Nunca imaginei que após uma sessão de massagem, eu iria comer gostoso minha mãe!
Desde pequeno eu via coisas que não devia. Mamãe andando pela casa de calcinha, saindo do banho com a toalha mal amarrada, aqueles seios grandes balançando. Aos 27 anos eu ainda carregava aquele tesão reprimido por ela. Ela tinha 47, mas o corpo era uma delícia: bunda grossa, coxas carnudas, peitos pesados e uma buceta que eu imaginava sempre molhada. Mamãe adorava minhas massagens nos ombros. Pedia quase todo dia depois do trabalho. - Ai filho, suas mãos são mágicas. Ninguém faz como você. Aperta mais aqui no pescoço... - ela gemia baixinho, olhos fechados de prazer. Eu odiava ficar muito tempo, mas usava aquilo como desculpa pra tocar nela. Um dia decidi arriscar. Fingi que precisava de dinheiro pra uma conta atrasada. - Mãe, te dou uma massagem de corpo inteiro de 30 minutos se você me emprestar uma grana. Bem caprichada, prometo. Ela hesitou só um segundo, depois sorriu. - Tá bom, filho. Desce pro meu quarto em dez minutos. Vou me arrumar. Quando entrei no quarto, o coração já batia forte. Mamãe estava deitada de bruços na cama grande, blusa azulada fina sem sutiã, calcinha cinza pequena que mal cobria a bunda grossa. A carne branca e macia escapava pelos lados. Cabeça no travesseiro, ela não me via admirando aquela visão. Passei loção nas mãos e comecei. Comecei pelo pescoço, apertando devagar, descendo pros ombros. Ela relaxava, soltando suspiros. - Hummm... que delícia, filho. Continua... suas mãos são tão fortes. Desci pelas costas, amassando a carne macia. A blusa subia um pouco, mostrando a curva da cintura. Cheguei na lombar, depois nas coxas grossas. Minhas mãos subiam cada vez mais, testando. Ela não reclamava. Fiquei mais ousado e comecei a massagear a bunda por cima da calcinha. Apertei forte, sentindo a carne quente e macia ceder entre meus dedos. Espalmei as mãos, abrindo as bandas devagar. Ela respirava mais fundo. - Tá gostoso aí, mãe? - perguntei, voz rouca. - Continua, filho... tá bom... aperta mais... - respondeu, voz manhosa. Concentrei ali por longos minutos. Amassava, apertava, abria. Vi a mancha escura se formando na calcinha cinza, bem no meio. A buceta dela estava molhando. Meu pau endureceu na calça, latejando dolorido. Fiquei mais corajoso. Passei o polegar bem no meio, esfregando por cima do tecido úmido, sentindo o grelinho inchado por baixo. Mamãe soltou um gemido baixo. - Ahh... filho... Não parei. Esfreguei mais forte, circulando. Ela abriu um pouco as pernas. Deslizei os dedos por baixo da calcinha. A buceta estava pegando fogo, ensopada, lábios grossos e mel escorrendo. - Porra, mãe... você tá molhada pra caralho... - murmurei. Enfiei um dedo devagar, sentindo o calor apertado. Depois dois. Comecei a meter ritmado, polegar no grelinho. - Aiiiiiii... filho... que isso... hummm... continua... não para... Os gemidos dela ficaram mais altos. Rebolava devagar contra minha mão, buceta chupando meus dedos. - Tá gostoso, mãe? Quer que eu meta mais fundo nessa buceta? - perguntei, safado. - Sim... mete os dedos na buceta da mamãe... aaaahhh... assim... que delícia... Aumentei o ritmo. Dedos entrando e saindo rápido, barulho molhado ecoando no quarto. Ela apertava os lençóis, bunda empinada. - Vou gozar... aiiiiiiii meu Deus... filho... aaaaiiiii... gozandoooooooooooo! O corpo dela tremeu forte. Buceta pulsou, jorrando mel quente na minha mão. Tirei os dedos e, rápido, lambi tudo sem ela ver. Gosto doce e forte de buceta madura. Ela respirava pesado, ainda de bruços. Virei ela de costas. Blusa levantada, seios