Matheus acordou com o pau já latejando só de lembrar da noite anterior, quando mais uma vez espiou as irmãs tomando banho e trocando de roupa. Tinha 25 anos e o tesão pelas irmãs não diminuía nunca, desde os tempos de moleque quando via Rayanne pelada saindo do banho ou Janaína trocando de roupa sem fechar a porta direito. Rayanne, a de 27, com aquele corpão de atleta que jogava futebol e vôlei – peitos tamanho D balançando pesados, bunda redonda e empinada que parecia feita pra levar tapa. Janaína, 32, mais delicada como ele, peitos B ou C firmes, corpo magrinho mas com uma bucetinha que ele imaginava apertada pra caralho. As duas tinham marido, filhos, vida arrumada, mas pra ele eram só duas putas gostosas que ele queria comer até não aguentar mais. A família toda tinha ido pra casa de praia no feriado, maridos viajando a trabalho, crianças com a avó. Sobrou só os três na casa grande. Matheus sentia o cheiro das irmãs no ar o dia inteiro – perfume misturado com suor de praia. À noite, depois de umas cervejas, Rayanne apareceu na sala de shortinho curto e regata fina, os mamilos marcando o tecido. - Ei, Matheus, tá me olhando assim por quê? Tá com cara de quem quer morder alguma coisa – disse ela rindo, mas com aquele olhar que sabia demais. Ele engoliu seco, a pica já inchando dentro da bermuda. - Nada não, mana. Só pensando que você tá mais gostosa que nunca. Esse corpo de atleta ainda tá firme pra porra. Janaína chegou logo depois, de camisola leve, cabelo solto, peitinhos aparecendo no decote. - Vocês dois aí fofocando? Eu ouvi “gostosa”. Rayanne, para de provocar o menino. Ele já é grandinho, mas ainda é nosso irmãozinho. Matheus não aguentou. O desejo de mais de dez anos explodiu. - Irmãozinho uma ova, Janaína. Eu vi vocês duas peladas um monte de vezes. Lembra quando Rayanne saía nua do banho e eu ficava espiando aquela bunda grande? E você, Janaína, trocando de calcinha na frente do espelho, bucetinha lisinha aparecendo. Eu sou louco pra comer vocês. As duas. Hoje. Agora. O silêncio caiu pesado. Rayanne mordeu o lábio, olhos brilhando. - Caralho, Matheus… você tá falando sério? Eu tenho marido, filho… mas porra, faz tempo que não sinto uma pica de verdade. Meu marido é molenga. Janaína corou, mas não saiu. Passou a mão na coxa. - Eu também… meu cu ainda tá virgem, marido nunca quis. Mas ver você falando assim… minha buceta já tá molhando, irmão. Tá louco pra comer a gente mesmo? Matheus puxou Rayanne primeiro, mão grande apertando um daqueles peitos D por cima da regata. - Louco pra caralho. Vou comer vocês duas até gozarem gritando meu nome. Ele arrancou a regata dela. Os peitos saltaram, pesados, mamilos marrons duros. Chupou um com força, sugando como se quisesse tirar leite, enquanto a mão descia pro shortinho e enfiava dois dedos direto na buceta quente e molhada. - Ai, porra, Matheus… que dedo grosso… mete mais fundo, vai – gemeu Rayanne, abrindo as pernas. Janaína assistia, mão dentro da própria camisola, dedando o grelinho. - Deixa eu ver essa pica, irmão. Quero chupar. Matheus tirou a bermuda. A pica pulou pra fora, 20 cm grossa, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. - Olha aqui, manas. Essa pica é pra vocês duas hoje. Janaína caiu de joelhos primeiro, delicada como era. Abocanhou a cabeça, língua girando no freio. - Hmmm… que pica gostosa, irmão… grossa pra caralho. Vou engolir até o fundo. Rayanne se juntou, lambendo a base, chupando as bolas pesadas. - Caralho, irmão, que cheiro bom de macho. Chupa junto, Janaína, vamos deixar ele louco. As duas irmãs chupavam em dupla, línguas se tocando na pica, babando tudo. Matheus segurava as cabeças, fudendo a boca de Rayanne fundo. - Isso, Rayanne, engole essa pica, sua puta gostosa. Janaína, lambe meu cu agora. Janaína obedeceu, língua quente invadindo o cu dele enquanto Rayanne engolia até a garganta. Ele não aguentou muito. Puxou as duas pro sofá. - Tira tudo. Quero ver essas bucetas. Rayanne tirou o shortinho. Buceta raspadinha, lábios grossos inchados, molhada brilhando. Bunda enorme empinada. - Olha aqui, irmão. Essa buceta tá babando por você há anos. Janaína tirou a camisola. Corpo delicado, peitinhos empinados, bucetinha pequena de lábios finos, grelinho protuberante. - A minha é mais apertadinha, Matheus. Come com calma primeiro. Ele deitou Rayanne de lado, levantou uma perna e meteu a pica inteira de uma vez na buceta quente. - Porraaa… que