Meu padastro me bolinando até eu não aguentar mais!

Meu nome é Larissa e o que vou contar aconteceu no verão passado e a estrada parecia não ter fim. O carro estava lotado com nós quatro: eu no banco de trás enrolada no meu cobertor fino, minha mãe dirigindo, meu irmão no passageiro como sempre e meu padrasto ali do meu lado porque não tinha outro lugar. O ar-condicionado mal dava conta do calor que entrava pelas janelas abertas e eu tinha vestido só aqueles shorts de pijama bem folgados que mal cobriam a bunda e um top cropped minúsculo que deixava minha barriga toda de fora. Sem sutiã, sem nada. O tecido era leve e eu sentia o suor escorrendo entre as coxas enquanto o carro balançava devagar na estrada de terra. Eu estava inquieta, com aquele fogo subindo sem motivo aparente, então peguei o celular baixinho e abri um pornô daqueles de dedo bem molhado sem colocar som nenhum. A tela mostrava uma buceta inchada sendo dedada devagar e eu já sentia minha calcinha ficando úmida só de olhar.
Meu padrasto virou o rosto de leve e viu a tela. Ele deu aquele sorrisinho safado de canto de boca e se aproximou um pouco mais fingindo que só ia ajeitar o cinto. O cheiro dele misturado com o calor do carro me deixou ainda mais molhada. Ele sussurrou baixinho — Tira essa calcinha vadia e cobre tudo com o cobertor. Ninguém vai perceber. Eu obedeci rapidinho, o coração batendo forte, puxei a calcinha pelos joelhos e escondi tudo debaixo do cobertor fino. A mão dele subiu devagar pelas minhas coxas quentes e suadas, os dedos grossos roçando a pele até chegar na minha buceta já encharcada. Ele começou a esfregar meu grelinho inchado em círculos lentos, bem devagar pra não fazer barulho, mas o tesão era tanto que eu sentia minha buceta piscando pedindo mais.
Eu mordia o lábio inferior com força pra não gemer alto, mas por dentro eu estava explodindo. Os dedos dele pressionavam o grelinho com precisão, depois deslizavam pra dentro da minha buceta apertada, um dedo, depois dois, entrando e saindo bem devagar enquanto o carro seguia em frente. O barulhinho molhado ficava abafado pelo cobertor e pelo som do motor. Eu sentia o dedo dele curvando lá dentro tocando aquele ponto que me fazia ver estrelas. Meu corpo tremia inteiro e eu apertava as coxas em volta da mão dele sem querer soltar. Ele aumentou o ritmo só um pouquinho, o polegar ainda rodando meu grelinho inchado e eu já estava quase gozando. Aiii caralho, que delícia, eu pensava, mas não podia falar alto. Ele sentiu que eu estava perto e enfiou os dois dedos mais fundo, girando devagar, e eu gozei ali mesmo, mordendo o travesseiro, a buceta contraindo forte em volta dos dedos dele, molhando tudo.
A viagem continuou assim por mais umas duas horas, ele não parava, tirava os dedos molhados e voltava a esfregar o grelinho, depois enfiava de novo, às vezes roçando o cu de leve com o mindinho só pra me provocar. Eu estava uma bagunça, shorts empurrados pra baixo, buceta vermelha e inchada, o cobertor todo úmido. Quando finalmente chegamos na casa de campo, eu mal conseguia andar direito de tanto tesão acumulado. A casa era simples, quartos arejados, cama grande no quarto principal. Minha mãe e meu irmão desceram correndo pra comprar comida na cidadezinha ali perto e disseram que demoravam uns quarenta minutos. Assim que o carro deles sumiu na estrada meu padrasto me olhou com aqueles olhos famintos e não perdeu tempo.
