Ajudando meu pai!

Ano passado meu pai tava naquele namoro chato pra cacete. Toda noite ele chegava em casa bufando, jogava a chave na mesa e começava a reclamar da fulana. - Porra, filha, ela é uma chata de galocha, fica cobrando tudo, mas eu aguento porque... sabe como é. Eu olhava pra ele, via aquele homem forte ainda, corpo malhado de tanto academia, e sentia uma coisa estranha no peito. Um dia eu parei e perguntei direto: - Pai, por que você não larga essa merda então? Ele coçou a cabeça, meio sem graça, e respondeu baixo: - Porque eu preciso dela pra foder de vez em quando, filha. Só isso. Meu pau fica louco, eu não aguento mais bater punheta todo dia. Fiquei quieta uns segundos, o coração batendo forte, e soltei: - Não vale a pena passar por isso só pra meter, né? Ele riu nervoso: - Mas eu preciso gozar pelo menos umas vezes por mês, senão eu fico doido. Eu respirei fundo, senti um calor subindo pela buceta só de imaginar, e falei hesitante: - Então arruma uma forma mais fácil de transar, pai. Ele levantou a sobrancelha: - Tipo o quê? Eu engoli seco e soltei: - Você pode contratar uma puta ou... até mesmo eu. Ele ficou branco na hora. - Tá falando sério, filha? Eu sorri, já molhada só de dizer: - Tô sim. Não é grande coisa. É só sexo. Ele passou a mão no rosto, respirou fundo e disse: - Deixa eu pensar nisso direito. A gente seguiu o dia normal, mas eu sentia o olhar dele diferente, mais pesado, como se estivesse medindo meu corpo inteiro.
À noite, já deitada, meu celular vibrou. Era ele: “Ainda tá valendo aquela oferta, filha? Se você ainda quiser...” Meu coração disparou. Respondi rápido: “Sim, claro :)”. Dois minutos depois veio outra: “Vem pro meu quarto então. Agora”. Eu tava nervosa pra porra. As mãos tremendo, a buceta já latejando só de imaginar a pica dele dentro de mim. Respirei fundo umas dez vezes, levantei, fui até a porta dele e bati baixinho. - Entra, filha. Entrei. Ele tava só de cueca boxer, deitado na cama king size, o pau já marcando volume grosso por baixo do tecido. Sentei na beira da cama, sem graça, pernas cruzadas. Ele deu um tapinha no colchão ao lado: - Deita aqui comigo. Eu obedeci. Ele virou de lado, a mão grande subindo pela minha coxa devagar. - Me diz o que você tá confortável em fazer, filha. Eu olhei nos olhos dele e falei direto: - Qualquer coisa, pai. Pode fazer o que quiser comigo. Ele sorriu safado pela primeira vez. - Então tira esse shortinho pra mim. Eu levantei o quadril, tirei o short e a calcinha de uma vez, ficando só com a camiseta larga. Minha buceta já tava inchada, grelinho duro aparecendo, os lábios brilhando de tesão. Ele pegou o frasco de lubrificante na mesinha, abriu e despejou um jato frio bem no meu grelo e na entrada da buceta. Eu gemi baixinho. Ele subiu em cima de mim, tirou a cueca e eu vi a pica dele pela primeira vez de perto: grossa, veias saltadas, cabeça rosada e babando pré-gozo, uns 20 centímetros fácil. - Caralho, pai... que pica enorme. Ele esfregou a cabeça na minha buceta, misturando o lubrificante com minha meladinha. - Tá pronta, filha? Eu assenti. Ele empurrou devagar. A cabeça abriu meus lábios e entrou com um ploc molhado. Eu senti cada centímetro rasgando minha buceta apertada, queimando gostoso. - Ai, pai... tá me abrindo toda... Ele grunhiu: - Porra, filha, sua buceta é tão quente e apertada... parece que tá me chupando. Ele começou a meter devagar no começo, fundo, saindo quase tudo e enfiando de novo. O barulho era obsceno: ploc ploc ploc molhado, minhas tetas balançando por baixo da camiseta. Eu agarrava as costas dele, unhas cravando. - Mais rápido, pai... mete mais forte na minha buceta. Ele acelerou, o saco batendo no meu cu, a cama rangendo. Eu tava gemendo alto: - Ahhh... sua pica tá batendo no meu fundo... tá me fodendo tão gostoso... Depois de uns minutos eu parei ele com a mão no peito, ofegante. - Pai... você não vai usar camisinha? Eu não tomo anticoncepcional... Ele parou a pica ainda dentro de mim, latejando, e falou rouco: - Não tenho camisinha em casa, filha. Quer parar? Eu balancei a cabeça. - Não... só não goza dentro, tá? Ele sorriu: - Então me faz gozar com essa boquinha safada. Eu