Sendo judiada pelo papai!

Eu tenho 22 anos e moro ainda na casa dos meus pais porque a faculdade é perto e a grana tá curta. Meu corpo já é de mulher há tempo, seios cheios, bunda redonda, coxas grossas que chamam atenção na rua. Mas o problema não é a rua. O problema é ele. Meu pai. Desde que eu comecei a usar roupa mais colada e shorts curtos em casa, eu pego ele olhando. Não é olhar de pai normal. É olhar de homem que tá com a pica apertada dentro da calça. Ele disfarça rápido, mas eu vejo. E ontem... ontem ele passou do limite e eu não consigo parar de pensar nisso.
Era fim de tarde, eu tava na cozinha pegando um copo d’água só de shortinho jeans e camiseta fina sem sutiã. Ele veio por trás pra pegar uma cerveja na geladeira e, quando eu me abaixei um pouco, ele deu um tapa brincalhão na minha bunda. Mas não foi brincalhão coisa nenhuma. A mão dele ficou ali um segundo a mais, apertando a carne, e quando eu me virei o olhar dele tava cravado nos meus mamilos marcando na camiseta. - Porra, filha, você tá crescendo demais... – ele disse baixinho, com a voz rouca, e sorriu de um jeito que fez minha buceta latejar na hora.
Eu ri, fingi que era normal, mas quando subi pro meu quarto meu coração tava disparado. À noite, sozinha na cama, eu não aguentei. Tirei o short, abri as pernas e comecei a me tocar pensando naquele tapa. Meu dedo deslizou fácil porque eu já tava encharcada. Eu imaginava a mão dele descendo mais, enfiando entre minhas coxas, abrindo minha buceta molhada. - Ah, pai... me dá esse tapa de novo... – eu gemia baixinho enquanto esfregava o grelinho inchado. O clitóris tava duro, pulsando, e eu metia dois dedos fundo, imaginando que era a pica dele grossa me arrombando. Gozei tão forte que molhei o lençol, tremendo, mordendo o travesseiro pra não gritar o nome dele.
Desde então não consigo mais. Qualquer coisa que ele faz me deixa molhada. Hoje de manhã ele tava no sofá de regata, braço tatuado pra fora, e eu passei por ele de propósito roçando a bunda na perna dele. Ele não disse nada, mas eu vi o volume na calça crescer. Eu tô louca. Eu quero que ele me coma. Quero sentir aquela pica que eu sei que é grande entrando fundo na minha buceta gulosa, que faz tempo que não sabe o que é receber uma pica de verdade. Quero ele me chamando de putinha da casa, me enchendo de porra quente.
A tarde tá quente pra caralho. Minha mãe viajou pro fim de semana pra visitar a tia, então somos só nós dois em casa. Eu decidi que hoje vai acontecer. Vesti um vestidinho curto de algodão, sem calcinha, sem sutiã. Os mamilos tão duros roçando no tecido. Desci pra sala onde ele tá assistindo futebol, cerveja na mão. Sentei do lado dele, bem perto, perna encostando na dele.
- Pai, tá calor né? – eu disse, fingindo inocência, mas abrindo um pouco as pernas pra ele sentir o cheiro da minha buceta que já tá úmida só de estar perto.
Ele olhou de lado, engoliu seco. - Tá sim, filha... você não tá com calor também? Esse vestidinho tá bem curtinho hoje.
Eu sorri, mordi o lábio. - Tô sim. E sabe o que me deixa ainda mais quente? Lembrar daquele tapa que você me deu ontem na cozinha.
Ele parou a cerveja no meio do caminho. Os olhos escureceram. - Porra... você sentiu isso, hein?
- Senti demais, pai. Sua mão ficou ali apertando minha bunda... e eu fiquei molhada a noite toda pensando nisso. – eu confessei baixinho, aproximando meu rosto do dele. - Na verdade, eu me masturbei pensando na sua mão descendo mais. Meti os dedos na buceta imaginando que era você me comendo.