Ele me pegou no colo como se eu não pesasse nada, me carregou direto pro quarto e me jogou na cama de casal. Tirou meus shorts e o top num segundo, me deixou completamente pelada. — Abre essas pernas gostosa, deixa eu ver essa buceta vermelha que eu dedei o caminho todo. Eu abri, ainda molhada, o grelinho latejando. Ele se ajoelhou entre minhas coxas, abaixou a cabeça e começou a chupar meu clitóris com fome, a língua quente e molhada rodando sem parar, sugando forte. Eu arqueei as costas e soltei o primeiro grito escandaloso — Aiiiiiii que delícia seu puto gostoso, chupa forte e gostosoo minha bucetinha, vai! Ele não parava, enfiava a língua lá dentro, lambia tudo, chupava meu grelinho até eu tremer, depois voltava a sugar. Minha buceta ficava cada vez mais vermelha e inchada, os sucos escorrendo pela bunda dele. Eu segurava a cabeça dele com as duas mãos e empurrava contra mim, gritando — Me lambe mais fundo caralho, me arromba com essa língua gostosa!
Ele levantou só pra tirar a calça, a pica dele estava dura pra caralho, grossa, veias saltadas, cabeça brilhando de pré-gozo. Eu me ajoelhei rapidinho e enfiei na boca, chupando com vontade, engolindo fundo até bater na garganta. O gosto salgado dele me deixava louca. Eu babava tudo, subia e descia a cabeça rápido, mão massageando as bolas pesadas. Ele gemia rouco — Isso vadia, chupa a pica do teu padrasto, engole tudo sua putinha safada. Eu acelerava, engasgava, saliva escorrendo pelo queixo, e ele segurava meu cabelo pra foder minha boca mais fundo. Depois ele me virou de quatro na cama, abriu minha bunda com as duas mãos e enfiou a língua no meu cu, lambendo devagar enquanto os dedos voltavam pra buceta. Eu gritava sem controle — Aaaaaah me come seu gostoso, enfia essa língua no meu cu, faz de mim uma vagabunda!
Ele não aguentou mais. Levantou, posicionou a pica grossa na entrada da minha buceta encharcada e empurrou tudo de uma vez. Eu senti ele me abrindo inteira, a pica entrando fundo, esticando as paredes. — Aiiiiiii me fode seu puto, me arromba essa buceta toda! Ele começou a meter forte, o som molhado ecoando no quarto, a cama rangendo. Cada estocada fazia meus peitos balançarem e eu gritava mais alto — Isso gostoso, mete fundo, rasga minha buceta de mulher vadia! Ele segurava minha cintura e socava sem parar, a pica batendo lá no fundo, as bolas batendo na minha bunda. Eu gozei de novo, a buceta apertando ele forte, jorrando suco na cama. Ele não parou, virou me de lado, levantou minha perna e continuou metendo, agora mais devagar mas fundo, roçando meu grelinho com a mão. — Goza pra mim outra vez sua gostosa, deixa essa buceta esguichar no meu pau.
Eu estava delirando de tesão, suor misturado, o quarto cheirando a sexo puro. Ele me virou de novo, me colocou de frente, enfiou a pica de novo e começou a meter rápido, boca colada na minha orelha sussurrando — Você é minha vadia agora, essa buceta é só minha. Eu gritava entre gemidos — Me enche de porra seu puto gostoso, me fode até eu não aguentar mais! Ele acelerou, o corpo batendo contra o meu, e eu gozei pela terceira vez, pernas tremendo, buceta pulsando em volta da pica dele. Ele gemeu alto e gozou dentro de mim, jatos quentes enchendo tudo, escorrendo pelas coxas quando ele tirou devagar. Nós ficamos ali ofegantes, ele ainda com a pica meio dura dentro de mim, me beijando o pescoço e dizendo baixinho — Da próxima vez eu vou te foder o dia todo sua vagabunda safada.
A gente se limpou rapidinho antes de minha mãe e meu irmão voltarem, mas o tesão ficou no ar. Eu ainda sentia a buceta latejando, a porra dele escorrendo devagar pela minha perna enquanto eu fingia que nada tinha acontecido. Desde aquele dia eu não paro de pensar em repetir, em deixar ele me comer de novo no carro, na cama, onde quiser. O verão passou mas o fogo ficou. E agora toda vez que entro num carro com cobertor eu já fico molhada só de lembrar daqueles dedos grossos e daquela pica que me arrombou tão gostoso.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meu padastro me bolinando até eu não aguentar mais!

Codigo do conto:
257024

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
16/03/2026

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