Eu tinha 19 anos e morava sozinha com meu pai desde janeiro, quando minha mãe sumiu num emprego que a deixava fora por seis meses inteiros. A casa era grande demais pro silêncio, mas eu logo me acostumei. O que eu não esperava era que o tédio ia me transformar numa vadia provocadora. Comecei usando só fio dental em casa, daqueles que mal cobrem a buceta e deixam a bunda toda de fora, andando descalça pela sala enquanto ele assistia TV. No começo era só pra me sentir livre, mas aí eu peguei ele me espiando. Duas, três vezes. Olhos grudados na minha calcinha minúscula, a boca entreaberta, a mão disfarçando no colo como se ajeitasse o pau que já estava inchando dentro da calça de moletom. Aquilo me deu um tesão do caralho. Sabia que era errado pra porra, pai e filha não deviam nem pensar nisso, mas a ideia dele perdendo o controle por causa da própria filha de 19 anos me deixava a buceta latejando só de imaginar. Eu odiava admitir, mas meu grelinho ficava duro só de lembrar daqueles olhares. Então eu entrei de cabeça na onda. Comecei a aparecer na cozinha só de sutiã e fio dental, mamilos já pinicados de tão duros, roçando na regata fina que eu “esquecia” de usar por baixo. Me abaixava na frente dele pra pegar qualquer coisa no chão, a bunda empinada, o fio dental enfiado entre as nádegas, deixando a buceta quase escapando dos lados. Uma noite ele não aguentou mais. Eu estava na sala, regata branca colada nos peitos, mamilos espetados como dois botões pedindo boca. Ele largou o controle da TV e falou baixo, rouco: - Filha, você tá me deixando louco com essa merda de vadia que você continua usando pra mim. Já entendeu o recado ou vai fingir que não percebeu que meu pau tá duro toda vez que você passa rebolando essa bunda? Eu tentei me fazer de sonsa, coração batendo na garganta, mas a buceta já estava melada. - Pai, eu não sei do que você tá falando... Ele se levantou, deu dois passos e parou bem perto, o volume na calça roçando quase na minha coxa. - Tudo que você precisa fazer é pedir, menina. Só pedir que eu faço acontecer. Vou te comer até você gritar meu nome e esquecer que sou seu pai. Eu não pedi naquela hora. Mas a partir dali eu queria que ele me pegasse. Queria que ele entrasse no meu quarto enquanto eu me trocava, me agarrasse pelos cabelos e enfiasse aquela pica grossa sem perguntar nada. Toda noite eu me masturbava pensando nisso, dois dedos enfiados na buceta molhada, imaginando o pau dele abrindo meu cu apertado enquanto ele sussurrava safadezas. No dia seguinte eu resolvi forçar a barra de vez. Saí do banho só com uma toalha enrolada nos peitos, pingando água, e fui direto pro quarto dele. A toalha “escorregou” quando eu me abaixei pra pegar o carregador que eu tinha deixado lá de propósito. Meus peitos pularam pra fora, mamilos duros, a buceta lisinha brilhando de óleo que eu passei depois do banho. Ele estava na cama, só de cueca, e o pau dele pulou pra cima na hora, marcando um volume enorme na cueca fina. - Porra, filha... olha o que você fez com a pica do seu pai – ele rosnou, mão já apertando o pau por cima do pano. – Essa bucetinha tá toda lisinha pra mim? Eu não respondi com palavras. Só me virei de costas, deixei a toalha cair no chão e empinei a bunda, abrindo as pernas devagar. O fio dental sumido entre as nádegas, o cu piscando, a buceta inchada e molhada brilhando. - Vem, pai... se você quer tanto, pega – eu sussurrei, voz tremendo de tesão. Ele não pensou duas vezes. Levantou num pulo, me agarrou pela cintura e me jogou na cama dele. A boca dele veio direto pros meus peitos, chupando um mamilo com fome, mordendo o outro enquanto a mão descia e enfiava dois dedos grossos na minha buceta encharcada. - Caralho, que buceta apertada e molhada... tá pingando pra mim, vadiazinha. Sua mãe nunca ficou tão molhada assim – ele gemeu entre chupadas. – Você provocou o pai o mês inteiro, agora vai aguentar a pica até o fundo. Eu gemi alto, quadril rebolando nos dedos dele. - Aiiiiii, paaai... enfia mais fundo... quero sua pica grossa me rasgando. Ele tirou a cueca e a pica dele pulou pra fora: grossa, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo, pelo menos 22 centímetros latejando no ar. Eu nunca tinha visto um pau tão grande de perto. Ele segurou minha cabeça e enfiou na minha boca sem aviso. - Chupa, filha. Chupa a pica do papai que você deixou louco. Eu engoli até onde deu, baba escorrendo pelos cantos da boca, garganta apertando a cabeça dele. Ele segurava meus cabelos e fodia minha boca devagar, gemendo: - Isso, engole tudo... que boca