A fantasia que virou realidade!

Yasmin tinha 24 anos e um corpo que chamava atenção sem esforço, peitos médios firmes, bunda redonda e uma boca carnuda perfeita pra chupar. O irmão Yuri, só 19, era aquele moleque alto, pele morena clara, cabelo bagunçado e um volume na calça que ela já tinha notado mais de uma vez sem querer. Fazia uma semana que ela pegou o computador dele emprestado porque o dela travava toda hora. Estava no quarto dele, sozinha em casa, quando abriu o navegador e viu aquela aba anônima esquecida. Clicou sem pensar e o vídeo começou a rodar sozinho. Era um facefucking bruto, daqueles que deixam a boca inchada e a garganta dolorida no dia seguinte.
A menina na tela estava de quatro, cabelo enrolado na mão do cara como rédea, e a pica dele entrava fundo sem dó. Glub glub glub, o som molhado enchia o quarto. Saliva escorria pelo queixo dela em fios grossos, lágrimas borravam a maquiagem, mas ela abria mais a boca, língua pra fora, pedindo pra engolir tudo. O pau batia no fundo da garganta, o saco pesado estalava no queixo, e o cara xingava baixo - Engole essa pica toda, sua vadia gulosa. Yasmin sentiu a buceta latejar na hora. Ela sempre foi louca por oral. Adorava o gosto de pau, o jeito como a cabeça inchava na língua, o jeito como o cu dela piscava só de imaginar engasgando. Fixação mesmo. Boquete era religião pra ela.
Sentou na cama do Yuri, baixou o shortinho do pijama e enfiou a mão direto na buceta já molhada. Os dedos deslizavam fácil no mel que escorria, o grelinho duro e inchado pedindo carinho. Assistiu o vídeo inteiro, imaginando a cara do irmão no lugar daquele cara. - E se fosse a pica do Yuri aqui na minha boca? - pensou, e gozou forte, pernas tremendo, suco escorrendo pela coxa. Daquele dia em diante a cabeça dela não parava. Acordava pensando em chupar o irmão. Tomava banho e esfregava o sabonete na xota imaginando o cheiro dele, suor de macho misturado com pré-gozo. No trabalho ficava apertando as coxas, sentindo a calcinha encharcada só de lembrar do vídeo e trocar o rosto da menina pelo dela mesma.
Passaram três dias assim. Yuri chegava da academia suado, camiseta colada no peito, e ela tinha que se controlar pra não olhar pro meio das pernas dele. À noite, deitada na cama, ela dedava a buceta e o cu ao mesmo tempo, dois dedos no rabinho apertado, pensando - Queria que fosse o pau dele abrindo meu cu enquanto eu engulo ele inteiro. A fantasia repetia sem parar. Ela duvidava que fosse fazer algo, mas o desejo queimava cada vez mais forte.
Na quarta noite, Yuri estava no quarto dele jogando no computador, porta entreaberta. Yasmin passou pelo corredor e ouviu o som baixo de um vídeo pornô. Curiosa, empurrou a porta devagar. Ele estava de fone, mas ela viu na tela outro facefucking parecido. O coração dela disparou. A buceta molhou na hora, o grelinho latejando. Entrou sem bater e fechou a porta atrás de si. Yuri tirou o fone, assustado. - Ei, mana, que susto. O que foi?
Ela sentou na beira da cama dele, pernas cruzadas, shortinho curto subindo e mostrando a coxa grossa. - Eu peguei seu PC emprestado semana passada, Yuri. Vi uma aba que você esqueceu aberta. Aquele vídeo... aquele facefucking bruto. Eu assisti inteiro. E não consegui parar de pensar em você.
Ele ficou vermelho, mas o pau já começava a marcar na calça de moletom. - Porra, Yasmin... você viu aquilo? Eu... eu não sei o que dizer.
Ela sorriu safada, mordendo o lábio inferior. - Eu sou louca por boquete, irmão. Adoro chupar pica, engolir fundo, sentir o gosto, deixar a boca toda babada. E quando vi aquele vídeo, só consegui imaginar eu no lugar da menina. Chupando você. Enquanto você assiste o mesmo tipo de coisa. Minha buceta fica encharcada só de pensar na sua rola na minha garganta.
