As férias onde eu e minha sobrinha compartilhamos uma cama....e uma a outra!



O verão estava implacável, daqueles que deixam a pele ardendo e o corpo pedindo por alívio. Eu, aos 42 anos, solteira e cansada da rotina, resolvi levar minha sobrinha, a Júlia, de 23 anos, pra uma semana na praia só nós duas. Ela sempre foi próxima de mim, aquela menina que virou mulher linda, corpo definido de quem faz yoga, pele bronzeada natural e um sorriso que desarma qualquer um. O hotel, lotado, só tinha um quarto com cama king-size. A gente riu e aceitou: "Vai ser como quando você era mais nova, tia", ela brincou.
No primeiro dia, sol o dia inteiro, mergulhos no mar, margaritas geladas na beira da praia. Voltamos pro quarto rindo, meio bêbadas, o corpo suado e relaxado. Tomamos banho separadas, mas o ar já estava carregado. Vestimos só camisolas leves de algodão, sem nada por baixo. Deitamos na cama enorme, o ventilador girando devagar no teto.
Ela se virou de lado, encostando o corpo no meu. Começou a fazer desenhos com a ponta dos dedos nas minhas costas, traços leves que desceram pela coluna e subiram de novo.
- Tia... sua pele tá quente... - murmurou ela, a voz rouca da bebida.
Eu senti um arrepio forte. Virei o rosto, nossos narizes quase se tocando. O cheiro dela, protetor solar misturado com sal do mar, me invadiu. Não pensei duas vezes. Beijei o pescoço dela devagar, sentindo a pulsação acelerada.
- Júlia... você tá me deixando louca com esses desenhos... - sussurrei.
Ela não me parou. Pelo contrário, inclinou a cabeça pra dar mais acesso. Minha boca desceu, lambendo a pele salgada até chegar nos seios firmes dela. Puxei a camisola pra cima e chupei um mamilo rosado, mordiscando de leve. Ela gemeu baixinho, apertando minha nuca.
- Ahhh... tia... isso... chupa mais forte...
Tirei a camisola dela completamente. O corpo nu dela era perfeito, buceta lisinha, já brilhando de excitação. Desci beijando a barriga, abrindo as pernas dela com as mãos. O cheiro de boceta jovem me deixou molhada na hora. Lambi devagar os lábios inchados, sentindo o gosto doce e salgado.
- Hummm... que bucetinha gostosa da minha sobrinha... - murmurei, enfiando a língua entre os lábios.
Ela agarrou meu cabelo, rebolando devagar contra minha boca.
- Tia... sua língua... ahhh... tá me matando... lambe meu grelinho... assim... aaaaiii!
Eu chupei o grelinho dela com fome, dois dedos entrando fundo na buceta apertada. Ela tentava segurar os gemidos por causa do quarto ao lado, mas falhava miseravelmente. O corpo dela tremia, as coxas apertando minha cabeça.
- Vou gozar... tia... não para... porra... aaaahhh!
Ela gozou forte, esguichando um pouco na minha boca, o corpo convulsionando. Fiquei lambendo até o último tremor. Depois ela me puxou pra cima e me beijou, provando o próprio gosto.
- Agora é minha vez, tia... quero comer essa buceta madura...
Ela me virou de costas, tirou minha camisola e abriu minhas pernas. A língua quente dela atacou minha buceta já encharcada. Lambeu tudo, do cu até o grelinho, devagar, depois rápido. Enfiou a língua fundo, como se quisesse me devorar.
- Delícia... buceta da tia tá pingando pra mim... - disse ela, chupando ruidosamente.
- Júlia... caralho... sua boca... me come... ahhh... mais fundo... - gemi, empinando a bunda pra ela.
Ela enfiou três dedos na minha buceta enquanto chupava o grelinho. O barulho molhado enchia o quarto. Gozei gritando no travesseiro, o corpo inteiro latejando. A gente se abraçou, suadas, rindo baixinho do perigo de sermos ouvidas.
A semana virou um festival de sacanagem escondida. De dia, na praia, toques discretos debaixo da canga. Eu passava protetor nas costas dela e deixava os dedos escorregarem pro lado dos seios. Ela, safada, sentava no meu colo na água e roçava a buceta na minha coxa.
No chuveiro do hotel, a coisa esquentava de vez. Um dia, depois do almoço, entramos juntas. A água quente caindo, eu prensei ela contra a parede.
- Quero te foder com os dedos agora, sua putinha - falei, enfiando dois dedos na buceta dela enquanto a água escorria.
- Tia... me fode... mete mais... ahhh... assim... rasga minha bucetinha... - ela gemia, rebolando contra minha mão.
Adicionei um terceiro dedo, depois o polegar no cuzinho dela. Ela gozou de pé, pernas tremendo, segurando em mim.
Toda noite voltávamos praquela cama king-size. A gente se revezava sem pressa. Uma noite eu deitei de costas, ela sentou na minha cara. A buceta molhada esfregando na minha boca e nariz.
- Senta gostoso, Júlia... deixa a tia beber tudo... - pedi.
Ela rebolava, gemendo alto.
- Come minha buceta, tia... chupa tudo... hummm... seu nariz tá roçando meu grelinho... aaaaiii... vou gozar de novo!
Eu segurava a bunda dela, enfiando a língua o máximo possível. Ela gozava e depois descia pra chupar minha buceta no 69. Nossas bocas trabalhando juntas, línguas entrando fundo, dedos no cu uma da outra. Os gemidos abafados, os corpos suados escorregando.
- Porra... tia... sua buceta é viciante... quero morar aqui... - ela dizia, chupando forte.
- Sua putinha gulosa... lambe meu cu também... isso... enfiando a língua no cuzinho da tia... ahhh... delícia...
A gente gozava juntas, o quarto cheirando a sexo e mar. Uma noite, peguei o vibrador pequeno que levei na mala. Coloquei nela de quatro, metendo devagar na buceta enquanto lambia o cu.
- Toma essa rola de plástico, sobrinha... finge que é a pica da tia te arrombando... - falei, acelerando.
- Mais forte... me arromba... aaaahhh... tá batendo fundo... vou gozar... caralho... tiaaa!
Ela gozou esguichando no lençol. Depois virou e fez o mesmo comigo, metendo o vibrador na minha buceta enquanto chupava meus mamilos.
- Goza pra mim, tia... aperta esse brinquedo com essa buceta gostosa... - provocava ela.
Eu gozei gritando, o corpo todo molhado de suor.
Os dias passavam assim: praia, margaritas, toques escondidos, e noites inteiras de buceta na boca, dedos, línguas e muito gemido abafado. No último dia, a gente ficou quase sem sair do quarto. De manhã cedo, eu acordei com ela entre minhas pernas, lambendo devagar.
- Bom dia, tia... queria começar o dia com o gosto da sua buceta... - disse ela, sorrindo.
- Então continua, sua safada... mama tudo...
Ela chupou até eu gozar, depois eu fiz o mesmo nela, de lado, uma perna levantada, dedos no cu e boca no grelinho. Gozamos juntas mais uma vez, abraçadas forte.
Voltar pra casa foi difícil. Na frente da família, a gente age normal, mas os olhares demorados contam tudo. À noite, sozinha na cama, eu me toco lembrando do gosto dela, do jeito que ela gemia meu nome, da buceta apertada e molhada contra minha boca. Júlia me manda mensagens discretas: "Saudade da nossa cama, tia...". E eu sei que a próxima viagem vai ser ainda mais safada.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
As férias onde eu e minha sobrinha compartilhamos uma cama....e uma a outra!

Codigo do conto:
267803

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
20/07/2026

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