Meus pais se separaram quando eu ainda era moleque, mas isso nunca me impediu de sonhar com o corpo da minha mãe. Na época do lance, eu tinha 23 anos, ela devia estar com uns 40 bem conservados. Magra, pele clara, cabelo castanho ondulado até os ombros, peitos médios mas empinados pra caralho, cintura fina e uma bunda redonda que balançava quando ela andava. Eu morava com meu pai e a madrasta chata, então via minha mãe só de vez em quando. Fui sozinho pra festa de família dela, um aniversário qualquer de tia ou sei lá, cheio de parentes que eu mal conhecia. Fiquei sentado num canto, quieto, bebendo cerveja devagar, sentindo o peso de não pertencer àquele lado da família. Minha mãe reparou logo. Ela veio até mim, sorriso largo, cheirando a perfume doce misturado com vinho. - Ei, filho, tá tímido demais hoje. Não fica aí sozinho não. Vem dormir no meu quarto essa noite, tem cama de casal sobrando e eu não quero você se sentindo estranho na casa da sua própria mãe. Aceitei na hora, coração batendo forte só de imaginar dividir o quarto com ela. A festa acabou tarde, todo mundo foi embora ou desmaiou nos sofás. Subimos pro quarto dela no segundo andar, um cômodo simples mas cheiroso, lençóis limpos e uma luzinha fraca no abajur. Ela vestiu uma camisola fina de algodão, quase transparente, e uma saia curta por baixo, dizendo que gostava de dormir assim. Eu pus meu pijama e me deitei do meu lado. Apagamos a luz. O silêncio da casa era total, só o barulho distante de um ventilador. Meia-noite eu acordei com a pica dura pra caralho, latejando dentro da calça do pijama. Olhei pro lado e lá estava ela, minha mãe, dormindo de lado, virada pra mim. A camisola tinha escorregado e os peitos dela estavam pra fora, dois mamilos rosados e duros, expostos como se pedissem pra serem chupados. Meu pau deu um pulo só de ver. Eu tava tenso pra porra, coração martelando, mas o tesão foi mais forte. Devagarinho estiquei a mão e toquei o peito esquerdo. A pele era macia, quente, o mamilo endureceu na ponta dos meus dedos. Apertei devagar, sentindo o peso, depois mais forte, amassando a carne toda. Ela não acordou. Respiração profunda, peito subindo e descendo. Tirei o outro peito também, agora os dois expostos, brilhando um pouco com o suor da noite quente. - Porra, mãe... que peitos gostosos da porra – pensei baixinho, quase gemendo. Me aproximei e comecei a chupar. Primeiro o mamilo direito, língua rodando devagar, depois sugando forte, fazendo barulho molhado. Apertava o outro com a mão, torcendo o bico entre os dedos. Chupava como se fosse um menino faminto, babando tudo, mordiscando de leve. Ela continuava dormindo, mas o corpo dela reagia – os mamilos ficavam mais duros, a respiração um pouco mais rápida. Eu tava louco. Desci a mão pela barriga dela, levantei a saia devagar. Por baixo, nada. Buceta completamente exposta, raspadinha, lisinha como de uma adolescente. Os lábios grandes e inchados, brilhando de molhado. Ela devia ter fodido com alguém antes da festa, porque tava toda melada, cheirando a mulher excitada misturada com sabonete. Peguei o celular, liguei a lanterna baixa e abri as pernas dela com cuidado. Iluminei aquela buceta da minha mãe. Clitóris grelinho inchado saindo da capuzinha, lábios internos rosados e molhados, entrada piscando levemente. Tirei fotos, zoom no grelinho, na entradinha, no cu apertadinho logo abaixo. Meu pau babava pré-gozo só de olhar. - Caralho, que buceta linda... toda depilada pra alguém, mas hoje é minha – murmurei no escuro. Nunca tinha lambido uma buceta na vida. Abaixei a cabeça, beijei os lábios de leve. O gosto era salgado, doce, azedo misturado, viciante. Abri mais as pernas dela, afastei os lábios com os dedos e enfiei a língua fundo. Lambi tudo, de baixo pra cima, rodando no grelinho. Suguei o clitóris, chupando como se fosse uma bala. Ela tremia levemente, mas ainda dormia. Enfiei um dedo na buceta quente, apertada, molhada pra caralho. Dois dedos depois, fodendo devagar enquanto chupava o grelinho. O barulho era obsceno, molhado, glub glub. Meu pau tava explodindo, vazando. Afastei as coxas dela mais, posicionei meu corpo e tirei