A manhã de domingo entrava leve pela janela do quarto, o sol batendo fraco nos lençóis bagunçados. Renato acordou cedo, o pau ainda meio duro só de lembrar da noite anterior, quando quase foram pegos no flagra pelo marido da irmã. Ele ouviu o carro saindo da garagem – o cunhado cantando baixo, roupa de futebol, chave balançando. Sorriu sozinho. Mandou uma mensagem rápida, Ana não respondeu e ele resolveu subir as escadas na ponta dos pés, o coração acelerado de tesão acumulado. - Bom dia - disse ele ao chegar na porta e bater de leve. Ana, ainda deitada de lado na cama, respondeu preguiçosa, pensando que era o marido voltando por algo esquecido. -Bom dia. Renato bateu devagar na porta, empurrou e entrou. Ana estava de costa, a camisola fina subindo na bunda, sem calcinha, a buceta raspadinha entreaberta de leve no colchão. - Pode entrar amor. Ele se aproximou silencioso, abraçou por trás forte, o corpo quente colando nas costas dela, o pau já inchando contra a bunda macia. - Cadê que você não foi me acordar pela madrugada? Ana levou um susto pequeno, deu uma risada baixa, virando o rosto. - Que isso, não foi embora ainda? - Você pediu pra eu dormir aqui ontem, queria que eu fosse embora na madrugada é? - Kkkkk, óbvio que não, pois se fosse por mim, você nem iria. Renato beijou o pescoço dela, cheirando fundo aquele perfume de sono misturado com o resto de porra seca da noite. - Vi meu cunhadinho saindo com o carro, tava com roupa de jogar bola. Ele me disse pra eu cuidar bem de você enquanto ele não tiver em casa. Então, vim cuidar. Ana riu mais, o corpo relaxando no abraço. - Voces se encontraram? - Sim sim, eu tava saindo do quarto enquanto ele passou cantarolando balançando a chave do carro, tava bem humorado aquele sacana. - Kkkkkkkk, sacana por que? - Ele tava feliz daquele jeito, deve ter comido minha irmãzinha antes de sair né? - Não amado, é porque deixei ele ir jogar bola mesmo. - Ah então a sacana é você. - Kkkkkkk, só porque não fui te acordar? Renato suspendeu a camisola devagar, as mãos quentes subindo pelas coxas, revelando que ela estava sem calcinha, a buceta inchada e ainda melada de leve da noite anterior. - Também. - É que não deu viu. - Tudo bem amor, tem problema não. Ele tirou a camisola de uma vez, deixando Ana toda peladinha na cama, os peitos firmes balançando, a bunda redonda exposta. Deu um tapa forte na nádega, o estalo ecoando no quarto quieto. - Que isso Renato, já chega invadindo meu quarto. Fazendo isso. Renato colou a boca no ouvido dela, voz rouca e baixa. - Minha vontade é invadir você, daquele jeitinho. Ana riu devagar, virou rápido e deu um susto nele, fingindo ouvir algo. - Escutou esse barulho? - Vish, será que o corninho voltou? - Sai daqui, corre. Renato saiu correndo pro corredor, o pau duro balançando dentro da cueca, coração na boca de verdade por um segundo. Voltou rindo, fechando a porta. - Ele deixou o cachorro dentro de casa, aninha. Era só isso mesmo. - AFFF, nem se assustou. - Você que acha. Eu correndo de pau duro, se fosse ele, como eu ia explicar isso? - Boa sorte pra arrumar uma desculpa boa. - Pode deixar. Ele pegou ela no colo sem esforço, jogou na cama de novo, o corpo nu dela quicando no colchão. - Vai maninha, fica de 4 pro seu irmão, fica. - Nada disso, não é festa aqui. - Você vai me deixar nessa situação mesmo, olha como ta. Renato tirou o pau pra fora da cueca, a pica grossa e longa latejando, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Enfiou um dedo grosso na buceta dela, mexendo devagar, sentindo o mel quente escorrer. - Ninguém mandou e ainda vem me dar bom dia de cueca. - Mas você tá molhada, mana. Você tá querendo. É que me empolguei. - Saiiii, a gente precisa ir, tenho que te levar. Esqueceu? - Vamos dá uma rapidinha antes de ir. Vamos? Prometo que te faço gozar logo e gozo logo também. Deu selinhos na boca dela, a língua roçando leve enquanto falava. - Re, para de ser provocador. Renato socou o dedo mais fundo na buceta, mexendo rápido, enquanto mordia devagar a boquinha carnuda. Ana caiu na provocação, o corpo traindo, a mão descendo e alisando o pau duro dele devagar, sentindo as veias pulsarem. - Coisa rápida viu. - Quero te comer de quatro. Fica de quatro pro seu macho e pede com jeitinho, vai. Ana sorriu de canto, virou na cama e ficou de quatro, bunda empinada alta, buceta aberta brilhando de mel, cu piscando levemente. Renato deu um tapa bem forte na bunda, a carne estalando vermelha na hora. - Aiiiii caralho. Ela passou a mão onde bateu, sentindo o ardor gostoso. Renato cuspiu onde tinha batido, alisou devagar, depois bateu na outra nádega ainda mais forte, o som ecoando. - Isso mesmo, deixa marca. - Quem é a minha putinha, quem é? - Tem que parar de ser tão safado assim. - Se eu parar de ser safado, você vai ficar na saudade. Começou a esfregar a cabeça grossa do pau na portinha da