Escassez no sexo, me fez recorrer a pica do negão!
Marcelly tinha acabado de completar 18 anos e morava naquele sítio isolado com os pais. O lugar era perfeito pra quem queria privacidade: muito mato, cachorro grande solto e ninguém por perto durante o dia. Todo fim de semana o primo Caio aparecia, supostamente pra “passear”, mas o que ele queria mesmo era enfiar a pica dura na bucetinha apertada dela. Eles transavam feito animais no celeiro, no quarto, onde desse. Mas Marcelly já estava enjoada daquilo. Caio era bruto, rápido e nunca fazia ela gozar de verdade. Um dia, depois de mais uma foda meia-boca com o primo, ele reclamou: - Porra, Marcelly, você tá diferente. Preciso ver mais pornô pra aprender uns truques novos. Ela riu, mas a curiosidade bateu. Sozinha em casa à tarde, abriu o notebook e começou a pesquisar. Vídeo atrás de vídeo, bucetas sendo lambidas, picas grossas entrando fundo, gemidos altos. De repente, sem querer, clicou num link e caiu num site de zoofilia. No começo achou nojento. Cães lambendo, montando mulheres, nós inchados prendendo as bucetas. Mas quanto mais via, mais a bucetinha dela latejava. O tesão subiu de um jeito que nunca sentiu com Caio. Ficou imaginando: será que teria coragem? No sítio eles tinham o Negão, um cachorro preto enorme, forte, que apareceu um dia e nunca mais saiu. Ninguém sabia a raça exata, mas o bicho era grande pra caralho, com porte de mastim. Marcelly começou a reparar nele diferente. Olhava pro volume entre as patas traseiras quando ele estava deitado, via a ponta rosada saindo da capa às vezes. A curiosidade queimava. Naquela tarde, depois da aula, ela almoçou rápido, tomou banho e vestiu só um top branco justo que marcava os mamilos duros e uma saia curta. Sem calcinha. Sentou no sofá da sala, abriu as pernas bem devagar e chamou: - Vem, Negão... vem aqui, garoto. O cachorro veio abanando o rabo, brincalhão como sempre. Cheirou os pés dela, subiu o focinho pelas coxas. Marcelly tremia de nervoso e tesão. Pegou a cabeça dele com as duas mãos e puxou devagar até o focinho gelado encostar na sua bucetinha já molhada. - Isso... cheira, vai... O focinho frio tocou os lábios inchados e ela soltou um gemidinho baixo. Negão cheirou forte, lambeu uma vez experimental. A língua grossa, quente e áspera passou direto no grelinho dela. - Aaaahh... caralho... que delícia... Ele gostou do gosto. Começou a lamber com vontade, enfiando a língua comprida entre os lábios, lambendo o mel que escorria. Marcelly rebolava no sofá, segurando a cabeça dele. - Isso, Negão... lambe minha bucetinha... lambe tudo, cachorro safado... A pica dele já estava saindo da capa, vermelha, brilhando, crescendo rápido. O cachorro ficou agitado. De repente subiu nas patas dianteiras no sofá, o corpo pesado em cima dela, quadril se movendo no ar, procurando. A pica roçava nas coxas, deixava rastro de pré-gozo. Marcelly sentiu o medo bater forte. Empurrou ele. - Sai, Negão! Para! Ele ignorou, continuava tentando enfiar. Ela deu um tapa na cara dele, nervosa. O cachorro desceu, mas olhou pra ela com aqueles olhos famintos. À noite Marcelly não dormiu. Ficou rebolando na cama, dedo na buceta, lembrando da língua dele. Arrependida por ter parado. No dia seguinte, a decisão estava tomada. Voltou da escola, almoçou, vestiu a parte de cima de um biquíni minúsculo e uma saia ainda mais curta, sem nada por baixo. Bucetinha já melada só de imaginar. Deitou no sofá, pés no chão, pernas bem abertas, buceta exposta. - Negão! Vem cá, vem... Ele veio mais cauteloso dessa vez, mas o cheiro forte da buceta molhada dele atraiu. Marcelly fez carinho na cabeça, depois puxou o focinho direto pro meio das pernas. - Lambe, vai... lambe minha bucetinha quente... A língua atacou com força. Longas lambidas do cu até o grelinho, enfiando a ponta dentro do buraco apertado. Marcelly gemia alto: - Aaaaiii... isso... que língua gostosa... lambe fundo, Negão... ai, porra... Ele lambeu até ela ficar encharcada, escorrendo no sofá. De repente o cachorro subiu, patas pesadas no sofá, corpo enorme cobrindo o dela. O vai e vem começou louco, a pica vermelha batendo nas coxas, na barriga, quase acertando. Marcelly, desesperada de tesão, levantou o quadril um pouco e guiou com a mão. A ponta grossa encontrou a entrada molhada e entrou de uma vez, rasgando fundo. - Aaaahhh! Caralho! Dói... mas continua... enfia essa pica grossa! Negão não parou. Instinto puro. Começou a bombear