gulosa, porra. Tá aprendendo rápido, hein, sua putinha. Depois de minutos me engasgando na pica dele, ele me virou de quatro na cama, espalmou minha bunda com força e abriu minhas nádegas. - Olha esse cu apertado... e essa buceta inchada pingando. Vou comer as duas hoje. Ele cuspiu na minha buceta e enfiou a pica de uma vez só, até as bolas baterem no meu grelinho. Eu gritei de prazer e dor misturados. - Aaaah, pai! Que pica enorme... tá me abrindo toda! Ele começou a meter forte, pele batendo pele, o barulho molhado da buceta ecoando no quarto. - Toma, filha... toma a pica do pai que você provocou. Essa buceta é minha agora. Vou te encher de porra todo dia. Eu rebolava contra ele, grelinho roçando nas bolas dele a cada estocada. - Me fode mais forte, pai... quero sentir você no fundo da minha buceta... faz de mim sua vadiazinha, vaaai. Ele meteu uns minutos assim, depois puxou a pica melada e encostou na entrada do meu cu. - Agora o cu, menina. Você andava rebolando essa bundinha pra mim, agora vai levar no cu também. Ele cuspiu de novo, pressionou devagar e foi entrando. Meu cu apertado foi abrindo centímetro por centímetro até ele estar todo dentro. - Caralho, que cu quente e apertado... parece virgem ainda. Tá gostando de levar no cu do pai, hein? Eu só gemia, lágrimas de tesão escorrendo. - Sim, pai... arromba forte e gostoso o meu cuzinho... mete tudo... Ele começou a socar meu cu com força, uma mão no meu cabelo puxando pra trás, a outra beliscando meu grelinho inchado. Eu gozei pela primeira vez assim, buceta esguichando no lençol enquanto o cu apertava a pica dele. - Porra, filha, tá apertando tanto que vou gozar... toma a porra do pai no seu cu! Ele jorrou quente dentro do meu cu, gemendo alto, corpo tremendo. Mas não parou. Tirou a pica ainda dura, virou meu corpo e enfiou de novo na buceta, agora misturando porra e melado. - Vou te comer a noite inteira. Você pediu, agora aguenta. A gente fodeu em todas as posições. Eu por cima, quicando na pica dele, peitos balançando na cara dele enquanto ele chupava meus mamilos e falava: - Rebola nessa pica, vadia... mostra pro pai como você quer ser comida todo dia. Depois ele me colocou de lado, uma perna levantada, metendo devagar e fundo, mão no meu clitóris esfregando sem parar. - Olha pra mim enquanto eu te fodo, filha. Olha nos olhos do seu pai enquanto ele enche sua buceta de porra de novo. Eu gozei mais duas vezes, uma delas tão forte que mijei um pouco de tesão na cama. Ele gozou dentro da buceta, depois me fez chupar a pica suja de porra e melado dos dois buracos. - Limpa tudo, menina. Prova o gosto da sua própria buceta e do seu cu na pica do pai. Eu lambi tudo, gemendo, sentindo o gosto salgado e doce misturado. A partir daquela noite virou rotina. Toda manhã eu acordava com a pica dele já dentro de mim, me fodendo devagar enquanto eu ainda estava sonolenta. - Bom dia, minha putinha... papai veio acordar essa buceta com porra fresca. Eu rebolava contra ele, sussurrando: - Enfia mais, pai... me usa antes do café. À tarde, na cozinha, ele me pegava encostada na pia, baixava meu short e me comia ali mesmo, rápido e bruto. - Tá molhada só de me ver, né? Essa buceta já sabe que é do pai. E à noite, no meu quarto, ele me comia na cama onde eu dormia sozinha antes, me virando de todas as formas, enchendo meu cu, minha buceta e minha boca até eu não aguentar mais de tanto gozar. Uma vez ele me amarrou os pulsos na cabeceira com o próprio fio dental que eu usava pra provocar e me comeu por horas. - Agora você não escapa, vadia. Vai levar pica até implorar pra parar. Eu não implorei pra parar. Implorei pra continuar. - Mais, pai... me arromba mais... quero sua porra escorrendo pelos meus buracos o dia inteiro. A gente transou daquele jeito louco por semanas. Ele me ensinava coisas novas: me fazia sentar na cara dele pra eu gozar na boca dele enquanto chupava o grelinho, depois me virava e enfiava a língua no meu cu enquanto eu chupava a pica dele de cabeça pra baixo. Me fazia engolir a porra quente direto da pica, depois me beijava com gosto de porra na boca. - Você é minha agora, filha. Essa buceta, esse cu, esses peitos... tudo do papai. Eu respondia gemendo, completamente entregue: - Sou sua vadia, pai... me come quando quiser, onde quiser. Eu provoquei pra isso. E toda vez que ele me enchia de porra, eu sentia aquela adrenalina proibida explodindo no peito. A gente tinha cruzado a linha que nunca devia ser cruzada e, caralho, como era bom ficar do outro lado.
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