Yuri engoliu seco, mão indo pro volume que crescia rápido. - Tá falando sério? Você quer... chupar meu pau?
- Quero mais que tudo. - respondeu ela, já se ajoelhando no chão na frente dele. - Tira essa calça. Deixa eu ver a pica do meu irmãozinho.
Ele puxou o moletom pra baixo e a rola saltou pra fora, grossa, veias saltadas, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Tinha uns 20 centímetros fácil, saco pesado cheio de porra. Yasmin lambeu os lábios. - Caralho, Yuri... que pica linda. Grossa pra caralho. Vou te mamar gostoso.
Ela segurou a base com a mão, sentiu o calor pulsar. Primeiro lambeu devagar a cabeça, língua circulando a fenda, provando o salgado do pré-gozo. - Hmm, gosto bom, irmão. Salgado e quente. - Depois abriu a boca e engoliu metade de uma vez, bochechas afundando enquanto chupava forte. A língua enrolava nas veias, subia e descia babando tudo. Saliva escorria pelo pau, pingando nos colhões. Yuri gemeu alto. - Porra, mana... sua boca é quente pra cacete. Chupa mais fundo.
Yasmin obedeceu. Relaxou a garganta e desceu até o nariz encostar na barriga dele. A pica invadiu fundo, garganta apertando em volta da cabeça. Ela engasgou, olhos lacrimejando, mas não tirou. Subiu devagar, cuspiu na rola e desceu de novo, mais rápido. O som molhado enchia o quarto. Glup glup glup. A buceta dela pingava no chão, uma poça se formando entre as coxas. O cu piscava de tesão, pedindo atenção também, mas ela queria só a boca ocupada.
Yuri segurou o cabelo dela com as duas mãos. - Tá gostando, vadia? Quer que eu foda sua cara como no vídeo?
- Quero, irmão. - murmurou ela com a pica ainda na boca, voz abafada e rouca. - Enfia tudo. Usa minha garganta como buceta. Fode minha boquinha bem bruto.
Ele não esperou mais. Puxou o cabelo dela pra trás e meteu forte. A pica entrou até o fundo, saco batendo no queixo. Ele puxava e empurrava rápido, sem parar. Lágrimas escorriam pelo rosto de Yasmin, saliva jorrava pelos cantos da boca, escorrendo até os peitos. A garganta dela fazia barulhos obscenos, engasgando, mas ela gemia de prazer. A buceta contraía sozinha, gozando sem tocar, suco espirrando no chão. - Isso, mana... engole minha pica toda. Sua boca é melhor que qualquer buceta. Tá babando pra caralho.
Ela segurava as coxas dele, unhas cravando, incentivando mais fundo. O nariz batia na pele, o cheiro de macho suado enchia as narinas dela. A pica pulsava na garganta, inchando ainda mais. Yuri acelerou, fudendo a cara dela sem piedade, lágrimas e baba misturando no queixo. - Vou gozar, Yasmin... engole tudo, porra.
Ela apertou os lábios e sentiu o jato quente explodir direto na garganta. Porra grossa, quente, salgada. Engoliu tudo, sem desperdiçar uma gota, garganta contraindo pra ordenhar cada jato. Yuri tremeu, gemendo alto. - Caralho... que boquete, mana. Você é uma puta gulosa mesmo.
Mas não parou. Ainda duro, ele puxou ela pra cima e jogou na cama. - Deita de cabeça pra baixo na beira. Quero foder sua boca de outro jeito.
Yasmin obedeceu rápido, cabeça pendurada pra fora da cama, boca aberta. Yuri ficou em pé e enfiou a pica de novo. Agora era mais fundo ainda, o ângulo perfeito pra garganta. Ele segurou os peitos dela, apertando os mamilos duros enquanto metia. A buceta dela escorria sem parar, o grelinho tão inchado que doía de tesão. - Olha pra mim enquanto eu fodo sua cara, irmã. Olha como minha pica some na sua garganta gulosa.
Ela olhava pra cima, olhos molhados de tesão, e gemia em volta do pau. - Mmmph... mais, Yuri... fode meu rosto até eu não aguentar. Meu cu tá piscando querendo, mas hoje é só boca.
