O fim de ano chegou quente como sempre, e meu pai, do nada, decidiu que daquela vez a viagem em família para a praia ia sair de verdade. Todo ano ele falava, mas era blá blá blá. Dessa vez ele organizou tudo, malas, carro, hotel. Eu e meu irmão, ambos com 18 anos recém-completados, ficamos animados pra caralho. A gente sempre foi bem grudado, brincando, zoando um com o outro, mas nunca tinha rolado nada além de olhares mais demorados quando a gente trocava de roupa em casa. Chegamos de manhã cedo no hotel beira-mar. Fizemos check-in, comemos um lanche rápido e descansamos um pouco. O sol tava implacável, daqueles que deixam a pele queimando e o corpo pedindo água. Fomos pra praia logo depois. Meu pai e meu irmão montaram os guarda-sóis enquanto eu fui trocar de roupa no quarto. Voltei com um biquíni preto bem cavado, que marcava minha bundona redonda e deixava meus peitos empinados quase saltando. Amarrei uma canga laranja na cintura, combinando com minha pele morena. Passei protetor solar devagar, sentindo as mãos deslizarem pelos meus peitos, barriga e coxas, já imaginando como seria o dia. Meu irmão, Lucas, tava de shorts de banho folgado, corpo definido de quem malhava na academia da escola. Ele me olhou de cima a baixo quando eu cheguei, mas disfarçou rápido. - Porra, mana, você tá gostosa pra caralho hoje – ele brincou baixinho, só pra eu ouvir, enquanto ajudava nosso pai. Entramos na água os quatro. Brincamos, jogamos água um no outro, rimos muito. Meus pais ficaram um tempo, mas meu pai tava cansado da viagem e minha mãe não aguentava muito sol. Eles voltaram pros guarda-sóis pra descansar. Eu e Lucas ficamos. Nadamos mais pra longe, rindo, nos afastando da multidão que lotava a areia. A água batia no peito dele quando eu nadei até ele. - Ei, o que você tá fazendo aqui sozinho? – perguntei, me aproximando. - Só curtindo a vista, mana. Água, gente, sol... tá bom demais – ele respondeu, mas eu vi que o olhar dele desceu pros meus peitos molhados, o biquíni colado nos bicos duros. Continuamos nadando, nos afastando mais. Chegamos numa área com pedras grandes, meio isolada, onde a água batia na cintura e a multidão ficava distante. Foi ali que eu notei. O shorts dele tava estufado pra frente, uma barraca enorme. O pau dele tava duro, meia bomba, mas já enorme, marcando o tecido molhado. Meu corpo reagiu na hora. Um calor subiu pela buceta, o grelinho latejando só de imaginar. Eu queria aquilo. Queria meu irmão me fodendo ali, agora. - Lucas... eu vi algo interessante aí embaixo – falei safada, me aproximando e tocando o volume por cima do shorts. Ele recuou, olhos arregalados. - Mana, que porra é essa? Para com isso! Eu ri, mas não tirei a mão. Esfreguei devagar, sentindo a pica crescer na palma. - Não posso deixar meu irmãozinho andando pela praia com essa pica dura assim. Alguém vai notar. Deixa eu te ajudar a acalmar ele... Ele resistiu um pouco, olhando em volta, mas meu toque foi insistente. O pau dele inchou todo, latejando forte. - Porra, você tá louca... a gente é irmão... – murmurou, voz rouca, mas não afastou minha mão. - E daí? Ninguém vai saber. Eu quero essa pica grossa dentro de mim. Agora. – Puxei ele pela mão pra trás de uma pedra grande, em terra firme, escondidos da vista principal. Tirei a canga rapidinho, puxei a calcinha do biquíni pro lado, mostrando minha buceta lisinha, já molhada não só de água do mar. Virei de costas, apoiei as mãos na pedra quente, empinei a bunda e abri as pernas. - Vem, Lucas. Enfia essa pica em mim. Me fode gostoso. Ele hesitou dois segundos, pau pulsando pra fora do shorts abaixado. Depois agarrou meus quadris com força, posicionou a cabeça grossa na entrada da buceta e meteu de uma vez, até o fundo. - Aaaahhh... caralho, mana... sua buceta tá apertando pra caralho! – ele gemeu, voz abafada. Eu quase gritei. A pica dele era enorme, grossa, me dilatando inteira, batendo no fundo do meu útero. - Porra... que pica grande... tá me rasgando a buceta, irmão... mete mais! – respondi, rebolando pra trás. Ele começou a socar forte, sem piedade. Cada estocada fazia minhas tetas balançarem, o barulho molhado da buceta ecoando entre as pedras. - Toma, toma essa pica, sua vadia... eu sempre quis foder essa bucetinha – ele rosnava, mãos apertando minha cintura, dedos marcando. Eu mordia o lábio, mas os gemidos escapavam. - Aaaaiii... fode... fode sua irmã gostosa... mais fundo, Lucas! Meu cu tá piscando de tesão! Ele metia como um animal, pica entrando e saindo brilhando de mel. O sol queimava nossas peles, suor misturado com água do mar. Alguém podia aparecer a qualquer momento, ver a gente ali, irmão e irmã se comendo atrás da pedra, mas isso só aumentava o