Comendo minha amiga, o irmão dela viu e não aguentou...

Eu tinha vinte anos e a Rose, vinte e dois, era minha ficante favorita. A gente se pegava sem compromisso, mas com uma química do caralho. Ela morava com o irmão mais novo, o Rick, de dezenove, numa casa simples mas confortável, só os dois depois que os pais se separaram. Eu passava quase todo dia por lá, comia, dormia, fumava um baseado no sofá. Aquela noite começou normal pra cacete. A gente tinha saído pra comer num restaurantezinho de esquina, daqueles com churrasco na brasa e cerveja gelada. Voltamos rindo, o estômago cheio, o corpo relaxado.
Rose trancou a porta, jogou a bolsa no canto e foi direto pra cozinha preparar uns pratos de sobra. A gente comeu sentados na mesa da sala, trocando olhares safados, a perna dela roçando na minha por baixo da madeira. Terminou o prato, ela lambeu o garfo devagar, me olhando nos olhos, e disse:
- Tá com fome de outra coisa, né, safado?
Eu ri, puxei ela pela cintura e a gente foi pro sofá. A sala estava escura, só a luzinha fraca do abajur. Peguei o baseado que tinha deixado pronto mais cedo, acendi e dei o primeiro trago fundo. A maconha subiu rápido, aquele calor gostoso se espalhando pelo peito, pela cabeça, deixando tudo mais lento e mais intenso. Rose sentou no meu colo de frente, as coxas grossas apertando meus quadris, a saia curta subindo até mostrar a calcinha preta. A gente se beijou devagar no começo, língua contra língua, o gosto de cerveja misturado com o fumo. Depois o beijo ficou bruto, mãos apertando, ela gemendo baixinho na minha boca.
- Hmmm... me dá mais um trago – ela pediu, rouca.
Eu passei o baseado, ela tragou fundo, segurou e soltou a fumaça no meu rosto. Uma coisa levou à outra. A mão dela desceu pro meu pau, já duro pra caralho dentro da calça, e apertou forte. Eu levantei a saia dela, puxei a calcinha pro lado e senti a buceta quente, molhada, os lábios inchados roçando na cabeça da minha pica. Ela se ajeitou, desceu devagar, me engolindo inteiro. A buceta dela era apertada pra porra, daqueles que parece que suga.
- Aaaahhh... porra, como você me enche toda – ela gemeu, cabeça jogada pra trás.
Começou a cavalgar. Devagar no início, rebolando o quadril, a buceta escorregando pra cima e pra baixo na minha pica, o barulho molhado ecoando na sala silenciosa. Eu segurava a bunda dela, dedos afundando na carne macia, abrindo as bandas pra sentir o cu piscando. O baseado passou de mão em mão, a cabeça girando, o prazer dobrando. Ela acelerou, os peitos balançando dentro da blusa fina, mamilos duros marcando o tecido. Eu puxei a blusa pra cima, peguei um peito na boca, chupei forte, mordi de leve o bico.
- Isso, chupa meu peito, caralho... me fode mais fundo – ela pediu, voz rouca de tesão.
Eu metia pra cima, estocadas secas, a pica batendo no fundo da buceta dela. O grelinho inchado roçava na base do meu pau a cada descida. Ela estava encharcada, o mel escorrendo pelas minhas bolas. A gente estava tão chapado que nem ouviu a porta da frente abrir. Rick chegou da festa, bêbado pra caralho, cambaleando um pouco. Ele parou na entrada da sala, olhos arregalados, mas não disse nada. A gente nem tentou esconder. A maconha tinha tirado qualquer vergonha. Ele sentou no sofá ao lado, bem perto, e ficou olhando, a respiração pesada.
Eu sorri, ainda metendo devagar, e falei pra ele, voz grossa:
- Olha só, mano... sua irmã tem a buceta mais apertada que eu já comi na vida. Sente como ela tá sugando minha pica.
Rose corou forte, mas a buceta dela contraiu em volta de mim, um espasmo gostoso que quase me fez gozar ali. Ela continuou cavalgando, mais devagar agora, exibindo pro irmão. Rick lambeu os lábios, olhos fixos na buceta dela engolindo minha pica. Ele se aproximou, mão tremendo um pouco, e agarrou a bunda dela com força, abrindo as bandas.
- Porra... eu esperei tanto tempo por isso, mana – ele murmurou, voz embargada de álcool e tesão.
Rose sorriu, maliciosa, parou de cavalgar e se levantou devagar da minha pica. O pau saiu brilhando, melado da buceta dela. Ela se ajoelhou no chão entre nós dois, olhando pra cima com aqueles olhos safados.
- Agora eu vou cuidar de vocês dois – ela disse, lambendo os lábios.
Primeiro pegou minha pica na boca. Chupou fundo, garganta relaxada, engolindo até o talo, saliva escorrendo pelo queixo. A língua girava na cabeça, sugando o mel dela mesma. Depois virou pro Rick, baixou a calça dele rápido. A pica do cara era grossa, um pouco mais curta que a minha, mas veia saltada. Ela segurou os dois paus juntos, uma mão em cada, e foi alternando. Chupava um, lambia o outro, passava a língua da base até a ponta, misturando saliva e pré-gozo.
- Hmmm... dois paus pra mim... que delícia – ela gemeu entre uma chupada e outra.
Eu segurava o cabelo dela, guiando a boca. Rick gemia baixo, quadril empurrando devagar. Ela babava, os sons molhados de sucção enchendo a sala. Passava de um pau pro outro, às vezes enfiava os dois na boca ao mesmo tempo, as bochechas estufadas, olhos lacrimejando de prazer. O cheiro de buceta, porra e maconha misturado era insano.
