Eu e minha irmã mais velha, Letícia, sempre fomos próximas. Quando eu tinha 19 anos e ela 23, a gente dividia o mesmo quarto na casa dos nossos pais. Letícia era safada pra caralho, daquelas que sabia exatamente o que queria. Eu era mais ingênua, ainda descobrindo o corpo e o tesão. Começou inocente, brincadeiras de cócegas que viravam toques mais demorados. Uma noite, depois de assistir um filme na cama, ela virou pra mim. - Vem cá, maninha... me dá um beijo de boa noite direito. Eu ri, mas ela puxou meu rosto e colou os lábios nos meus. Língua quente entrando devagar, doce e molhada. Meu corpo inteiro arrepiou. Beijamos por minutos, mãos tímidas explorando por cima da roupa. Depois ela guiou minha cabeça pros seus seios. - Chupa o peito da irmãzinha... vai, experimenta. Mamiei os mamilos duros dela, sugando gostoso enquanto ela gemia baixinho. Desceu minha mão até a bucetinha dela, já molhada. - Toca aqui... sente como tá molhadinha pra você. Dedos desajeitados circulando o grelinho inchado. Ela rebolava devagar. Depois me ensinou a lamber. Ajoelhei entre as pernas dela, língua passando nos lábios grossos, chupando o grelinho com curiosidade. - Isso, maninha... lambe a xoxota da irmã... chupa o grelinho... hummm... que delícia! Eu fiz sexo oral nela várias vezes naquela época. Ela gozava tremendo, apertando minha cabeça contra a buceta molhada, enchendo minha boca de leitinho quente. Às vezes ela retribuía, dedos entrando na minha bucetinha virgem, me fazendo gemer baixinho pra não acordar os pais. - Goza pra irmã, vai... aperta minha mão com essa xaninha apertada... aaaahhh, que gostoso! Com o tempo aquilo virou um borrão. A gente cresceu, nunca mais falou do assunto. Parecia que nunca tinha acontecido. Mas Letícia continuava safada. Pelo perfil dela nas redes, eu via as taras: exibicionismo, coisas bem sombrias, desejo de ser vista, de provocar. Hoje, aos 28 e 32 anos, ainda moramos com os pais. Eu tenho uma namorada, Clara, e nós três saímos juntas às vezes. Mas nos últimos dias o clima mudou. Entro no quarto dela e quase sempre a encontro "dormindo" só de camisola curta, sem calcinha, pernas abertas, xoxota exposta e brilhando. A buceta lisinha, lábios inchados, grelinho aparecendo. Perdi a conta de quantas vezes vi isso. Da primeira vez fiquei chocada. Fui colocar um cobertor por cima, toquei de leve na coxa dela. Letícia se mexeu, quase acordando. - Humm... o que foi, maninha? - murmurou com voz rouca de sono, mas os olhos entreabertos tinham um brilho safado. Eu saí rápido do quarto, coração acelerado. Será que ela estava fingindo? Deixando a xoxota à mostra de propósito, sabendo que eu ia entrar? Aconteceu de novo no dia seguinte. Entrei pra pegar um carregador e lá estava ela, camisola subida até a cintura, pernas bem abertas, buceta molhada como se tivesse se tocado antes. Fiquei parada olhando. O grelinho inchado, sucos escorrendo pro cu. Meu corpo reagiu na hora, bucetinha ficando molhada. Coloquei o cobertor de novo. Ela se mexeu, mão roçando na própria coxa. - Deixa assim... tá quente... - sussurrou, virando de lado mas abrindo ainda mais. Comecei a desconfiar que era tarada mesmo. Exibicionismo puro. Queria que eu visse, que eu desejasse. Uma noite, depois de sair com Clara, voltei pra casa quente. Letícia estava no quarto, luz baixa, "dormindo" de novo com tudo à mostra. Entrei devagar. A xoxota dela brilhava, inchada. Cheguei perto, respiração pesada. Toquei de leve no joelho, subi a mão pela coxa. Ela não acordou de verdade, mas gemeu baixinho e abriu mais as pernas. - Hummm... toca... - murmurou como se estivesse sonhando. Meu dedo roçou os lábios molhados. Estava encharcada. Circulei o grelinho devagar. Letícia rebolou contra minha mão. - Isso... maninha... toca a buceta da irmã... Eu não aguentei. Ajoelhei na cama, aproximei o rosto e lambi. Gosto familiar, doce e safado. Língua passando na xoxota toda, chupando