tesão. Meu grelinho roçava na base da pica dele a cada metida. Minhas pernas começaram a tremer. Ele sentiu, me virou de frente, me ergueu no colo, segurando minhas coxas abertas. Enfiou a pica de novo, agora olhando nos meus olhos. Abracei o pescoço dele, rosto no ombro, gemendo direto no ouvido. - Aaaahhh... que delícia... sua pica tá me enchendo toda... me fode, irmão... me usa como sua puta particular! - Cala a boca gemendo assim que alguém vai ouvir, mana... mas porra, você tá tão molhada... – ele respondeu, mas metia mais forte, como castigo. Cada estocada fazia um ploc molhado, minhas paredes apertando ele. - Não aguento... vou gozar... aaaaiii... goza dentro, Lucas! Enche a buceta da sua irmã de porra! – gritei baixinho, desesperada. Ele acelerou, pau inchando ainda mais. - Tô gozando... toma tudo, mana! – Jatos quentes jorraram fundo, enchendo meu útero. Eu gozei junto, buceta espremendo a pica dele, squirt misturado escorrendo pelas coxas. Ficamos ofegantes, ele ainda dentro. Quando saiu, um rio de porra escorreu pela minha buceta, molhando a calcinha do biquíni. Mas o pau dele não amoleceu. Continuava duro, latejando, cabeça roxa brilhante. Eu sorri safada, ajoelhei na areia quente atrás da pedra. - Olha só... ainda tá duro. Deixa eu limpar com a boca. – Segurei aquela pica enorme, lambi da base até a cabeça, sentindo o gosto da minha buceta misturado com porra. - Mmm... que pica deliciosa, irmão. Grossa, cheirosa de sexo. Enfiei na boca, chupando gulosa, garganta engolindo o quanto cabia. Ele segurou meu cabelo molhado. - Porra... chupa, mana... mama esse pau que acabou de foder você. Que boca quente da porra! Eu babava inteiro, cuspe escorrendo no queixo, mamando as bolas pesadas enquanto batia punheta na pica. Ele gemia baixo. - Aaaah... assim... você mama melhor que qualquer mina que eu já comi. Levantei, empinei de novo e ele meteu no cu dessa vez, devagar no começo. - Ai meu cu... tá entrando no meu cuzinho apertado... devagar... aaaahhh! – gemi, sentindo ele abrir meu cu. Depois que acostumei, ele meteu forte. - Toma no cu, irmãzinha... que cu guloso! – As estocadas faziam minhas pernas tremerem de novo. Ele alternava: tirava do cu e enfiava na buceta, depois voltava pro cu, me deixando louca. - Mais... me arromba os dois buracos... eu sou sua puta, Lucas! Fode sua irmã no cu! – eu implorava, gemendo desesperada, voz rouca. A segunda foda durou mais. Ele me virou de novo no colo, me comendo em pé, meu corpo subindo e descendo na pica grossa. Beijamos pela primeira vez, língua no língua, saliva trocando enquanto ele socava. - Eu te amo, mana... mas quero te foder todo dia agora – ele murmurou entre gemidos. - Eu também... me enche de novo... goza no meu cu dessa vez! – pedi. Ele gozou forte no cu, porra quente enchendo meu intestino. Eu gozei de novo, jorrando na barriga dele. Ainda não acabou. A gente deitou na areia quente atrás da pedra, eu por cima. Cavalguei ele devagar no começo, rebolando, sentindo a pica roçar no grelinho a cada descida. - Olha como sua pica some toda na minha buceta... tá me matando de tesão – falei, acelerando. Ele apertava meus peitos, beliscava os bicos. - Rebola gostoso, vadia... cavalga o pau do seu irmão. Que buceta apertada! O ritmo ficou selvagem. Eu quicava forte, bundona batendo nas bolas dele, gemendo alto. - Aaaaiii... tô gozando de novo... porra... não para! – Meu corpo convulsionava, suada, cabelo grudado na pele. Ele me segurou e meteu por baixo, rápido. Terceira gozada veio junto. Mais porra jorrando, transbordando, escorrendo pra areia. Meu biquíni tava destruído de tanto mel e gozo. A gente se limpou como deu, trocou olhares cúmplices e voltou pra água pra se refrescar. Depois encontrou nossos pais como se nada tivesse acontecido. Passamos o resto da tarde na praia, mas eu sentia a porra dele escorrendo na calcinha a cada passo, me lembrando da safadeza. À noite, no hotel, a gente se encontrou de novo no quarto dele enquanto os pais dormiam. Repetimos tudo, mas com mais calma e ainda mais putaria. Ele me comeu de quatro na cama, me fez mamar de novo, gozou na minha boca, no peito, na buceta mais duas vezes. Eu perdi a conta dos orgasmos. - Você é minha agora, mana. Todo dia a gente vai dar um jeito de foder escondido – ele disse no final, abraçado comigo. - Pode apostar, irmão. Essa pica é minha agora. Quero ela todo dia enchendo meus buracos. A viagem inteira virou isso: olhares safados, toques escondidos, rapidinhas no banheiro do hotel, na praia de novo, no carro voltando pra casa. Meu irmão de 18 anos virou o melhor amante que eu já tive. E tudo começou com aquela pica dura na água do mar.
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