Eu namorava a Adriana havia uns seis meses. Ela era de Londrina, Paraná, e eu do interior. Ano de 2004. Adriana tinha acabado de fazer 18 anos, corpo de mulher jovem, morena, pele macia e durinha, seios fartos que balançavam quando ela andava, bunda grande, arrebitada, daquelas que faz qualquer homem virar a cabeça. Cabelo liso caindo nos ombros, sorriso safado. Eu tinha 24 e ela adorava me satisfazer de todas as formas que eu pedisse. Chupava meu pau com vontade, engolia porra, deixava eu foder seu cu apertado, tudo com um tesão que parecia não acabar nunca. Uma noite, depois de tomarmos vinho, ela me olhou com aqueles olhos brilhando de álcool e tesão e perguntou: - O que de mais sexy você quer que eu faça? O que mais te excitaria? Eu hesitei. Sempre tive aquela fantasia secreta de zoofilia, vídeos de garotas transando com cachorros. Nunca pensei em fazer de verdade. Falei umas bobagens primeiro: transar num avião, masturbar ela em público. Ela queria mais. A bebida tinha subido, a bucetinha dela já devia estar molhada. Foi aí que soltei: - Vi uns vídeos de garotas transando com cachorros... acho que ia me deixar louco ver você fazendo isso. Ela ficou muda por um segundo, me olhou fundo. Pensei que ia levar um tapa. Mas ela riu, mordendo o lábio. - Eu sabia que você ia falar isso. E eu vou realizar essa fantasia pra você. Quero ser sua putinha de verdade. Eu achei que era só a embriaguez falando. Enganei-me. A conversa fluiu pesada. Ela pediu pra ver os vídeos. Eu morava a 200 km, ia pra casa de um amigo que cedia um quarto. Lá a gente se masturbava juntos no telefone, combinando cada detalhe do dia em que ela ia dar pra um cachorro. Ela disse que só com um cachorro pequeno, tinha medo de grandão. Escolhemos um Cocker Spaniel. Comprei o Tuk, com 8 meses na época. Depois de meses de fantasia pelo telefone, chegou a hora. Tuk já tinha mais de um ano. Com consentimento e até incentivo da mãe dela (que não sabia dos detalhes, só achava que íamos passear), Adriana foi conhecer meus pais. No primeiro dia, nada de sexo. Nervosismo puro. Combinamos tudo pro dia seguinte: uma cachoeira isolada, em dia de semana, quase ninguém por lá. Peguei o carro do meu pai, coloquei o Tuk e fomos. Adriana estava deslumbrante. Vestido verde florido curto, sem sutiã, calcinha minúscula preta. Maquiada como se fosse pra festa: lábios vermelhos bem pintados, blush nas bochechas, rímel, tudo. Seios empinados marcando o tecido, bunda balançando. Minha mãe até estranhou: - Vocês vão pro rio assim arrumados? Mas saímos. Quando chegamos perto da ponte que dava acesso ao rio isolado, descemos. Estacionei mais à frente, onde ninguém veria o carro. Tuk estava agitado, farejando o ar. Adriana tinha se masturbado no caminho, o cheiro forte de xota dela enchia o carro. O cachorro notou. Descemos pra baixo da ponte, toalha estendida no mato. Adriana parecia nervosa, mas o tesão dela era visível: bicos dos seios duros furando o vestido. - O que eu faço agora? - ela perguntou, voz tremendo um pouco. - Não viu os vídeos? Fica de quatro e deixa ele te lamber - eu mandei, pau já latejando dentro da calça. Ela obedeceu. Ajoelhou na toalha, levantou o vestido, tirou a calcinha pro lado. A bucetinha peluda dela (eu pedi pra deixar os pelos, tufo escuro e enroladinho) ficou exposta. Tuk foi pra cima dela como louco. Língua comprida lambendo a xota toda, de baixo pra cima, passando no grelinho inchado. - Aaaahhh... porra... ele tá lambendo minha buceta... tá gostoso demais... - Adriana gemeu, olhos semicerrados. Eu tirei o pau pra fora e comecei a bater punheta devagar. Nunca vi cena mais excitante: minha namorada de 18 anos, linda, maquiada, de quatro no mato sendo lambida por um cachorro. Tuk tentava subir, pica vermelha já saindo da bainha, brilhando. Eu pedi: - Levanta a saia mais, tira a calcinha de vez. Ela fez. Tuk lambeu com mais força, focinho enfiado entre as coxas grossas dela. - Hummm... que língua quente... ele tá acertando meu grelinho... ai caralho... - ela