Eu tinha 35 anos, casada, mãe de um garoto que acabara de completar 18. Cabelo loiro comprido, corpo curvilíneo, peitos grandes e pesados que chamavam atenção, coxas grossas e uma bunda que preenchia qualquer roupa. Meu filho, Lucas, era o típico nerd tímido: magricela, óculos, sempre trancado no quarto jogando ou lendo quadrinhos. Nunca teve namorada, ficava vermelho só de falar com garotas. Eu sempre fui muito próxima dele, talvez próxima demais. No fim de semana passado meu marido viajou a trabalho. Ficamos só nós dois em casa. O sol estava forte, então vesti meu biquíni rosa floral minúsculo, daqueles com recortes sexy que mal cobriam meus mamilos e deixavam metade da minha bunda de fora. Fiquei pegando sol no quintal, sentindo o calor na pele. Depois entrei e chamei ele pro sofá pra assistir um filme. Nos abraçamos como sempre. Mas dessa vez era diferente. Eu sentia o pau dele endurecendo contra minha coxa grossa enquanto os olhos dele desciam pro meu decote, pros meus peitos quase pulando pra fora. - Filho... você já ficou com alguma garota? - perguntei baixinho, voz rouca. Ele corou violentamente, óculos embaçando um pouco. - Não, mãe... eu sou virgem ainda. Nenhuma garota quis nada comigo. Algo estalou dentro de mim. Um calor subiu pela minha buceta, deixando ela molhada na hora. Eu sorri, passei a mão no cabelo dele. - A mamãe pode te ensinar, meu amor. Não precisa ter vergonha. A mamãe tá aqui pra tudo. Puxei ele pra um beijo profundo. No começo ele ficou nervoso, lábios tremendo, mas logo a língua dele encontrou a minha. Nos beijamos com fome, saliva misturando, gemidinhos baixos escapando. Minhas mãos guiaram as dele pros meus peitos. - Toca nos peitos da mamãe... aperta eles... isso... - murmurei no ouvido dele. Ele apertava desajeitado, mas com vontade. Desamarrei a parte de cima do biquíni. Meus seios grandes pularam livres, mamilos rosados duros como pedra. Ele arregalou os olhos. - Nossa, mãe... são tão grandes... tão lindos... - Chupa eles, filho. Mama nos peitos da mamãe como quando era bebê. Ele se jogou. Boca quente sugando um mamilo, depois o outro, língua rodando, mordendo de leve. Eu gemia alto, mão na cabeça dele, puxando mais. - Hummm... isso, meu filhinho... chupa mais forte... aaaahhh... tá me deixando molhada pra caralho... Guiei a mão dele pra dentro da calcinha do biquíni. Os dedos dele tocaram minha buceta lisinha, inchada, mel escorrendo. - Sente como a mamãe tá molhada por você... enfia o dedo na xoxota da mamãe... Ele enfiou um dedo desajeitado, sentindo o calor apertado. Eu rebolava devagar na mão dele. - Assim... deda a buceta da mamãe... mais fundo... hummm... que delícia... Puxei o short dele pra baixo. A pica dele pulou pra fora, grossa, veias marcadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Maior do que eu imaginava. - Que pica linda, filho... grossa e dura pra mamãe... Abaixei e dei a primeira mamada da vida dele. Boca quente envolvendo a cabeça, língua lambendo por baixo, descendo devagar até engolir quase tudo. Babava bastante, chupando com fome, mão massageando as bolas. - Mãe... porra... que boca gostosa... aaaahhh... - ele gemia, quadril tremendo. Chupei mais rápido, garganta apertando a pica, saliva escorrendo pro saco. Ele não aguentou. - Mãe... vou gozar... aaaaiii! Gozo quente jorrou na minha boca, jatos grossos. Engoli tudo, lambendo até a última gota. - Delicioso... o leitinho do meu filhinho... - sorri, limpando a boca. Fomos pro meu quarto. Tirei o resto do biquíni, fiquei completamente nua na frente dele. Deitei na cama, pernas abertas. - Vem, filho. Explora a mamãe. Lambe a xoxota dela. Ele ajoelhou entre minhas coxas grossas, rosto hesitante. Guiei ele. - Lambe o grelinho primeiro... devagar... isso... agora chupa os lábios... enfia a língua dentro da buceta da mamãe... A língua dele era desajeitada mas ansiosa. Logo encontrou o ritmo, sugando meu grelinho