Dionísio acordava todo dia com o pau latejando só de pensar na Samira. Aos 19 anos ele já não aguentava mais fingir. Desde os 12, quando abriu a porta do banheiro por acidente e viu a mãe nua saindo do banho, aquele corpo cheinho, os peitos empinados balançando molhados, a bunda grande e redonda brilhando de água, ele só pensava em foder ela. A buceta ele nunca tinha visto de perto, mas imaginava toda dia, rosadinha, molhada, pedindo pica. Samira era linda pra porra, 38 anos, pele morena macia, cabelo preto longo, quadril largo que rebolava quando ela andava pela casa de shortinho. O pai viajava muito a trabalho, e Dionísio aproveitava cada segundo sozinho com ela pra roubar as calcinhas sujas do cesto de roupa. Ele entrava no quarto dela quando ela saía pra trabalhar, pegava uma calcinha branca com mancha amarela no fundo, cheirava fundo aquele aroma de buceta madura misturado com suor, e batia uma punheta braba. A pica dele, grossa e veiosa de quase 20 centímetros, pulsava na mão enquanto ele esfregava o tecido na cabeça inchada. Mas nunca gozava dentro. Tinha pavor que ela percebesse a porra seca. Gozava no chão do banheiro, limpava tudo e devolvia a calcinha no lugar. Era tortura pura. As fotos dos peitos que ele tinha tirado escondido no celular antigo tinham sumido quando o aparelho morreu, e agora só restava a memória e as calcinhas. Um dia o pai viajou pra uma reunião que ia durar uma semana inteira. Samira chegou do trabalho cansada, tomou banho e ficou só de robe fino pela casa. Dionísio estava no sofá fingindo ver TV, mas os olhos não desgrudavam da mãe. O robe abria um pouco no peito e ele via a curva dos peitos empinados, os bicos escuros marcando o tecido. O pau dele endureceu na hora dentro da bermuda. - Filho, você tá quieto hoje. Tá tudo bem? – perguntou Samira sentando do lado dele, cruzando as pernas e deixando o robe subir até metade da coxa grossa. Dionísio engoliu seco. O cheiro dela, sabonete misturado com pele quente, invadiu o nariz dele. - Tá tudo ótimo, mãe. Só cansado da faculdade. Ela sorriu, inocente, e se inclinou pra pegar o controle. O robe abriu mais e Dionísio viu quase todo o peito esquerdo, o bico marrom escuro, duro de frio do ar condicionado. A pica dele deu um pulo violento. Naquela noite ele não aguentou. Depois que ela foi dormir, ele foi no cesto de roupa suja e pegou a calcinha que ela tinha usado o dia todo. Ainda estava quente. Ele correu pro quarto, trancou a porta, baixou a bermuda e enrolou o tecido na pica dura. Começou a bater devagar, cheirando o fundo da calcinha onde a buceta dela tinha ficado encostada o dia inteiro. - Porra, mãe... tua buceta deve ser tão quente... eu quero meter minha pica bem fundo nessa xoxota molhada – sussurrava sozinho, acelerando a mão. De repente a porta abriu. Samira tinha esquecido o celular no quarto dele e entrou sem bater. Ela parou congelada vendo o filho de pau pra fora, a calcinha dela enrolada na cabeça da pica, a mão dele subindo e descendo rápido. - Dionísio... o que você tá fazendo com minha calcinha? – a voz dela saiu baixa, chocada, mas não saiu correndo. Ele tentou esconder, mas o pau continuou latejando, babando pré-gozo no tecido. - Mãe... desculpa... eu... eu não aguento mais. Desde que te vi nua aquele dia no banheiro eu só penso em foder você. Eu cheiro tua calcinha todo dia, bato punheta pensando na tua buceta, na tua bunda grande. Eu amo você pra caralho, não como mãe, como mulher. Samira ficou parada, o robe entreaberto, respirando pesado. Os peitos subiam e desciam. Ela olhou pro pau do filho, grosso, roxo, veias saltadas, maior que o do pai com certeza. - Meu Deus, filho... isso é loucura. Eu amo teu pai... mas... vendo você assim, tão desesperado, com minha calcinha na pica... tá me deixando molhada pra porra. Ela deu um passo pra dentro e fechou a porta. Dionísio não acreditava. O coração batia na garganta. - Mãe... você não tá brava? - Brava? Eu tô chocada... mas minha buceta tá latejando só de ver essa pica grossa toda babada. Faz tanto tempo que teu pai não me come direito... vem cá, filho. Mostra pra mãe o que você quer fazer com essa buceta que você tanto cheira. Dionísio levantou tremendo. Samira abriu o robe devagar e deixou cair no chão. Os peitos empinados pularam livres, grandes, pesados, bicos duros. A barriga macia, o quadril largo, e finalmente ele viu: a buceta dela. Peladinha, lábios grossos inchados, rosados no meio, brilhando de melado. O grelinho aparecia no topo, pequeno e duro. A bunda grande, redonda, perfeita. - Olha, filho. Essa é a buceta que você tanto sonha. Quer cheirar de perto agora? Ele caiu de joelhos. Enfiou o