Eu tinha 18 anos e fazia cinco dias que não gozava. O tesão tava insuportável, pau latejando o dia todo, bolas pesadas. Em casa parecia vazio. Todo mundo tinha saído. Pensei: foda-se, vou me aventurar na sala mesmo. O risco de alguém chegar deixava tudo mais gostoso. Tirei a roupa toda, deitei no sofá grande da sala. Peguei o vibrador grosso que escondia no quarto, daqueles com ponta grossa e vibração forte. Passei lubrificante, deitei de pernas abertas, cu virado pro alto um pouco. Liguei no modo baixo primeiro. A ponta pressionou meu cu apertado e começou a entrar devagar. - Hummm... porra... que delícia... - gemi baixinho. Movimentos lentos, girando o vibrador, sentindo ele abrir meu cu aos poucos. Meu pau duro babava pré-gozo na barriga. Aumentei a velocidade. O zumbido baixo enchia a sala. Fechei os olhos, imaginando uma buceta apertada engolindo minha pica. Não ouvi a porta. Uns cinco minutos depois, minha mãe chegou carregando sacolas de compras. Parou na entrada da sala e me viu. Eu, pelado, pernas abertas, vibrador enfiado até a metade no cu, mão punhetando o pau devagar. Parei assustado, coração na boca. Mas ela não gritou. Não saiu correndo. Só ficou olhando, olhos descendo pro meu pau latejando, pro vibrador piscando no meu cu. - Continua, filho... termina o que você estava fazendo. - disse com voz calma, quase rouca. - Eu vou descarregar as compras. Colocou as sacolas na cozinha e voltou pra sala, sentando na poltrona em frente. Cruzou as pernas, mas o olhar tava fixo em mim. - Faz como você tava quando eu entrei. Quero ver direitinho. - ordenou. O tesão foi maior que a vergonha. Voltei a mexer o vibrador, enfiando mais fundo agora, com ela olhando. Liguei na velocidade média. Gemidos escaparam mais altos. - Aaaahh... mãe... tá me vendo assim... que vergonha... mas tá bom pra caralho... Ela sorriu, mordendo o lábio. - Não para, meu bom garoto. Enfia esse vibrador todo no seu cu. Quero ver você gozar bem gostoso pra mim. Aumentei a intensidade. O vibrador entrava e saía, estocando meu cu, massageando a próstata. Minha mão voava no pau, punhetando forte. Ela assistia tudo, olhos brilhando. - Isso... rebola nesse vibrador... mostra pra mãe como você gosta de ter o cu arrombado... hummm... que pica linda você tem, filho... Os gemidos ficaram desesperados. O sofá rangia. Suor escorria no peito. - Mãe... tô quase... aaaaiii... vai sair forte... - Goza pra mim, vai. Quero ouvir você gritando. - ela incentivou, inclinando-se pra frente. Não aguentei. O orgasmo veio como uma explosão. Jatos grossos de porra voaram alto, caindo no peito, na barriga, até no queixo. Meu cu apertava o vibrador, corpo tremendo inteiro. - Aaaahhhhhh... porra... tô gozando... mãe... aaaaiii... que gozada gostosa... hummmm! Gemi alto, sem controle, voz rouca e desesperada. Foi o orgasmo mais barulhento da minha vida. Porra pra todo lado. Fiquei ofegante, vibrador ainda zumbindo dentro do cu. Ela levantou devagar, aproximou-se. Passou o dedo na porra que tinha caído no meu peito e levou à boca, lambendo. - Bom garoto... gozou tanto pra mamãe... agora vai se limpar. Mas depois a gente conversa. Fui pro banheiro tremendo, limpei tudo. Quando voltei pra sala, ela tava sentada no sofá onde eu tinha acabado de gozar. Olhos diferentes agora, mais quentes. - Vem cá, filho. - chamou, batendo no lugar ao lado. Sentei. Ela colocou a mão na minha coxa. - Eu vi como você gosta de brincar com o cu... isso me deixou molhada pra caralho. Faz tempo que não vejo uma pica jovem tão dura e gostosa. Minha mão tremeu quando ela guiou pra debaixo da saia dela. Buceta molhada, sem calcinha. - Toca a buceta da mamãe... sente como tá encharcada de ver você se arrombando. Dedos entraram fácil na xana quente e melada. Ela gemeu baixo. - Isso... deda a mamãe... vai... Aumentei os movimentos. Ela abriu as pernas, saia subida. Buceta lisinha, grelinho inchado. - Abaixa e chupa, filho. Mama o grelinho da mamãe. Ajoelhei no chão da sala. Língua rodando no grelinho, sugando forte, dois dedos fodendo a buceta. - Aaaaiii... que boca boa... chupa mais forte... lambe a buceta da sua mãe... hummm... isso! Ela segurava minha cabeça, quadril rebolando na minha cara. Gozou rápido, esguichando na minha língua. - Tô gozandooooooo... aaaahhhhh... engole o leitinho da mamãe... bom garoto! Levantei. Pau duro de novo. Ela olhou com fome. - Quero essa pica dentro de mim. Vem, fode sua mãe aqui na sala mesmo. Sentei no sofá. Ela sentou no meu colo, buceta engolindo minha pica centímetro por centímetro. - Porra... que buceta apertada... tá engolindo minha pica toda... - gemi. - Mete fundo, filho... quebra a buceta da mamãe... aaaaiii... que delícia! Comecei a estocar pra cima. Ela rebolava forte, seios balançando no meu rosto. Mamava os mamilos duros enquanto metia. - Mais forte... me fode como um macho... hummm... tá batendo no fundo da minha xana... aaaahhh! Virei ela de quatro no sofá. Bunda empinada, buceta aberta pingando. Enfiei tudo de uma vez. - Aaaaiii... assim... arromba a mamãe... enfia no cu também se quiser... Cuspi na mão, passei no cu dela e enfiei a pica no rabinho apertado. - Que cu guloso... tá apertando minha pica... - rosnei. Meti fundo no cu, uma mão no grelinho, dedando a buceta. - Vou gozar de novo... fode meu cuuuuu... aaaahhhhhh! Gozei dentro dela, enchendo o cu de porra quente. Ela tremeu, gozando junto, leite escorrendo pelas coxas. Depois ficamos abraçados no sofá, suados, ofegantes. - Da próxima vez eu quero ver você usando o vibrador enquanto me chupa... - ela sussurrou. - Pode deixar, mãe... tô louco pra repetir.
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