Não esperava que meu filho fosse me comer tão bem!

Olha, eu não sou de ficar inventando coisa, mas o que rolou naquele fim de semana mudou minha vida pra sempre. Eu sou a Ana, enfermeira de 39 anos, mãe solo de um garoto de 22 chamado Lucas. Meu ex era um filho da puta traidor, então eu criei o moleque sozinha, e a gente sempre foi super próximo, daqueles que conversa de tudo, sem frescura. Ele é bonito pra caralho, alto, corpo definido de quem malha todo dia, cabelo bagunçado e aquele sorriso safado que derrete qualquer uma.
Era sexta-feira, eu cheguei do plantão destruída, pés inchados, corpo todo moído de tanto correr atrás de paciente. Minhas amigas ligaram do nada: “Ana, vem pra balada, a gente bebe e esquece a vida!”. Eu olhei pro relógio, eram quase nove da noite, e o Lucas estava lá na sala, quietinho no sofá, olhando pro celular sem dizer nada. Achei estranho, mas pensei: “Deixa o menino, ele deve tá cansado também”. Subi pro quarto, tomei um banho rápido, e decidi botar fogo na noite. Peguei aquele vestido de látex vermelho que eu comprei numa viagem louca e nunca tinha coragem de usar. Justo pra caralho, colado no corpo como uma segunda pele, curto na coxa, decote profundo que deixava meus peitos quase pulando pra fora. Me olhei no espelho e pensei: “Hoje eu vou comer alguém que preste, porra”.
Desci a escada rebolando sem querer, e o Lucas levantou o olhar na hora. Os olhos dele grudaram em mim como ímã. Ele ficou parado, boca meio aberta, e soltou:
- Caralho, mãe... você tá... tá foda demais nesse vestido. Parece uma puta de luxo. Sério, nunca te vi assim.
Eu ri, meio sem graça, mas por dentro senti um calor estranho subir pela barriga.
- Para com isso, Lucas, sua mãe não é pra você falar assim não. Mas... obrigada, filho. Fico feliz que achou sexy.
Ele engoliu seco, ajustou a bermuda disfarçando, e eu fingi que não vi. Dei um beijo rápido na testa dele e saí, o coração batendo um pouco mais rápido do que o normal.
Na balada era o caos gostoso: música alta, luzes piscando, bebida descendo garganta abaixo. Eu dancei, ri, bebi uns quatro drinks seguidos. Um cara alto, tatuado, se aproximou, mãos na minha cintura, boca no meu pescoço. A gente se pegou ali mesmo no canto escuro, língua pra dentro, mão dele subindo pela coxa. Eu tava molhada pra caralho, buceta latejando de tesão acumulado. Levei ele pro banheiro, tranquei a porta, baixei a calça dele e... nada. Pau mole, mole mesmo. O filho da puta tentou, mas não subia de jeito nenhum.
- Porra, desculpa, gata, tô nervoso...
Eu ri de nervoso, mas por dentro tava puta da vida.
- Deixa pra lá, amor. Fica pra próxima.
Saí dali desapontada, bêbada pra caralho, buceta latejando sem alívio. Peguei um Uber e voltei pra casa antes da meia-noite. A casa tava escura, só a luz do quarto do Lucas acesa. Subi devagar, tirei o salto, e quando cheguei na porta entreaberta... meu Deus. Ele tava deitado na cama, bermuda abaixada até os joelhos, mão pra cima e pra baixo naquela pica grossa, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. O pau dele era enorme, maior do que eu imaginava, uns 22 centímetros fácil, grosso como meu pulso. Ele gemia baixinho, olhos fechados, bombeando rápido:
- Ahhh... porra... que delícia...
Eu fiquei parada, coração disparado, buceta molhando o látex na hora. Não consegui sair. Me aproximei devagar, a porta rangeu. Ele abriu os olhos, assustado, tentou cobrir com a mão:
- Mãe! Que porra... sai daqui!