Ele respirou fundo, a mão livre apertou a coxa. Eu vi a pica dele mexendo dentro da bermuda. - Caralho, menina... você não devia falar essas coisas pro seu pai.
- Mas eu quero falar, pai. Eu quero mais que falar. Eu quero que você me coma de verdade. Quero sua pica grossa dentro da minha buceta apertada. – eu disse direto, sem rodeio, e pus a mão na coxa dele, subindo devagar.
Ele não afastou. Em vez disso, virou pra mim, agarrou meu queixo e me olhou fundo. - Você tem certeza disso, filha? Porque se eu começar... eu não vou parar. Eu vou te foder até você implorar pra parar.
- Eu tenho certeza. Me fode, pai. Me faz sua putinha hoje. – eu respondi, voz tremendo de tesão.
Ele não esperou mais. Me puxou pro colo dele, boca colando na minha num beijo faminto. A língua dele invadiu minha boca, quente, molhada, enquanto as mãos grandes subiam por baixo do vestidinho e apertavam minha bunda nua. - Porra, você tá sem calcinha... sua bucetinha já tá pingando, né? – ele rosnou contra meus lábios.
- Tá encharcada, pai. Só pra você. – eu gemi, rebolando no colo dele, sentindo a pica dura latejando contra minha bunda.
Ele me levantou fácil, me jogou de bruços no sofá, vestidinho subido até a cintura. Abriu minhas pernas e ficou olhando. - Olha essa buceta linda... rosadinha, lisinha, toda molhada pra mim. – ele passou o dedo na fenda, espalhando meu mel. - E esse grelinho inchado... tá pedindo língua, né?
Antes que eu respondesse, ele se ajoelhou atrás de mim e enfiou a cara entre minhas coxas. A língua dele lambeu minha buceta de baixo pra cima, devagar, saboreando. Quando chegou no grelinho ele chupou forte, sugando, mordendo de leve. Eu gritei de prazer. - Ai, pai! Chupa meu grelinho assim... porra, que delícia!
Ele não parava. Metia a língua fundo na minha buceta, depois voltava pro clitóris, dois dedos entrando e saindo rápido. Eu tava escorrendo, mel pingando no sofá. - Você tá tão apertadinha... imagina quando minha pica te abrir toda. – ele disse entre lambidas.
Eu não aguentava mais. Virei de frente, puxei a bermuda dele pra baixo. A pica saltou pra fora, grossa, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Uns 20 centímetros fáceis. - Caralho, pai... que pica enorme. – eu murmurei, segurando com as duas mãos.
- Chupa, filha. Mostra pro papai como você quer mamar essa rola. – ele ordenou, segurando meu cabelo.
Eu abri a boca e engoli o máximo que consegui. A cabeça bateu no fundo da minha garganta, lágrimas nos olhos, mas eu não parei. Subia e descia, babando tudo, mão massageando as bolas pesadas. Ele gemia alto. - Isso, putinha... mama a pica do pai... que boca gulosa.
Depois de uns minutos ele me puxou, me colocou de quatro no sofá de novo. - Agora eu vou te comer, filha. Vou arrombar essa bucetinha gulosa que tava querendo levar rola.
Ele cuspiu na mão, passou na cabeça da pica e encostou na entrada da minha buceta. Empurrou devagar. A cabeça abriu meus lábios, esticando tudo. Eu senti dor misturada com prazer insano. - Ai, pai... tá entrando... tá me abrindo toda!
- Relaxa, meu amor... deixa o papai meter fundo. – ele disse, e empurrou mais. Centímetro por centímetro até as bolas encostarem na minha bunda. Eu tava cheia, sentindo ele pulsar dentro de mim.
Ele começou a bombear. Devagar primeiro, depois mais forte. O som molhado de pica entrando e saindo da buceta enchia a sala. - Porra, filha... você é tão apertada... sua buceta tá sugando minha pica.
