A reunião de família na casa do avô foi daquelas que ninguém esquece. Fogueira crepitando no quintal, música alta, cerveja e vinho rolando solto. Todo mundo rindo, contando história antiga, crianças já dormindo cedo. Eu tinha 19 anos, meu primo Lucas também, e a tia Clara, mãe dele, estava radiante com seus 42 anos bem conservados – corpo cheio, seios pesados, bunda grande e firme que balançava quando ela dançava. A festa foi até quase duas da manhã. Quando o pessoal começou a se espalhar pros quartos, eu fui pro antigo quarto da minha mãe, no fundo da casa. Tirei a roupa, fiquei só de cueca e fui checar o celular. Merda. Esqueci o carregador. Meu iPhone antigo, daqueles com entrada lightning, só eu e o Lucas tínhamos. O avô tinha dado de presente de Natal anos atrás. Fui pelo corredor escuro até o quarto do Lucas. A porta estava entreaberta, luz baixa do abajur acesa. Empurrei devagar, pensando em pedir o carregador rapidinho. O que vi me paralisou. Tia Clara completamente nua, montada no colo do próprio filho. Os seios grandes balançando enquanto ela se esfregava devagar na pica dura dele. Lucas deitado na cama, mãos apertando a bunda da mãe, gemendo baixo. A buceta molhada da tia deslizava pra cima e pra baixo no pau do filho, lambuzando tudo. - Isso, meu filho... esfrega essa pica grossa na buceta da mamãe... hummm... tá tão duro pra mim... - ela sussurrava, voz rouca de tesão. Lucas apertava os seios dela, mamilos escuros entre os dedos. - Porra, mãe... sua buceta tá encharcada... rebola mais gostoso... aaaahh... Fiquei ali, escondido na sombra da porta, pau endurecendo na hora dentro da cueca. Não conseguia me mexer. O cheiro de sexo já tomava o quarto – buceta molhada, suor, tesão puro. Tia Clara acelerou o rebolado. A buceta carnuda engolia a cabeça da pica do filho a cada descida, lábios grossos esticados ao redor do pau grosso. O grelinho inchado roçava na barriga dele. - Aiiiiiii, caralho... tá batendo no fundo da minha xana... fode a mamãe devagar assim... que delícia... - ela gemia, mordendo o lábio. Lucas subia o quadril, metendo de baixo. Barulho molhado ecoava baixo no quarto. - Toma minha pica, mãe... engole tudo... sua buceta aperta tanto... hummm... quero te foder o resto da noite... Ela se inclinou pra frente, seios caindo no rosto dele. Lucas mamou com fome, sugando um mamilo, depois o outro, mordendo de leve. Tia Clara gemeu mais alto, rebolando mais rápido. - Mama os peitos da mamãe... chupa forte... aaaaiii... tô ficando louca... meu filho me comendo assim... Eu estava hipnotizado. Minha mão desceu sozinha pra dentro da cueca, apertando a pica dura. Comecei a me masturbar devagar, olhando tudo. Tia Clara virou de posição. Ficou de quatro, bunda empinada pra cima, cu e buceta expostos pro filho. A xana brilhava de mel, escorrendo pelas coxas. Lucas se ajoelhou atrás, cuspiu na mão e passou no pau. - Vai meter no cu hoje também? - ela perguntou, voz manhosa, olhando pra trás. - Quero os dois buracos, mãe... - ele respondeu, esfregando a cabeça da pica na buceta primeiro. Enfiou tudo de uma vez na xana. Tia Clara abafou um grito no travesseiro. - Aaaahhh... que pica grande... tá rasgando a buceta da mamãe... mete forte... quebra tudo! Lucas segurou a cintura dela e começou a estocar fundo. O barulho de pele contra pele ficava mais alto. Bolas batendo na buceta molhada. Ele dava tapas na bunda dela, deixando marca vermelha. - Toma, sua puta... mamãe safada... querendo pica do filho... - ele rosnava, metendo sem parar. - Isso... me chama de puta... fode sua mãe gostosa... aaaaiii... mais fundo... vou gozar na pica do meu filho... hummm... aaaahhhhh! O corpo dela tremeu inteiro. Gozo escorreu pela pica do Lucas, encharcando as bolas dele. Ele não parou, tirou da buceta e pressionou no cu apertado. - Abre esse cuzinho pra mim, mãe... Tia Clara empinou mais, mão pra trás abrindo a bunda. - Enfia devagar... arromba o cu da mamãe... aaaai... queima gostoso... Centímetro por centímetro, a pica grossa desapareceu no cu dela. Lucas começou a meter, primeiro lento, depois mais forte. Tia Clara delirava, mão no grelinho se masturbando enquanto o filho fodia seu rabo. - Porra... tá todo dentro do meu cu... mete... me arromba... aaaahhh... vou gozar de novo... que delícia ser comida pelo próprio filho! Eu batia punheta mais rápido agora, respirando pesado, tentando não fazer barulho. A cena era insana. Meu primo comendo a própria mãe com vontade, ela gemendo como uma cadela no cio. Lucas puxou o cabelo dela, metendo fundo no cu. - Goza pra mim, mãe... aperta esse cu na minha pica... Ela gozou de novo, corpo convulsionando, gemidos abafados. - Aaaaiii... tô gozandoooooooo... leite escorrendo... aaaahhhhh! Lucas não aguentou. Tirou do cu, virou a mãe de frente e enfiou na boca dela. - Engole tudo, mamãe... toma o leitinho do filho... Tia Clara chupou com fome, olhos lacrimejando, garganta trabalhando. Ele gozou forte, enchendo a boca dela. Parte escorreu pelos cantos dos lábios, pingando nos seios. Ela engoliu, lambeu a pica toda, limpando. - Delicioso... leitinho quente do meu menino... Ficaram se beijando, línguas sujas de porra e buceta. Mãos ainda se tocando, preguiçosas. Eu me afastei devagar, pau latejando, gozei na mão antes de voltar pro meu quarto. Não consegui dormir direito. A imagem da tia Clara nua, se esfregando e sendo comida pelo próprio filho não saía da cabeça. No dia seguinte, durante o café da manhã, tia Clara me olhou com um sorriso diferente, como se soubesse que eu tinha visto. Lucas estava normal, mas eu não conseguia parar de imaginar eles dois transando de novo. Talvez, se eu tivesse entrado no quarto... quem sabe o que poderia ter acontecido. Mas só de ter visto já foi o suficiente pra eu bater punheta pensando nisso por semanas.
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