Mas eu não saí. Fechei a porta atrás de mim, tirei o vestido devagar, ficando só de calcinha fio-dental preta e sutiã meia-taça. Meus peitos grandes, 42, mamilos duros como pedra.
- Calma, meu filho. Eu vi tudo. E... eu não quero interromper. Na verdade... eu quero ajudar você. E você vai me ajudar também. Tô louca de tesão, Lucas. Aquele cara da balada não conseguiu nem ficar duro. Mas você... olha essa pica linda. Tá latejando pra mim?
Ele ficou vermelho, mas o pau deu um pulo na mão dele.
- Mãe... isso é errado pra caralho... mas... você tá tão gostosa... eu... eu sempre fantasiei com você.
Eu me aproximei, sentei na beira da cama, peguei a mão dele e levei até minha buceta por cima da calcinha.
- Sente como eu tô molhada, filho. Toca na buceta da sua mãe. Não tem nada de errado se a gente quiser. Eu tô precisando de uma pica de verdade hoje.
Ele gemeu, dedo tremendo, puxou a calcinha pro lado e enfiou dois dedos na minha xoxota quente, encharcada.
- Caralho, mãe... você tá pingando... que buceta apertada e quente...
Eu puxei ele pro beijo. Nossas línguas se enrolaram, saliva escorrendo, ele chupando minha boca como se quisesse me devorar. Mão dele subiu pro sutiã, tirou fora, e começou a apertar meus peitos, beliscando os mamilos duros.
- Ai, Lucas... isso... brinca com os peitos da mamãe... chupa eles, vai...
Ele abaixou a cabeça, boca quente engolindo meu mamilo esquerdo, sugando forte, língua rodando. Eu gemia alto, mão descendo até pegar aquela pica grossa. Comecei a bater punheta devagar, sentindo as veias pulsando.
- Olha essa pica enorme, filho... tão grossa... mamãe vai chupar ela toda agora.
Eu prendi o cabelo num rabo de cavalo rápido, me ajoelhei entre as pernas dele, e enfiei a boca. Comecei devagar, só a cabeça, língua lambendo o pré-gozo salgado. Depois desci mais, engolindo fundo, garganta apertando. Engasguei, baba escorrendo pelo pau, pingando nas bolas.
- Gluuuurk... ahhh... que pica deliciosa... engolindo até o fundo, filho...
Ele segurou meu cabelo, gemendo rouco:
- Porra, mãe... sua boca é quente pra caralho... chupa mais fundo... engole essa pica toda...
Eu acelerei, cabeça subindo e descendo rápido, babando tudo, mão massageando as bolas pesadas. Ele tava louco, quadril subindo, fodendo minha boca. Eu tava pingando no chão, buceta escorrendo melzinho pelas coxas.
De repente ele puxou meu cabelo forte, me levantou e me virou de costas pra mesa do quarto. Empurrou meu corpo pra frente, bunda empinada, vestido todo enrolado na cintura. Puxou a calcinha pro lado e encaixou a cabeça da pica na entrada da minha buceta encharcada.
- Vai, mãe... pede pra eu te foder...
- Me fode, Lucas... enfia essa pica grossa na buceta da sua mãe... me rasga toda...
Ele meteu de uma vez, fundo, até as bolas baterem na minha bunda. Eu gritei de prazer:
- Aaaahhh! Caralho... que pauzão... tá me abrindo toda... fode mais forte!
Ele começou a meter violento, estocadas fundas, barulho de pele contra pele ecoando no quarto. Minha buceta sugava ele, apertando, mel escorrendo pelas bolas dele. Ele dava tapa na minha bunda, puxava meu cabelo, metia sem parar.
- Toma, sua puta gostosa... buceta da mamãe é minha agora... olha como ela engole minha pica... tá gemendo pra caralho...
