Carla mal podia acreditar no calor que sentia entre as pernas enquanto se olhava no espelho do quarto de hóspedes. Aos 18 anos, baixinha com seu 1,50m, pele branquinha, cabelo castanho comprido caindo até a cintura, seios enormes que pareciam querer pular para fora de qualquer roupa e uma bundinha durinha, redonda, perfeita para chamar atenção. Ela tinha acabado de chegar ao Rio de Janeiro, mandada pela mãe para passar uns dias na casa da tia Cristina. Fazia mais de dez anos que não via a família, e os primos Eduardo e Lucas, agora ambos com 18 anos, pareciam outros caras. Fortes, bronzeados da praia, com aquele olhar de adolescente tarado que não disfarçava nada. Na primeira manhã, por volta das dez, o sol brilhava forte. Carla vestiu uma tanguinha vermelha minúscula, com lacinhos nas laterais que bastava puxar para cair tudo. A parte de cima do biquíni mal cobria os bicos dos seios grandes, apertando tanto que a carne transbordava, criando um vale profundo e convidativo. Quando desceu para encontrar os primos, percebeu logo: os olhos deles grudavam nela como moscas no mel. - Porra, Carla, você tá... diferente – murmurou Eduardo, o mais velho, tentando disfarçar o volume que já crescia na sunga. - Diferente como, primo? – ela respondeu com um sorriso safado, virando de lado para mostrar a bundinha empinada. Lucas engoliu seco, o pau dele marcando forte na roupa. - Tá gostosa pra caralho, mana. Essa bunda... caralho. Eles foram para a praia, e Carla decidiu provocar. Andava devagar na frente deles, rebolando a cada passo, sentindo o olhar queimando sua pele. Deitou na toalha de barriga para baixo, os seios espremidos contra o tecido, e chamou: - Edu, passa óleo nas minhas costas? Tá quente demais aqui. Eduardo quase tropeçou correndo. As mãos dele tremiam enquanto espalhava o óleo bronzeador nas costas dela. Deslizava devagar, sentindo a pele macia, branquinha. Quando ela pediu: - Agora no bum bum, vai. Não deixa nada sem óleo não. Ele obedeceu, as mãos apertando as nádegas durinhas, abrindo levemente a fenda. Carla sentia a pica dele latejando perto, quase roçando nela. Ele demorou uns bons trinta minutos massageando aquela bunda, o pau dele tão duro que parecia que ia rasgar a sunga. O cheiro de tesão no ar era forte. Ela estava ficando molhada, a bucetinha latejando, mas parou por ali, deixando os dois primos malucos. Isso se repetiu todos os dias. Provocações, olhares, toques “acidentais”. Lucas e Eduardo andavam com as picas sempre meia-bomba, envergonhados quando ela dava uma cortada, mas loucos de tesão. Carla adorava. A cada noite, se masturbava pensando neles, enfiando dois dedos na bucetinha encharcada e gemendo baixinho o nome deles. Naquela noite quente, mais de uma da manhã, o quarto estava escuro, iluminado só pela fresta da porta. Carla vestia só uma tanguinha preta fio-dental que mal cobria os lábios inchados da buceta e uma camiseta branca fina. O calor fazia o suor escorrer entre os seios. Ela ouviu passos no corredor. Fingiu dormir, o coração acelerado. A porta abriu devagar. Era Eduardo, 18 anos, o corpo suado, o pau já marcando na cueca. Ele se aproximou pé ante pé, sussurrando: - Carla... tá acordada? Ela não se mexeu, respirando fundo como em sono profundo. Ele ganhou coragem. Levantou a camiseta devagar, expondo os seios enormes, os bicos rosados duros. Depois, com dedos trêmulos, puxou a tanguinha para o lado. - Aii, que bucetinha linda... toda lisinha, branquinha – ele murmurou, cheirando perto, o nariz roçando os lábios molhados. Carla, para ajudar, afastou as pernas devagar. A tanguinha entrou entre os lábios, deixando a buceta escancarada, o grelinho inchado pulsando. Eduardo enfiou o dedo indicador, sentindo o mel escorrendo. - Caralho, tá encharcada... que delícia. Ele chupou o dedo, gemendo baixo. Depois começou a bater punheta ali do lado, o cheiro de pica jovem invadindo o quarto. Carla estava louca para agarrar, mas continuou fingindo. Ele tirou a tanguinha de vez, abrindo mais a porta para ver melhor. A luz batia direto na bucetinha rosada, brilhando de tesão. Eduardo se ajoelhou entre as pernas dela, o rosto colado. - Vou lamber essa bucetinha... tá cheirando tão gostoso. A língua dele tocou leve no grelinho. Carla sentiu um choque. Ele lambia rápido, circulando o clitóris durinho como pedra. - Hmmm... que delícia – ele sussurrava entre lambidas. Carla não aguentou mais e mexeu o quadril, empurrando a buceta contra a boca dele. Eduardo enfiou a língua mais fundo, chupando os lábios, sugando o mel que escorria. - Aii, porra... tá molhada pra caralho. Quero comer você inteira. Ele enfiou um dedo, depois dois, fodendo devagar enquanto lambia o grelinho. Carla gemia baixinho, fingindo sono, mas o corpo traía: - Mmm... ahhh... Ele ficou em