Depois de um tempo, a gente levantou ela e foi pro sofá de novo. Eu sentei e disse pro Rick:
- Vai, mano, transa ela agora. Enfia nessa buceta que tá pingando.
Rick olhou pra mim, depois pra bunda da irmã, que ela empinava pra ele. Ele se posicionou atrás, segurou os quadris dela e enfiou devagar. A buceta dela aceitou fácil, molhada do jeito que estava.
- Aaaahhh... caralho, mana... você é tão quente por dentro – ele gemeu, voz rouca.
Eu me posicionei na frente dela, no sofá, e ela se inclinou pra me chupar enquanto o irmão metia por trás. A gente penetrou ela de lado, eu na boca, ele na buceta, o corpo dela balançando entre nós. Rick não durou muito. Ele metia cada vez mais rápido, as bolas batendo na buceta dela, o barulho molhado alto.
- Porra... eu vou gozar... não consigo parar – ele avisou, mas não saiu.
Ele gozou dentro, jatos grossos enchendo a buceta da irmã. O rosto dele contorcido de prazer, gemendo alto:
- Aaaahhh... toma minha porra, mana... caralho...
Rose tremeu inteira, um orgasmo pequeno passando por ela só de sentir o irmão gozando lá dentro. Depois ele sentou no sofá, ofegante, pica ainda dura pingando. Eu peguei a Rose, virei ela de costas no sofá, deitei ela bem aberta. Coloquei as pernas dela sobre meus ombros, a buceta vermelha e escorrendo o gozo do irmão. Eu enfiei minha pica devagar, sentindo a porra dele misturada com o mel dela, tudo quente e escorregadio.
- Você é uma vadia tão boa recebendo a porra do seu irmão... agora vai receber a minha também, tá entendendo? – eu disse, voz baixa e grossa.
O rosto dela brilhou de tesão, olhos vidrados.
- Sim, papai... me enche toda... eu quero sua porra misturada com a dele – ela implorou, voz desesperada.
Achei totalmente estranho ela me chamar de papai, mas eu comecei a meter forte. Estocadas profundas, a pica entrando e saindo, levando o gozo do Rick pra fora, escorrendo pelas bandas dela. A buceta fazia barulho de tanta porra. Eu olhava pra baixo, vendo minha pica suja de esperma alheio, e aquilo me deixava louco.
- Olha só como você tá molhada de porra de irmão, vadia... sua buceta tá piscando pedindo mais – eu falei, acelerando.
Rose gemia alto agora, sem controle:
- Aaaahhh... papai... me fode... mais fundo... eu sou sua vadia... aaaahhh... goza dentro, por favor!
Rick assistia tudo, mão no pau dele se masturbando devagar, ainda bêbado e excitado. Eu metia sem parar, o sofá rangendo, o corpo dela tremendo. O grelinho dela inchado roçava na minha pica a cada estocada. Eu baixei a mão e esfreguei ele com o polegar, rápido.
- Isso... toca meu grelinho, papai... eu vou gozar de novo – ela gritou, voz falhando.
O orgasmo dela veio forte, buceta apertando minha pica como um punho, leite escorrendo. Eu não aguentei. Empurrei fundo, bolas encostadas na bunda dela, e gozei. Jatos grossos, quentes, misturando com a porra do Rick.
- Toma... recebe tudo, vadia... papai tá enchendo você – eu rosnei.
Ela gritou:
- Aaaahhh... sim... me enche... eu sinto tudo misturado... porra!
A gente ficou assim um tempo, eu ainda dentro dela, pulsando, a buceta dela contraindo pra tirar cada gota. O cheiro de sexo enchia a sala inteira. Rick se aproximou, passou a mão na buceta dela, pegou um pouco da mistura de porra que escorria e lambeu os dedos.
- Porra... isso é loucura... mas eu quero de novo – ele disse, sorrindo bêbado.
Rose riu fraca, corpo mole, mas já rebolando de leve contra mim.
- Vocês dois me destruíram... mas eu amo isso. Meus dois machos me enchendo de porra.
Eu saí devagar, a pica melada saindo com um som molhado. A buceta dela ficou aberta, vermelha, gozo branco escorrendo pelo cu e pelo sofá. Eu me inclinei e lambi um pouco, misturando tudo na língua, depois beijei ela pra ela provar.
- Hmmm... gosto de vocês dois juntos – ela murmurou, lambendo meus lábios.
A gente ficou ali no sofá, suados, chapados, gozando ainda escorrendo. A maconha ainda fazia efeito, tudo parecia sonho molhado. Rick acendeu outro baseado, passou pra gente. Fumamos em silêncio um tempo, mãos passeando nos corpos. Rose pegou os dois paus de novo, acariciando devagar, já pensando na próxima rodada.
- Da próxima vez eu quero os dois ao mesmo tempo na minha buceta... ou um no cu – ela sussurrou, safada.
Eu ri, apertando o peito dela.
- Você é mesmo uma vadia sem limite, né? Mas a gente vai te dar tudo que você pedir.
Rick concordou com a cabeça, olhos brilhando.
- Qualquer coisa pela mana... e pelo amigo que ajudou a realizar isso.
A noite mal tinha começado de verdade. A gente continuou ali, corpos colados, gemidos baixos voltando aos poucos, a sacanagem rolando solta até o sol raiar. Cada estocada, cada chupada, cada gota de porra ficou gravada na memória como o tesão mais intenso que eu já vivi. E tudo começou porque eu ajudei minha ficante a transar com o próprio irmão, sem pudor nenhum, só prazer cru e puro.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Comendo minha amiga, o irmão dela viu e não aguentou...

Codigo do conto:
258630

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
05/04/2026

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