o grelinho com vontade. - Aaaaiii... que língua boa... chupa a xana da sua irmã... lambe tudo... hummm! Ela acordou de verdade agora, mão na minha cabeça, apertando contra a buceta. - Continua... eu sabia que você ia querer de novo... lambe minha bucetinha molhada... aaaahhh! Chupei com fome, dedos entrando na xana apertada, outro no cu piscando. Letícia gemia alto, mas abafado pra não acordar a casa. - Dedo no cu da irmã... isso... fode os dois buraquinhos... vou gozar na sua boca... aaaahhhhh! Gozo quente jorrou, ela tremendo inteira, pernas apertando minha cabeça. Lambi tudo, engolindo o leitinho dela. Depois ela me puxou pra cima, beijando minha boca com gosto de buceta. - Agora é sua vez, maninha. Tira essa roupa. Tirei tudo. Ela me deitou, abriu minhas pernas e mergulhou a cara na minha xoxota. - Que bucetinha linda... tá molhada pra irmã... vou comer você todinha. Língua experiente rodando meu grelinho, sugando forte, dois dedos fodendo minha buceta fundo. Eu mordia o travesseiro pra não gritar. - Aiiii, porra... chupa meu grelinho... enfia mais dedo... aaaaiii... que delícia, Letícia! Ela lambeu até o cu, língua entrando no meu rabinho apertado enquanto dedava a xana. - Rebola no rosto da irmã... isso... goza pra mim! Gozei forte, esguichando na cara dela. Letícia riu safada, lambendo tudo. - Boa menina. Agora vamos brincar direito. Ela pegou um vibrador que escondia na gaveta, daqueles grossos. Passou na minha buceta, depois no cu. - Quer no cu também, maninha? Eu adoro. Enfiou devagar no meu rabinho enquanto chupava meu grelinho. Dor misturada com prazer insano. - Aaaahhh... tá rasgando meu cu... mas continua... fode o cuzinho da sua irmã... hummm! Metia o vibrador fundo, língua no grelinho. Eu delirava, gemendo desesperada. - Vou gozar de novo... porra... mais forte... aaaahhhhh! Gozei tremendo inteira. Depois inverti. Coloquei o vibrador nela, fodendo a buceta e o cu ao mesmo tempo com dedos e brinquedo. - Toma na xana e no cu, sua safada... rebola pra irmã... - eu dizia. - Isso... arromba os dois buracos da Letícia... aaaaiii... que gostoso... vou gozar de novo! Ela gozou gritando abafado, sucos escorrendo pela cama. Depois daquilo viramos rotina escondida. Quando os pais saíam, a gente se trancava no quarto. Eu sentava na cara dela, rebolando a xoxota molhada na boca da irmã enquanto ela me comia. - Senta na minha boca... esfrega essa buceta gostosa... hummm... delícia! Clara, minha namorada, às vezes saía com a gente. Letícia provocava as duas, roçando "sem querer", mostrando decotes. Uma noite, depois de beber um pouco, Letícia dormiu "acidentalmente" sem calcinha na sala. Clara viu. - Porra... olha a xoxota da sua irmã... - Clara sussurrou, excitada. Acabamos as três no quarto. Letícia no meio, eu chupando os seios dela, Clara lambendo a buceta. - Come a buceta da minha irmã... olha como tá molhada... - eu dizia. Letícia gemia alto. - Isso... duas bocas em mim... chupem o grelinho... aaaahhh... vou gozar pra vocês! Gozo dela molhou o rosto de Clara. Depois elas me comeram juntas. Dedos, línguas, vibrador no cu e na xana. Gemidos desesperados enchiam o quarto abafado. - Fode minha buceta e meu cu... as duas... aaaaiii... que delícia! Hoje a gente não fala do passado em voz alta, mas o presente é puro fogo. Letícia continua exibindo a xoxota "sem querer", eu continuo cobrindo e acabando entre as pernas dela. Clara entrou na brincadeira e agora somos um trio safado escondido dos pais. Taras sombrias viraram prazer compartilhado. E eu, que era ingênua, hoje adoro ser a irmã safada que come e é comida pela Letícia.
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Minha irmã ficava de calcinha na nossa casa todo dia ela fazia as tarefas da casa de calcinha eu vi ela fazendo uma safadeza deixou a calcinha dentro da ppk alisando até dava pra sentir o cheiro da ppk dela
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