Eu tava em êxtase, pernas tremendo, gozando pela primeira vez com ele dentro:
- Ai, filho... tô gozando... minha buceta tá esguichando no seu pau... não para... me fode mais!
Ele acelerou, suor pingando nas minhas costas, mão descendo pra esfregar meu grelinho inchado.
- Olha esse grelinho duro... vou te fazer gozar de novo... toma, vadia...
Eu gozei de novo, gritando, corpo convulsionando. Ele me virou de frente, me jogou na cama, levantou minhas pernas pro ombro e meteu de novo, mais fundo ainda. Olhos no olhos, ele sussurrava safadezas:
- Olha pra mim enquanto eu te fodo, mãe... essa buceta é minha... vou encher ela de porra...
Mas ele não gozou ainda. Puxou pra fora, me fez ajoelhar no chão de novo.
- Agora abre a boca... vou gozar na sua garganta...
Eu abri, língua pra fora, e ele bombeou a pica na minha boca três vezes e explodiu. Jato quente, grosso, muito. Boca cheia, escorrendo canto da boca.
- Engole tudo, mãe... toma a porra do seu filho...
Eu engoli devagar, saboreando o gosto salgado forte, depois beijei a cabeça da pica ainda latejando, limpando com a língua.
- Obrigada, meu amor... foi a melhor pica que eu já comi na vida...
A gente riu, ofegantes. Eu fui pra cozinha rapidinho, fiz um lanche rápido: sanduíche de queijo, suco gelado. A gente comeu na cama, pelados, e ele me abraçou.
- Mãe... isso foi loucura... mas eu quero mais. Quero foder você todo dia agora.
Eu sorri, mão já descendo pro pau dele que começava a endurecer de novo.
- Pode foder, filho. Essa buceta é sua. Essa boca, esse cu... tudo seu.
E aí a noite não acabou. Depois do lanche ele me virou de quatro de novo, mas dessa vez mirou no meu cu. Lambuzou com saliva e meteu devagar no meu cuzinho apertado.
- Caralho, mãe... que cu guloso... tá engolindo minha pica inteira...
Eu gemia, dor misturada com prazer insano:
- Vai devagar no começo... depois mete forte... fode o cu da mamãe...
Ele meteu até o talo, e eu gozei só com ele no cu, sem nem tocar na buceta. Depois ele gozou de novo, enchendo meu cuzinho de porra quente. A gente transou mais duas vezes naquela noite: uma eu por cima, cavalgando devagar, rebolando, sentindo cada centímetro; outra de lado, ele mordendo meu pescoço enquanto metia na buceta molhada de novo.
De manhã, eu acordei com ele chupando minha buceta devagar, língua no grelinho, dois dedos no cu. Gozei na boca dele antes mesmo de abrir os olhos.
- Bom dia, mãe... café da manhã tá servido.
Eu ri, puxei ele pra cima e sentei na cara dele, esfregando a buceta molhada na língua dele enquanto chupava a pica dele de novo.
- Agora é minha vez de tomar café, filho...
A gente passou o fim de semana inteiro trancado no quarto, fodendo como animais. Eu nunca imaginei que meu filho me fodesse tão bem. A pica dele encaixa perfeito na minha buceta, no meu cu, na minha boca. Ele sabe exatamente onde apertar, onde lamber, como puxar meu cabelo pra eu gemer mais alto. Eu sou viciada agora. Todo dia, quando chego do hospital, ele tá esperando de pau duro, e eu já tiro a roupa no corredor.
- Vem, mãe... senta na pica do seu filho...
E eu sento. Sempre. Porque aquela noite foi só o começo. A melhor noite da minha vida? Não. Foi o começo da melhor vida da minha vida. E se você tá lendo isso, amigo, sabe que eu não tô exagerando nem um pouco. Meu filho me fode melhor que qualquer homem que já passou na minha cama. Ponto final.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Não esperava que meu filho fosse me comer tão bem!

Codigo do conto:
257300

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
19/03/2026

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