Emanuelle tinha 23 anos e o corpo que fazia qualquer um babar sem esforço: peitos médios firmes que balançavam quando ela andava rápido, cintura fina, bunda redonda e empinada que preenchia qualquer shortinho. Fazia uns dias que ela tinha comprado aquele vibrador grosso, cor de pele, com veias falsas e uma cabeça inchada que parecia pica de verdade. O plano inicial era só brincar no cu, enfiar devagar e sentir o aperto, mas desde o primeiro toque na mão ela ficou com aquela ideia fixa na cabeça: chupar. Chupar de verdade. Colocar na boca, lamber, engolir fundo. A fantasia batia toda noite, mas ela sempre fugia. Hoje não. Desde as oito da noite ela estava deitada na cama só de calcinha preta fio-dental, pernas abertas, rolando o celular com vídeos de boquetes profundos. A buceta já estava molhada pra caralho, o grelinho inchado roçando na calcinha a cada movimento. Ela passava os dedos por cima do tecido, apertava de leve, mas não enfiava nada. Queria guardar o tesão. - Porra, Emanuelle, hoje você vai fazer isso de verdade... vai chupar essa pica até gozar sem nem tocar na buceta – murmurava sozinha, voz rouca, enquanto via uma loira engolindo até o saco na tela. Duas horas se passaram assim. Ela trocou de posição mil vezes: de bruços com a bunda empinada, de lado esfregando as coxas, sentada na beira da cama com os pés no chão. A calcinha estava encharcada, um fiozinho de mel escorrendo pela coxa. O cu piscava de ansiedade, lembrando do plano original, mas a boca salivava mais. O vibrador estava na mesinha de cabeceira, ainda na caixa, olhando pra ela como um desafio. - Vai, sua vadia, pega logo essa pica e enfia na boca... você sabe que quer engolir até a garganta – ela dizia pra si mesma, rindo nervosa. Às dez e meia o tesão virou loucura. A buceta latejava, o grelinho parecia um botão elétrico. Emanuelle levantou num salto, pegou o vibrador, uma camisinha e foi pro banheiro. Acendeu a luz branca forte, se olhou no espelho: rosto corado, lábios inchados, olhos brilhando de puta safada. Colocou o vibrador na parede lisa, bem na altura da boca, e grudou com uma ventosa forte. Deslizou a camisinha por cima devagar, esticando o látex fino sobre a cabeça grossa e as veias. O cheiro de borracha nova misturado com o cheiro da buceta molhada dela encheu o ar. Hesitou. Ficou ali parada, nariz a dois centímetros da ponta. - Não... eu não consigo... que porra eu tô fazendo? – sussurrou, mas o corpo inteiro queimava. O coração batia na garganta. Então algo clicou. O tesão venceu. Ela se ajoelhou no tapetinho do banheiro, bunda empinada pra trás, calcinha puxada pro lado deixando a buceta exposta e brilhando. Primeiro só beijou a ponta. Lábios macios roçando a cabeça coberta de camisinha. Um beijo molhado, depois outro. - Hmm... que delícia... que pica gostosa... – murmurou, língua saindo devagar pra lamber só a cabecinha. O gosto era neutro, mas na cabeça dela era pica de macho quente, salgada, cheia de veias pulsando. Ela lambeu em círculos, devagar, sentindo a cabeça inchada contra a língua. A buceta deu um salto, soltando mais mel que escorreu até o joelho. - Ai caralho... só a ponta e eu já tô pingando... imagina o resto... Abriu mais a boca. Colocou a cabeça inteira. Os lábios esticados ao máximo em volta da grossura. Começou a chupar devagar, subindo e descendo só uns centímetros. A saliva escorria pelo látex, pingando no chão. Ela gemia alto, olhos fechados, imaginando um cara forte na frente dela segurando sua cabeça. Na mente dele apareceu: um tal de Lucas, voz grossa, pau latejando. - Isso, sua putinha... chupa a cabeça da minha pica... lambe bem gostoso que eu quero ver essa boca babando – dizia a voz na cabeça dela. Emanuelle respondeu em voz alta, boca cheia: - Sim... eu quero... me fode a boca com essa pica grossa... eu sou sua vadia hoje... Empurrou mais fundo. Metade do vibrador entrou. Sentiu a garganta apertar, o reflexo de vômito veio, mas ela forçou. Lágrimas escorreram, nariz escorrendo, mas a buceta pulsava forte, o grelinho latejando sem ninguém tocar. Ela tirou um segundo pra respirar, cuspe grosso ligando a boca à pica falsa. - Porra... eu engoli quase tudo... nunca imaginei que conseguia tanto... – falou pra si mesma, voz rouca de tesão. Voltou com fome. Agora chupava com ritmo: entrava fundo, saía até a cabeça, entrava de novo. A cabeça batia no fundo da garganta a cada descida. O barulho molhado ecoava no banheiro: gluck gluck gluck. A saliva escorria pelo queixo, pingava nos peitos. O cu dela piscava, apertando o ar como se quisesse uma pica ali também. A buceta aberta, lábios inchados, mel escorrendo em fio contínuo pro chão. - Engole tudo, sua safada... engole minha pica até o saco... você é uma boqueteira