Esfregada gostosa com papai!

Catarina tinha 23 anos e um corpo que parecia feito para enlouquecer qualquer um: peitos firmes, cintura fina e uma bunda redonda que balançava quando ela andava. Mas ninguém mais ia tocar nela. Ninguém. Porque o único pau que ela queria era o do pai dela, o Genilson, 46 anos, aquele homem forte, de barba grisalha e voz grossa que sempre cheirava a cigarro e suor depois do trabalho. Tudo começou numa tarde chuvosa, quando os dois estavam sozinhos em casa, abraçados no sofá velho da sala. Ele era viúvo, ela tinha acabado de sair de um namoro ruim, e o abraço era só pra consolar. Mas o corpo dele reagiu diferente.
Ele abriu as pernas e enfiou uma coxa grossa bem no meio das dela. Catarina sentiu o calor da pele dele roçando na buceta por cima da calcinha fina. O coração dela disparou. Sem pensar, ela começou a se esfregar devagar, como se fosse sem querer. A calcinha já estava molhada, o tecido grudando na pele quente da boceta inchada.
- Filha... o que você tá fazendo? – ele murmurou, a voz rouca, mas não tirou a perna.
- Pai... eu tô com saudade de... – ela sussurrou, apertando mais o quadril contra a coxa dele, sentindo o pau dele endurecer dentro da bermuda.
Genilson respirou fundo, as mãos grandes descendo pelas costas dela até agarrar a bunda com força.
- Porra, Catarina... você parece que tá com a bucetinha molhada pra caralho. Tá sentindo meu pau latejando?
Ela gemeu baixinho e esfregou mais rápido, o grelinho inchado roçando no tecido da bermuda dele. O cheiro de buceta molhada já enchia o ar. Ele não aguentou. Puxou a calcinha dela pro lado com dois dedos grossos e enfiou um dedo bem fundo na bucetinha apertada.
- Ai, pai... que delícia... enfia mais... – ela pediu, rebolando no dedo dele.
Ele tirou o dedo, lambeu devagar, olhando nos olhos dela.
- Tão doce... minha filhinha safada tem uma buceta que parece mel. Vem cá.
Ele a deitou no sofá, abriu as pernas dela bem abertas e baixou a cabeça. A língua quente dele lambeu o grelinho devagar, circulando, chupando com força enquanto dois dedos entravam e saíam da buceta encharcada. Catarina se contorcia, mãos no cabelo dele, puxando.
- Pai... chupa minha buceta... assim... ai, caralho... você mama tão gostoso... eu vou gozar...
Ele não parou. Enfiou a língua toda dentro, fodendo a boceta com a boca enquanto o polegar massageava o grelinho inchado. Ela gozou forte, o corpo tremendo, squirtando um pouco no queixo dele. Genilson lambeu tudo, subiu e beijou a boca dela, fazendo ela provar o próprio gosto.
- Sente o gosto da sua bucetinha safada? – ele disse, tirando a bermuda. O pau dele pulou pra fora, grosso, veioso, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Uns 20 centímetros de pica dura, pesada, com bolas cheias balançando.
Catarina arregalou os olhos.
- Pai... que pica enorme... eu quero ela toda dentro de mim.
Ele não esperou. Posicionou a cabeça grossa na entrada da buceta e empurrou devagar. Ela sentiu cada centímetro abrindo ela, esticando as paredes quentes e molhadas.
- Porra... tá apertada pra caralho... minha filhinha tem uma bucetinha que parece virgem ainda de tão apertadinha que é... – ele grunhiu, metendo até o fundo.
Ela gritou de prazer, unhas cravando nas costas dele.
- Me fode, pai... mete essa pica grossa bem fundo... rasga minha buceta... eu sou sua putinha agora...
Ele começou a meter forte, o sofá rangendo, bolas batendo na bundinha dela. O barulho molhado de buceta sendo fodida enchia a sala. Ele pegou os peitos dela, chupou os bicos duros, mordendo de leve enquanto a pica entrava e saía sem parar.
- Olha como sua buceta engole meu pau... tá vendo? Toda melada, escorrendo pro meu saco... você gosta de pau de pai, né safada?
- Gosto... eu amo... ninguém mais vai me foder... só você... me enche de porra, pai... goza dentro...
Ele acelerou, suado, gemendo alto. Gozou jorrando, enchendo a buceta dela de leite quente, grosso, transbordando pra fora enquanto ele ainda metia. Catarina gozou de novo, apertando o pau dele com as paredes da boceta.
Depois daquela tarde, tudo mudou. Eles moravam longe um do outro agora – ela na capital, ele no interior. Mas todo mês, quando ele vinha visitar ou ela ia pra lá, o sexo era selvagem. Nunca mais de uma vez por mês, porque a culpa batia depois, mas o desejo era mais forte que tudo.
Numa dessas visitas, Catarina mal fechou a porta do quarto de hotel e já estava de joelhos. Genilson abriu o zíper e ela engoliu a pica toda, babando, engasgando, olhando pra cima com olhos de puta.
- Chupa meu pau, filha... isso... engole até o fundo... que boquinha gulosa...
Ela babava, saliva escorrendo pelo queixo, chupando as bolas peludas, lambendo o cu dele com a língua enquanto masturbava a pica grossa.
- Pai... eu sonho com esse pau todo dia... minha buceta fica molhada só de pensar... me fode a boca...
Ele segurou a cabeça dela e fodeu a garganta, estocadas profundas, lágrimas escorrendo no rosto dela. Depois a virou de quatro na cama, cuspiu no cu dela e enfiou dois dedos.