nariz entre as coxas grossas e inalou fundo. O cheiro era mil vezes melhor que na calcinha: quente, azedinho, safado, buceta madura molhada pra caralho. - Porra, mãe... tua buceta é perfeita... cheira tão gostoso... eu vou lamber tudo. Samira segurou a cabeça dele e abriu as pernas. - Lambe, filho. Chupa o grelinho da mamãe bem gostoso. Faz a mamãe gozar na tua boca. A língua dele atacou. Lambeu o grelinho rápido, sugou os lábios grossos, enfiou fundo na entrada melada. Samira gemia baixo, rebolando na cara dele. - Isso, meu putinho... chupa a buceta da mãe... ai que delícia... tua língua é melhor que a do teu pai... mais fundo, filho... lambe o cu também, vai. Dionísio desceu a língua pro cu dela, redondinho, apertado, cheirando a mulher. Lambeu em círculo, enfiou a ponta dentro enquanto dois dedos entravam na buceta quente e encharcada. - Mãe... teu cu é tão gostoso... eu quero comer tudo hoje. Samira puxou ele pra cima, beijou a boca do filho com fome, chupando a própria buceta na língua dele. - Então me fode, Dionísio. Mete essa pica grossa na buceta da mãe. Eu quero sentir meu filho me arrombando. Ele deitou ela na cama, abriu as pernas grossas e encostou a cabeça da pica na entrada molhada. Empurrou devagar. A buceta dela engoliu centímetro por centímetro, quente, apertada, melando tudo. - Ai, filho... que pica enorme... tá me abrindo toda... mete tudo, vai... fode a mamãe com força. Dionísio começou a bombear. Fundo, rápido, as bolas batendo na bunda grande. O barulho de pica entrando em buceta molhada enchia o quarto. - Porra, mãe... tua buceta tá me engolindo... tão quente... tão molhada... eu vou gozar dentro de você. - Goza dentro, filho... enche a buceta da mãe de porra... eu quero sentir meu filho gozando bem fundo. Ele acelerou, segurando os peitos empinados, torcendo os bicos. Samira gozou primeiro, a buceta apertando a pica dele em espasmos, jorrando melado na cama. - Tô gozando, filho... ai meu Deus... minha buceta tá explodindo... Dionísio não aguentou. Enterrou tudo e gozou jatos grossos, enchendo a buceta da mãe até transbordar. A porra branca escorrendo pelo cu dela. Mas não parou. Virou ela de quatro, admirando a bunda grande empinada. - Agora eu quero comer teu cu, mãe. Essa bunda que eu sempre sonhei. Samira olhou pra trás, olhos safados. - Come, filho. Arromba o cu da mamãe com essa pica toda melada da minha buceta. Ele cuspiu no cu apertado, enfiou dois dedos pra abrir, depois encaixou a cabeça. Empurrou. O cu dela cedeu devagar, quente pra caralho, apertando a pica como um punho. - Que cu gostoso, mãe... tá me espremendo... vou foder fundo. Começou a meter forte, a bunda grande tremendo a cada estocada. Samira gemia alto agora. - Isso, meu puto... fode o cu da mãe... mete tudo... eu sou tua vadia agora... usa essa bunda grande como quiser. Ele puxou o cabelo dela, deu tapas na bunda, meteu até as bolas. Depois virou ela de lado, levantou uma perna e voltou pra buceta, alternando buraco por buraco. - Eu vou te comer a noite toda, mãe. Buceta, cu, boca... tudo meu. Samira chupou a pica dele depois, limpando a mistura de porra e melado dela própria. - Chupa, filho... mama a pica que nasceu de mim... engole até o fundo. Ela engoliu tudo, babando, engasgando, olhos lacrimejando de tesão. Eles transaram mais três vezes naquela noite. Ele gozou na boca dela, ela engoliu tudo gemendo. Gozou nos peitos empinados, lambuzando os bicos. Gozou de novo na buceta enquanto ela sentava cavalgando, rebolando a bunda grande. De manhã, Samira acordou com o filho ainda dentro dela, pica meio dura na buceta cheia de porra seca. - Filho... isso não pode sair daqui. Mas eu quero mais. Todo dia que teu pai viajar, você vai me foder até eu não aguentar andar. Dionísio sorriu, já duro de novo. - Pode deixar, mãe. Essa buceta, esse cu e essa bunda agora são meus. Eu vou te comer até você pedir arrego. E assim começou a vida secreta deles. Dionísio não precisava mais de calcinhas pra bater punheta. Agora ele tinha a buceta real da mãe todo dia, molhada, aberta, cheia de porra dele. Os peitos pra mamar, o grelinho pra chupar, o cu pra arrombar. Samira virou a vadia particular do filho, gemendo baixinho quando o pai estava em casa, mas quando ficavam sozinhos era só safadeza: - Vem cá, filho, mama a buceta da mamãe antes do almoço. - Mete no cu hoje, Dionísio, eu quero andar sentindo tua porra escorrendo o dia todo. E ele metia, chupava, lambia, enchia todos os buracos, sempre mais intenso, sempre mais chulo, sempre mais fundo. A fantasia tinha virado realidade, e nenhum dos dois queria parar nunca mais.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.