Perdendo o cabaço com a safada da minha irmã!

Eu tinha dezenove anos naquela época, e minha irmã Ana, vinte e quatro. Depois que ela terminou com aquele idiota que a traía, o verão virou nosso. Parques de skate de manhã cedo, praia à tarde com o sol queimando a pele, trilhas na mata onde a gente suava junto e ria de bobagem, jogos no sofá até de madrugada, festas na casa dos amigos onde a gente se olhava de canto e sabia que ninguém entendia aquela cumplicidade nova. Antes disso mal nos falávamos, mas agora era como se fôssemos melhores amigos que por acaso dividiam o mesmo sangue. A linha do incesto ainda estava lá, intocada, mas começava a ficar borrada.
A tarde fatídica foi num dia quente pra porra, daqueles em que o ar parece grudento. A gente estava no quarto dela, porta fechada porque os pais tinham saído pra comprar supermercado. Ana tinha acabado de sair do banho e depilado a virilha toda. Eu estava sentado na beira da cama, bem do lado, quando ela puxou o shortinho de algodão e a calcinha fina pro lado com dois dedos, sem nenhuma vergonha.
- Olha aqui, mano, tá certinho? Depilei agora e não quero deixar nenhum pelo safado.
A buceta dela apareceu ali, na minha cara, lisinha como pele de bebê. Os lábios grandes e carnudos, rosados, levemente separados pelo calor, o grelinho aparecendo tímido no topo, brilhando com uma gotinha de umidade que não era só do banho. Eu nunca tinha visto uma buceta de perto na vida, quanto mais a da minha própria irmã. Fiquei paralisado, pica já começando a inchar dentro da bermuda. Ela percebeu meu olhar grudado e deu uma risadinha baixa.
- Tá vendo algum pelo que eu deixei passar ou só tá babando aí?
Eu gaguejei qualquer coisa idiota e ela não largou o short. Em vez disso, começou a mexer os dedos, abrindo mais os lábios.
- Sério, me ajuda a checar. Tá liso? Toca aqui se quiser, pra sentir.
Meu dedo tremeu quando encostei. A pele era quente, macia, molhada no meio. Ela gemeu baixinho só com o toque. Daí a conversa virou outra coisa. Eu confessei que só tinha chupado uma garota antes, nunca tinha enfiado pica em lugar nenhum. Ana ficou com os olhos brilhando de malícia.
- Só oral? Pobrezinho. E ela era boa? Usava a língua no seu pau ou só lambia a cabeça? Engolia tudo ou cuspia? Conta direito, irmão.
Eu contei tudo, vermelho até as orelhas. Ela ria e provocava, ainda com a buceta exposta.
- Então você é virgem de verdade. Que safado. Eu tô toda depiladinha e excitada desde o término, mano. Minha buceta tá pedindo uma pica há semanas. Quer que eu te mostre como é de verdade?
Não deu tempo de responder. Ela puxou minha bermuda pra baixo, minha pica saltou dura que nem pedra, cabeça roxa e veias pulsando. Ana lambeu os lábios.
- Nossa, que pica grossa, irmão. Maior do que eu imaginava.
Ela se ajoelhou entre minhas pernas e enfiou na boca sem aviso. Quente, molhada, língua girando na cabeça enquanto a mão massageava as bolas. Eu gemia alto demais.
- Calma, vai devagar ou eu gozo já.
Ela tirou a boca só pra falar.
- Goza na minha boca se quiser, mas eu quero essa pica dentro de mim hoje. Senta direito na cama.
Eu sentei. Ana tirou o short e a calcinha de vez, ficou só com a camiseta fina. A buceta brilhava, inchada, grelinho duro pra cima. Ela subiu em mim, segurou minha pica na base e foi descendo devagar. O calor apertado me engoliu centímetro por centímetro. Quando eu entrei todo, ela soltou um gemido longo.
- Aaaah porra, irmão… sua pica tá me rasgando. Tão grossa… tô sentindo latejar lá no fundo.
Ela começou a cavalgar como uma louca faminta. Quadris subindo e descendo rápido, buceta engolindo e cuspindo minha pica com barulho molhado, suco escorrendo pelas minhas bolas. Os peitos balançando debaixo da camiseta, mamilos duros marcando o tecido. Ela se esfregava toda, grelinho roçando na minha virilha a cada descida.