inchado, bebendo meu mel. - Aaaahhh... isso, filho... chupa a buceta da mamãe... lambe meu grelo... hummm... tá me fazendo delirar... aaaaiii! Gozei na boca dele pela primeira vez, corpo tremendo, coxas apertando a cabeça dele. Ele lambeu tudo, olhos brilhando. Subi em cima dele. Posicionei a pica grossa na entrada da minha buceta molhada. - Agora a mamãe vai tirar sua virgindade... vai sentir o filhinho dentro dela... Desci devagar. A cabeça grossa abriu meus lábios, centímetro por centímetro. A sensação do pau do meu próprio filho me enchendo era proibida e viciante pra caralho. - Porra... que buceta quente e apertada... mãe... aaaahhh... - ele gemeu, mãos apertando meus quadris. Comecei a cavalgar. Devagar no início, depois mais forte. Meus peitos grandes balançavam pesados, mamilos duros. Ele agarrava eles, chupando enquanto eu subia e descia. - Monta na pica do filho, mãe... rebola gostoso... hummm... que delícia... - ele pedia. Acelerei, buceta engolindo a pica inteira, barulho molhado ecoando no quarto. Meu grelinho roçava na base dele a cada descida. - Vou gozar de novo... na pica do meu filhinho... aaaahhhhh... me enche de porra, filho! Ele agarrou minha bunda grossa, estocando pra cima com força. Gozei forte, buceta apertando a pica dele, mel escorrendo pelas bolas. Ele não aguentou. - Mãe... vou gozar dentro... aaaaiii... toma o leitinho do filho! Jatos quentes de porra bombearam fundo na minha buceta, enchendo tudo. Continuei montando devagar, tirando até a última gota. Caímos deitados, abraçados, suados, respirando pesado. Ele ainda dentro de mim, amolecendo. - Isso foi incrível, mãe... eu te amo tanto... - A mamãe também, meu amor. Isso é nosso segredo. Quando o pai não estiver, você vai ser o amante da mamãe. Desde aquele dia mudou tudo. Durante o dia ele continuava o nerd tímido, óculos, jogando no quarto. À noite, quando o marido viajava ou dormia cedo, virava outro. Uma noite ele me pegou na cozinha. Eu de camisola fina. Ele veio por trás, mãos nos meus peitos, pica dura roçando na bunda. - Quero foder a mamãe aqui mesmo... - sussurrou. - Então enfia logo essa pica na buceta da mamãe... - respondi, inclinando na pia. Ele levantou a camisola, puxou a calcinha pro lado e meteu fundo de uma vez. Estocadas fortes, rápidas. - Aaaahhh... me fode, filho... quebra a buceta da mamãe... mais forte... hummm! Eu gozei gemendo baixo pra não acordar ninguém, ele encheu minha xoxota de novo. Outra vez no banheiro. Eu no chuveiro, ele entrou pelado. Ajoelhei e chupei a pica molhada, garganta fundo. - Chupa o pau do filho, mãe... engole tudo... aaaahhh... que boca gulosa... Depois ele me fodeu contra a parede, pernas enroladas nele, água caindo. Metia fundo, uma mão no meu cu, dedo entrando devagar. - Quer o dedinho no cu da mamãe? Enfia... isso... aaaaiii... tá bom pra caralho... Gozei tremendo inteira. A culpa bate forte às vezes. Eu sei que é tabu demais, mãe e filho se comendo assim. Mas o tesão é viciante. Ver ele saindo do quarto tímido e depois me comendo como um macho me deixa louca. Ele aprendeu rápido: agora me come de quatro, lambendo meu cu antes de enfiar a pica grossa no rabinho apertado. - Enfia no cu da mamãe, filho... arromba ele... aaaahhhhh... que pica grande... tá me rasgando gostoso! Eu rebolo, peitos balançando, gemendo desesperada enquanto ele enche meu cu de porra quente. Às vezes sento na cara dele, buceta molhada esfregando no rosto, grelinho na língua. - Lambe tudo, filhinho... bebe o mel da mamãe... hummm... isso... Ele vira um devoto da minha xoxota. E eu adoro ser a puta do meu próprio filho. A emoção secreta quando o marido sai de casa, as olhadas cúmplices durante o jantar, as noites de gemidos abafados... tudo isso virou vício. Eu sei que não devia, mas não consigo parar. Meu garoto nerd agora sabe exatamente como fazer a mamãe gozar gritando.
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