o pijama. Minha pica grossa, 18 centímetros latejando, cabeça vermelha brilhando. Esfreguei a cabeça na entrada da buceta da minha mãe. Entrou fácil, suave, como se aquela buceta já tivesse sido arrombada por paus bem maiores. Obviamente ela era uma puta safada por baixo da aparência de mãe boazinha. Enfiei tudo, até as bolas batendo no cu dela. - Aaaahhh... porra, mãe, sua buceta tá engolindo minha pica toda... que delícia do caralho – pensei, mordendo o lábio. Comecei a foder. Devagar no começo, tirando quase tudo e enfiando fundo. Depois mais rápido, metendo como um animal. A cama rangia baixinho, os peitos dela balançavam a cada estocada. Eu olhava pra baixo, vendo minha pica entrando e saindo daquela buceta raspada, brilhando com o mel dela e meu pré-gozo. Ela tremia toda, pernas se abrindo mais sozinhas, mas olhos fechados, respiração pesada. Fodia sem medo, batendo fundo, cabeça da pica batendo no fundo dela. Cinco minutos, dez, quinze. Eu suava, gemendo baixo. - Caralho, vou gozar dentro da buceta da minha própria mãe... que safadeza do caralho... Gozei forte, jatos grossos enchendo ela toda. Senti a porra quente saindo, transbordando um pouco quando tirei a pica. Fui pro banheiro, limpei tudo, coração ainda acelerado. Voltei pro quarto e ela tinha mudado de posição, agora de bruços, saia levantada, bunda empinada, buceta ainda pingando minha porra misturada com o mel dela. Não resisti. Abri as nádegas, lambi o cu dela, rosadinho e apertado. Enfiei a língua no cuzinho enquanto metia dois dedos na buceta cheia de porra. Depois subi e enfiei a pica de novo, agora por trás, fodendo a buceta cheia do meu leite. Meti mais uns dez minutos, gozei pela segunda vez, enchendo ainda mais. De manhã acordei tarde, sol já alto. Tava com medo pra caralho, pensando que ela ia acordar e lembrar tudo. Mas ela entrou no quarto sorrindo, só de robe curto, cabelo bagunçado. - Bom dia, filho. Café da manhã tá pronto lá embaixo. Dormiu bem? Você tava se mexendo muito à noite, sonhou com alguma coisa quente? Eu gelei. Ela sabia? Ou só palpite? Levantei, pica já meio dura de novo só de ver ela. Desci pra cozinha. Ela serviu o café, mas sentou do meu lado, perna encostando na minha. - Sabe, filho... ontem à noite eu senti umas coisas estranhas. Sonhei que alguém tava me chupando, me fodendo gostoso. Acordei molhada pra caralho, buceta latejando. E quando fui pro banheiro de madrugada, tinha porra escorrendo de mim. Porra grossa, quente, que não era do meu ex. Olhei pra ela, vermelho. Ela sorriu safada, abriu o robe devagar, mostrou os peitos marcadinhos com chupões meus. - Não precisa fingir. Eu acordei no meio, mas fingi que tava dormindo. Queria ver até onde meu filhote ia. E você foi longe pra caralho. Encheu minha buceta duas vezes, lambendo meu grelinho, meu cu... gostei pra porra. - Mãe... eu... porra, eu não consegui me controlar. Sua buceta tava tão molhada, tão gostosa... Ela levantou, sentou no meu colo ali na cozinha, robe aberto. Minha pica já dura encostou na buceta nua dela. - Então agora acordado, filho. Me fode direito dessa vez. Quero sentir essa pica grossa entrando consciente. Levantei ela, pus na mesa da cozinha, abri as pernas. Enfiei tudo de uma vez. Ela gemeu alto. - Aaaahhh... isso, filho... mete na buceta da sua mãe... fode forte, caralho! Meti como louco, batendo fundo, apertando os peitos. Ela rebolava, grelinho roçando na minha pica. - Mais forte, filho... arromba essa buceta que te pariu... enche de porra de novo! Gozei dentro dela de novo, e ela gozou comigo, buceta apertando minha pica, mel escorrendo. Depois disso virou rotina. Todo fim de semana eu ia pra casa dela, dormia no quarto, mas agora acordado. Fodia a buceta, o cu, os peitos. Ela virava uma puta pra mim, gemendo: - Vem, filho... mama o grelinho da mamãe... enfia essa pica no meu cu apertado... O drama foi que meu pai quase descobriu uma vez, mas a gente continuou. Hoje eu fodo minha mãe toda semana, e ela adora. Diz que sou o melhor pau que já passou na vida dela. E eu? Nunca mais consegui parar. Buceta de mãe é viciante pra caralho.
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