- Tô tão excitada ultimamente, mano… toda noite me masturbando pensando em pau e agora tô te fodendo. Sua irmã safada te usando como brinquedo.
Eu segurava a cintura dela, tentando não gozar. O cu dela piscava toda vez que descia fundo, apertadinho e rosado. Depois de uns minutos ela parou, ofegante, suor escorrendo entre os peitos.
- Deita de costas agora. Quero que você me foda por cima.
Eu deitei. Ela se abriu toda, pernas bem abertas, buceta vermelha e babada. Eu entrei de uma vez. Apertada pra caralho, parecia que ia espremer minha pica. Comecei a meter forte, pele batendo em pele, suco espirrando. Ana gemia no meu ouvido.
- Mais forte, irmão… mete essa pica toda na buceta da tua irmã. Me enche.
Eu lutei pra durar, mas estava no limite.
- Ana… tô quase gozando…
Ela abriu um sorriso malicioso enorme, olhos grudados nos meus.
- Goza dentro, mano. Goza tudo na minha buceta. Quero sentir quente lá no fundo.
Tentei tirar, mas ela cruzou as pernas na minha cintura e apertou.
- Não ousa sair. Goza agora. Enche tua irmã de porra.
Eu explodi. Jato atrás de jato, grosso e quente, enchendo ela toda. Ana tremia, gozando junto, buceta apertando minha pica como um punho. Ficamos ali, colados, suor e porra misturados.
Daquele dia em diante virou rotina. Quase todo dia à tarde, quando os pais saíam, a gente transava no quarto dela ou no meu. Às vezes ela me acordava de manhã cedo, entrava escondida, puxava o lençol e já sentava na minha pica dura de sono.
- Bom dia, irmão… tua pica acordou antes de você. Deixa eu cavalgar rapidinho antes da mamãe levantar.
Outras noites ela vinha pé ante pé depois da meia-noite. A gente tentava fazer silêncio, mas era impossível. Eu metia devagar, ela mordia o travesseiro pra não gritar.
- Shhh… não faz barulho ou os pais vão ouvir tua irmã gemendo pra tua pica. Mas continua… meu cu tá piscando de tesão.
Uma vez ela quis experimentar mais. Depois de me chupar até eu ficar louco, virou de quatro na cama.
- Hoje eu quero sentir na buceta por trás. E depois… se você quiser, toca no meu cu com o dedo.
Eu meti fundo, segurando os cabelos dela. A buceta fazia barulho molhado, suco escorrendo pelas coxas. Meu dedo roçou o cuzinho apertado, ela empinou mais.
- Enfia o dedo no cu da tua irmã enquanto mete. Isso… porra, tô gozando de novo.
A gente gozava sempre dentro. Ela adorava sentir a porra escorrendo depois.
- Deixa vazar, mano. Quero dormir com tua porra na buceta.
Durou semanas. Às vezes no carro estacionado na trilha, rapidinho, ela sentando no meu colo enquanto eu dirigia com uma mão. Às vezes no sofá da sala de madrugada, com a TV ligada pra disfarçar os gemidos. Uma tarde no banheiro, ela encostada na pia, eu metendo por trás enquanto olhávamos no espelho.
- Olha como tua pica some na minha buceta, irmão. Olha tua irmã sendo fodida.
Eu pensava o tempo todo: isso é errado pra caralho, mas nunca foi tão gostoso. O cheiro dela depois do sexo, o gosto da buceta na minha boca quando eu chupava antes de meter, o jeito que o grelinho inchava quando eu lambia.
Quando eu fui pra faculdade diminuiu. Ela me visitava no dormitório uma vez por mês, a gente trancava a porta e fodia o dia inteiro. Mas depois parou de vez. Nunca falamos sobre isso. Até hoje, quando eu fecho os olhos, lembro do sorriso malicioso dela mandando eu gozar dentro, das pernas me prendendo, da buceta apertada engolindo minha porra. E ainda fico duro só de pensar.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Perdendo o cabaço com a safada da minha irmã!

Codigo do conto:
257319

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
19/03/2026

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