Desde pequenos, eu e minha irmã Julia nunca nos demos bem. Brigas constantes, portas batendo, gritos. Mas olhando agora, com 22 anos e ela com 25, ela meio gordinha, parecendo muito com aquela influencer Nicolle Caroline, algumas coisas pareciam bem diferentes do normal. Ela invadia meu quarto o tempo todo. Na maioria das vezes eu gritava pra ela sair, corria atrás dela. Mas teve duas ocasiões marcantes: Julia entrou só de sutiã preto rendado e um shortinho tão curto que a bunda quase aparecia, dizendo que ia “limpar” meu quarto. Os seios grandes balançavam enquanto ela fingia arrumar coisas. Eu gritei pra ela cair fora, mas depois, sozinho, fiquei pensando naqueles peitos e na curva da bunda. Meu pau endureceu sem eu querer. Nas brigas normais pela casa, ela adorava me empurrar com a bunda. Um empurrãozinho “acidental” que fazia a carne macia roçar em mim. Quando estávamos só nós dois em casa, ela andava quase pelada. Sem calça, só de calcinha fio-dental. Sem blusa, só de sutiã. Às vezes completamente nua, mas sempre se cobria rapidinho ou me avisava antes que eu olhasse direito. Eu fingia irritação, mas meu pau traía. O banheiro que dividíamos era outro capítulo. Ela tomava banho com a porta entreaberta. Vapor saindo, corpo molhado visível pelo reflexo. Calcinhas e sutiãs sujos jogados no chão. Cheiro de buceta misturado com sabonete. Eu pegava escondido, cheirava, batia punheta imaginando a xana dela. Por anos isso me dava nojo. Depois que ela se mudou de volta pra casa, tudo mudou. Agora me deixa duro pra caralho. Não conversávamos muito, mas a tensão sexual estava no ar. Alguns dias atrás, tomei banho e deixei minha cueca suja bem no meio do chão do banheiro. Dica clara. Queria ver se ela pegava. Naquela noite, depois do jantar, Julia foi tomar banho. Deixou a porta entreaberta de novo. Ouvi o chuveiro. Meu pau já estava meia-bomba. Fui até a porta, olhei pelo vão. Ela estava nua debaixo da água, mãos ensaboando os seios grandes, mamilos escuros duros. Desceu as mãos pra buceta, lavando devagar entre os lábios inchados. Meu pau endureceu completamente. Ela saiu do banho enrolada na toalha curta. Passou por mim no corredor, “acidentalmente” roçando a bunda na minha pica dura. - Ops... esbarrei em você de novo, irmãozinho... - disse com um sorrisinho. Entrei no banheiro. Minha cueca suja tinha sumido. No lugar, uma calcinha dela, molhada do banho, jogada bem em cima da pia. Peguei. Ainda quente, cheiro forte de buceta. Levei no nariz e bati uma punheta ali mesmo. No dia seguinte, a coisa escalou. Eu estava no quarto jogando no PC. Julia invadiu de novo, só de camiseta larga sem sutiã e uma calcinha branca minúscula. - Preciso pegar uma coisa aqui... - falou, se abaixando de quatro na minha frente, bunda empinada. A calcinha entrava no rego, marcando a buceta por trás. Fiquei olhando, pau latejando. - Julia... sai daqui, porra... - falei, mas sem força. Ela virou, viu meu volume na calça. - Tá duro assim por causa da sua irmã? Que safado... Eu sempre soube que você olhava. Puxou a camiseta pra cima. Seios grandes pularam livres, mamilos duros. - Quer tocar? Sempre quis, né? Enquanto eu fingia dormir ou deixava a porta aberta... Não resisti. Levantei, apertei aqueles peitos macios, polegares roçando os mamilos. - Porra, Julia... seus peitos são tão gostosos... - gemi. Ela gemeu baixinho. - Aperta mais forte... mama os peitos da sua irmã... Abaixei e chupei um mamilo com fome, sugando, mordendo. Ela segurou minha cabeça. - Isso... chupa o peito da mana... hummm... que boca quente... Mão dela desceu, apertou minha pica por cima da calça. - Tá tão duro... quero ver a pica de irmãozinho. Abri a calça. Pica grossa pulou pra fora, cabeça roxa brilhando. Ela lambeu os lábios. - Que pica linda... maior do que eu imaginava. Ajoelhou, lambeu da base até a cabeça, girando a língua