com força, a pica canina crescendo dentro dela, o nó já se formando na base. Cada estocada era funda, batendo no fundo da buceta. Marcelly gritava de prazer e dor misturados. - Isso... fode minha bucetinha... me fode, Negão! Mais forte! Aaaahhh... tô gozandoooooooo... caralhooo! O primeiro orgasmo veio violento, buceta apertando a pica dele, esguichando mel ao redor. As pernas tremiam, unhas cravadas nas costas do cachorro. Ele não parava, metia cada vez mais rápido, o nó inchando, batendo na entrada, forçando pra entrar. - Entra... entra esse nó... quero tudo dentro de mim! Depois de uns dez minutos de foda bruta, Marcelly gozou de novo, mais forte, quase desmaiando de prazer. Negão deu uma estocada final e o nó entrou inteiro, travando os dois. A buceta dela estava esticada ao máximo ao redor daquela bola enorme. - Aiiii... aiiiii... tô presa... porra... que delícia... O cachorro parou de se mover, mas ela sentia os jatos quentes de porra enchendo sua buceta. Muita porra, quente, grossa. Tentou se levantar e doeu pra caralho. Estavam travados. Negão desceu do sofá, ficou de costas pra ela, bundinha colada na dela, o nó preso fundo. Marcelly entrava em pânico e tesão ao mesmo tempo. - Não sai... aiiiiiii meu Deus... tá tão fundo... Ficaram assim uns quinze minutos, ela gemendo baixinho, sentindo o nó pulsar, mais porra escorrendo pelas coxas. Finalmente o nó diminuiu com um “plop” molhado e saiu, seguido de um jorro enorme de porra canina que desceu pelas pernas dela até o chão. Marcelly ficou lá, ofegante, buceta vermelha, inchada, escorrendo. Limpou o que deu, tomou um banho longo, mas o tesão não passava. A partir daquele dia, Marcelly virou viciada. Parou de transar com o primo Caio completamente. - Caio, esquece. Não quero mais – ela disse seco numa das visitas. Agora só Negão era o macho dela. As próximas vezes foram ainda mais intensas. Marcelly aprendia a posicionar melhor, a relaxar a buceta pro nó entrar mais fácil. Uma tarde ela ficou de quatro no chão da sala, saia levantada, bunda empinada. - Vem, Negão... monta em mim... me fode como sua cadela... Ele subiu rápido, as patas arranhando os lados da cintura dela, a pica já dura procurando. Marcelly guiou de novo e ele entrou de uma vez, fundo. - Aaaaiii... que pica grossa... me arromba, vai! O vai e vem era animalesco. O saco dele batia no grelinho dela a cada estocada. Marcelly gemia alto, sem vergonha: - Isso... mete fundo... sinto seu nó querendo entrar... força... aaaahhh... tô gozando de novo! Ela gozava uma, duas, três vezes seguidas, buceta apertando, esguichando. Quando o nó entrava, ela gritava de prazer puro, sentindo a buceta completamente cheia, a porra jorrando forte dentro. Ficavam presos por vinte minutos às vezes, ela rebolando devagar, sentindo cada pulsação. Uma vez ela quis experimentar o cu. Passou bastante lubrificante, ficou de quatro de novo. - Hoje você vai foder meu cuzinho, Negão... vai com calma no começo... O cachorro lambeu o cu dela primeiro, língua áspera fazendo ela delirar. Depois subiu e a pica pressionou o anel apertado. Entrou devagar, ardendo. - Aiiiii... aiiiiii... dói... mas continua... enfia no meu cu... Ele meteu mais fundo, instinto tomando conta. Marcelly choramingava de dor e prazer. - Isso... fode meu cu... me arromba todinha... aaaahhh! O nó no cu era ainda mais intenso. Ela gozou só com a pressão, corpo tremendo inteiro. Quando ele gozou, o jato quente no intestino fez ela ter outro orgasmo desesperado. - Porra... tô cheia de porra no cu... que delícia... Marcelly virou completamente louca pelo Negão. Todo dia, depois do almoço, ela chamava ele. Às vezes chupava a pica dele primeiro, língua enrolando na ponta rosada, sentindo o gosto forte, engolindo o pré-gozo. - Que pica gostosa... mmm... me dá essa porra... Outras vezes ela sentava nele, cavalgando devagar, controlando a profundidade até o nó forçar a entrada. Os gemidos dela ecoavam pela casa vazia: - Aaaaiii... Negão... você é meu macho... fode sua cadelinha... mais... mais fundo... tô gozandooo! A buceta dela ficava sempre inchada, marcada pelas foda brabas. Ela amava o cheiro de porra de cachorro na pele, o jeito que escorria pelas coxas depois. E assim continuou. Marcelly de 18 anos, completamente entregue ao prazer proibido com seu Negão. O sítio virou o paraíso particular deles. Ninguém nunca soube. E ela não trocaria aquilo por nada.
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