nata – rosnava a voz de Lucas na cabeça. - Mmmph... sim... fode minha garganta... eu quero gozar só chupando você... – respondia ela, boca cheia, palavras emboladas. Minutos se passaram. Cinco, dez. Ela acelerou. Mãos livres, só a boca trabalhando. Um braço atrás das costas pra manter equilíbrio, bunda empinada mexendo como se estivesse sendo comida por trás. O grelinho inchou tanto que doía de tesão. A buceta contraía sozinha, apertando o nada. Ela sentia o orgasmo subindo só da garganta cheia. De repente veio. Forte pra caralho. O corpo inteiro tremeu. A buceta explodiu sem um toque: jatos quentes de gozo escorrendo pelas coxas, molhando o chão. O cu apertou forte, piscando rápido. Ela manteve a pica no fundo da garganta, engasgando, lágrimas caindo, mas gozando sem parar. Um orgasmo longo, ondulante, que fez as pernas fraquejarem. Tirou a boca devagar, cuspe e saliva escorrendo em cordas grossas. Sentou no chão frio do banheiro, costas na parede, pernas abertas, buceta ainda pingando. A clareza pós-gozo bateu como um soco. - Que porra eu fiz...? Chupei um vibrador até gozar... sou uma puta do caralho... – murmurou, rindo envergonhada, mas o sorriso era safado. O coração ainda batia forte. Olhou pro vibrador brilhando de saliva. E o tesão voltou em segundos. A buceta latejava de novo, grelinho pedindo mais. Ela sorriu. - Foda-se... eu amei... vou fazer de novo... e melhor. Levantou, ajoelhou outra vez. Agora sem hesitação. Colocou a boca direto, engolindo fundo logo de cara. Chupava com mais força, mais barulho, mais fome. A voz de Lucas voltou mais dominante. - Olha só... já quer mais? Sua bucetinha safada gozou só de chupar e já tá pedindo bis... engole até o fundo, vadia... eu vou te encher de porra imaginária. - Sim... me usa... fode minha boca como uma puta barata... eu quero gozar de novo só na sua pica... – respondia ela, voz abafada, babando sem controle. Dessa vez ela variou: lambia as veias falsas, chupava só a cabeça rápido, depois engolia tudo e ficava parada, garganta apertando. A buceta pingava mais, o mel formava uma poça no chão. O cu dela doía de tanto apertar, querendo ser preenchido também, mas hoje era dia da boca. Ela enfiava os dedos na própria buceta agora, só um pouco, pra ajudar o segundo orgasmo subir mais rápido. Dois dedos dentro, esfregando o ponto G, enquanto a boca subia e descia sem parar. - Ai caralho... tô toda molhada... minha buceta tá babando por causa dessa pica... grelinho tá pegando fogo... – gemia entre uma chupada e outra. A voz dele: - Goza de novo, sua cachorra... goza enquanto engole minha pica toda... mostra como você é puta de verdade. E veio o segundo. Mais forte. As pernas tremeram tanto que ela quase caiu. A buceta esguichou de verdade dessa vez, jato quente batendo na parede. O cu contraiu tão forte que pareceu querer sugar o ar. Ela manteve a pica no fundo até o tremor passar, garganta massageando a cabeça. Tirou devagar, tossindo um pouco, cuspe escorrendo pelo queixo até os peitos. Sentou de novo, ofegante, sorriso largo. - Porra... eu fiz... eu realmente chupei até gozar duas vezes... e tô aliviada pra caralho. Essa fantasia que eu fugi tanto tempo... finalmente engoli de verdade. Mas o vibrador ainda estava ali, duro, brilhando. Ela olhou e mordeu o lábio. A noite ainda era longa. Levantou, virou de costas, empinou a bunda e começou a esfregar a cabeça na entrada do cu, só pra lembrar do plano original. Mas a boca chamava de novo. Virou de frente outra vez. - Uma terceira rodada... só pra terminar o serviço – disse sorrindo. E voltou a chupar, agora mais lenta, saboreando cada centímetro, sabendo que tinha vencido o medo e virado a puta da própria fantasia. A buceta molhada, o grelinho sensível, o cu piscando, tudo latejando de satisfação. Emanuelle finalmente tinha feito o que tanto queria: chupar até gozar, sem mãos, só com a boca gulosa e a cabeça cheia de sacanagem. Ela passou mais meia hora ali, alternando chupadas profundas com lambidas preguiçosas, falando sacanagem pra si mesma e pra voz imaginária, gozando uma terceira vez mais leve, só tremendo e gemendo baixinho. Quando finalmente parou, o banheiro cheirava a buceta, saliva e tesão. Ela se olhou no espelho: rosto vermelho, lábios inchados, olhos brilhando de quem acabou de realizar um sonho sujo. - Amanhã eu repito... e quem sabe enfio no cu também – sussurrou, rindo. E assim Emanuelle saiu do banheiro, pernas moles, buceta ainda latejando, sabendo que aquela noite tinha aberto uma porta que nunca mais ia fechar. A pica de borracha na parede ficou ali, testemunha muda da primeira vez que ela realmente se deixou ser a puta que sempre quis ser por dentro.
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