Minha buceta é sempre raspadinha, inchada e molhada quando o tesão bate, e meu cu apertado adora ser esticado por paus grossos. Venho de uma família rica e respeitável. Meus pais e irmãos acham que sou uma boa menina que está aproveitando a faculdade. Eles nunca imaginaram o que eu faço quando saio de casa.
Era bem tarde da noite. Eu saía sozinha da faculdade em Campinas depois de uma aula extra. Usava uma saia preta curta, uma blusa branca justa sem sutiã e uma calcinha fio-dental preta. As sandálias batiam no asfalto enquanto eu caminhava em direção ao ponto de ônibus. A rua estava quase deserta. Só o barulho distante de algum carro e o vento frio da noite tocando minha pele. Meus seios pesados balançavam livres dentro da blusa, os mamilos já duros por causa do frio e da excitação de estar sozinha naquele horário.
De repente, um carro preto, um sedã antigo e meio barulhento, parou do meu lado. Os faróis iluminaram minhas pernas. Quatro caras dentro. Pelo jeito, veteranos. O da frente tinha cabelo curto e sorriso debochado. O do banco do passageiro era mais forte, camiseta apertada. No banco de trás, um moreno magro e outro de boné.
O da frente abaixou o vidro e soltou a primeira bobagem:
— E aí, gostosa… essa saia curta é pra provocar mesmo ou você só não tem vergonha?
O de trás riu alto:
— Olha o tamanho desses peitos, mano. Tá sem sutiã, né? Dá pra ver o mamilo de longe. Tá querendo ser comida ou o quê?
— Bundão desse tamanho andando sozinha de noite… tá pedindo pra ser usada — completou o outro.
Eu parei. O coração acelerou, não de medo, mas de tesão. Em vez de seguir caminho, me aproximei do carro devagar, incline o corpo na janela e sorri de um jeito safado, deixando a blusa abrir um pouco mais.
— Vocês falam tanta merda que eu quase acreditei que tinham coragem de verdade.
Os quatro ficaram em silêncio por um segundo. O motorista deu uma risada nervosa.
— Entra aí então, se é tão safada assim.
Eu fiquei parada, provocando.
— E se eu entrar? Vocês vão só ficar falando ou vão me usar de verdade?
O cara do banco do passageiro se inclinou:
— Entra e descobre. Ou tá com medo?
— Medo eu não tenho — respondi, abrindo a porta de trás.
— Mas espaço parece que tá faltando…Vou ter que sentar no colo de alguém.
Eles me olhavam não acreditando.
O banco de trás estava apertado. Eu entrei e me acomodei direto no colo do cara do meio, o moreno magro. Ele engasgou quando sentiu meu peso e o calor da minha bunda em cima do pau dele.
— Porra… ela sentou de verdade — murmurou ele, a voz rouca.
Eu rebolei de propósito, sentindo o pau dele endurecer rápido embaixo da saia. Meus seios quase encostavam no rosto dele.
— Assim fica mais confortável, né? — falei baixinho, perto da orelha dele.
Enquanto o carro andava por ruas cada vez mais escuras e vazias, as mãos já começaram a subir pelas minhas coxas. Um deles puxou a blusa para cima sem pedir licença e meus seios pesados saltaram livres, mamilos duros apontando. Outro passou a mão por baixo da saia, puxou a calcinha fio-dental para o lado e enfiou dois dedos grossos na minha buceta já encharcada.
— Caralho, tá molhada pra caralho… — falou o do colo, apertando meu quadril com força.
— Olha como essa putinha tá pingando.
— Sou putinha sim, mas pela roupa, vocês não são da minha faculdade.
— Não somos mesmo, algum problema?
— Não, falei com som de gato roronando. Adoro intercambio entre faculdades.