buceta gulosa, mana. Tá apertando meu pau todo. Começou a foder forte, bolas batendo na bunda, mão dando tapa na carne farta. - Ai, caralho, mete fundo, irmão! Rasga minha buceta! Mais rápido, vai, me fode como uma vadia – gritava Rayanne, peitos balançando. Janaína sentou na cara dele, bucetinha molhada esfregando na boca. - Chupa meu grelinho, Matheus… lambe minha buceta enquanto fode ela. Ahhh… sua língua é quente pra porra. Ele chupava o grelinho dela com força, sugando, mordendo leve, enquanto metia sem parar na buceta da Rayanne. O barulho de carne molhada enchendo a sala. - Vocês duas são minhas putas agora. Buceta da Rayanne tá espremendo minha pica, Janaína tá gozando na minha boca. Rayanne gozou primeiro, jorrando squirt na pica dele. - Tô gozando, irmão! Porra, que pica boa! Continua metendo! Matheus virou Janaína de quatro no sofá, bunda pequena empinada. Cuspiu no cu dela e enfiou a pica na bucetinha apertada devagar. - Que buceta virgem de irmão, caralho. Tá me apertando inteiro. Fodeu devagar primeiro, depois acelerou, mão no cabelo dela puxando. - Mete mais, Matheus! Destrói minha bucetinha! Quero sentir você gozando dentro – pedia Janaína, voz fina de tesão. Rayanne, ainda ofegante, se ajoelhou atrás dele e começou a lamber o cu do irmão enquanto ele fodia Janaína. - Deixa eu chupar esse cu gostoso enquanto você come ela. Vai, irmão, goza na buceta da Janaína. Ele sentiu o cu sendo lambido e a buceta apertando. Gozou forte, enchendo a buceta da Janaína de porra quente. - Toma, mana… tô gozando tudo dentro de você… porraaa! Mas não parou. Puxou a pica ainda dura, virou Rayanne de bruços e mirou no cu grande e redondo. - Agora vou comer esse cu que eu sonhei a vida toda. Cuspiu bastante, enfiou devagar. O cu de Rayanne abriu engolindo a pica grossa. - Aiiii, caralho… que cu apertado e quente! Tá me rasgando gostoso, irmão! Fodeu o cu dela com força, tapa atrás de tapa na bunda farta, enquanto Janaína chupava os peitos da irmã. - Chupa meus peitos, Janaína… e deda minha buceta enquanto ele fode meu cu. Janaína obedeceu, dedos enfiados na buceta da irmã, língua nos mamilos. Matheus trocava de buraco agora. Tirava do cu da Rayanne e metia na buceta da Janaína, depois voltava. As duas gemendo juntas. - Irmão, você tá fudendo nós duas ao mesmo tempo… que delícia… nunca mais quero outro pau – dizia Rayanne. - Goza de novo em mim, Matheus… enche meu cu também – implorava Janaína. Ele fodeu mais uma hora, posições variadas: Rayanne cavalgando na pica enquanto Janaína sentava na cara dele; as duas de quatro lado a lado, ele alternando buceta e cu; chupando os dois grelinhos ao mesmo tempo enquanto elas se beijavam. No final, deitou as duas de lado, uma de frente pra outra, e meteu na buceta da Rayanne enquanto enfiava dois dedos no cu da Janaína. - Gozem juntas pra mim, manas. As duas gozaram gritando, corpos tremendo. - Tô gozando de novo, irmão! Sua pica é tão viciante! – berrou Rayanne. - Eu também… porra, que tesão… te amo, irmão safado – gemeu Janaína. Matheus gozou pela terceira vez, borrando porra nos peitos das duas, na cara, na buceta. - Vocês são minhas agora. Sempre que quiser, vou comer essas bucetas e esses cus. Entenderam? - Sim, irmão… somos suas putas – responderam as duas juntas, lambendo a porra uma da outra. A noite virou madrugada. Matheus fodeu mais duas rodadas: uma só com Rayanne no chuveiro, pica no cu dela enquanto água caía; outra com Janaína na cama, comendo devagarinho, sussurrando sacanagens no ouvido. - Sua bucetinha delicada é perfeita pra meu pau, Janaína. Vou te engravidar de irmão um dia. - Faz, Matheus… enche meu útero de porra. Rayanne assistia, dedando o próprio cu. - Depois é minha vez de novo. Quero levar porra no cu e na boca ao mesmo tempo. O dia nasceu e os três ainda transavam. Matheus realizou o sonho de mais de uma década. As irmãs, mesmo com maridos e filhos, viraram viciadas na pica dele. Todo feriado na praia repetia a mesma putaria – bucetas molhadas, cus arrombados, porra escorrendo, gemidos altos e diálogos sujos o tempo todo. - Vem, irmão, come minha buceta de novo – pedia Rayanne. - E a minha também, mete fundo – completava Janaína. Matheus sorria, pica dura de novo. - Vocês duas são minhas putas favoritas. Pra sempre. E assim continuou, tesão proibido virando realidade crua e gostosa, sem parar nunca mais.
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