Ele meteu mais uns minutos assim, suor pingando no peito dela, bolas batendo na testa. Depois tirou, bateu a pica babada nas bochechas dela e mandou - Abre bem a boca de novo. Quero ver você engolir mais uma carga.
Yasmin abriu tudo, língua pra fora. Ele masturbou rápido e gozou de novo, pintando a língua, os lábios, o nariz. Porra escorrendo pra dentro da boca. Ela lambeu tudo, engoliu, sorriu safada. - Delícia, irmão. Sua porra é quente e grossa. Quero mais amanhã.
Ele caiu na cama ao lado dela, ofegante. - Porra, Yasmin... eu nunca imaginei que você era assim. Minha própria irmã chupando como uma profissional. Amanhã a gente repete, mas dessa vez eu quero filmar pra você assistir depois.
Ela riu, ainda com gosto de pau na boca, mão descendo pra tocar a buceta molhada. - Pode filmar. E quem sabe da próxima eu te deixo foder meu cu também, enquanto eu chupo. Mas por hoje... já tô viciada na sua pica. Não sai mais da minha cabeça.
Os dois ficaram ali, corpos suados, cheiro de sexo no ar. Yasmin sabia que aquilo não ia parar. A fantasia tinha virado realidade e agora ela queria repetir todo dia. Chupar o irmão enquanto ele assistia pornô, engolir porra até a garganta doer, deixar a buceta e o cu pingando só de mamar. Era o novo vício dela. E Yuri, com 19 anos e pau sempre pronto, não ia reclamar nunca.
A partir daquela noite, a casa deles virou um puteiro particular. Toda tarde, quando os pais saíam, Yasmin ia pro quarto dele de joelhos já. - Vem, irmão, me dá essa rola grossa pra eu mamar. - pedia ela. E ele dava. Às vezes ele sentava no computador, colocava o mesmo vídeo hardcore e deixava ela trabalhar na pica enquanto assistia. Outras vezes ele deitava e ela montava de 69 invertido, chupando enquanto ele lambia o grelinho inchado dela. A buceta dela gozava na cara dele, suco escorrendo na boca do Yuri, e ele retribuía fodendo a garganta dela até ela engasgar e gozar de novo só com o pau na boca.
Uma vez ele pediu pra ela abrir o cu. - Quero ver esse rabinho piscando enquanto você chupa. - Yasmin ficou de quatro, bunda empinada, e abriu as nádegas com as mãos. O cu rosado piscava, molhado de tesão. Ele enfiou um dedo enquanto ela descia a boca na pica. - Porra, mana, seu cu é apertado pra caralho. Um dia eu vou abrir ele com minha rola. - Ela só gemeu mais forte em volta do pau, sugando com vontade.
Os diálogos ficavam cada vez mais sujos. - Chupa minha pica, sua irmã vadia. Engole até o saco. - mandava ele. E ela respondia com a boca cheia - Sim, irmão... fode minha garganta. Me usa como um buraco de boquete. Meu grelinho tá explodindo só de te mamar.
Eles gozavam juntos, ela engolindo tudo, depois lambendo os colhões pra limpar. Às vezes ele gozava na cara dela e ela andava pela casa com porra escorrendo, sorrindo. A obsessão só crescia. Yasmin acordava chupando ele de manhã, engolia o leite matinal quente antes mesmo do café. À noite, antes de dormir, repetia o facefucking até os dois estarem exaustos e cobertos de baba e porra.
Nunca mais ela duvidou. A fantasia da aba anônima tinha virado o melhor sexo da vida dela. E Yuri, com a pica sempre dura pra irmã, vivia no paraíso. A casa cheirava a sexo o dia todo. E eles não tinham planos de parar nunca.

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cassandrabundagrande Comentou em 21/03/2026

Delicia




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Ficha do conto

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Nome do conto:
A fantasia que virou realidade!

Codigo do conto:
257497

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
21/03/2026

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