bucetinha, alisando bem na entrada, circulando o grelinho inchado. - Eu falo porque sei que é impossível isso acontecer. - Mas acredite, eu sou assim somente com você. Encaixou a cabeça da pica devagar, empurrando centímetro por centímetro pra ela sentir cada veia invadindo. - Mas se é verdade. Ana gemeu mais solto, empurrando a bunda pra trás, engolindo mais. Renato meteu só a metade, tirou e esfregou de novo, provocando. Ana piscou a buceta, rindo de tesão puro. - É uma putinha mesmo hein. - Caralho, não consigo com você. Deu um tapa bem no grelinho exposto, com ela ainda de quatro. - Não consegue o que, mana? - Puta que pariu, que tesão do caralho. Bateu com a cabeça do pau no grelinho, depois esfregou forte, deslizando na entrada molhada. Ana rebolou devagar, empinando mais. É Renato provocava Ana batendo, esfregando forte a cabeça do pau no seu grelinho, fazendo deslizar na entrada. Ela rebolou mais, gemendo manhosa. Enquanto Ana rebolava, Renato bateu com a cabeça mais forte na entrada, ameaçando entrar. - Mete nessa buceta mete. Encaixou a cabeça da pica. - Vai rebolando assim, com a cabeça enfiada vai. Ana rebolou devagar só na cabeça, apertando. - Aiiiii que delícia. Renato sem resistir a tanta tentação, não aguentou mais, socou toda a pica de uma vez, entrando forte e rasgando a buceta gulosa de Ana até as bolas. Ana soltou um gemido alto, ficou com a bunda parada enquanto Renato macetava. Tirou e socou novamente, pegando ritmo devagar, tirando e metendo gostoso. - Assim, assim devagar, tenha dó dessa buceta. Parou com o pau todo enfiado e rebolou ele lá dentro, roçando nas paredes, fazendo ela sentir cada centímetro. - Issooo bem devagarinho. Enquanto mexia lá dentro, segurou a cintura e começou a socar cadenciado, acelerando até meter rápido e bruto. Ana empinou mais, gemendo manhosa, o tom baixo pra não ecoar pela casa. A pica entrava e saía freneticamente da buceta, enquanto Renato surrava a bunda com tapas fortes, a carne vermelha. - Isso vai, bate e soca bem gostoso nessa buceta. Bateu forte, bem forte e socou gostoso, rápido pra caralho. - Arrombado essa bucetinha. Toma toma toma. - Aiiiii que socada gostosa, nossaaa. Socando sem parar, batendo na bunda. - Quem é minha putinha, quem é!? - Aiiii, sou eu. Abriu a bunda com as mãos, o pau entrando e saindo rápido, depois cuspiu direto no cuzinho piscando. - Que delíciaaa. Parou com o pau todo socado na bucetinha e enfiou um dedo no cu apertado, girando e mexendo devagar. Ana piscou a buceta, apertando o pau, sentindo o dedo no cu. - Aiiii irmã, você fazendo isso acaba comigo. Pau parado, sentindo a buceta contrair, socando o dedo no cu, entrando e saindo. Ana desceu forte, jogando o quadril pra trás, rebolando no pau. - Assim eu não aguento, sua putinha. - Tá vendo como é bom provocar. - Sua piranha, você vai ver o que vou fazer agora. Segurou a cintura forte e meteu a pica estalando, socando fundo. - Então a putinha ja quer gozar é? - Porraaa, assim não. Montou nela, o pau socando quase as bolas, metendo forte, forte e rápido. Ana gemeu mais, deu uma estremecida no pau. Enquanto tremia, Renato parou e bateu forte na bunda. - Goza, goza gostoso putinha. - Eu vou gooooozar, juro. - Goza no pau do seu irmão, goza. Rebolou o pau lá dentro, a cabeça roçando no útero. Ana começou a gozar devagar, o corpo relaxando na cama, mel jorrando ao redor da pica. Sentindo ela gozar, Renato segurou a bunda e socou mais rápido. - Vou gozar, vou encher essa bucetinha de porra. - Isso, goza bem gostoso vai. Jorrou forte, jatos grossos enchendo a buceta até transbordar, porra escorrendo pelas coxas. - Toma toma toma maninha. Renato acabou gozando e relaxando, deitou sobre ela com o pau ainda socado fundo. - Nossa maninha, que delícia viu. Você é foda demais. Gostosa. - Você que fode demais. Não dá, eu não aguento e me acabo todinha. - E você ainda fica de charminho quando venho te comer. Kkkkk. - Eu só tento, mas é muito tentação. - Você que é muita tentação, irmã. Não consigo me controlar. - Pois tem que se controlar. - Não dá. Se eu me controlar, você vai ficar sem minha pica kkk. - Porra, então não se controla. Não tem o porquê. - Pois é. É isso que eu vivo tentando te falar. - Nossa, agora eu entendi super. - Mas você fica se fazendo de difícil pro seu irmão. - Não faço mais. - Promete pra mim? Kkkkk. - Prometer é difícil, ser difícil parece que te deixa com mais vontade. É o meu charme. - Então seja muito mais difícil. Sua safadinha. Kkkkk. Eles ficaram ali mais um tempo, pau ainda dentro, porra escorrendo, corpos suados colados, rindo baixo enquanto o sol subia. O cachorro latiu lá embaixo de novo, mas dessa vez era só brincadeira. O marido ia demorar horas na bola, e a buceta da Ana já latejava de novo só de pensar na próxima rapidinha antes de levar o irmão embora.
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