grandes à mostra, mamilos duros. Calcinha encharcada puxada pro lado. - Mãe... eu quero mais... posso? - pedi, pau latejando. Ela olhou pra mim, olhos vidrados de tesão. - Vem, filho... a mamãe tá louca de tesão também. Tira essa roupa. Tirei tudo. Pica grossa pulou dura, cabeça roxa brilhando. Mamãe arregalou os olhos. - Que pica grande... vem cá. Ela sentou na beira da cama e pegou minha pica na mão quente. Masturbou devagar, depois lambeu a cabeça. - Hummm... que pica gostosa... - murmurou antes de engolir metade. Mamou com fome, cabeça subindo e descendo, saliva escorrendo. Eu segurava o cabelo dela. - Chupa a pica do seu filho, mãe... engole mais fundo... isso... que boca gostosa... aaaahhh! Ela engasgou, mas continuou, chupando bolas também. Depois deitou de novo, abriu as pernas. - Vem... enfia essa pica na buceta da mamãe. Posicionei a cabeça na entrada molhada e empurrei devagar. Entrei centímetro por centímetro, sentindo a buceta quente apertar toda minha pica. - Porra... que buceta apertada e quente... tá engolindo minha pica toda... - gemi. - Mete tudo, filho... fode a mamãe... aaaaiii... que delícia... tá batendo fundo! Comecei a estocar. Devagar no começo, depois mais forte. Barulho de pele contra pele, buceta molhada fazendo barulhos obscenos. Seios dela balançavam a cada metida. - Mais forte... quebra a buceta da mamãe... hummm... assim... aaaahhh! Segurei as coxas grossas, abrindo mais, metendo fundo. Polegar no grelinho, circulando enquanto fodia. Ela gozou de novo, gritando. - Tô gozando... filho... aaaaiiiii... porra... que pica boa! Senti a buceta apertar forte. Continuei metendo. Virei ela de quatro, bunda empinada pra mim. Cuspi no cu e enfiei o polegar enquanto metia na buceta. - Quer no cu também, mãe safada? - perguntei, estocando. - Quero... vai devagar primeiro... arromba o cu da mamãe... Tirei da buceta, pressionei a pica no cuzinho apertado. Entrei devagar. Ela gemeu alto, mordeu o travesseiro. - Aiiiii caralho... tá grande... queima gostoso... continua... enfia mais... Fui fundo. Fodi o cu dela com força, uma mão no grelinho, dedando a buceta. Mamãe delirava. - Fode o cu da mamãe... mete tudo... aaaahhh... vou gozar de novo... aaaaiiiii! Gozei forte dentro dela, enchendo o cu de porra quente. Ela tremeu, esguichando na cama. Ficamos deitados, suados, ofegantes. Ela virou e me beijou na boca, língua enrolando na minha. - Isso foi o melhor que já senti, filho... podemos repetir sempre que quiser. Daquele dia em diante, as massagens viraram rotina de sacanagem. Toda tarde, depois do trabalho, ela me chamava. - Vem dar aquela massagem na mamãe... mas começa pela buceta hoje... Eu descia, tirava a roupa dela devagar, lambia cada pedaço. Chupava o grelinho até ela implorar, enfiava pica na buceta, no cu, gozava na boca, nos seios. Ela aprendia a rebolar sentada na minha pica, seios balançando no meu rosto enquanto eu mamava. - Rebola gostoso, mãe... aperta a pica do filho... isso... hummm... Uma noite ela quis no banheiro. Debaixo do chuveiro, água quente caindo. Eu fodia ela contra a parede, pernas enroladas na minha cintura. - Me fode forte... enche a buceta da mamãe de porra... aaaahhh! Gozei dentro, porra escorrendo pelas coxas misturada com água. O tesão reprimido virou vício. Massagem nos ombros era só o começo. Agora era buceta, cu, boca, tudo. Mamãe gemia meu nome toda vez que gozava, pedindo mais. - Filho... me fode sempre... a mamãe é sua putinha agora... E eu fodia. Sem parar. Com força. Com amor proibido e tesão insano.
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