empurrei ele de lado, ele deitou de costas e eu desci. Peguei aquela pica toda melada da minha buceta e enfiei na boca de uma vez. O gosto era salgado, misturado com meu mel e o lubrificante. Chupei com fome, língua girando no grelinho da cabeça, mão masturbando a base grossa. - Isso, filha... chupa o pau do papai... engole até o fundo. Eu forcei, engasguei, mas engoli até o saco bater no meu queixo. Babava tudo, cuspe escorrendo pelo queixo. Ele segurou minha cabeça e fodeu minha boca uns minutos. - Tô gozando, filha... toma toda a porra! Ele explodiu na minha garganta, jatos quentes e grossos. Eu engoli tudo, nem uma gota escapou, lambendo até limpar a pica toda. Depois a gente ficou ali, suados, respirando pesado. Ele beijou minha testa: - Isso foi foda, filha. Obrigado.
Mas não parou aí. Desde aquela noite a gente virou viciado. No dia seguinte ele me chamou de novo depois do jantar. - Vem cá, filha, o papai tá com o pau duro de novo só de lembrar sua buceta. Eu fui pro quarto dele já sem calcinha por baixo do vestido. Ele me jogou na cama de quatro, levantou o vestido e meteu direto, sem lubrificante dessa vez porque eu já tava encharcada. - Olha esse cu empinado... que delícia. A pica entrou escorregando, batendo fundo. Eu gemia: - Mete, pai... rasga minha buceta... Ele deu tapas na minha bunda enquanto socava: - Toma, sua putinha... a buceta da minha filha é só pra mim agora. Eu gozei primeiro, jorrando mel na pica dele, pernas tremendo. Depois ele puxou, virou eu de frente e mandou: - Chupa de novo até eu encher sua boca. Eu chupei gostoso, engolindo mais uma carga grossa. E assim foi todo mês, toda semana. Às vezes de manhã, antes dele ir pro trabalho: eu acordava com a pica dele esfregando na minha buceta por trás, ele entrava devagar e me fodia de conchinha enquanto eu gemia baixinho pra não acordar os vizinhos. - Shhh, filha... deixa o papai gozar rapidinho na sua boca. Eu virava e engolia tudo antes dele tomar banho.
Com o tempo a gente foi ousando mais. Um dia ele me chamou pro banho junto. Debaixo da água quente ele me encostou na parede, levantou minha perna e meteu de frente, a água escorrendo pela pica entrando e saindo da minha buceta. - Caralho, filha, olha como sua buceta aperta... Eu agarrava o pescoço dele: - Fode meu grelo também, pai... esfrega. Ele enfiava a mão e beliscava meu grelinho inchado enquanto socava. Eu gozei gritando, a buceta esguichando. Depois ele me fez ajoelhar no boxe e fodeu minha boca até gozar na minha língua, a porra misturada com água quente.
Outra noite ele quis explorar meu cu. Passou lubrificante bastante, enfiou um dedo primeiro, depois dois, abrindo meu cuzinho apertado. - Tá gostando, filha? Eu gemia: - Sim, pai... enfia a pica no meu cu também. Ele colocou a cabeça devagar, doeu no começo mas virou prazer louco. Metia devagarinho no cu enquanto a mão brincava no meu grelinho. - Porra, seu cu é mais apertado que a buceta... Eu gozei duas vezes só com ele no cu, e ele encheu minha boca depois como sempre.
Faz mais de um ano que a gente transa assim. Toda vez que ele chega em casa eu já sei: se ele me olha daquele jeito eu vou pro quarto dele, tiro a roupa e ofereço minha buceta, minha boca, meu cu. Ele me fode em todas as posições, me chama de putinha dele, de filha safada, e eu adoro. - Você é minha putinha particular agora, filha. Nunca mais vou precisar de outra mulher. Eu respondo sempre: - Pode me comer quando quiser, pai. Minha buceta, minha boca, meu cu são seus. E toda vez termino engolindo a porra dele, lambendo até a última gota.
Às vezes eu fico pensando no quanto isso é errado, mas quando sinto aquela pica grossa abrindo minha buceta de novo, todo o resto some. Eu gozo mais forte que nunca, meu corpo inteiro treme, e eu quero mais. Ele me enche de porra na boca quase todo dia agora, e eu engulo sorrindo. Se ele quiser foder o dia inteiro, eu deixo. Porque eu deixei meu pai me comer... e nunca mais quero parar.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Ajudando meu pai!

Codigo do conto:
257208

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
18/03/2026

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