Eu gemi baixinho e me virei, beijando o pescoço dele enquanto chupava os dedos de outro. Em poucos minutos eu já estava com a mão no pau do motorista por cima da calça, apertando e massageando, e rebolando no colo do cara do meio como se estivesse cavalgando. Um deles tirou o pau para fora e eu me incline naquele espaço apertado, engolindo até o fundo, fazendo barulho molhado, balançando a cabeça enquanto o carro seguia.
— Ela mama que nem putinha profissional, mano — riu um, passando a mão no meu cabelo.
— E rebola gostoso pra caralho… olha o jeito que ela mexe essa bunda.
— Tá se esfregando no pau do cara como se fosse viciada.
Eles me levaram para um descampado isolado, longe das luzes do campus. Quando o carro parou, eu abri a porta e saí primeiro. Sem pressa, tirei a blusa, deixando os seios livres sob a luz fraca da lua. Depois a saia e, por último, a calcinha fio-dental preta. Fiquei completamente nua, a pele arrepiada pelo vento, a buceta latejando de tesão.
— Agora vocês podem me usar direito — falei, abrindo os braços.
— Podem vir.
Os quatro desceram quase tropeçando. Eu me ajoelhei na grama úmida e chupei o primeiro com fome, depois o segundo, revezando, olhando para cima enquanto eles gemiam e falavam bobagem.
— Porra, que boca gulosa…
— Olha essa puta ajoelhada no mato…
Em seguida me deitei de costas na grama, abrindo bem as pernas. O primeiro se jogou em cima de mim e enfiou o pau na minha buceta com força. Eu gemia alto, sem me importar se alguém podia ouvir. Outro se ajoelhou perto da minha cabeça e eu o chupei enquanto era fodida fundo.
Eles se revezaram sem pressa. Me viraram de quatro. Um meteu na buceta com estocadas fortes, outro enfiou no meu cu e foi entrando devagar, me arrombando. Eu gemia, a cara suja de saliva e de semem, os seios pesados balançando com cada estocada. Um deles me puxava pelos cabelos enquanto me fodia a boca.
— Que puta do caralho… olha como ela toma dois ao mesmo tempo.
— Qual seu nome puta?
Pensei, pensei, então decidi usar o meu apelido na favela.
— Pode me chamar de Diaba pelada. Sou uma lenda urbana. Rsrsrs
— A Diaba Pelada é real, mano. Olha isso.
Eles riram e não questionaram o que eu disse, mas por que fariam isso.
— Rebola mais, vadia… isso…
Eu gozei mais de uma vez, o corpo inteiro tremendo na grama, esguichando, apertando os paus dentro de mim. No final, eles gozaram em mim quase juntos: na boca, nos peitos, dentro da buceta e no cu. Eu fiquei deitada por alguns segundos, ofegante, coberta de porra quente, sorrindo para o céu escuro.
Quando me levantei, peguei a roupa e me vesti devagar, ainda sentindo o sêmen escorrer pelas coxas. Eles me deixaram no caminho de volta, perto de uma avenida movimentada.
Antes de descer, eu peguei o celular de um deles e salvei o número.
— Se um dia eu quiser repetir… eu ligo. Podem me chamar de Diaba Pelada. Nome e endereço eu não dou.
O motorista ainda ria, incrédulo, balançando a cabeça.
— Você é louca pra caralho…
Eu só acenei e caminhei em direção ao ponto de ônibus, ainda sentindo a porra escorrer pela calcinha e o cheiro deles grudado na minha pele.
Naquela noite, deitada na cama, eu já pensava em quando ia ligar para aqueles quatro de novo.





Delícia mulher safada assim. Minha Dona é igual. Numa quarta feira eu em casa umas 20he de repente ela chega com 4 amigos da faculdade. Diz que trouxe eles pra ver o jogo comigo, e já foi pra cozinha pegar cerveja e depois pro quarto tomar banho. Um pouco antes do jogo começar, ela aparece na sala de salto alto e calcinha,e diz pra irmos ver o jogo no quarto, que daríamos um jeito de caber todos na cama. Ela já tinha tudo combinado com eles,só queria me fazer uma surpresa..