pé, batendo a pica grossa bem perto do rosto dela. Gozou forte, vários jatos quentes de porra caindo no cabelo castanho e nos seios. Depois saiu correndo, envergonhado. Carla abriu os olhos puta da vida, mas excitada demais. A porra dele escorria pelo cabelo. Ela enfiou os dedos na buceta, esfregando o grelinho rápido. - Seu cabacinho medroso... podia ter me comido. Mas amanhã você vai me foder direitinho. Nos dias seguintes, a tensão explodiu. Carla provocava mais. Na praia, deixou os primos passarem óleo nela inteira. Lucas massageava as coxas, os dedos quase tocando a buceta. Eduardo apertava a bunda, o pau roçando nela. Uma tarde, sozinha com Eduardo no quarto, ela decidiu agir. Fechou a porta, tirou a blusa devagar, os seios pulando livres. - Edu, olha o que você fez outro dia. Melou meu cabelo todo. Agora vai consertar isso. Ele ficou parado, pau endurecendo na hora. - Carla... eu... porra, você é minha prima. - E daí? Somos adultos. Olha minha bucetinha, tá pingando por você desde aquele dia. Ela tirou a saia e a calcinha, deitou na cama abrindo as pernas. A buceta brilhava, lábios inchados, grelinho pedindo atenção. - Vem, chupa. Quero sentir essa língua de novo. Eduardo caiu de boca. Lambeu com fome, enfiando a língua fundo, chupando o grelinho com força. - Ahhh... isso, primo! Chupa minha bucetinha... ai, que delícia! – Carla gemia alto agora, sem fingir. Ele enfiava dois dedos, fodendo rápido, a boca sugando o clitóris. - Tá tão apertada... caralho, vou te comer. Carla agarrou a cabeça dele, empurrando contra a buceta. - Isso, lambe tudo! Meu grelinho tá doendo de tesão... ahhh, porra! Ela gozou forte, jorrando na boca dele, o corpo tremendo. Eduardo subiu, tirando a cueca. A pica dele era grossa, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. - Olha essa pica, Carla. Tá louca pra entrar na sua bucetinha. - Enfia logo, Edu. Quero sentir você me arrombando. Ele posicionou a cabeça na entrada molhada e empurrou devagar. Carla sentiu cada centímetro abrindo ela. - Aiiii, que pica grande... vai devagar... ahhh! Ele meteu fundo, a buceta engolindo tudo. Começou a foder com ritmo, as bolas batendo na bundinha. - Porra, que buceta apertada... tá me apertando todo. Carla gemia desesperada: - Me fode, primo! Mais forte! Quero sua pica toda dentro... ahhh, isso! Rasga minha bucetinha! Ele acelerou, o quarto cheio do som molhado de pica entrando e saindo. Carla arranhava as costas dele, os seios pulando com cada estocada. - Tô louca... me come gostoso... ai, ai, vou gozar de novo! Eduardo segurou os seios, chupando os bicos enquanto metia fundo. - Goza na minha pica, Carla. Quero sentir você apertando. Ela explodiu, a buceta contraindo, leite escorrendo pelas coxas. Ele não parou, virou ela de quatro, admirando a bundinha durinha. - Agora vou comer esse cu também. Tá piscando pra mim. - Devagar, Edu... nunca deixei ninguém no cu. Ele cuspiu na rola, esfregou na entradinha e empurrou. Carla gemeu alto, dor misturada com prazer. - Aiiiii, que delícia... enfia mais... ahhh, tá abrindo meu cu! Ele meteu devagar no começo, depois mais forte, uma mão no grelinho esfregando enquanto a outra apertava a bunda. - Que cu gostoso... apertado pra caralho. Tô quase gozando. - Goza dentro, Edu! Enche meu cu de porra quente! Ele meteu fundo e gozou, jatos grossos enchendo o cu dela. Carla gozou junto, tremendo inteira. Os dois caíram na cama, suados, ofegantes. Mas não acabou aí. Lucas tinha ouvido tudo da porta entreaberta. Entrou, pau na mão. - Porra, vocês dois... posso participar? Carla sorriu safada, abrindo as pernas de novo, porra escorrendo do cu. - Vem, Lucas. Quero as duas picas hoje. Meus primos vão me foder juntos. Lucas não pensou duas vezes. Enquanto Eduardo recuperava o fôlego, ele enfiou a pica na buceta melada. - Que bucetinha quente... tá cheia de porra do Edu. - Isso, me fode também! Quero as duas picas me usando... ahhh! Eles se revezaram, uma pica na buceta, outra na boca. Carla chupava com fome, engasgando na rola grossa. - Chupa gostoso, prima... engole meu pau – Lucas gemia. Depois, os dois juntos: Eduardo no cu, Lucas na buceta. Dupla penetração intensa. Carla gritava de prazer: - Aiiiiiii, caralho! Tão me arrombando... duas picas me enchendo! Mais forte, primos! Me destruam! Gemidos desesperados enchiam o quarto. Os corpos batendo, suor, porra, mel escorrendo. Eles gozaram quase juntos, enchendo buceta e cu de porra quente. Carla deitou exausta, sorrindo, o corpo marcado de chupões e porra. - Agora vocês são meus. Sempre que eu quiser, vou chamar pra foder essa buceta e esse cu. E assim, os dias na casa da tia viraram uma festa de sacanagem sem limites. Praias de dia, noites de pica, buceta e cu até o sol raiar.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.