o pau duro dele devagar, sentindo as veias pulsarem.
- Coisa rápida viu.
- Quero te comer de quatro. Fica de quatro pro seu macho e pede com jeitinho, vai.
Ana sorriu de canto, virou na cama e ficou de quatro, bunda empinada alta, buceta aberta brilhando de mel, cu piscando levemente.
Renato deu um tapa bem forte na bunda, a carne estalando vermelha na hora.
- Aiiiii caralho.
Ela passou a mão onde bateu, sentindo o ardor gostoso.
Renato cuspiu onde tinha batido, alisou devagar, depois bateu na outra nádega ainda mais forte, o som ecoando.
- Isso mesmo, deixa marca.
- Quem é a minha putinha, quem é?
- Tem que parar de ser tão safado assim.
- Se eu parar de ser safado, você vai ficar na saudade.
Começou a esfregar a cabeça grossa do pau na portinha da bucetinha, alisando bem na entrada, circulando o grelinho inchado.
- Eu falo porque sei que é impossível isso acontecer.
- Mas acredite, eu sou assim somente com você.
Encaixou a cabeça da pica devagar, empurrando centímetro por centímetro pra ela sentir cada veia invadindo.
- Mas se é verdade.
Ana gemeu mais solto, empurrando a bunda pra trás, engolindo mais.
Renato meteu só a metade, tirou e esfregou de novo, provocando.
Ana piscou a buceta, rindo de tesão puro.
- É uma putinha mesmo hein.
- Caralho, não consigo com você.
Deu um tapa bem no grelinho exposto, com ela ainda de quatro.
- Não consegue o que, mana?
- Puta que pariu, que tesão do caralho.
Bateu com a cabeça do pau no grelinho, depois esfregou forte, deslizando na entrada molhada.
Ana rebolou devagar, empinando mais.
É Renato provocava Ana batendo, esfregando forte a cabeça do pau no seu grelinho, fazendo deslizar na entrada.
Ela rebolou mais, gemendo manhosa.
Enquanto Ana rebolava, Renato bateu com a cabeça mais forte na entrada, ameaçando entrar.
- Mete nessa buceta mete.
Encaixou a cabeça da pica.
- Vai rebolando assim, com a cabeça enfiada vai.
Ana rebolou devagar só na cabeça, apertando.
- Aiiiii que delícia.
Renato sem resistir a tanta tentação, não aguentou mais, socou toda a pica de uma vez, entrando forte e rasgando a buceta gulosa de Ana até as bolas.
Ana soltou um gemido alto, ficou com a bunda parada enquanto Renato macetava.
Tirou e socou novamente, pegando ritmo devagar, tirando e metendo gostoso.
- Assim, assim devagar, tenha dó dessa buceta.
Parou com o pau todo enfiado e rebolou ele lá dentro, roçando nas paredes, fazendo ela sentir cada centímetro.
- Issooo bem devagarinho.
Enquanto mexia lá dentro, segurou a cintura e começou a socar cadenciado, acelerando até meter rápido e bruto.
Ana empinou mais, gemendo manhosa, o tom baixo pra não ecoar pela casa.
A pica entrava e saía freneticamente da buceta, enquanto Renato surrava a bunda com tapas fortes, a carne vermelha.
- Isso vai, bate e soca bem gostoso nessa buceta.
Bateu forte, bem forte e socou gostoso, rápido pra caralho.
- Arrombado essa bucetinha. Toma toma toma.
- Aiiiii que socada gostosa, nossaaa.
Socando sem parar, batendo na bunda.
- Quem é minha putinha, quem é!?
- Aiiii, sou eu.
Abriu a bunda com as mãos, o pau entrando e saindo rápido, depois cuspiu direto no cuzinho piscando.
- Que delíciaaa.
Parou com o pau todo socado na bucetinha e enfiou um dedo no cu apertado, girando e mexendo devagar.
Ana piscou a buceta, apertando o pau, sentindo o dedo no cu.
- Aiiii irmã, você fazendo isso acaba comigo.
Pau parado, sentindo a buceta contrair, socando o dedo no cu, entrando e saindo.
Ana desceu forte, jogando o quadril pra trás, rebolando no pau.
- Assim eu não aguento, sua putinha.
- Tá vendo como é bom provocar.
- Sua piranha, você vai ver o que vou fazer agora.
Segurou a cintura forte e meteu a pica estalando, socando fundo.
- Então a putinha ja quer gozar é?
- Porraaa, assim não.
Montou nela, o pau socando quase as bolas, metendo forte, forte e rápido.
Ana gemeu mais, deu uma estremecida no pau.
Enquanto tremia, Renato parou e bateu forte na bunda.
- Goza, goza gostoso putinha.
- Eu vou gooooozar, juro.
- Goza no pau do seu irmão, goza.
Rebolou o pau lá dentro, a cabeça roçando no útero.
Ana começou a gozar devagar, o corpo relaxando na cama, mel jorrando ao redor da pica.
Sentindo ela gozar, Renato segurou a bunda e socou mais rápido.
- Vou gozar, vou encher essa bucetinha de porra.
- Isso, goza bem gostoso vai.
Jorrou forte, jatos grossos enchendo a buceta até transbordar, porra escorrendo pelas coxas.
- Toma toma toma maninha.
Renato acabou gozando e relaxando, deitou sobre ela com o pau ainda socado fundo.
- Nossa maninha, que delícia viu. Você é foda demais. Gostosa.
- Você que fode demais. Não dá, eu não aguento e me acabo todinha.
- E você ainda fica de charminho quando venho te comer. Kkkkk.
- Eu só tento, mas é muito tentação.
- Você que é muita tentação, irmã. Não consigo me controlar.
- Pois tem que se controlar.
- Não dá. Se eu me controlar, você vai ficar sem minha pica kkk.
- Porra, então não se controla. Não tem o porquê.
- Pois é. É isso que eu vivo tentando te falar.
- Nossa, agora eu entendi super.
- Mas você fica se fazendo de difícil pro seu irmão.
- Não faço mais.
- Promete pra mim? Kkkkk.
- Prometer é difícil, ser difícil parece que te deixa com mais vontade. É o meu charme.
- Então seja muito mais difícil. Sua safadinha. Kkkkk.
Eles ficaram ali mais um tempo, pau ainda dentro, porra escorrendo, corpos suados colados, rindo baixo enquanto o sol subia. O cachorro latiu lá embaixo de novo, mas dessa vez era só brincadeira. O marido ia demorar horas na bola, e a buceta da Ana já latejava de novo só de pensar na próxima rapidinha antes de levar o irmão embora.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Relação amistosa com minha irmã. Parte 5!

Codigo do conto:
256961

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
15/03/2026

Quant.de Votos:
5

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