Eu rebolava contra ele, gemendo sem parar. - Me fode mais forte, pai! Mete fundo! Quero sentir suas bolas batendo no meu cu!
Ele acelerou, uma mão no meu cabelo puxando, outra dando tapas na bunda. Cada tapa fazia minha buceta apertar mais. - Toma, putinha! Toma essa pica toda! – ele rosnava.
Eu gozei pela primeira vez assim, de quatro, tremendo inteira, buceta esguichando mel em volta da pica dele. - Ahhhh pai! Tô gozando! Não para!
Ele não parou. Me virou de costas, levantou minhas pernas nos ombros e meteu de novo, mais fundo ainda. Agora eu via o rosto dele, suado, olhos selvagens. - Olha pra mim enquanto eu te como, filha. Olha o pai te enchendo.
Eu olhava, mão descendo pra esfregar meu grelinho enquanto ele socava. - Me enche de porra, pai... goza dentro da minha buceta!
Ele grunhiu, meteu mais umas dez vezes fundo e explodiu. Eu senti jatos quentes batendo no fundo, enchendo tudo. - Toma minha porra, filha... toda pra você!
Ele saiu devagar, e eu senti o esperma escorrendo da minha buceta aberta. Mas não acabou. Ele me pegou no colo, me levou pro quarto dele. Me jogou na cama de casal e abriu minhas pernas de novo. - Agora eu vou comer seu cu também, putinha. Você quer?
- Quero, pai... quero tudo seu. – eu respondi, já molhada de novo.
Ele pegou lubrificante na gaveta, passou no meu cuzinho piscando e na pica ainda meio dura. Enfiou um dedo primeiro, depois dois, abrindo devagar. Eu gemia de prazer. - Isso... abre meu cu pra sua pica grossa.
Quando ele encostou a cabeça e empurrou, eu senti o cu esticando ao máximo. Doeu um pouco, mas o tesão era maior. Ele entrou inteiro, devagar, até as bolas encostarem. - Caralho... seu cu é ainda mais apertado que a buceta.
Ele começou a foder meu cu com força. Eu tava gritando de prazer, dedo na buceta, esfregando o grelinho. - Arromba forte o meu cu, pai! Me faz sua putinha vai, me faz seu depósito de porra!
Ele meteu por uns vinte minutos assim, trocando de buraco de vez em quando. Buceta, cu, buceta de novo. Eu gozei mais duas vezes. Por fim ele me colocou de lado, levantou uma perna minha e meteu na buceta de novo, rápido, desesperado. - Vou gozar de novo... vou encher você mais uma vez!
E gozou. Porra quente jorrando dentro de mim outra vez. Ficamos ali, suados, ofegantes, pica ainda dentro de mim pulsando.
- Pai... isso foi... incrível. – eu sussurrei.
Ele beijou minha testa, ainda enterrado em mim. - Você é minha agora, filha. Sempre que sua mãe viajar... eu vou te comer assim. Buceta, cu, boca... tudo meu.
Eu sorri, apertando a buceta em volta da pica dele. - Eu quero todo dia, pai. Me deixa molhada só de pensar em você.
A noite ainda tava só começando. Ele me virou de novo, me fez chupar a pica suja de porra e mel da minha buceta, depois me fodeu mais uma vez de frente, olhando nos olhos, dizendo sacanagens baixinho no meu ouvido. - Você é a putinha mais gostosa que eu já comi... essa buceta foi feita pra minha pica.
Eu gozei mais uma vez só de ouvir. Quando finalmente paramos, horas depois, eu tava destruída de prazer, buceta e cu latejando, cheia de porra escorrendo pelas coxas. E eu sabia: isso ia virar rotina. Meu pai me comendo sempre que pudesse. E eu louca pra mais.
Fim... por enquanto.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Sendo judiada pelo papai!

Codigo do conto:
257216

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
18/03/2026

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