Desde que completei 18 anos, a relação com minha mãe mudou completamente. Ela descobriu meu histórico de buscas no navegador: obsessão por pés, femdom, humilhação, tudo isso. Em vez de brigar, ela decidiu usar isso contra mim. Ou melhor, a meu favor, transformando o filho em seu brinquedo sexual particular. Tudo começou devagar. Estávamos sentados no sofá vendo TV. Ela tirou as meias e colocou os pés macios, quentes, bem em cima do meu pau por cima da calça. - Massagem nos pés da mamãe, vai... você sabe que eu gosto. - ela mandou, voz doce mas firme. Meus dedos apertavam os pés dela, sentindo o cheiro levemente suado. Meu pau endureceu na hora. Ela ria baixinho, esfregando a sola devagar por cima da calça, pressionando a cabeça da pica. No jantar, debaixo da mesa, os pés dela subiam pela minha perna até achar o pau duro. Dedos habilidosos massageavam as bolas, apertavam o eixo, enquanto ela conversava normalmente com meu pai do outro lado. - Passa o sal, amor. - dizia pro meu pai, enquanto o dedão circulava minha glande por cima da cueca. Eu ficava louco, segurando o gemido. Quando ela precisava pegar algo na prateleira alta da cozinha, me chamava. - Vem aqui embaixo, filho. Fica de quatro que a mamãe vai subir em você. Eu ajoelhava. Ela colocava um pé no meu ombro, o outro na minha cabeça, subindo como se eu fosse um banquinho humano. A buceta dela roçava na minha nuca por baixo do vestido. O cheiro me deixava tonto. Discussões? Ela sentava nas minhas pernas, rebolava devagar até eu ficar duro, depois colocava os pés no meu rosto. - Cheira o pé da mamãe enquanto eu falo. Isso, filho... lambe entre os dedos. Um dia o tesão explodiu. Eu tinha passado quase uma hora massageando os pés dela. Estava duro pra caralho, latejando. Ela percebeu e deu um pé na minha cara, forte o suficiente pra eu sentir o impacto. - Tira a roupa agora, seu putinho. Mamãe quer ver essa pica. Fiquei pelado na sala. Ela sentou no sofá, pés no meu pau, masturbando devagar com as solas. - Olha como você fica duro só com os pés da sua mãe... que vergonha. Gozei forte, jorrando porra quente nos pés dela, entre os dedos, na sola. Ela sorriu satisfeita. - Agora você me deve algo em troca. Tirou a calcinha, sentou na minha cara completamente nua. Buceta molhada, inchada, roçando na minha boca. - Come a xoxota da mamãe. Lambe tudo. Língua pra fora, eu lambia os lábios grossos, chupava o grelinho inchado. Ela cavalgava meu rosto, esfregando forte, mel escorrendo pela minha boca e nariz. - Isso... enfia a língua na buceta da mamãe... chupa o grelinho... aaaahhh... mais forte! Gemidos altos enchiam a sala. Ela apertava as coxas na minha cabeça, rebolando desesperada. - Vou gozar na cara do meu filhinho... toma... aaaaiii... caralho... gozandoooooo! Gozo quente jorrou na minha boca. Engoli o que deu, o resto escorreu pelo rosto. Ela ficou ali, tremendo, esfregando a buceta molhada na minha língua até acalmar. Durante a noite ouvi meus pais transando no quarto deles. Minha mãe gritava alto de propósito. - Isso, mete forte... fode sua mulher... aaaahhh! Quando terminaram, ela veio pro meu quarto ainda suada, buceta inchada e pingando gozo do meu pai. - Seu pai não me fez gozar direito. Agora termina o serviço, filho. Puxou o lençol, sentou na minha cara de novo. - Come tudo. Come o gozo do seu pai misturado com a buceta da mamãe. Lambia tudo, gosto salgado de porra misturado com o mel dela. Depois ela deitou de quatro. - Me fode agora. Enfia essa pica jovem na buceta da sua mãe. Entrei devagar. Buceta quente, molhada, ainda cheia de gozo do pai. Estocava forte, bolas batendo. - Isso... fode a mamãe... mete fundo... aaaaiii... quebra minha xana! Mordi o travesseiro pra não gemer alto. Ela rebolava contra mim, pedindo mais. Virei ela de lado, uma perna pra cima, metendo fundo, dedo no cu dela. - Quer no cu também? - perguntei ofegante. - Quero... arromba o cuzinho da mamãe. Cuspi na mão, lubrifiquei e enfiei a pica no cu apertado. Ela mordeu o travesseiro com força. - Aiiii, porra... tá rasgando meu cu... mas continua... fode o rabo da sua mãe... hummm... mais fundo! Gozei dentro do cu dela, enchendo de porra quente. Ela gozou logo depois, corpo tremendo. Depois sentou na minha cara de novo. - Limpa tudo. Come sua porra e a do seu pai da buceta e do cu da mamãe. Língua trabalhando nos dois buracos, engolindo tudo misturado. A partir daquela noite virei o brinquedo sexual dela oficial. Toda vez que meu pai fodia ela, mamãe esperava ele dormir e vinha pro meu quarto, buceta ou cu ainda cheio de porra, pra eu terminar o serviço. Me fazia comer por horas, sentada na cara, rebolando devagar enquanto assistia TV no celular. - Fica aí embaixo, filhinho. Lambe a xoxota da mamãe enquanto ela relaxa. Usava os pés pra me escravizar. Acordava eu com os pés no meu rosto. - Cheira e lambe. Bom dia pro meu escravo. Me fazia gozar nos pés dela, depois me obrigava a lamber a própria porra. Quando estávamos sozinhos em casa, ela tirava a roupa e mandava eu ficar pelado. - De joelhos. Mamãe vai treinar BJJ em você. Ela fazia jiu-jitsu, e usava isso pra me dominar pelado. Me socava de leve no estômago, chutava as coxas, depois me estrangulava com as pernas enquanto sentava a buceta na minha boca. - Tá sentindo a coxa da mamãe apertando seu pescoço? Lambe enquanto isso. Eu ficava roxo, pau duro latejando, língua trabalhando no grelinho dela até ela gozar jorrando na minha cara. Uma tarde ela me prendeu numa chave de braço, peito dela pressionando minhas costas, enquanto a outra mão masturbava minha pica devagar. - Goza pra mamãe assim, preso... isso... jorra pra sua dona. Gozei forte, porra espirrando no chão. Ela me fez lamber tudo. - Limpa a bagunça que você fez, seu putinho. O melhor era quando ela chegava depois do sexo com meu pai. Entrava no meu quarto cheirando a sexo, buceta vermelha e inchada. - Olha o que seu pai deixou... agora limpa e me faz gozar de verdade. Eu chupava tudo, depois fodia ela de quatro, no cu, na boca. Ela gemia baixinho, mordendo o braço. - Isso... enche a mamãe de porra de novo... fode seu brinquedo favorito... Eu gozava dentro, depois ela sentava na cara, me fazendo engolir tudo de novo. O ciclo se repetia quase todo dia. Ela adorava me humilhar com os pés. Durante o jantar, se meu pai saía da mesa um minuto, o pé dela já estava dentro da minha calça, dedos apertando as bolas. - Fica quietinho... senão mamãe vai fazer você gozar aqui mesmo. Em discussões bobas, colocava o pé na minha cara e mandava lamber. - Isso resolve a discussão. Lambe entre os dedinhos suados da mamãe. Eu era dela. Brinquedo sexual completo. Pés, buceta, cu, boca, estrangulamento, humilhação. Tudo o que ela queria, eu dava. E ela sempre pedia mais.
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