Sogra TESUDA



"O problema de quem dorme demais é que acaba esquecendo que a noite é o melhor momento para cometer pecados."

Essas foram as palavras que Adelaide sussurrou no meu ouvido, enquanto seus dedos, úmidos e precisos, encontravam o caminho exato através do tecido da minha cueca. Eu fingia que o sono ainda me prendia, mas meu corpo já era um mapa de nervos expostos. O toque dela não era tímido; era a exploração de quem já sabia exatamente onde queria chegar.

Tudo havia começado como uma missão banal. Neide, minha esposa, me pediu para buscar a mãe em Curitiba. Valinhos ficava longe, e a chegada tardia justificou a estadia de uma noite. Adelaide, viúva há cinco anos, mantinha a beleza de uma mulher que desafiava o tempo: loira, olhos verdes e curvas que faziam qualquer roupa parecer um convite.

Quando ela deslizou a mão por baixo da minha cueca, explorando não só a frente, mas descendo com ousadia até as minhas nádegas, sentindo a entrada do meu cu com a ponta dos dedos, o jogo mudou. Eu abri os olhos, fingindo um despertar lento, mas meu pau já era uma pedra pulsante contra a minha pele.

— Carlos... — ela murmurou, a voz rouca, desprovida de qualquer vestígio de sogra. — Eu estou louca de tesão. Quero você agora.

Não houve hesitação. Aquele desejo reprimido explodiu em um beijo voraz, onde as línguas se lutavam por espaço. O corpo dela, quase nu, roçava no meu, e os mamilos rígidos dela marcavam o tecido fino da calcinha que ela ainda usava. Eu a puxei para perto, sentindo o calor emanando dela, e a conduzi para o quarto.
Assim que caímos na cama, a etiqueta familiar foi jogada no lixo. Eu me joguei sobre os seios dela, sugando-os com força, enquanto meus dedos mergulhavam na sua buceta, que já estava encharcada. Ela gemia alto, as costas arqueando, as unhas cravando nos meus ombros.

— Ai, porra, Carlos! — ela gritou, a voz carregada de luxúria. — Me fode, meu macho! Faz comigo tudo o que você faz com a Neide... não, faz melhor! Quero ser sua escrava, quero sentir sua porra queimando dentro de mim!

Eu a penetrei com um estocada profunda, sentindo a pressão deliciosa daquelas paredes apertadas me abraçando. O ritmo tornou-se selvagem. Cada batida do meu quadril contra o dela ecoava no quarto, acompanhada de palavras sujas que alimentavam ainda mais o fogo.

— Você é muito safada, Adelaide! — eu ronei, acelerando o passo. — Gosta de ser fodida pelo genro, é?

— Sim! Me fode com força, caralho! Destrói essa buceta!

O prazer era visceral, quase animal. Gozei com uma intensidade que nunca tinha sentido antes, sentindo cada centímetro dela me apertando. Mas a noite estava apenas começando. No banho, o vapor misturava-se ao desejo, e depois, de volta à cama, eu me dediquei a explorar cada centímetro dela.

Eu mergulhei meu rosto na sua intimidade, chupando sua buceta com fome, fazendo-a gozar repetidamente, gritando meu nome enquanto tremia sob meu controle. E, como ela confessou ser amante de um sexo mais bruto, partimos para o anal profundo. Cada estocada no seu rabo era acompanhada de gemidos roucos e xingamentos excitantes que transformaram aquela cama em um campo de batalha de prazer.
A rotina tornou-se um jogo de risco calculado. O perigo de sermos descobertos não era um peso, mas o combustível que mantinha a chama acesa. Cada mensagem trocada por WhatsApp, disfarçada de "combinar a visita do final de semana", carregava subtextos que fariam qualquer pessoa corar.

Certa terça-feira, Neide saiu para um congresso em São Paulo e ficaria fora por dois dias. Foi o sinal verde que Adelaide esperava. Ela não veio até minha casa; ela me mandou a localização de um motel discreto na saída da cidade, com a mensagem: *"Vem logo, Carlos. Estou sem calcinha e com o rabo pegando fogo"*.

Quando abri a porta do quarto, ela estava de costas para mim, debruçada sobre a mesa de vidro, usando apenas um robe de seda que mal cobria as nádegas. No momento em que ela sentiu minha presença, ela não se virou. Apenas arqueou a coluna, oferecendo-me a visão perfeita de sua intimidade exposta.

— Não diga nada. Apenas me use — ela ordenou, a voz trêmula de antecipação.

Eu não precisei de convites. Joguei minhas roupas no chão e me aproximei, agarrando seus quadris com força, cravando os dedos na carne macia de suas coxas. Comecei a beijar a curva de sua nuca, descendo para os ombros, enquanto minha mão direita descia para explorar a fenda úmida que já me esperava. Ela soltou um gemido agudo quando senti, com o polegar, a profundidade de seu desejo.

— Você está encharcada, Adelaide... — sussurrei, mordendo o lóbulo de sua orelha.

— Porque eu passei a tarde inteira pensando no seu pau dentro de mim, seu animal! — ela rebateu, virando o rosto para me olhar com olhos nublados de luxúria.

Eu a virei bruscamente, jogando-a sobre a cama. Não houve preliminares lentas; o tempo era curto e a fome era grande. Arrancamos a seda e o resto das roupas em um frenesi de mãos ágeis. Eu a penetrei com um impacto seco, sentindo a resistência deliciosa de sua buceta apertada, que parecia sugar cada centímetro do meu membro.
O sexo tornou vez mais visceral. Eu a coloquei de quatro, segurando seus cabelos com uma mão enquanto a outra apertava seu seio com força. A cada estocada, ela gritava palavras obscenas, pedindo para que eu fosse mais bruto, que não tivesse pena dela.

— Me fode como se eu não fosse ninguém, Carlos! Me trata como a puta que eu sou quando estou com você!

Eu obedeci. O ritmo tornou-se frenético, o som da carne batendo contra a carne preenchendo o silêncio do quarto. Quando senti que o ápice estava chegando, mudei a posição. Eu queria sentir cada nervo dela. Eu a posicionei de modo que pudesse acessar seu colo anal, e com a ajuda de um pouco de lubrificante, mergulhei fundo.

O grito dela foi abafado pelo meu beijo. Foi uma sensação de preenchimento total, uma invasão que a fez tremer violentamente. Gozamos juntos, em uma explosão de espasmos que nos deixou exaustos e suados, colados um ao outro.

Enquanto recuperávamos o fôlego, Adelaide sorriu, aquele sorriso malicioso de quem guarda um segredo proibido.

— A Neide não faz ideia de que a mãe dela é a sua melhor amante, não é? — ela disse, enquanto se aninhava no meu peito.

Eu ri, sentindo a adrenalina ainda pulsar. A traição era o tempero, e o parentesco, a pimenta. Sabíamos que estávamos brincando com fogo, mas a sensação de queimar era a única coisa que nos fazia sentir vivos

Foto 1 do Conto erotico: Sogra TESUDA

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Ficha do conto

Foto Perfil lampiao69
lampiao69

Nome do conto:
Sogra TESUDA

Codigo do conto:
269328

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
08/08/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
5