gemia, rebolando contra a boca do animal. Depois de um tempo, mandei ela masturbar ele. Adriana deitou o Tuk de lado, mãozinha delicada com unhas pintadas segurando a pica vermelha e dura do cocker. Começou a bater punheta lenta, olhando pra mim. - Olha pra mim... eu vou ser sua puta de cachorro hoje... - ela disse, voz rouca. Antes mesmo de eu pedir, ela baixou a cabeça e lambeu a pica do Tuk. Boca vermelha linda envolvendo aquela carne quente, subindo e descendo com leveza, como se quisesse dar prazer máximo. Uma mão na pica dele, a outra na própria buceta, dedos enfiados, se masturbando. - Mmm... tem gosto forte... mas tô molhada pra caralho... - ela murmurava entre lambidas. Eu já tinha gozado duas vezes só olhando, porra escorrendo na mão. Durou minutos que pareceram horas. Tuk ficou agitado. Adriana tirou a calcinha até os joelhos, bunda empinada, bucetinha peluda molhada brilhando. Tuk subiu nas costas dela sem cerimônia. Patas na cintura fina, quadril bombando. Não acertou de primeira. Ela ajudou, guiando a pica vermelha pra entrada da xota. - Enfia... isso... aaaaiiii... tá entrando... que pica quente... - Adriana gritou de prazer quando o cachorro começou a foder ela de verdade. Tuk metia rápido, selvagem, como um animal. O barulho molhado de buceta sendo arrombada ecoava. Adriana de olhos fechados, gemendo alto. - Mais forte, Tuk... fode minha buceta... aaaahhh... tô sendo comida por um cachorro... que delícia... obrigada, amor... - ela olhava pra mim entre gemidos. Quando ele escapava, ela andava de quatro em círculos, rebolando, até ele subir de novo. Em certo momento, ela deitou ele na toalha e cavalgou, buceta peluda engolindo a pica inteira, subindo e descendo, seios balançando dentro do vestido. - Olha eu cavalgando o pau do tuk, amor... tô me sentindo uma cadela no cio... hummm... vou gozaaaar... aaaahhhhh! - ela gozou forte, corpo tremendo, xota esguichando um pouco ao redor da pica do Tuk. Tuk não gostou da posição por muito tempo. Voltou pra trás, metendo como cadela. Adriana segurava os pelos dele, pedindo mais. - Me fode, me arromba... porra... tá enchendo minha buceta de pica de cachorro... goza dentro... aaaaiii... Porra escorria pelas coxas dela, mistura de mel dela com o cachorro. Eu gozei de novo só assistindo. Ela parecia profissional, gemendo desesperada, maquiagem borrada de suor e prazer. Tuk gozou dentro dela, nó inchando, travando. Ficaram presos minutos. Adriana massageava o grelinho, gozando mais uma vez. - Tô sentindo o nó... tá tão cheio... nunca me senti tão satisfeita... - ela dizia, voz rouca. Depois que separaram, ela me beijou, boca ainda com gosto de pica de cachorro, e chupou meu pau. Engoliu o resto da minha porra com vontade. - Limpa tudo com a boca, sua putinha... - eu mandava. Ela ficou de quatro de novo. Tuk, recuperado, subiu outra vez, bombando como louco, patas patinando no ar. Adriana gemia alto, sem vergonha nenhuma. - De novo... fode meu cu agora... - ela pediu. Eu ajudei a guiar pro rabinho. Tuk enfiou no cu dela. Adriana gritava de prazer e dor misturados. - Aiiii caralho... meu cu tá sendo arrombado pelo tuk... que delícia... mais fundo... aaaahhhh! Horas se passaram. Sol alto. Tuk cansado, pica recolhida. Subimos até a cachoeira, tomamos banho juntos na água gelada. Eu fodi ela ali, buceta ainda melada de porra de cachorro, chupando aqueles seios fartos. - Você é minha puta pra sempre... - eu dizia metendo forte. - Sim... sua cadela... fode gostoso sua putinha... - ela respondia, gemendo. Ficamos até o sol se pôr. Adriana caminhando com as pernas tremendo, buceta e cu doloridos mas satisfeitos. Voltamos pra casa com o Tuk dormindo no banco de trás, o cheiro de sexo no carro inteiro. Aquela fantasia realizada mudou nosso relacionamento. Adriana virou uma devassa completa, sempre pronta pra novas safadezas, com ou sem o Tuk. O mato, a ponte, a cachoeira viraram nosso templo secreto de prazer proibido.
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