no prepúcio. - Hummm... gosto bom... vou chupar meu irmão todinho. Engoliu metade da pica, sugando forte, mão massageando as bolas. Eu gemia, segurando o cabelo dela. - Caralho, Julia... chupa mais fundo... engole a pica do seu irmão... aaaahhh! Ela engasgou, saliva escorrendo, mas continuou, garganta apertando a cabeça. Olhos lacrimejando de tesão. - Mmmph... quero seu leitinho na boca... Não aguentei. Gozei forte, enchendo a boca da irmã. Ela engoliu tudo, lambendo os restos. - Delicioso... porra de irmão é melhor que eu pensava. Puxei ela pra cama. Tirei a calcinha. Buceta lisinha, lábios grossos inchados, grelinho protuberante. Mel escorrendo. - Abre as pernas, mana... quero lamber essa buceta que você ficava me mostrando. Ela abriu bem, dedos abrindo os lábios. - Chupa a buceta da sua irmã... lambe o grelinho... eu tô encharcada por você. Mergulhei o rosto. Língua rodando no grelinho, sugando os lábios, enfiando fundo na xana quente. Ela se contorcia. - Aaaaiii... que língua boa... chupa mais forte o grelinho... assim... vou gozar na boca do meu irmão... aaaahhhhh! Gozo quente jorrou na minha cara. Ela tremia, gemendo alto, unhas cravadas no lençol. - Isso... engole o mel da mana... hummm... continua lambendo... Virei ela de quatro. Bunda perfeita empinada, cu rosadinho piscando, buceta pingando. - Vou comer você, Julia... enfiar minha pica nessa buceta de irmã. Cuspi na mão, passei na cabeça da pica e empurrei. Entrei devagar, sentindo o calor apertado. - Porra... que buceta apertada... tá engolindo minha pica toda... - gemi. - Mete tudo... fode sua irmã... quebra essa xana... aaaaiii... que delícia! Estoquei forte. Barulho molhado ecoando no quarto. Bola batendo na buceta. Segurei os cabelos dela, puxando. - Toma pica, mana safada... rebola essa bunda... isso! Ela rebolava, gemendo desesperada. - Mais forte... me arromba... quero sentir você bem fundo... aaaahhh... vou gozar de novo! Bati mais rápido. Ela gozou, buceta apertando minha pica como um punho. Gozei logo depois, enchendo ela de porra quente. Caímos na cama, suados. Mas não acabou. Minutos depois ela sentou no meu rosto. - Lambe o cu da mana agora... enfia a língua enquanto eu mamo sua pica de novo. Língua no cuzinho apertado, sentindo o gosto proibido. Ela chupava minha pica semi-dura, trazendo de volta. - Hummm... que cu gostoso... - eu murmurava entre lambidas. Depois ela quis no cu. Lubrifiquei com saliva e mel da buceta, enfiei devagar. - Aiiiiiii, caralho... tá rasgando meu cu... mas continua... enfia a pica grossa no cuzinho da sua irmã... aaaaiii! Fodi o cu dela com força, uma mão no grelinho, dedando a buceta. Gemidos ecoavam pela casa. - Vou gozar no seu cu, Julia... toma leitinho de seu irmão... Gozei fundo no cu. Ela gozou junto, esguichando na cama. Daquele dia em diante, sempre que a casa ficava vazia, a gente transava. No banheiro, ela sentava na pia, pernas abertas, eu comendo a buceta enquanto o chuveiro corria. No meu quarto, ela cavalgava minha pica, seios balançando, gemendo meu nome. No sofá da sala, 69 louco, chupando um ao outro até gozar na boca. Uma tarde ela me provocou de novo. - Deixa sua cueca suja de novo... eu vou cheirar enquanto me masturbo pensando na sua pica. Deixei. Ela pegou, cheirou fundo, dedos na buceta. - Cheiro de pau do meu irmão... delícia... Puxei ela pro chão. Fodeu de quatro no tapete, pica entrando na buceta e depois no cu, alternando. - Quero os dois buracos hoje... me usa, irmão... sou sua putinha... Gemidos desesperados, corpos suados colados, porra escorrendo pelas coxas dela. O que era briga virou tesão proibido e viciante. Toda invasão agora terminava com minha pica dentro dela, enchendo buceta, cu e boca. Julia virou obsessão. E pelo jeito que ela gemia meu nome enquanto gozava, eu era a dela também.
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