- Hoje eu quero esse cuzinho também... tá virgem ainda?
- Tá não, pai... mas é seu a partir de agora... enfia devagar... quero sentir você me arrombando...
Ele posicionou a cabeça melada de cuspe e pré-gozo e empurrou. O cu dela abriu aos poucos, queimando, esticando. Ela gemeu alto, dor misturada com prazer.
- Ai caralho... tá entrando... que cu apertado... relaxa pra mim, filhinha... deixa o papai foder esse rabinho gostoso...
Centímetro por centímetro, a pica grossa entrou até as bolas. Ele parou, deixando ela acostumar, depois começou a meter devagar. Logo o ritmo aumentou, o barulho de pele contra pele ecoando. Ele esticou a mão e esfregou o grelinho dela enquanto metia no cu.
- Goza com meu pau no seu cu, safada... aperta ele... porra, que delícia...
Catarina gozou gritando, o cu piscando em volta da pica dele. Genilson puxou pra fora e enfiou na buceta de novo, alternando, fodendo os dois buracos sem parar.
- Eu amo você, pai... me usa... me faz sua vadia... goza no meu cu, por favor...
Ele gozou forte, enchendo o cu dela de porra quente, transbordando pelas coxas. Depois os dois caíram na cama, suados, ofegantes. Ele a abraçou, beijando a testa dela.
- Filha... isso não pode continuar assim pra sempre... a gente mora longe, mas você tá obcecada...
Catarina encostou o rosto no peito dele, mão descendo pra segurar o pau semi-duro.
- Eu sei, pai... mas eu não quero mais ninguém. Nenhum cara encosta em mim. Só penso na sua pica me abrindo, no seu gosto na minha boca, no jeito que você me enche de leite. Quando eu me mastrobo sozinha, eu finjo que é você metendo em mim. Eu gozo chamando seu nome. Isso tá virando um problema sério... eu rejeito todo mundo, fico seca pros outros... só molho pra você.
Ele suspirou, mas o pau dele já estava duro de novo na mão dela.
- Então vem cá... mais uma vez antes de eu ir embora. Senta no meu pau.
Ela montou nele, buceta escorregadia engolindo a pica toda de uma vez. Rebolou devagar, sentindo ele latejar lá dentro, depois acelerou, peitos pulando, mãos dele apertando a bunda.
- Olha como eu cavalgo seu pau, pai... tá vendo minha buceta engolindo tudo? Eu nasci pra isso... pra ser sua putinha...
Ele segurou os quadris dela e meteu pra cima, estocadas fortes, batendo fundo.
- Isso... rebola nessa pica... aperta ela com sua bucetinha gulosa... você é minha, Catarina... só minha...
Eles gozaram juntos mais uma vez, ela desabando no peito dele, porra escorrendo pela coxa. O quarto cheirava a sexo, suor e buceta. Depois, quando ele foi embora, ela ficou na cama, dedos dentro da buceta ainda melada, pensando nele.
Todo mês era assim. A espera era uma tortura doce. Ela mandava mensagens safadas no meio da semana:
- Pai, tô com saudade da sua pica... minha buceta tá doendo de tanto pensar em você me fodendo...
Ele respondia:
- Aguenta firme, filhinha... mês que vem eu te arrombo inteira de novo.
E quando o dia chegava, era sempre intenso. Uma vez ele a pegou no banheiro do hotel, contra a pia, olhando no espelho enquanto metia por trás.
- Olha no espelho como você fica safada com meu pau te fodendo... vê sua cara de puta...
- Eu sou sua puta, pai... mete mais forte... me faz gozar olhando pra gente...
Outra vez, no carro estacionado no meio do mato, ela chupou ele enquanto ele dirigia, depois sentou no colo e cavalgou até ele encher a buceta de novo.
- Cuidado pra não sujar o banco, filha... mas fode mesmo assim... isso...
A obsessão crescia. Catarina parou de sair com amigos, de flertar, de tudo. A vida dela girava em torno da próxima vez que o pai ia meter nela. Às vezes, sozinha em casa, ela se olhava no espelho e falava baixinho:
- Eu sou a putinha do meu pai... e eu amo isso.
Genilson também sentia. Ele ligava tarde da noite, voz baixa:
- Tá molhada agora, filha? Toca essa buceta pra mim... descreve...
- Tô encharcada, pai... dois dedos dentro... imaginando sua pica grossa me abrindo... ai... eu vou gozar pensando em você...
E gozava no telefone, gemendo o nome dele.
O problema era real. Ela sabia que aquilo era errado pros outros, mas pra ela era a coisa mais certa do mundo. Ninguém ia entender. Ninguém ia substituir o jeito que ele a fodia, o jeito que ele a chamava de filhinha safada enquanto enchia ela de porra. O abraço no sofá tinha virado o começo de uma dependência que nenhum dos dois queria parar.
E toda vez que eles se viam, o fogo era o mesmo. Ele chegava, ela já tirava a roupa, abria as pernas e pedia:
- Vem, pai... me fode... me usa... me enche toda...
E ele obedecia, metendo fundo, gemendo, gozando, marcando ela como sua. Porque no fundo, os dois sabiam: uma vez por mês não era suficiente, mas era tudo que tinham. E enquanto tivessem isso, Catarina não queria mais ninguém. Nunca mais.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Esfregada gostosa com papai!

Codigo do conto:
258449

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
02/04/2026

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